Toda a pessoa que escuta esta frase:
“Você tem que vestir branco, e precisa desenvolver a sua mediunidade”.
Pronto!
Aí vem o medo e ao mesmo tempo a ansiedade, imaginando-se vestido de branco e já incorporando “seus guias”, ele julga que após poucas semanas já estará apto a “trabalhar” dando “consulta”… Será que é só colocar o médium “novo” no meio da gira e girar? Ou será que ele precisa primeiro de atenção, carinho, ajuda e esclarecimento neste momento único e delicado de transição dos seus valores religiosos, e principalmente de doutrina, acrescido de tempo e humildade de ambos os lados, seja do dirigente para com o filho pequeno (que nasce para a espiritualidade) e precisa ser cuidado com amor. Ou por parte do filho que precisa de conhecimento e isto só é conseguido através do estudo, movido pela paciência, humildade e fé, pois só assim conseguirá de fato ser um filho de fé da Umbanda Sagrada. Como as giras de desenvolvimento fazem parte deste processo mediúnico comentarei sobre os recursos rituais: atabaques, cantos, defumações, danças, roupa branca, etc…
Defumações:
descarregam o campo mediúnico e sutilizam suas vibrações, tornando-o receptivo às energias de ordem positiva. Ela é essencial para qualquer trabalho num terreiro, pois certas cargas se juntam (agregam) ao nosso corpo astral durante nossa vivência cotidiana, ou seja, pensamentos e ambientes de vibração pesada, rancores, preocupações, pensamentos negativos, etc, tudo isso produz (ou atrai) certas formas-pensamento que se aderem ao nosso campo eletromagnético, bloqueando transmissões energéticas. Pois bem, a defumação tem o poder de desagregar estas cargas, através dos elementos ar, fogo e vegetal que a compõe, pois interpenetra o campo astral, mental e a aura, tornando-os novamente “libertos” de tal peso para produzirem seu funcionamento normal.
Palmas:
Se cadenciadas e ritmadas, criam um amplo campo sonoro cujas vibrações agudas alcançam o centro da percepção localizada no mental dos médiuns. Com isso, os predispõem a vibrarem ordenadamente, facilitando o trabalho de reajustamento de seus padrões magnéticos.
Cantos:
a Umbanda recorre aos cantos ritmados que atuam sobre alguns plexos, que reagem aumentando a velocidade de seus giros. Com isso, captam muito mais energias etéricas, que sutilizam rapidamente todo o campo mediúnico, facilitando a incorporação. Os pontos cantados são uma das primeiras coisas que afloram a quem vai a um terreiro de Umbanda pela primeira vez. Os pontos cantados são, dentro dos rituais, um dos aspectos mais importantes para se efetuar uma boa gira. São louvações e orações cantadas, para chegada dos Orixás e guias, também para descarga e limpeza fluídica, bem como para a subida dos Orixás e guias. Um verdadeiro ponto cantado nos atinge lá dentro do coração e da emoção, nos trazendo paz, fé, pela pureza e firmeza desses pontos maravilhosos.
Atabaque:
As vibrações sonoras têm o poder de adormecer o emocional, estimulando a sensibilidade, modificando as irradiações energéticas, atuando sobre o padrão vibratório do médium, após esta mudança o mentor aproveita esta facilidade e adentra no campo eletromagnético, igualando-se ao padrão e fixando-o no mental de seu médium, direcionadamente. Em pouco tempo o médium, entra em sintonia magnética para a incorporação. Existem vários tipos de toques: • suaves e cadenciados (renovação afetiva e amorosa); • vibrantes (descarrega); • sons alegres (predispostos ao bom humor) .
Danças:
A Umbanda recorrem às “danças rituais” pois, durante seu transcorrer, os médiuns se desligam de tudo e se concentram intensamente numa ação onde o movimento cadenciado facilita seu envolvimento mediúnico. Nas “giras” (danças rituais), as vibrações médium-mentor se ligam de tal forma, que o espírito do médium fica adormecido, já que é paralisado momentaneamente. No princípio, o médium sente tonturas ou enjôos, mas estas reações cessam se a entrega for total e não houver tentativa de comandar os movimentos, já que seu mentor quem o comandará. Nada é por acaso. Se o ritual de Umbanda optou pelo uso de atabaques, cantos e danças ritual, há todo um comando pelos senhores do alto dando amparo e sustentação.
Roupa Branca:
O branco é a cor de Oxalá, que é o regente da Fé, da religiosidade dos seres da pureza, da humildade, da benevolência, da paciência da fraternidade da união e da caridade… O simbolismo da veste branca é bem visível, além de permitir uma uniformidade na apresentação do corpo mediúnico. Mas, se alguém se veste de branco e assume o grau de médium, dele também se exige que purifique seu íntimo, reformule seus conceitos a respeito da religiosidade e porte-se de acordo com o que dele esperam os Orixás Sagrados, pois estes que o ampararão daí em diante. O fato é que a Umbanda como uma religião possui seus próprios rituais ,suas próprias característica, e suas práticas.
Desenvolver a mediunidade não significa dar algo a quem não está habilitado para recebê-lo, mas sim, em habilitar alguém a assumir conscientemente o dom com o qual foi ungido.
Saravá Umbanda!
MÔNICA BEREZUTCHI
domingo, 22 de fevereiro de 2009
OS TRES PILARES DO MÉDIUM
Nem sempre o médium sabe quais caminhos á seguir, conduzindo-se nas veredas do trabalho de comunicação entre os planos material e espiritual, de maneira superficial, deixando-se levar pela supoerfinalidade que a vida material acostumou.
Desta forma vale ressaltar que o médium não o é somente apenas enquanto cumpre suas funções de intermediário entre os planos físico e espiritual, ele é médium ( mediador) 24hs de todos os dias de sua existência carnal, pois ser médiumé viver um estado de espírito e este o acompanha em todos os momentos, em todas experiências. Médium é constantemente acompanhado pelo mundo espiritual e atitudes inadequadas por parte do médium podem prejudicá-lo direta ou indiretamente, seja por obssessões, perda temporária ou definitiva de suas faculdades mediúnicas, etc.
Cabe ao médium a obrigação de melhora interna, não para simplesmente ser um bom aparelho receptor e transmissor de comunicações espirituais, mas para que ele quite-se perante sua própria consciência e assim livrar-se de amarras cármicas. porém o caminho da reforma íntima é longo e trabalhoso.
o médium deve ter em mente isso.
Não há fórmulas e regras para a obtenção deste êxito, mas, junto á força de vontade própria, o médium tem um pequeno roteiro, simples, mas por vezes difícil de se acompanhar.
EVANGELIZAÇÃO:
Significa mudarmos internamente, seguindo como exemplo os ensinamentos de Jesus Cristo. Devemos a cada ação, colocar em prática, ou seja, viver realmente, o amar o próximo como a si mesmo, praticando a caridade em múltiplas formas, sem todavia esperar algo em troca e praticá-la com o coração. Devemos nos policiar, conhecendo-nos profundamente, detectando nossas más tendências e lutando a todo instante contra elas. O egoísmo, a vaidade, a maledicência, a volúpia, o orgulho, a raiva, o ódio e outros baixos sentimentos devem ser tratados através de reforma íntima. Como fazer tudo isso? Bem, é muito difícil, mas os outros dois pilares darão sustentação para esse;
MEDIUNISMO:
Somente com a prática tormamo-nos aptos e especialistas nos exercícios mediúnicos, pois estee são ligados diretamente com nossos corpos físicos e astral. Com a prática constante, rotineira, persistente e racional, vamos conhecendo os meandros da espiritualidade. Tornamo-nos ótimos medianeiros sob o aspecto das comunicações, assim, vamos, a partir daí, recebendo lições, seja por desdobramentos naturais (sono) ou induzidos, seja por vidência/ clarividência, seja por intuições cada vez mais fortes. Vamos com isso ligando-nos fortemente ao mundo espiritual e os espíritos aproximar-se-ão mais intensamente, levando-mnos a mais aperfeiçoamento. Recebemos lições, puxões de orelhas, conselhos, aulas, etc...que nos auxiliará em nosso melhoramento moral...
CONHECIMENTO:
O estudo é uma exigência para quem sabe que é imperfeito em todos os aspectos. devemos conhecer para fazer melhor e corretamente. Só nos tornaremos bons medianeiros e nos envangelizares se estudarmos.
Estudar não é somente ler alguns livros, é ler de tudo, e reter somente aquilo que é proveitável. Estudar é também observar.
Ao observar nosso íntimo estaremos obtendo respostas para nossas próprias falhas, estudar aquilo que nos rodeia, vamos percebendo coisas sutis que antes nos passavam desapercebidos.
Estudar as pessoas, pois somente assim vamos dscobrindo que cada um é um universo em si e com isso, vamos entendendo as pessoas como elas são (empatia), compreendemo-nas e passamos a amá-las como a nós mesmos. Estudar a natureza e compreender seus fenõmenos físicos, energéticos e astrais.
E por fim, estudar os fenômenos mediúnicos práticos, pois é estar em campo e aprender sutilmente.
Tabem não podemos esquecer que o Verbo contém poderes construtivos ou destrutivos, e uma palavra mal dita pode causar estragos irreparáveis...
Desta forma vale ressaltar que o médium não o é somente apenas enquanto cumpre suas funções de intermediário entre os planos físico e espiritual, ele é médium ( mediador) 24hs de todos os dias de sua existência carnal, pois ser médiumé viver um estado de espírito e este o acompanha em todos os momentos, em todas experiências. Médium é constantemente acompanhado pelo mundo espiritual e atitudes inadequadas por parte do médium podem prejudicá-lo direta ou indiretamente, seja por obssessões, perda temporária ou definitiva de suas faculdades mediúnicas, etc.
Cabe ao médium a obrigação de melhora interna, não para simplesmente ser um bom aparelho receptor e transmissor de comunicações espirituais, mas para que ele quite-se perante sua própria consciência e assim livrar-se de amarras cármicas. porém o caminho da reforma íntima é longo e trabalhoso.
o médium deve ter em mente isso.
Não há fórmulas e regras para a obtenção deste êxito, mas, junto á força de vontade própria, o médium tem um pequeno roteiro, simples, mas por vezes difícil de se acompanhar.
EVANGELIZAÇÃO:
Significa mudarmos internamente, seguindo como exemplo os ensinamentos de Jesus Cristo. Devemos a cada ação, colocar em prática, ou seja, viver realmente, o amar o próximo como a si mesmo, praticando a caridade em múltiplas formas, sem todavia esperar algo em troca e praticá-la com o coração. Devemos nos policiar, conhecendo-nos profundamente, detectando nossas más tendências e lutando a todo instante contra elas. O egoísmo, a vaidade, a maledicência, a volúpia, o orgulho, a raiva, o ódio e outros baixos sentimentos devem ser tratados através de reforma íntima. Como fazer tudo isso? Bem, é muito difícil, mas os outros dois pilares darão sustentação para esse;
MEDIUNISMO:
Somente com a prática tormamo-nos aptos e especialistas nos exercícios mediúnicos, pois estee são ligados diretamente com nossos corpos físicos e astral. Com a prática constante, rotineira, persistente e racional, vamos conhecendo os meandros da espiritualidade. Tornamo-nos ótimos medianeiros sob o aspecto das comunicações, assim, vamos, a partir daí, recebendo lições, seja por desdobramentos naturais (sono) ou induzidos, seja por vidência/ clarividência, seja por intuições cada vez mais fortes. Vamos com isso ligando-nos fortemente ao mundo espiritual e os espíritos aproximar-se-ão mais intensamente, levando-mnos a mais aperfeiçoamento. Recebemos lições, puxões de orelhas, conselhos, aulas, etc...que nos auxiliará em nosso melhoramento moral...
CONHECIMENTO:
O estudo é uma exigência para quem sabe que é imperfeito em todos os aspectos. devemos conhecer para fazer melhor e corretamente. Só nos tornaremos bons medianeiros e nos envangelizares se estudarmos.
Estudar não é somente ler alguns livros, é ler de tudo, e reter somente aquilo que é proveitável. Estudar é também observar.
Ao observar nosso íntimo estaremos obtendo respostas para nossas próprias falhas, estudar aquilo que nos rodeia, vamos percebendo coisas sutis que antes nos passavam desapercebidos.
Estudar as pessoas, pois somente assim vamos dscobrindo que cada um é um universo em si e com isso, vamos entendendo as pessoas como elas são (empatia), compreendemo-nas e passamos a amá-las como a nós mesmos. Estudar a natureza e compreender seus fenõmenos físicos, energéticos e astrais.
E por fim, estudar os fenômenos mediúnicos práticos, pois é estar em campo e aprender sutilmente.
Tabem não podemos esquecer que o Verbo contém poderes construtivos ou destrutivos, e uma palavra mal dita pode causar estragos irreparáveis...
EMANUEL FALA SOBRE O CARNAVAL
Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências, nas festas carnavalescas.
É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização. Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.
Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.
Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.
Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho
Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras. Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.
É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.
Emmanuel
Psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier
em Julho de 1939 / Revista Internacional de Espiritismo,
Janeiro de 2001.
É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização. Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.
Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.
Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.
Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho
Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras. Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.
É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.
Emmanuel
Psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier
em Julho de 1939 / Revista Internacional de Espiritismo,
Janeiro de 2001.
CADA UM COLHERÁ AQUILO QUE PLANTOU
Os pretos-velhos levam a força de Deus (Zambi) a todos que queiram apender e encontrar uma fé.
Sem ver a quem, sem julgar, ou colocando pecados.
Mostrando que o amor a Deus, o respeito ao próximo e a si mesmo, o amor próprio, a força de vontade e o encarar o ciclo da reencarnação podem aliviar os sofrimentos e elevar o espírito para a luz divina.
Fazendo com que as pessoas entendam e encarem seus problemas e procurem suas soluções da melhor maneira possível dentro da lei do da causa e efeito.
Eles aliviam o fardo espiritual de cada pessoa fazendo com que ela se fortaleça espiritualmente.
Se a pessoa se fortalece e cresce consegue carregar mais comodamente o peso de seus sofrimentos.
Ao passo que se ela se entrega ao sofrimento e ao desespero enfraquece e sucumbe por terra pelo peso que carrega. Então cada um pode fazer com que seu sofrimento diminua ou aumente de acordo com encare seu distino e os acontecimentos de sua vida:
"Cada um colherá aquilo que plantou.
Se tu plantaste vento colherás tempestade.
Mas, se tu entenderes que com luta o sofrimento podeis tornar-se alegria vereis que deveis tomar consciencia do que foste teu passado aprendendo com teus erros e visando o cescimento e a felicidade do futuro.
Não sejais egoista, aquilo que te fores ensinado passai aos outros e aquilo que recebeste de graça, de graça tu darás.
Porque só no amor, na caridade e na fé é que tu podeis encontrar o teu caminho interior, a luz e DEUS"
(Pai Cipriano, incorporado no médium Etiene Sales, em setembro de 1997).
Sem ver a quem, sem julgar, ou colocando pecados.
Mostrando que o amor a Deus, o respeito ao próximo e a si mesmo, o amor próprio, a força de vontade e o encarar o ciclo da reencarnação podem aliviar os sofrimentos e elevar o espírito para a luz divina.
Fazendo com que as pessoas entendam e encarem seus problemas e procurem suas soluções da melhor maneira possível dentro da lei do da causa e efeito.
Eles aliviam o fardo espiritual de cada pessoa fazendo com que ela se fortaleça espiritualmente.
Se a pessoa se fortalece e cresce consegue carregar mais comodamente o peso de seus sofrimentos.
Ao passo que se ela se entrega ao sofrimento e ao desespero enfraquece e sucumbe por terra pelo peso que carrega. Então cada um pode fazer com que seu sofrimento diminua ou aumente de acordo com encare seu distino e os acontecimentos de sua vida:
"Cada um colherá aquilo que plantou.
Se tu plantaste vento colherás tempestade.
Mas, se tu entenderes que com luta o sofrimento podeis tornar-se alegria vereis que deveis tomar consciencia do que foste teu passado aprendendo com teus erros e visando o cescimento e a felicidade do futuro.
Não sejais egoista, aquilo que te fores ensinado passai aos outros e aquilo que recebeste de graça, de graça tu darás.
Porque só no amor, na caridade e na fé é que tu podeis encontrar o teu caminho interior, a luz e DEUS"
(Pai Cipriano, incorporado no médium Etiene Sales, em setembro de 1997).
sábado, 21 de fevereiro de 2009
BEBER O MORTO
Expressão estranha para costume antigo
Antigamente, antes que as cidades crescessem tanto, que houvesse luz elétrica por toda parte, quando os defuntos eram velados em casa, na sala, caixão sobre a mesa de jantar, uma vela acesa em cada canto (não as luminárias em forma de vela de hoje em dia), pés voltados para a porta da rua, havia um costume que hoje só muito raramente encontramos e assim mesmo no interior, no sertão desse Brasil imenso:
- beber o morto.
Quanto maior fosse a posição social do finado, mais aparato teria que ter o seu velório. Assim, não havia mãos a medir para dar conta de salgadinhos, bolos, cafés e licores servidos a todos os que participavam da cerimônia.
Carpideiras eram contratadas para chorar copiosamente enquanto exaltavam as muitas qualidades do morto, mesmo que não fossem tantas assim. O ritual durava cerca de 24 horas.
Nas famílias um pouco menos abastadas serviam café, bolo e broa de milho.
Os licores eram substituídos pela pinga de alambique e cortavam-se as despesas com as carpideiras.
O pranteamento ficava mesmo por conta dos parentes e amigos.
Nas classes mais pobres, que em geral viviam nas periferias ou nos morros em habitações de pouco ou nenhum conforto, o velório era chamado de “gurufim” (expressão que não sei traduzir) e, além do café normalmente direcionado para as mulheres, servia-se alguma coisa de sal (de acordo com as possibilidades da família) e cachaça de litro.
Aqueles que adormeciam, vencidos pelo cansaço e pela cachaça, eram acordados pelos demais com o aviso:
“cuidado, fulano (diziam o nome do morto) vem te buscar”.
Os participantes do “gurufim” podiam não saber porque o faziam, mas, ao acordar quem adormecia, repetiam procedimentos de algumas culturas tradicionais africanas, onde não era permitido dormir durante os ritos funerais.
No interior era comum convidar as pessoas para “beber o morto”, ou seja, tomar uma bebida, geralmente pinga, em memória do falecido.
De comum aos quatro tipos de velório mencionados encontramos o hábito de serem servidas bebidas alcoólicas.
O que passava e provavelmente ainda passa despercebido é o fato de ser essa uma herança africana.
Entre alguns povos bantu, em sua cultura tradicional, quando morria alguém da comunidade, fazia parte dos ritos funerais a reunião das pessoas da aldeia, de parentes que morassem em outros lugares, amigos, etc em torno do defunto e ali fazerem uma refeição comunitária e tomarem marufo (espécie de vinho) .
O último grande rito de passagem é o funeral e quanto maior a importância do morto dentro do grupo, mais complexos e longos os ritos, estendendo-se por dias.
Neste período havia uma série de tabus a serem seguidos, dentre eles o de não pronunciar o nome do morto e não manter relações sexuais.
Estas só seriam permitidas quando terminassem todos os ritos funerais e após um banho lustral..
Como acreditavam que as almas dos mortos habitavam um mundo paralelo no interior da terra, eram colocadas oferendas de alimentos em volta das sepulturas vertidos nove goles de bebida no chão, para satisfazê-las.
É muito comum, em alguns pontos do Brasil, ver-se alguém jogar um pouco de bebida no chão, antes de ingeri-la.
Mesmo muitas vezes não sabendo o porque do gesto, a herança africana fala mais alto.
Ainda hoje, quando morre um membro de um grupo de culto afro-brasileiro, é comum após o enterro, as pessoas se juntarem em um bar para tomar um copo de cerveja, vertendo antes um gole no chão, para “lavar o pé”, ou seja, afastar a morte de seus caminhos “bebendo o morto”.
Vale lembrar também que, dependendo da graduação e importância do finado dentro do culto, os ritos funerais podem levar dias e não se pode deixar de oferecer a comida e a bebida.
É a África viva no Brasil.
Nádia Chaia (Sidewi)
Antigamente, antes que as cidades crescessem tanto, que houvesse luz elétrica por toda parte, quando os defuntos eram velados em casa, na sala, caixão sobre a mesa de jantar, uma vela acesa em cada canto (não as luminárias em forma de vela de hoje em dia), pés voltados para a porta da rua, havia um costume que hoje só muito raramente encontramos e assim mesmo no interior, no sertão desse Brasil imenso:
- beber o morto.
Quanto maior fosse a posição social do finado, mais aparato teria que ter o seu velório. Assim, não havia mãos a medir para dar conta de salgadinhos, bolos, cafés e licores servidos a todos os que participavam da cerimônia.
Carpideiras eram contratadas para chorar copiosamente enquanto exaltavam as muitas qualidades do morto, mesmo que não fossem tantas assim. O ritual durava cerca de 24 horas.
Nas famílias um pouco menos abastadas serviam café, bolo e broa de milho.
Os licores eram substituídos pela pinga de alambique e cortavam-se as despesas com as carpideiras.
O pranteamento ficava mesmo por conta dos parentes e amigos.
Nas classes mais pobres, que em geral viviam nas periferias ou nos morros em habitações de pouco ou nenhum conforto, o velório era chamado de “gurufim” (expressão que não sei traduzir) e, além do café normalmente direcionado para as mulheres, servia-se alguma coisa de sal (de acordo com as possibilidades da família) e cachaça de litro.
Aqueles que adormeciam, vencidos pelo cansaço e pela cachaça, eram acordados pelos demais com o aviso:
“cuidado, fulano (diziam o nome do morto) vem te buscar”.
Os participantes do “gurufim” podiam não saber porque o faziam, mas, ao acordar quem adormecia, repetiam procedimentos de algumas culturas tradicionais africanas, onde não era permitido dormir durante os ritos funerais.
No interior era comum convidar as pessoas para “beber o morto”, ou seja, tomar uma bebida, geralmente pinga, em memória do falecido.
De comum aos quatro tipos de velório mencionados encontramos o hábito de serem servidas bebidas alcoólicas.
O que passava e provavelmente ainda passa despercebido é o fato de ser essa uma herança africana.
Entre alguns povos bantu, em sua cultura tradicional, quando morria alguém da comunidade, fazia parte dos ritos funerais a reunião das pessoas da aldeia, de parentes que morassem em outros lugares, amigos, etc em torno do defunto e ali fazerem uma refeição comunitária e tomarem marufo (espécie de vinho) .
O último grande rito de passagem é o funeral e quanto maior a importância do morto dentro do grupo, mais complexos e longos os ritos, estendendo-se por dias.
Neste período havia uma série de tabus a serem seguidos, dentre eles o de não pronunciar o nome do morto e não manter relações sexuais.
Estas só seriam permitidas quando terminassem todos os ritos funerais e após um banho lustral..
Como acreditavam que as almas dos mortos habitavam um mundo paralelo no interior da terra, eram colocadas oferendas de alimentos em volta das sepulturas vertidos nove goles de bebida no chão, para satisfazê-las.
É muito comum, em alguns pontos do Brasil, ver-se alguém jogar um pouco de bebida no chão, antes de ingeri-la.
Mesmo muitas vezes não sabendo o porque do gesto, a herança africana fala mais alto.
Ainda hoje, quando morre um membro de um grupo de culto afro-brasileiro, é comum após o enterro, as pessoas se juntarem em um bar para tomar um copo de cerveja, vertendo antes um gole no chão, para “lavar o pé”, ou seja, afastar a morte de seus caminhos “bebendo o morto”.
Vale lembrar também que, dependendo da graduação e importância do finado dentro do culto, os ritos funerais podem levar dias e não se pode deixar de oferecer a comida e a bebida.
É a África viva no Brasil.
Nádia Chaia (Sidewi)
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
CONDUTA ESPÍRITA DO MÉDIUM
Esquivar-se à suposição de que detém responsabilidades ou missões de avultada
transcendência, reconhecendo-se humilde portador de tarefas comuns, conquanto graves e
importantes como as de qualquer outra pessoa.
O seareiro do Cristo é sempre servo, e servo do amor.
No horário disponível entre as obrigações familiares e o trabalho que lhe garante a
subsistência, vencer os imprevistos que lhe possam impedir o comparecimento às sessões,
tais como visitas inesperadas, fenômenos climatéricos e outros motivos, sustentando
lealdade ao próprio dever.
Sem euforia íntima não há exercício mediúnico produtivo.
Preparar a própria alma em prece e meditação, antes da atividade mediúnica,
evitando, porém, concentrar-se mentalmente para semelhante mister durante as
explanações doutrinárias, salvo quando lhe caibam tarefas especiais concomitantes, a fim
de que não se prive do ensinamento.
A oração é luz na alma refletindo a Luz Divina.
Controlar as manifestações mediúnicas que veicula, reprimindo, quanto possível,
respiração ofegante, gemidos, gritos e contorções, batimentos de mãos e pés ou quaisquer
gestos violentos.
O medianeiro será sempre o responsável direto pela mensagem de que se faz
portador.
Silenciar qualquer prurido de evidência pessoal na produção desse ou daquele
fenômeno.
A espontaneidade é o selo de crédito em nossas comunicações com o Reino do
Espírito.
Mesmo indiretamente, não retirar proveito material das produções que obtenha.
Não há serviço santificante na mediunidade vinculada a interesses inferiores.
Extinguir obstáculos, preocupações e impressões negativas que se relacionem com
o intercâmbio mediúnico, quais sejam, a questão da consciência vigilante ou da
inconsciência sonambúlica durante o transe, os temores inúteis e as suscetibilidades
doentias, guiando-se pela fé raciocinada e pelo devotamento aos semelhantes.
Quem se propõe avançar no bem, deve olvidar toda causa de perturbação.
Ainda quando provenha de círculos bem-intencionados, recusar o tóxico da lisonja.
No rastro do orgulho, segue a ruína.
Fugir aos perigos que ameaçam a mediunidade, como sejam a ambição, a ausência
de autocrítica, a falta de perseverança no bem e a vaidade com que se julga invulnerável.
O medianeiro carrega consigo os maiores inimigos de si próprio.
.
CONDUTA ESPÍRITA
André Luiz - Chico Xavier
transcendência, reconhecendo-se humilde portador de tarefas comuns, conquanto graves e
importantes como as de qualquer outra pessoa.
O seareiro do Cristo é sempre servo, e servo do amor.
No horário disponível entre as obrigações familiares e o trabalho que lhe garante a
subsistência, vencer os imprevistos que lhe possam impedir o comparecimento às sessões,
tais como visitas inesperadas, fenômenos climatéricos e outros motivos, sustentando
lealdade ao próprio dever.
Sem euforia íntima não há exercício mediúnico produtivo.
Preparar a própria alma em prece e meditação, antes da atividade mediúnica,
evitando, porém, concentrar-se mentalmente para semelhante mister durante as
explanações doutrinárias, salvo quando lhe caibam tarefas especiais concomitantes, a fim
de que não se prive do ensinamento.
A oração é luz na alma refletindo a Luz Divina.
Controlar as manifestações mediúnicas que veicula, reprimindo, quanto possível,
respiração ofegante, gemidos, gritos e contorções, batimentos de mãos e pés ou quaisquer
gestos violentos.
O medianeiro será sempre o responsável direto pela mensagem de que se faz
portador.
Silenciar qualquer prurido de evidência pessoal na produção desse ou daquele
fenômeno.
A espontaneidade é o selo de crédito em nossas comunicações com o Reino do
Espírito.
Mesmo indiretamente, não retirar proveito material das produções que obtenha.
Não há serviço santificante na mediunidade vinculada a interesses inferiores.
Extinguir obstáculos, preocupações e impressões negativas que se relacionem com
o intercâmbio mediúnico, quais sejam, a questão da consciência vigilante ou da
inconsciência sonambúlica durante o transe, os temores inúteis e as suscetibilidades
doentias, guiando-se pela fé raciocinada e pelo devotamento aos semelhantes.
Quem se propõe avançar no bem, deve olvidar toda causa de perturbação.
Ainda quando provenha de círculos bem-intencionados, recusar o tóxico da lisonja.
No rastro do orgulho, segue a ruína.
Fugir aos perigos que ameaçam a mediunidade, como sejam a ambição, a ausência
de autocrítica, a falta de perseverança no bem e a vaidade com que se julga invulnerável.
O medianeiro carrega consigo os maiores inimigos de si próprio.
.
CONDUTA ESPÍRITA
André Luiz - Chico Xavier
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
OS CIGANOS EXISTEM NÃO SÓ COMO ESPIRITOS

SOU CIGANA e estou viva!
Afirmo isso porque, infelizmente o único lugar onde meu povo se vê respeitado são nas casas de umbanda.
Nestes locais somos considerados santos, e nossa cultura é vista com bons olhos, quem sabe, pelos trajes coloridos e pela alegria que demonstramos. Alegria essa que talvez seja apenas uma forma de retribuição devido à maneira com que somos recebidos.
Mas fora dali,… o preconceito nos acompanha por todos os lugares pelos quais passamos.
Somos um povo participativo, mas nossa presença na história deste país foi apagada, ignorada pela sociedade e pelas autoridades.
Hoje somos cerca de 800 mil nômades, vivendo como clandestinos dentro do nosso próprio país.
Meus antepassados chegaram aos portos brasileiros logo após o seu descobrimento e, juntamente com os negros e índios participaram na construção desta nação. Porém a nossa presença foi marginalizada e cercada de lendas que envergonharam nossa raça.
A falta de informação sobre quem somos, e como encaramos nosso modo de viver, transformou-nos em criaturas do sub-mundo, alvo fácil até mesmo para literatos com o quilate de Guimarães Rosa, que no seu livro Sertão Veredas classificou-nos como assaltantes e prostitutas.
Mas somos um povo forte, e feliz. Suportamos as grandes mudanças, passamos com elas e por elas. O mundo antigo nos esmagou, e o moderno nos desqualificou.
Fomos um povo perseguido por grandes reis. Sofremos com a Inquisição, e sobrevivemos ao Holocausto.
Nem mesmo Hitler, a “besta do Apocalipse” nos dizimou por completo. Mas nós sabemos o porquê.
Estamos vivos e ativos… Existimos!
Hoje lutamos por nossos direitos e não exigimos nada que seja impossível, apenas queremos não ser mais ignorados pelo governo e reivindicamos em uma só voz que seja “ Cumprida a Constituição”.
“A forma mais eficiente de baixar a auto-estima de um povo é negar sua cultura”, disse Giovanovitch.
Autora: Mahra
ENVIADO PELA AUTORA AO PORTAL POVO DE ARUANDA.COM.BR
DOUTRINA DE DEMANDA
Temos na Umbanda uma “Doutrina de Demanda”, ou seja, qualquer problema que a pessoa esteja passando é visto como sendo uma demanda e muitas vezes é esquecida a responsabilidade da pessoa envolvida.
Vejamos:
No Kardecismo tudo é encarado como um carma, (do sânscrito, ação), ou seja , resultado de nossas ações passadas, as vezes mal entendidos, como se fosse uma conta bancária que temos que saldar, e de qualquer forma a pessoa entende a sua responsabilidade.
No Budismo todo sofrimento é visto como uma ilusão decorrente do apego à matéria onde se entende que a pessoa tem a responsabilidade de se desapegar da matéria para livrar-se do sofrimento.
No Judaísmo, o ser reconhece os seus pecados e muitas vezes usa um “Bode Expiatório” para livrar-se dos erros por ele cometido, o “Bode” simboliza o sacrifício e mais do que isso, o auto-sacrificio para alcançar a absolvição.
No Catolicismo nascemos predestinados e podemos melhorar nossa situação, reconhecendo os nossos pecados, “Somos Todos Pecadores”, pedindo perdão e rezando para obter a absolvição e no catolicismo não há sacrifício animal, pois Jesus o “Ultimo Cordeiro”, dando seu “Sangue Por Nós” tendo assim o dom do perdão.
No Taoísmo o Tão é o Tudo, é o equilíbrio. O sofrimento vem quando a pessoa luta contra a sua natureza, quando age de forma antinatural, quando deixa de seguir o rumo do rio e a responsabilidade é assumida por reconhecer que está vivendo sem equilíbrio, a busca pelo “caminho Novo”, é algo que deve ser alcançado pelo ser.
Na Umbanda vivemos a “Doutrina da Demanda” que muito nos tem prejudicado, pois as pessoas tem esquecido as suas responsabilidades.
Se analisarmos a maioria das demandas são feitas por nós mesmos com nossos comportamentos desregrados.
Na “Doutrina da Demanda”, quando um filho de Fé não consegue resolver seus problemas, ele põe a culpa na Religião e se afasta dela, como se a Religião fosse uma fabrica de milagres ou como se os Guias fossem “Deus” que tudo podem.
Vamos assumir a responsabilidade por nossa situação e lembrar que o melhor que a Religião nos oferece não são milagres de solução material, mas de “Reforma Intima”.
Dêem um basta á “Doutrina da Demanda”, expliquem aos médiuns e consulentes que podemos sim, limpa-los, desobsediá-los, quebrar demandas e encaminhar espíritos, mas o grande responsável pelas “Portas Negativas” que se abrem é a própria pessoa que uma vez limpa, deve dar início a reforma interior.
O mundo exterior de cada um é apenas um reflexo do seu mundo interior, não existem grandes mudanças no exterior, na matéria, sem a mudança interior espiritual.
Se vale a pena citar um exemplo, me lembro de um senhor que ao ver inúmeras amarras negativas e trabalhos serem desfeitos queria ele o nome da pessoa que tinha feito aquilo para o seu mal, e após insistir em saber quem tinha lhe feito mal, o Caboclo que estava atendendo solicitou ao Cambone que fosse buscar um espelho para que aquele senhor pudesse ver quem realmente o prejudicava...
Vejamos:
No Kardecismo tudo é encarado como um carma, (do sânscrito, ação), ou seja , resultado de nossas ações passadas, as vezes mal entendidos, como se fosse uma conta bancária que temos que saldar, e de qualquer forma a pessoa entende a sua responsabilidade.
No Budismo todo sofrimento é visto como uma ilusão decorrente do apego à matéria onde se entende que a pessoa tem a responsabilidade de se desapegar da matéria para livrar-se do sofrimento.
No Judaísmo, o ser reconhece os seus pecados e muitas vezes usa um “Bode Expiatório” para livrar-se dos erros por ele cometido, o “Bode” simboliza o sacrifício e mais do que isso, o auto-sacrificio para alcançar a absolvição.
No Catolicismo nascemos predestinados e podemos melhorar nossa situação, reconhecendo os nossos pecados, “Somos Todos Pecadores”, pedindo perdão e rezando para obter a absolvição e no catolicismo não há sacrifício animal, pois Jesus o “Ultimo Cordeiro”, dando seu “Sangue Por Nós” tendo assim o dom do perdão.
No Taoísmo o Tão é o Tudo, é o equilíbrio. O sofrimento vem quando a pessoa luta contra a sua natureza, quando age de forma antinatural, quando deixa de seguir o rumo do rio e a responsabilidade é assumida por reconhecer que está vivendo sem equilíbrio, a busca pelo “caminho Novo”, é algo que deve ser alcançado pelo ser.
Na Umbanda vivemos a “Doutrina da Demanda” que muito nos tem prejudicado, pois as pessoas tem esquecido as suas responsabilidades.
Se analisarmos a maioria das demandas são feitas por nós mesmos com nossos comportamentos desregrados.
Na “Doutrina da Demanda”, quando um filho de Fé não consegue resolver seus problemas, ele põe a culpa na Religião e se afasta dela, como se a Religião fosse uma fabrica de milagres ou como se os Guias fossem “Deus” que tudo podem.
Vamos assumir a responsabilidade por nossa situação e lembrar que o melhor que a Religião nos oferece não são milagres de solução material, mas de “Reforma Intima”.
Dêem um basta á “Doutrina da Demanda”, expliquem aos médiuns e consulentes que podemos sim, limpa-los, desobsediá-los, quebrar demandas e encaminhar espíritos, mas o grande responsável pelas “Portas Negativas” que se abrem é a própria pessoa que uma vez limpa, deve dar início a reforma interior.
O mundo exterior de cada um é apenas um reflexo do seu mundo interior, não existem grandes mudanças no exterior, na matéria, sem a mudança interior espiritual.
Se vale a pena citar um exemplo, me lembro de um senhor que ao ver inúmeras amarras negativas e trabalhos serem desfeitos queria ele o nome da pessoa que tinha feito aquilo para o seu mal, e após insistir em saber quem tinha lhe feito mal, o Caboclo que estava atendendo solicitou ao Cambone que fosse buscar um espelho para que aquele senhor pudesse ver quem realmente o prejudicava...
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
JUSTIÇA DA REENCARNAÇÃO
A doutrina da reencarnação,ou da Pluralidade das Existências do Espírito no corpo carnal,é a única que satisfaz a razão do homem,e que corresponde á idéia que se tem da justiça de Deus, no tocante ás enormes discrepâncias notadas na face da Terra,quando se analisam as profundas variações que existem entre os encarnados:
as diferentes posições sociais,a vida na pobreza,na miséria,na fome,no frio,nas enfermidades,e a vida na abastança,no poder,na saúde,na satisfação dos sentidos.
A reencarnação é a única lei que pode explicar o futuro e alimentar esperanças,pois é através dela que são facultados os meios de o homem resgatar seus erros,na pauta das provações.
A reencarnação se contrapõe á teoria absurda da unicidade das existências,pela qual o Espírito viveria uma só vez na forma carnal e teria a sua sorte definitivamente selada,após a desencarnação,defrontando-se,então,com o terrível dilema:
Bem-aventurança eterna ou condenação eterna.
A razão indica,e os bons espíritos ensinam,que a doutrina da Reencarnação é altamente consoladora,porque,através dela,o homem compreende que Deus é justo,misericordioso,e a expressão mais elevada do amor e da bondade.
Todos os homens já tiveram várias existências,pois é indubitável que não poderão atingir o estado de pureza numa só vida terrena,geralmente cheia de percalços,de obstáculos de toda sorte,de forma que pela reencarnação expiam as faltas cometidas e poderão assumir o compromisso de novas provas redentoras,regressando á arena de luta que é a terra ou outro planeta. Deus quer que seus filhos se tornem,um dia, no decurso da eternidade, Espíritos bem-aventurados e puros.
Todos os Espíritos caminham rumo á perfeição e Deus lhes faculta o meio de alcança-la,proporcionando-lhes as provações da vida corporal,que se tornarem necessárias para atigirem esse desiderato.
[CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO_FEESP]
as diferentes posições sociais,a vida na pobreza,na miséria,na fome,no frio,nas enfermidades,e a vida na abastança,no poder,na saúde,na satisfação dos sentidos.
A reencarnação é a única lei que pode explicar o futuro e alimentar esperanças,pois é através dela que são facultados os meios de o homem resgatar seus erros,na pauta das provações.
A reencarnação se contrapõe á teoria absurda da unicidade das existências,pela qual o Espírito viveria uma só vez na forma carnal e teria a sua sorte definitivamente selada,após a desencarnação,defrontando-se,então,com o terrível dilema:
Bem-aventurança eterna ou condenação eterna.
A razão indica,e os bons espíritos ensinam,que a doutrina da Reencarnação é altamente consoladora,porque,através dela,o homem compreende que Deus é justo,misericordioso,e a expressão mais elevada do amor e da bondade.
Todos os homens já tiveram várias existências,pois é indubitável que não poderão atingir o estado de pureza numa só vida terrena,geralmente cheia de percalços,de obstáculos de toda sorte,de forma que pela reencarnação expiam as faltas cometidas e poderão assumir o compromisso de novas provas redentoras,regressando á arena de luta que é a terra ou outro planeta. Deus quer que seus filhos se tornem,um dia, no decurso da eternidade, Espíritos bem-aventurados e puros.
Todos os Espíritos caminham rumo á perfeição e Deus lhes faculta o meio de alcança-la,proporcionando-lhes as provações da vida corporal,que se tornarem necessárias para atigirem esse desiderato.
[CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO_FEESP]
domingo, 8 de fevereiro de 2009
MATANDO A MORTE
O QUE SOMOS
Creio que o grande desafio do espiritismo é nos ensinar a ‘matar a morte’.
Mas o que seria isso?
Para as pessoas que quando se olham no espelho, não as vê, e sim vêem seu espírito eterno, à essas serão mais tranqüila a passagem pois já compreenderam que não são essa matéria. Para essas, a morte já não existe.
Já os que tem dificuldade em ver algo além da matéria, esses sim passarão pela morte, o que na verdade não passa da perda da matéria que, não somos nós, e sim o que nós nos utilizamos para nos manifestar-mos neste plano.
O CHOQUE DA MORTE
Vamos analisar aqui o porque acontece de tantas pessoas após a passagem, continuarem aqui como os populares encostos, acreditando ainda estarem vivos. A principal causa disso além da ignorância desses espíritos é o choque que causa a experiência da morte. Esse choque é causado pela perda da matéria em que ele acreditava ser ele próprio.
Exemplo do choque; é quando a pessoa perde um ente querido.
Um outro exemplo mais claro, é quando a pessoa tem algum membro decepado num acidente violento. O choque é instantâneo e dura dias, meses ou mais. Imagine então quando ela perde todos os membros, seu corpo todo.
Unindo esse choque com a ignorância espiritual que tornará mais difícil a comunicação com as equipes de resgates do lado de lá, junto com seus esclarecimentos, a pessoa acaba ficando a mercê dos obsessores. Como num sonho ela acredita estar viva e quer continuar com seus afazeres.
MATANDO A MORTE
A morte existe apenas para os ignorantes das verdades do espírito, pois mesmo que tenham uma noção de que são espíritos, ainda não se comportam como tal e vivem em função dos prazeres da matéria.
É realmente difícil compreender como alguém morre e não consegue perceber isso. Como disse, vivem num estado de sonho em que lhes foge a razão.
Para matarmos a morte se faz importante “morrer em vida”, ou seja que desenvolvamos nossas capacidades anímicas que na verdade não passam de extensões e desenvolvimento naturais de nossos sentidos.
O sonho Lúcido seria uma iniciação a morte, pois a pessoa já consegue deter alguma razão enquanto seu corpo repousa.
É importante que trabalhe até que desenvolva um desdobramento consciente, pois quem consegue esse feito de fato matou a morte.
Eu ainda digo que a morte é a perda da razão, pois dizem que morremos todas as noites quando dormimos. E há pessoas que vivem num verdadeiro estado de inconsciência.
Aqueles que tem medo de desenvolver tais capacidades anímicas, pesso que não passem esse medo para seus irmãos pois além de terem freado seu próprio desenvolvimento, inconscientemente trabalham para que o próximo também não progrida.
Dirão que é perigoso e tudo mais, e de fato é se tal desenvolvimento não é obtido paralelamente com o estudo do evangelho ou mesmo já a aquisição de uma moral elevada e controle de nossas fraquezas, pois o astral é campo livre para todas elas.
Uma pessoa consciente e com moral elevada lá, faz muita diferença reforçando o exército da paz. Quanto mais pessoas assim existirem, mais seguro será viajar pelo astral. Esses são os pioneiros que seguem a frente tornando o lugar mais seguro, pois os habitantes da Terra caminham todos para esse desenvolvimento nessa nova era onde a morte deixará de existir.
Desenvolver a capacidade do sonho consciente, evita que na próxima vida, nós nessa não passemos de simples intuição.
....................................................................
Quanto mais avançares, mais e mais serão os perigos que cercarão os teus passos.
O caminho que segue para diante é iluminado por uma chama - a luz da audácia ardendo no coração.
Quanto mais ousares, mais conseguirás.
Quanto mais temeres, mais a luz esmorecerá - e só ela te pode guiar.
(a voz do silencio)
Creio que o grande desafio do espiritismo é nos ensinar a ‘matar a morte’.
Mas o que seria isso?
Para as pessoas que quando se olham no espelho, não as vê, e sim vêem seu espírito eterno, à essas serão mais tranqüila a passagem pois já compreenderam que não são essa matéria. Para essas, a morte já não existe.
Já os que tem dificuldade em ver algo além da matéria, esses sim passarão pela morte, o que na verdade não passa da perda da matéria que, não somos nós, e sim o que nós nos utilizamos para nos manifestar-mos neste plano.
O CHOQUE DA MORTE
Vamos analisar aqui o porque acontece de tantas pessoas após a passagem, continuarem aqui como os populares encostos, acreditando ainda estarem vivos. A principal causa disso além da ignorância desses espíritos é o choque que causa a experiência da morte. Esse choque é causado pela perda da matéria em que ele acreditava ser ele próprio.
Exemplo do choque; é quando a pessoa perde um ente querido.
Um outro exemplo mais claro, é quando a pessoa tem algum membro decepado num acidente violento. O choque é instantâneo e dura dias, meses ou mais. Imagine então quando ela perde todos os membros, seu corpo todo.
Unindo esse choque com a ignorância espiritual que tornará mais difícil a comunicação com as equipes de resgates do lado de lá, junto com seus esclarecimentos, a pessoa acaba ficando a mercê dos obsessores. Como num sonho ela acredita estar viva e quer continuar com seus afazeres.
MATANDO A MORTE
A morte existe apenas para os ignorantes das verdades do espírito, pois mesmo que tenham uma noção de que são espíritos, ainda não se comportam como tal e vivem em função dos prazeres da matéria.
É realmente difícil compreender como alguém morre e não consegue perceber isso. Como disse, vivem num estado de sonho em que lhes foge a razão.
Para matarmos a morte se faz importante “morrer em vida”, ou seja que desenvolvamos nossas capacidades anímicas que na verdade não passam de extensões e desenvolvimento naturais de nossos sentidos.
O sonho Lúcido seria uma iniciação a morte, pois a pessoa já consegue deter alguma razão enquanto seu corpo repousa.
É importante que trabalhe até que desenvolva um desdobramento consciente, pois quem consegue esse feito de fato matou a morte.
Eu ainda digo que a morte é a perda da razão, pois dizem que morremos todas as noites quando dormimos. E há pessoas que vivem num verdadeiro estado de inconsciência.
Aqueles que tem medo de desenvolver tais capacidades anímicas, pesso que não passem esse medo para seus irmãos pois além de terem freado seu próprio desenvolvimento, inconscientemente trabalham para que o próximo também não progrida.
Dirão que é perigoso e tudo mais, e de fato é se tal desenvolvimento não é obtido paralelamente com o estudo do evangelho ou mesmo já a aquisição de uma moral elevada e controle de nossas fraquezas, pois o astral é campo livre para todas elas.
Uma pessoa consciente e com moral elevada lá, faz muita diferença reforçando o exército da paz. Quanto mais pessoas assim existirem, mais seguro será viajar pelo astral. Esses são os pioneiros que seguem a frente tornando o lugar mais seguro, pois os habitantes da Terra caminham todos para esse desenvolvimento nessa nova era onde a morte deixará de existir.
Desenvolver a capacidade do sonho consciente, evita que na próxima vida, nós nessa não passemos de simples intuição.
....................................................................
Quanto mais avançares, mais e mais serão os perigos que cercarão os teus passos.
O caminho que segue para diante é iluminado por uma chama - a luz da audácia ardendo no coração.
Quanto mais ousares, mais conseguirás.
Quanto mais temeres, mais a luz esmorecerá - e só ela te pode guiar.
(a voz do silencio)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
O EGOÍSMO E O CARMA
No Livro dos Espíritos, Kardec pergunta qual é o maior dos males que existe sobre a Terra. Se você pensa que a resposta foi o assassinato, o suicídio ou o aborto se enganou. A resposta foi a seguinte: o egoísmo.
Enquanto vocês não perceberem que a essência espiritual é sentimento, que a essência do espírito está na energia que se emana na criação dos atos exteriores, continuarão presos a uma dicotomia “bem” e “mal” equivocada, humanizada. Confundimos atitude com ato. A atitude é uma ação interior (aqui reside o livre-arbítrio), enquanto o ato é uma ação exterior (criada por Deus a partir da Lei de causa e efeito). Eu posso ter uma atitude egoísta ou de amor diante de um fato, por exemplo, um acidente, um assalto, um assassinato etc., o ato exterior criado como provação para os espíritos. O nosso livre-arbítrio se concentra no domínio da atitude, mas não na do ato. O ato será aquele que o outro precisa receber. Este está relacionado ao gênero de provas que o outro escolheu vivenciar ou precisa passar, por alguma razão que só Deus o sabe.
Sei que não é fácil compreender que o “bem” e o “mal” estão na energia emanada e não nos atos. Isso é muito abstrato para vocês, mesmos para os espiritualistas. E não digo que só os encarnados não compreendem esse processo, a maior parte dos desencarnados que ainda lutam para se livrar do egoísmo também não entendem isso. Mas Deus permite que se expressem e escrevam livros psicografados com informações de que alguém morre antes da hora prevista, que Deus permite que alguém, encarnado ou desencarnado, interfira na vida do outro, que temos pleno controle sobre nossos pensamentos e atos etc. mesmo que tais informações não apareçam, em nenhum momento, no Livro dos Espíritos, texto que apresenta a relação entre o mundo espiritual e o material, o objetivo primordial do espiritismo, que não é “A doutrina” ou “A religião”, mas apenas uma das faces do espiritualismo, como Kardec bem compreendeu e definiu na introdução do Livro dos Espíritos.
Então, concentrem-se e se esforcem para lutar contra o egoísmo, pois ele é a essência de todos os males da terra. Assim, se ele é o “mal”. Onde está o “bem”? No Amor universal, no Amor incondicional.
Compreendendo e colocando esse ensinamento em prática, será mais fácil aceitar que todos os fenômenos do mundo material serão “bons” ou “maus” segundo as circunstâncias, pois são ilusórios. Eu disse ilusórios e não irreais. Para vocês, espíritos humanizados, eles são bem reais, pois vocês estão programados para sentir, perceber e racionalizar sobre eles. Porém, são apenas energias concentradas e manipuladas pelo sentimento emanado por cada um de vocês.
Vamos pegar um exemplo radical. Todas as religiões, sem exceção, condenam o aborto. Porém, há espíritos que precisam passar pela experiência do aborto. Muitos se encontram atormentados pelo remorso moral, e Deus permite que tais espíritos sejam ligados a um corpo que será abortado ainda na condição de feto. Dessa forma, ao retornar à pátria espiritual, com a memória anterior esquecida, sua recuperação é facilitada.
Assim, minha pergunta é: todo aborto deve ser condenado? Se o aborto é um instrumento de Deus para ajudar a aliviar o sofrimento de alguns espíritos, por que condená-lo pura e simplesmente? O aborto condenável é o voluntário, ou seja, feito com sentimentos egoístas. Um aborto espontâneo ou natural não é condenável, porém, como as religiões condenam todo e qualquer tipo de aborto, inúmeras são as mulheres que sofrem quando acontece um aborto espontâneo, sentindo-se castigadas por Deus etc. porque as religiões simplesmente condenam o aborto e não esclarecem que o aborto também é um instrumento que Deus disponibiliza para a evolução de seus filhos.
O mesmo acontece com todos os demais acontecimentos traumáticos como o assassinato, o suicídio etc. Obviamente, Moisés precisava instituir o “não matarás” porque a humanidade, naquela época, não estava preparada para compreender que matar sem intenção, ou acidentalmente, não gerava pecado. O matar sem sentimentos egoístas é apenas um instrumento para o retorno de um espírito à sua verdadeira pátria, no dia certo e no momento certo. Por exemplo, diariamente, no mundo todo, temos motoristas com lapsos de atenção por alguns segundos invadindo a pista contrária e batendo de frente com outro carro, desencarnando várias pessoas. Isso foi por acaso? Claro que não, os trabalhadores espirituais tem o controle da situação e são orientados por Deus para saber quem precisa desencarnar e de que maneira. Deus sabe, antecipadamente, a hora e a forma da morte de cada um. Você pode até ser religioso, mas não tem Fé em Deus se não acreditar nisso. Se disser da boca para fora que Deus é a inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas e continuar acusando o próximo de tê-lo ofendido, tê-lo feito sofrer... Então sua fé pode até ser raciocinada, mas não é plena. Não é uma entrega incondicional aos desígnios de Deus. Se continuar acreditando no acaso, na contingência, idem.
Vejam que no capítulo sobre o suicídio, nO Livro dos Espíritos, a resposta sempre trata de suicídio voluntário. Ou seja, quando há intenção de tirar a própria vida, quando o ato é motivado por sentimentos egoístas, o suicídio é contrario às Leis de Deus e, portanto, gerará carma para o espírito. O que isso quer dizer? Que o espírito não sofre porque se suicidou, mas sofre devido à dor moral, ao egoísmo do qual ainda não se libertou. E por que vai para o que vocês chamam de “vale dos suicidas”? Porque ele continua humanizado, ou seja, preso ao ego. Ele se sente culpado ou ainda culpa alguém pelo seu ato. Novamente, a raiz do sofrimento está no egoísmo. Obviamente que este espírito não está mais encarnado, mas ainda se encontra humanizado. Podemos dizer que sua provação e expiação, relacionadas com sua última encarnação ainda não terminaram, daí preferirmos falar que o espírito se humaniza quando inicia uma nova encarnação e só supera essa humanização quando se livra do ego criado para aquela aventura encarnatória, mesmo que já esteja desencarnado.
Por não terem ainda essa compreensão mais ampla, vocês, espíritos humanizados, e os espíritos mais próximos de vocês, que também se encontram humanizados, acreditam, piamente, que possuem “livre-arbítrio” sobre os atos exteriores. Acham que estes podem prejudicar ou ajudar alguém. Porém, mesmo que isso seja de difícil compreensão, saibam que cada um recebe exatamente aquilo que merece receber, naquele exato momento de sua vida. Seus atos exteriores são os instrumentos necessários para que as provas dos outros sejam vividas. Se alguém merece passar pela experiência de ser assaltado, Deus terá que providenciar um ladrão. De alguma forma, ambos terão que ser aproximados para que o encontro pareça casual e a ação carmática possa se realizar. O mesmo acontece para a pessoa que precisa passar pela experiência de ser estuprada, por mais dolorosa que seja essa informação para vocês espíritos humanizados, sobretudo se estão passando pelas provações femininas.
Não estou com isso dizendo que o espírito que foi o instrumento para essa ação carmática é “santo” ou um “missionário”. Ele pode ter agido com sentimentos egoístas, ele pode estar em busca de prazer quando comete esses atos, ele pode ter desejado isso e como disse Buda: “desejo é morte”. Se ele desejou, adquiriu carma. Porém, isso só Deus o sabe. Se assim aconteceu, ou seja, uma atitude egoísta motivou o ato, o espírito pecou, na linguagem cristã.
E se não houve o desejo? Se foi um louco que agiu? O louco não tem responsabilidade sobre os seus atos. Isso está explicito nO Livro dos Espíritos e tanto a medicina como a justiça dos homens também dizem o mesmo. Logo, quando isso ocorre, este ser humanizado está sendo um instrumento inconsciente para que a Lei de causa e efeito se realize, para que cada um possa colher aquilo que semeou alhures e, nesse caso, não houve pecado ou aquisição de carma.
Muitos espiritualistas, mesmo querendo aceitar que nada acontece por acaso, ainda acreditam que morreram inocentes na queda do WTC. Muitos espiritualistas ainda acusam o “livre-arbítrio” do terrorista de ter causado a queda das torres gêmeas. E onde estaria Deus, a inteligência suprema e causa primária de todas as coisas? Ele teria sido pego de surpresa? Obviamente que não. Logo, aceitem o óbvio. Quem não tinha que desencarnar com a queda das torres, nem pegou o avião ou nem foi trabalhar naquele dia. Estava bem longe dali, com uma forte dor de barriga, levando os filhos para passear, trabalhando em outra cidade etc. Apenas quem precisava estar lá naquele momento foi levado pela espiritualidade e mais ninguém. Tratou-se de um “resgate coletivo”, como vocês dizem.
E o terrorista? Adquiriu carma? Só Deus o sabe. Vai depender da energia interior mobilizada para o ato. Ele agiu motivado pelo amor ou pelo egoísmo? Eu não sei e me abstenho de julgar e condenar alguém. Quem não tiver pecado atire a primeira pedra, disse Jesus. Como eu ainda tenho vários, prefiro me concentrar em tirar a trave que cega meus olhos e deixar cada um com seus argueiros. Mas, apesar disso, mantenho-me sereno e tranqüilo, pois sei que não existem injustiçados ou inocentes em qualquer um dos atos que acontecem sobre a terra. Nenhum livre arbítrio é capaz de superar a Lei inexorável do carma.
Fiquem na paz de Deus
Um amigo do Oriente.
Texto canalizado na ONG Círculo de São Francisco
São Carlos/SP – 28/06/2006.
Enquanto vocês não perceberem que a essência espiritual é sentimento, que a essência do espírito está na energia que se emana na criação dos atos exteriores, continuarão presos a uma dicotomia “bem” e “mal” equivocada, humanizada. Confundimos atitude com ato. A atitude é uma ação interior (aqui reside o livre-arbítrio), enquanto o ato é uma ação exterior (criada por Deus a partir da Lei de causa e efeito). Eu posso ter uma atitude egoísta ou de amor diante de um fato, por exemplo, um acidente, um assalto, um assassinato etc., o ato exterior criado como provação para os espíritos. O nosso livre-arbítrio se concentra no domínio da atitude, mas não na do ato. O ato será aquele que o outro precisa receber. Este está relacionado ao gênero de provas que o outro escolheu vivenciar ou precisa passar, por alguma razão que só Deus o sabe.
Sei que não é fácil compreender que o “bem” e o “mal” estão na energia emanada e não nos atos. Isso é muito abstrato para vocês, mesmos para os espiritualistas. E não digo que só os encarnados não compreendem esse processo, a maior parte dos desencarnados que ainda lutam para se livrar do egoísmo também não entendem isso. Mas Deus permite que se expressem e escrevam livros psicografados com informações de que alguém morre antes da hora prevista, que Deus permite que alguém, encarnado ou desencarnado, interfira na vida do outro, que temos pleno controle sobre nossos pensamentos e atos etc. mesmo que tais informações não apareçam, em nenhum momento, no Livro dos Espíritos, texto que apresenta a relação entre o mundo espiritual e o material, o objetivo primordial do espiritismo, que não é “A doutrina” ou “A religião”, mas apenas uma das faces do espiritualismo, como Kardec bem compreendeu e definiu na introdução do Livro dos Espíritos.
Então, concentrem-se e se esforcem para lutar contra o egoísmo, pois ele é a essência de todos os males da terra. Assim, se ele é o “mal”. Onde está o “bem”? No Amor universal, no Amor incondicional.
Compreendendo e colocando esse ensinamento em prática, será mais fácil aceitar que todos os fenômenos do mundo material serão “bons” ou “maus” segundo as circunstâncias, pois são ilusórios. Eu disse ilusórios e não irreais. Para vocês, espíritos humanizados, eles são bem reais, pois vocês estão programados para sentir, perceber e racionalizar sobre eles. Porém, são apenas energias concentradas e manipuladas pelo sentimento emanado por cada um de vocês.
Vamos pegar um exemplo radical. Todas as religiões, sem exceção, condenam o aborto. Porém, há espíritos que precisam passar pela experiência do aborto. Muitos se encontram atormentados pelo remorso moral, e Deus permite que tais espíritos sejam ligados a um corpo que será abortado ainda na condição de feto. Dessa forma, ao retornar à pátria espiritual, com a memória anterior esquecida, sua recuperação é facilitada.
Assim, minha pergunta é: todo aborto deve ser condenado? Se o aborto é um instrumento de Deus para ajudar a aliviar o sofrimento de alguns espíritos, por que condená-lo pura e simplesmente? O aborto condenável é o voluntário, ou seja, feito com sentimentos egoístas. Um aborto espontâneo ou natural não é condenável, porém, como as religiões condenam todo e qualquer tipo de aborto, inúmeras são as mulheres que sofrem quando acontece um aborto espontâneo, sentindo-se castigadas por Deus etc. porque as religiões simplesmente condenam o aborto e não esclarecem que o aborto também é um instrumento que Deus disponibiliza para a evolução de seus filhos.
O mesmo acontece com todos os demais acontecimentos traumáticos como o assassinato, o suicídio etc. Obviamente, Moisés precisava instituir o “não matarás” porque a humanidade, naquela época, não estava preparada para compreender que matar sem intenção, ou acidentalmente, não gerava pecado. O matar sem sentimentos egoístas é apenas um instrumento para o retorno de um espírito à sua verdadeira pátria, no dia certo e no momento certo. Por exemplo, diariamente, no mundo todo, temos motoristas com lapsos de atenção por alguns segundos invadindo a pista contrária e batendo de frente com outro carro, desencarnando várias pessoas. Isso foi por acaso? Claro que não, os trabalhadores espirituais tem o controle da situação e são orientados por Deus para saber quem precisa desencarnar e de que maneira. Deus sabe, antecipadamente, a hora e a forma da morte de cada um. Você pode até ser religioso, mas não tem Fé em Deus se não acreditar nisso. Se disser da boca para fora que Deus é a inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas e continuar acusando o próximo de tê-lo ofendido, tê-lo feito sofrer... Então sua fé pode até ser raciocinada, mas não é plena. Não é uma entrega incondicional aos desígnios de Deus. Se continuar acreditando no acaso, na contingência, idem.
Vejam que no capítulo sobre o suicídio, nO Livro dos Espíritos, a resposta sempre trata de suicídio voluntário. Ou seja, quando há intenção de tirar a própria vida, quando o ato é motivado por sentimentos egoístas, o suicídio é contrario às Leis de Deus e, portanto, gerará carma para o espírito. O que isso quer dizer? Que o espírito não sofre porque se suicidou, mas sofre devido à dor moral, ao egoísmo do qual ainda não se libertou. E por que vai para o que vocês chamam de “vale dos suicidas”? Porque ele continua humanizado, ou seja, preso ao ego. Ele se sente culpado ou ainda culpa alguém pelo seu ato. Novamente, a raiz do sofrimento está no egoísmo. Obviamente que este espírito não está mais encarnado, mas ainda se encontra humanizado. Podemos dizer que sua provação e expiação, relacionadas com sua última encarnação ainda não terminaram, daí preferirmos falar que o espírito se humaniza quando inicia uma nova encarnação e só supera essa humanização quando se livra do ego criado para aquela aventura encarnatória, mesmo que já esteja desencarnado.
Por não terem ainda essa compreensão mais ampla, vocês, espíritos humanizados, e os espíritos mais próximos de vocês, que também se encontram humanizados, acreditam, piamente, que possuem “livre-arbítrio” sobre os atos exteriores. Acham que estes podem prejudicar ou ajudar alguém. Porém, mesmo que isso seja de difícil compreensão, saibam que cada um recebe exatamente aquilo que merece receber, naquele exato momento de sua vida. Seus atos exteriores são os instrumentos necessários para que as provas dos outros sejam vividas. Se alguém merece passar pela experiência de ser assaltado, Deus terá que providenciar um ladrão. De alguma forma, ambos terão que ser aproximados para que o encontro pareça casual e a ação carmática possa se realizar. O mesmo acontece para a pessoa que precisa passar pela experiência de ser estuprada, por mais dolorosa que seja essa informação para vocês espíritos humanizados, sobretudo se estão passando pelas provações femininas.
Não estou com isso dizendo que o espírito que foi o instrumento para essa ação carmática é “santo” ou um “missionário”. Ele pode ter agido com sentimentos egoístas, ele pode estar em busca de prazer quando comete esses atos, ele pode ter desejado isso e como disse Buda: “desejo é morte”. Se ele desejou, adquiriu carma. Porém, isso só Deus o sabe. Se assim aconteceu, ou seja, uma atitude egoísta motivou o ato, o espírito pecou, na linguagem cristã.
E se não houve o desejo? Se foi um louco que agiu? O louco não tem responsabilidade sobre os seus atos. Isso está explicito nO Livro dos Espíritos e tanto a medicina como a justiça dos homens também dizem o mesmo. Logo, quando isso ocorre, este ser humanizado está sendo um instrumento inconsciente para que a Lei de causa e efeito se realize, para que cada um possa colher aquilo que semeou alhures e, nesse caso, não houve pecado ou aquisição de carma.
Muitos espiritualistas, mesmo querendo aceitar que nada acontece por acaso, ainda acreditam que morreram inocentes na queda do WTC. Muitos espiritualistas ainda acusam o “livre-arbítrio” do terrorista de ter causado a queda das torres gêmeas. E onde estaria Deus, a inteligência suprema e causa primária de todas as coisas? Ele teria sido pego de surpresa? Obviamente que não. Logo, aceitem o óbvio. Quem não tinha que desencarnar com a queda das torres, nem pegou o avião ou nem foi trabalhar naquele dia. Estava bem longe dali, com uma forte dor de barriga, levando os filhos para passear, trabalhando em outra cidade etc. Apenas quem precisava estar lá naquele momento foi levado pela espiritualidade e mais ninguém. Tratou-se de um “resgate coletivo”, como vocês dizem.
E o terrorista? Adquiriu carma? Só Deus o sabe. Vai depender da energia interior mobilizada para o ato. Ele agiu motivado pelo amor ou pelo egoísmo? Eu não sei e me abstenho de julgar e condenar alguém. Quem não tiver pecado atire a primeira pedra, disse Jesus. Como eu ainda tenho vários, prefiro me concentrar em tirar a trave que cega meus olhos e deixar cada um com seus argueiros. Mas, apesar disso, mantenho-me sereno e tranqüilo, pois sei que não existem injustiçados ou inocentes em qualquer um dos atos que acontecem sobre a terra. Nenhum livre arbítrio é capaz de superar a Lei inexorável do carma.
Fiquem na paz de Deus
Um amigo do Oriente.
Texto canalizado na ONG Círculo de São Francisco
São Carlos/SP – 28/06/2006.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
INTERAÇÕES COM OS GUIAS
O trabalhador de um grupo mediúnico tem, em geral, oportunidades mais freqüentes de dialogar com guias espirituais do que a maioria das pessoas.
Esse fato, em si, traz a esses trabalhadores uma responsabilidade muito grande, pois o uso adequado daquilo que recebemos de graça nos será cobrado pela nossa consciência quando alcançarmos uma maior evolução intelectual e moral.
É impressindível, assim, que sempre nos questionemos a respeito de como melhor utilizar essa oportunidade tão bela.
Allan Kardec discute em detalhes, no capítulo XXVI de “O Livro dos Médiuns”, a respeito dos tipos de perguntas que devemos levar aos espíritos superiores, os quais têm sempre prazer em respondê-las quando elas nos levam ao bem e ao progresso.
Será que devemos usar o contato freqüente que temos com as entidades para satisfazer curiosidades ou atender necessidades imediatistas referentes à nossa vida pessoal?
Será que devemos “procurar problemas” para trazer à análise de nossos irmãos mais iluminados? Vale meditar a respeito.
Esse tópico se resume em um questionamento:
A que ponto de vibração estamos levando os espíritos que vêm nos ajudar?
Precisamos ter muito cuidado para não canalizar a energia dos nossos iluminados guias para assuntos de ordem material, de natureza inferior.
Essa é parte importantíssima da responsabilidade do grupo de trabalho.
Estejamos sempre, por favor, plenamente conscientes da orientação que queremos dar aos trabalhos.
Nossos mentores vêm auxiliar-nos em nossa evolução moral e intelectual, porém eles precisam de nossa cooperação—através de um trabalho consciente, bem intencionado e responsável—para que consigam nos ajudar com mais eficiência.
Não podemos, nem devemos, censurar todas as perguntas de caráter pessoal e rotulá-las como sendo de finalidade egoísta.
Como pode sempre haver um fim produtivo nessas perguntas, todos os nossos mentores estarão sempre dispostos a nos dar auxílio e orientação quando nos deparamos com dificuldades em nossas vidas.
Devemos manter em mente, no entanto, que, ao nos dispôr ao trabalho na caridade pela mediunidade, devemos antes buscar servir do que ser servido, antes consolar do que ser consolado.
Muitos irmãos em grande sofrimento e ignorância podem encontrar alívio através de nossa mediunidade e, se escolhemos remoer improdutivamente nossos “problemas” quando estamos em condições de trabalhar, não estamos exercendo todo o bem que poderíamos exercer.
Paralelamente, é muito importante que sempre nos lembremos que os “problemas” em nossas vidas são, na verdade, “soluções”, ou seja, oportunidades de crescimento.
Vivenciar esse conhecimento através de uma atitude sempre positiva, que reflita resignação e paciência, é um dos grandes frutos da verdadeira fé.
Nossos mentores nunca vão resolver os nossos “problemas”, pois isso seria um desfavor para nós.
Eles vão, isso sim, nos auxiliar a resolvê-los através de ensinamentos que nos motivem a buscar a fé e o cumprimento da Lei do Amor em nossas vidas.
O Consolador.
Esse fato, em si, traz a esses trabalhadores uma responsabilidade muito grande, pois o uso adequado daquilo que recebemos de graça nos será cobrado pela nossa consciência quando alcançarmos uma maior evolução intelectual e moral.
É impressindível, assim, que sempre nos questionemos a respeito de como melhor utilizar essa oportunidade tão bela.
Allan Kardec discute em detalhes, no capítulo XXVI de “O Livro dos Médiuns”, a respeito dos tipos de perguntas que devemos levar aos espíritos superiores, os quais têm sempre prazer em respondê-las quando elas nos levam ao bem e ao progresso.
Será que devemos usar o contato freqüente que temos com as entidades para satisfazer curiosidades ou atender necessidades imediatistas referentes à nossa vida pessoal?
Será que devemos “procurar problemas” para trazer à análise de nossos irmãos mais iluminados? Vale meditar a respeito.
Esse tópico se resume em um questionamento:
A que ponto de vibração estamos levando os espíritos que vêm nos ajudar?
Precisamos ter muito cuidado para não canalizar a energia dos nossos iluminados guias para assuntos de ordem material, de natureza inferior.
Essa é parte importantíssima da responsabilidade do grupo de trabalho.
Estejamos sempre, por favor, plenamente conscientes da orientação que queremos dar aos trabalhos.
Nossos mentores vêm auxiliar-nos em nossa evolução moral e intelectual, porém eles precisam de nossa cooperação—através de um trabalho consciente, bem intencionado e responsável—para que consigam nos ajudar com mais eficiência.
Não podemos, nem devemos, censurar todas as perguntas de caráter pessoal e rotulá-las como sendo de finalidade egoísta.
Como pode sempre haver um fim produtivo nessas perguntas, todos os nossos mentores estarão sempre dispostos a nos dar auxílio e orientação quando nos deparamos com dificuldades em nossas vidas.
Devemos manter em mente, no entanto, que, ao nos dispôr ao trabalho na caridade pela mediunidade, devemos antes buscar servir do que ser servido, antes consolar do que ser consolado.
Muitos irmãos em grande sofrimento e ignorância podem encontrar alívio através de nossa mediunidade e, se escolhemos remoer improdutivamente nossos “problemas” quando estamos em condições de trabalhar, não estamos exercendo todo o bem que poderíamos exercer.
Paralelamente, é muito importante que sempre nos lembremos que os “problemas” em nossas vidas são, na verdade, “soluções”, ou seja, oportunidades de crescimento.
Vivenciar esse conhecimento através de uma atitude sempre positiva, que reflita resignação e paciência, é um dos grandes frutos da verdadeira fé.
Nossos mentores nunca vão resolver os nossos “problemas”, pois isso seria um desfavor para nós.
Eles vão, isso sim, nos auxiliar a resolvê-los através de ensinamentos que nos motivem a buscar a fé e o cumprimento da Lei do Amor em nossas vidas.
O Consolador.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
VAMPIROS DE ENERGIA
Quem já não passou pela desagradável experiência de se sentir muito mal ao lado de alguém?
Bocejos sucessivos, sonolência, dor de cabeça, irritação, perda de energia, confusão na cabeça, enjôo entre outros. Fenômenos aparecem após um telefonema ou àquela visita inesperada. Mas o pior é quando a pessoa que nos causa tamanho mal faz parte do nosso círculo de amigos, está entre os colegas de trabalho e o pior: na própria família!Por ser o Brasil um país muito místico, é comum ouvirmos regularmente termos como energia positiva, baixo astral, olho gordo, mal olhado, ambiente carregado, entre outras expressões. Mas na verdade são poucos os que sabem explicar de forma clara e objetiva o que tudo isso significa e o vampirismo energético é um dos fenômenos mais comuns e mais mal esclarecidos que existem. O ser humano emana ininterruptamente energia para o meio ambiente, impregnando o local onde permanece e atinge também as outras pessoas com suas vibrações pessoais. Cada um de nós possui um padrão energético que é determinado pelo tipo de pensamentos, sentimentos e condição física. Todos nós já sentimos antipatias gratuitas por determinadas pessoas, sem sequer manter algum tipo de comunicação com elas. O que acontece nesses casos é uma incompatibilidade energética, embora o contato possa até ser amistoso. A mesma regra vale para as relações de simpatia e afinidade.Resumindo: além de todos os tipos de comunicação possíveis: fala, audição, toque, visão, escrita, entre outros, estamos de forma ininterrupta nos comunicando energeticamente, ou seja, o meu campo energético interage com o do ambiente e com o das pessoas com as quais entro em contato.O ideal seria umas comunicações sadias, pautadas pela troca de energias equilibrada e cooperativa. Mas ainda estamos muito longe disso, alguns acabam sugando muita energia e dando muito pouco em troca, desvitalizando assim os ambientes e as pessoas.
Mas, como são criados os vampiros e por que esse fenômeno acontece?
Muito simples, um vampiro de energia é uma pessoa que está em profundo desequilíbrio interno. Frustração, baixa auto-estima, ressentimento, complexo de perseguição e de vítima, insegurança e, acima de tudo, o egoísmo são estados psíquicos que fazem com que a configuração energética da pessoa se torne desequilibrada, afetando negativamente outras pessoas, roubando-lhes assim sua energia vital. Alguns chegam a interferir de forma concreta na vida pessoal de suas vítimas: intrigas, fofocas, competição desleal agravam mais a situação.E o pior é que a vida nas grandes cidades só agrava mais ainda o desequilíbrio das relações entre os seres humanos. O homem moderno se afastou da natureza, que é nossa maior fonte de alimento energético. Não existe nada comparável a um banho de mar, rio ou cachoeira, o contato com plantas e animais, o ar puro de uma montanha ou o silêncio do campo para reciclar e repor as energias. Outra fonte importante é o sono e ninguém melhor do que o homem moderno para enumerar os efeitos nocivos das noites mal dormidas. Não temos, portanto, uma fonte eficiente de alimento e troca para reciclar as energias estáticas. Somamos a isso nossos desequilíbrios pessoais e o resultado é um contingente enorme de seres desvitalizados e famintos de energia. A única saída para esses seres é roubar da pessoa mais próxima.A competitividade dos ambientes de trabalho também é outro fator negativo. É cada um por si e todos querendo passar a perna em todos. Não somos educados para a cooperação e para a vida em comunidade. Acabamos nos fechando em nosso mundo pessoal e encarando nossos semelhantes como ameaças à nossa felicidade.
NÃO EXISTE UM MÉTODO INFALÍVEL PARA COMBATER OS VAMPIROS, O MELHOR É APRENDER A LIDAR COM ELES
A melhor tática é a segurança interior e o conhecimento do modus operandi dos vampiros, ou seja, se eu sei como ele pensa e age, posso estabelecer uma conduta eficaz para combatê-lo.Existem algumas táticas infalíveis utilizadas pelos vampiros para nos desestabilizar energeticamente e assim roubar nossa força vital. As mais comuns são o medo e a culpa. Irritação também desequilibra profundamente nosso campo energético.
A regra é:
NÃO FAZER O JOGO DO OUTRO.
Se você sabe que alguém quer lhe provocar, fique calmo. Observe o outro e descubra suas fraquezas e vulnerabilidades e, a seus olhos, ele deixará de ser um bicho papão. Não entre na onda de negatividade que está no ar, fuja das conversas fiadas e, por fim, conheça-se muito bem. Se você sabe os seus pontos fracos pode mapear por onde o vampiro tentará o ataque. Cuidar da saúde e vitalidade físicas e buscar equilíbrio mental e emocional ajudarão no sentido de criar um campo energético forte e menos vulnerável às energias externas. Outra dica valiosa é cultivar a compreensão e compaixão, que são estados de espírito absolutamente positivos e fortalecedores. Lembre-se que um vampiro, acima de qualquer maldade (90% deles operam de forma inconsciente), são pessoas em profundo desequilíbrio e que precisam de ajuda.
Embora nunca devamos esquecer que, caso esse ser errante não aceite ajuda e esclarecimento, muitas vezes afastá-lo do grupo é o melhor remédio. É aquela velha história: um fruto podre no balaio...Mas como nem sempre é possível afastar certas pessoas como um familiar, por exemplo, o melhor é tentar entender porque aquela pessoa está em nossa vida. Muitas vezes as pessoas problemáticas são verdadeiros instrutores na medida em que nos incentivam a cultivar a paciência, a compreensão, a criatividade ou o perdão. Mas em qualquer situação a conselho é sempre o mesmo: nunca se misture com a energia do vampiro. Mantenha sempre a calma, o bom humor e a positividade, que sem dúvida são nossas maiores defesas.
.Mas antes de apontar o dedo para o próximo descobrindo vampiros em seus relacionamentos, faça um exame profundo em suas atitudes e observe se você não anda 'pegando emprestada' a energia dos outros também!CONHEÇA OS PRINCIAPIS TIPOS DE VAMPIROSO jornalista Luís Pellegrini, em matéria publicada na revista Planeta, fez uma relação muito boa dos dez tipos mais comuns de vampiros.
Baseados nessa matéria vamos enumerar alguns.
Você também pode descobrir outros tipos.
Divirta-se, afinal o bom humor é a melhor defesa!
A) Vampiro Cobrador:
Cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, quer logo saber por que não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas.O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar porque ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.
B) Vampiro Crítico:
Só sabe criticar. Todas as observações são negativas e destrutivas. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá sue sistema para que a energia seja sugada. Diga "não" a suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração.
C) Vampiro Adulador:
è o famoso Puxa-saco. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.
D) Vampiro Reclamador:
è aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida, do governo, do tempo.... Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. È o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. Melhor tática é deixá-lo falando sozinho.
E) Vampiro Inquiridor:
Sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo e não dá tempo para que a vítima responda, pois já dispara mais uma rajada de perguntas. Na verdade ele não quer respostas e sim apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos.Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente., e procure se afastar assim que possível.
F) Vampiro Lamentoso:
São os lamentadores profissionais, que anos a fio choram sua desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. È sempre o coitado, a vítima. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro, é cortando suas asas. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, ainda mais que não elas não resolvem situação alguma.
G) Vampiro Pegajoso:
Investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele irá sugar sua energia em qualquer uma das possibilidades.Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado, e, portanto, vulnerável.
H) Vampiro Grilo-Falante:
A porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.
I) Vampiro Hipocondríaco: Cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros , despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os por menores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois se sente péssimo.
J) Vampiro Encrenqueiro:
para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia.
Não dê campo para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.
Vera Caballero - Terapeuta Holística
Bocejos sucessivos, sonolência, dor de cabeça, irritação, perda de energia, confusão na cabeça, enjôo entre outros. Fenômenos aparecem após um telefonema ou àquela visita inesperada. Mas o pior é quando a pessoa que nos causa tamanho mal faz parte do nosso círculo de amigos, está entre os colegas de trabalho e o pior: na própria família!Por ser o Brasil um país muito místico, é comum ouvirmos regularmente termos como energia positiva, baixo astral, olho gordo, mal olhado, ambiente carregado, entre outras expressões. Mas na verdade são poucos os que sabem explicar de forma clara e objetiva o que tudo isso significa e o vampirismo energético é um dos fenômenos mais comuns e mais mal esclarecidos que existem. O ser humano emana ininterruptamente energia para o meio ambiente, impregnando o local onde permanece e atinge também as outras pessoas com suas vibrações pessoais. Cada um de nós possui um padrão energético que é determinado pelo tipo de pensamentos, sentimentos e condição física. Todos nós já sentimos antipatias gratuitas por determinadas pessoas, sem sequer manter algum tipo de comunicação com elas. O que acontece nesses casos é uma incompatibilidade energética, embora o contato possa até ser amistoso. A mesma regra vale para as relações de simpatia e afinidade.Resumindo: além de todos os tipos de comunicação possíveis: fala, audição, toque, visão, escrita, entre outros, estamos de forma ininterrupta nos comunicando energeticamente, ou seja, o meu campo energético interage com o do ambiente e com o das pessoas com as quais entro em contato.O ideal seria umas comunicações sadias, pautadas pela troca de energias equilibrada e cooperativa. Mas ainda estamos muito longe disso, alguns acabam sugando muita energia e dando muito pouco em troca, desvitalizando assim os ambientes e as pessoas.
Mas, como são criados os vampiros e por que esse fenômeno acontece?
Muito simples, um vampiro de energia é uma pessoa que está em profundo desequilíbrio interno. Frustração, baixa auto-estima, ressentimento, complexo de perseguição e de vítima, insegurança e, acima de tudo, o egoísmo são estados psíquicos que fazem com que a configuração energética da pessoa se torne desequilibrada, afetando negativamente outras pessoas, roubando-lhes assim sua energia vital. Alguns chegam a interferir de forma concreta na vida pessoal de suas vítimas: intrigas, fofocas, competição desleal agravam mais a situação.E o pior é que a vida nas grandes cidades só agrava mais ainda o desequilíbrio das relações entre os seres humanos. O homem moderno se afastou da natureza, que é nossa maior fonte de alimento energético. Não existe nada comparável a um banho de mar, rio ou cachoeira, o contato com plantas e animais, o ar puro de uma montanha ou o silêncio do campo para reciclar e repor as energias. Outra fonte importante é o sono e ninguém melhor do que o homem moderno para enumerar os efeitos nocivos das noites mal dormidas. Não temos, portanto, uma fonte eficiente de alimento e troca para reciclar as energias estáticas. Somamos a isso nossos desequilíbrios pessoais e o resultado é um contingente enorme de seres desvitalizados e famintos de energia. A única saída para esses seres é roubar da pessoa mais próxima.A competitividade dos ambientes de trabalho também é outro fator negativo. É cada um por si e todos querendo passar a perna em todos. Não somos educados para a cooperação e para a vida em comunidade. Acabamos nos fechando em nosso mundo pessoal e encarando nossos semelhantes como ameaças à nossa felicidade.
NÃO EXISTE UM MÉTODO INFALÍVEL PARA COMBATER OS VAMPIROS, O MELHOR É APRENDER A LIDAR COM ELES
A melhor tática é a segurança interior e o conhecimento do modus operandi dos vampiros, ou seja, se eu sei como ele pensa e age, posso estabelecer uma conduta eficaz para combatê-lo.Existem algumas táticas infalíveis utilizadas pelos vampiros para nos desestabilizar energeticamente e assim roubar nossa força vital. As mais comuns são o medo e a culpa. Irritação também desequilibra profundamente nosso campo energético.
A regra é:
NÃO FAZER O JOGO DO OUTRO.
Se você sabe que alguém quer lhe provocar, fique calmo. Observe o outro e descubra suas fraquezas e vulnerabilidades e, a seus olhos, ele deixará de ser um bicho papão. Não entre na onda de negatividade que está no ar, fuja das conversas fiadas e, por fim, conheça-se muito bem. Se você sabe os seus pontos fracos pode mapear por onde o vampiro tentará o ataque. Cuidar da saúde e vitalidade físicas e buscar equilíbrio mental e emocional ajudarão no sentido de criar um campo energético forte e menos vulnerável às energias externas. Outra dica valiosa é cultivar a compreensão e compaixão, que são estados de espírito absolutamente positivos e fortalecedores. Lembre-se que um vampiro, acima de qualquer maldade (90% deles operam de forma inconsciente), são pessoas em profundo desequilíbrio e que precisam de ajuda.
Embora nunca devamos esquecer que, caso esse ser errante não aceite ajuda e esclarecimento, muitas vezes afastá-lo do grupo é o melhor remédio. É aquela velha história: um fruto podre no balaio...Mas como nem sempre é possível afastar certas pessoas como um familiar, por exemplo, o melhor é tentar entender porque aquela pessoa está em nossa vida. Muitas vezes as pessoas problemáticas são verdadeiros instrutores na medida em que nos incentivam a cultivar a paciência, a compreensão, a criatividade ou o perdão. Mas em qualquer situação a conselho é sempre o mesmo: nunca se misture com a energia do vampiro. Mantenha sempre a calma, o bom humor e a positividade, que sem dúvida são nossas maiores defesas.
.Mas antes de apontar o dedo para o próximo descobrindo vampiros em seus relacionamentos, faça um exame profundo em suas atitudes e observe se você não anda 'pegando emprestada' a energia dos outros também!CONHEÇA OS PRINCIAPIS TIPOS DE VAMPIROSO jornalista Luís Pellegrini, em matéria publicada na revista Planeta, fez uma relação muito boa dos dez tipos mais comuns de vampiros.
Baseados nessa matéria vamos enumerar alguns.
Você também pode descobrir outros tipos.
Divirta-se, afinal o bom humor é a melhor defesa!
A) Vampiro Cobrador:
Cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, quer logo saber por que não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas.O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar porque ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.
B) Vampiro Crítico:
Só sabe criticar. Todas as observações são negativas e destrutivas. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá sue sistema para que a energia seja sugada. Diga "não" a suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração.
C) Vampiro Adulador:
è o famoso Puxa-saco. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.
D) Vampiro Reclamador:
è aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida, do governo, do tempo.... Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. È o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. Melhor tática é deixá-lo falando sozinho.
E) Vampiro Inquiridor:
Sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo e não dá tempo para que a vítima responda, pois já dispara mais uma rajada de perguntas. Na verdade ele não quer respostas e sim apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos.Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente., e procure se afastar assim que possível.
F) Vampiro Lamentoso:
São os lamentadores profissionais, que anos a fio choram sua desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. È sempre o coitado, a vítima. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro, é cortando suas asas. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, ainda mais que não elas não resolvem situação alguma.
G) Vampiro Pegajoso:
Investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele irá sugar sua energia em qualquer uma das possibilidades.Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado, e, portanto, vulnerável.
H) Vampiro Grilo-Falante:
A porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.
I) Vampiro Hipocondríaco: Cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros , despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os por menores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois se sente péssimo.
J) Vampiro Encrenqueiro:
para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia.
Não dê campo para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.
Vera Caballero - Terapeuta Holística
TRABALHOS ENCOMENDADOS E PROMESSAS DE SOLUÇÕES
O que pensar desses anúncios vinculados em jornais ou panfletos distribuídos nas ruas que prometem a solução de nossos problemas amorosos, financeiros e de saúde?
Eles funcionam mesmo?
Trazem a solução tão desejada?
Acredito que existam dois aspectos que devam ser analisados.
O primeiro refere-se ao desespero da pessoa que necessita ou deseja a solução.
O segundo é ver envolvido o nome da Umbanda nessa questão.
Analisando o primeiro aspecto, podemos desmembrá-lo também em duas vertentes.
A primeira diz respeito a compreensão da pessoa que por acreditar que seu problema não seja de seu merecimento ou “culpa”, busca no externo a solução do mesmo.
Pessoas que buscam esse tipo de “atendimento” não têm menor noção de espiritualidade, de merecimento, e não estão nem um pouco preocupadas com as conseqüências que este tipo de envolvimento pode trazer, pois as desconhecem. Por acreditarem que o seu problema é conseqüência de ações de terceiros, desafiam o próprio Deus, dizendo-se não merecedoras do que estão passando.
Dentro de suas mentes obnubiladas pela dor e sofrimento, querem uma solução rápida, mágica, que as façam verem-se livres e felizes.
A segunda vertente diz respeito especificamente ao sentimento do solicitante.
Muitos pedem que “a pessoa amada volte”. Ora, sabemos que quem ama realmente deseja somente o bem do ser amado, portanto não irá fazer um pedido desta natureza. Outras pessoas pedem que “fulano” perca o emprego, pois ele precisa trabalhar e o “fulano” está atrapalhando; ou então pedem pelo desencarne de “beltrano”. Francamente!
Mas, esses “trabalhos” funcionam?
Certamente que sim! Não para todos, mas para muitos ou alguns. Mas no fundo, no fundo, é imprescindível que haja absoluta harmonia entre o solicitante, o executante, a "vítima" e o astral inferior. Portanto obter o resultado desejado apenas confirma a absoluta sintonia entre essas quatro coisas.
Mas quem executa esses trabalhos em nível astral?
Espíritos que trabalham com forças trevosas, de baixo padrão vibratório e alta densidade perispiritual. Espíritos altamente ligados à matéria, ao mundo encarnado. Não são desprovidos de inteligência, muito pelo contrário, são desprovidos de luz, de esclarecimentos da verdade eterna, de amor. Espíritos que saudosos de seus tempos na terra ainda precisam se alimentar, fumar, beber, urinar, defecar, sentem-se encarnados ainda, sentem dor, prazer sexual, etc. E para satisfazerem as suas necessidades fisiológicas e outras intenções maléficas, reúnem-se em torno de encarnados que poderão, por similitude vibratória, atendê-los em seus desejos e aspirações. Muitos se agregam aos médiuns que por sua invigilância, cedem lentamente a essas aspirações. Eles são ardilosos, chegam a fazerem-se passar por Exu, dando ao médium a impressão de estar sendo assistido pelo seu próprio Exu. Por isso é tão importante que o médium estude sempre e mantenha-se empenhado no caminho do bem e da caridade.
Dentro de sua ousadia, esses obsessores envolvem o médium dando-lhe “poderes” e sensações prazerosas em nível de terra. Atendem rapidamente as necessidades mais mundanas do médium e se apresentam como “solucionadores” de diversas questões. Mas ainda não é aí que começa a cobrança. O médium empolgado desvia-se ainda mais, começa a procurar lugares onde haja o mesmo tipo de afinidade vibratória, e tudo que estudou recebe outra conotação. Começa a atender pessoas em casa e se diz pai ou mãe no santo e a pedir, sugestionado pelos obsessores, os elementos que irão satisfazer as necessidades deles, e não vê nada de mal em cobrar também pelo trabalho que irá executar. Afinal ele também tem as suas próprias necessidades (jóias, carro novo, casa, etc), mas ter um emprego onde ganhe o seu sustento que é bom, nem pensar, pois não teria tempo para se dedicar com afinco ao serviço ao astral inferior (aliás uma das primeiras exigências dele).
A pessoa que foi pedir, poderá ou não receber a “graça”, ou seja, a solução tão desejada, mas certamente ela receberá algumas tantas companhias que turvarão ainda mais sua mente já tão conturbada e perturbada pela dor. Neste caso em especial, não receber a “graça” é que é a verdadeira graça, pois pode ser um sinal de que a pessoa não está tão envolvida assim com a espiritualidade inferior.
O segundo aspecto desta questão é quando envolvem o sagrado nome da Umbanda nestes trabalhos. A Umbanda não se presta a este tipo de coisa. Quem assim o diz está desviado de seu caminho. A Umbanda trabalha justamente para combater o astral inferior e não compactua com obsessor, mas o orienta e doutrina, ao contrário também do que muitos pensam. Portanto quem cobra por seus "serviços mediúnicos" e compactua com esses pensamentos desviados, não é umbandista, porque a Umbanda é a prática da caridade pela caridade, na busca da evolução.
No embate contra o astral inferior a primeira linha que é utilizada pela Umbanda é a linha de Exu e Pomba Gira, porque são as entidades determinadas pelo Astral Superior para esse trabalho em função de suas características vibratórias, sua enorme capacidade de manipulação energética e seu profundo conhecimento das armadilhas do astral inferior. Exu trabalha para ascender às hostes superiores, ou seja, para um dia vir a ser um Caboclo ou Preto Velho, portanto jamais irá se deixar seduzir por armadilhas que ele tão bem conhece. Além do mais, Exu trabalha sob as ordens de espíritos superiores que são os enviados de Orixá. Logo, por dedução simples e lógica não faz sentido a afirmação de que Exu faz tanto o mal quanto o bem, que não sabe diferenciar um do outro; isso significaria inocência, coisa que está longe de ser uma das características de Exu; além de significar que Exu seria um idiota, e não um espírito de luz, guardião e defensor.
Exu é passional?
Sim, Exu é passional, mas não é bobo e muito menos violenta o livre arbítrio de ninguém, portanto Exu não bate, não exige oferenda especial nenhuma, utiliza sim os elementos oferendados (padé e bebida alcoólica), única e exclusivamente para manipular as energias volatilizadas para a consecução dos objetivos propostos pelo Astral Superior, e o mesmo não propõe que o Exu beba através de seu médium, mas que manipule a essência dos elementos oferendados em favor dos seus comandados, estes sim mais apegados as necessidades terrenas.
Eis o motivo de Exu ser tão mal compreendido. Eis o motivo da Umbanda ser tão execrada. As pessoas leigas e os médiuns desprovidos de esclarecimento e orientação, deixam-se levar por exemplos pouco louváveis e acabam misturando as coisas.
O tempo que alguns médiuns perdem em querer aprender “fuxicos”, oferendas e agrados para os Orixás e etc, deveriam usar para elevarem o seu próprio padrão vibratório e se tornarem dignos de se dizerem umbandistas.
Mas nada acontece por acaso, pois todas as vezes que a Umbanda é atacada ela ressurge, tal qual fênix, das cinzas dos médiuns invigilantes, através da força dos que realmente amam a Umbanda.
Mãe Iassan Ayporê Pery
Dirigente do Centro Espiritualista Caboclo Pery
Mensagem a ser publicada no livro
"Umbanda - Mitos e Realidade" (no prelo)
Eles funcionam mesmo?
Trazem a solução tão desejada?
Acredito que existam dois aspectos que devam ser analisados.
O primeiro refere-se ao desespero da pessoa que necessita ou deseja a solução.
O segundo é ver envolvido o nome da Umbanda nessa questão.
Analisando o primeiro aspecto, podemos desmembrá-lo também em duas vertentes.
A primeira diz respeito a compreensão da pessoa que por acreditar que seu problema não seja de seu merecimento ou “culpa”, busca no externo a solução do mesmo.
Pessoas que buscam esse tipo de “atendimento” não têm menor noção de espiritualidade, de merecimento, e não estão nem um pouco preocupadas com as conseqüências que este tipo de envolvimento pode trazer, pois as desconhecem. Por acreditarem que o seu problema é conseqüência de ações de terceiros, desafiam o próprio Deus, dizendo-se não merecedoras do que estão passando.
Dentro de suas mentes obnubiladas pela dor e sofrimento, querem uma solução rápida, mágica, que as façam verem-se livres e felizes.
A segunda vertente diz respeito especificamente ao sentimento do solicitante.
Muitos pedem que “a pessoa amada volte”. Ora, sabemos que quem ama realmente deseja somente o bem do ser amado, portanto não irá fazer um pedido desta natureza. Outras pessoas pedem que “fulano” perca o emprego, pois ele precisa trabalhar e o “fulano” está atrapalhando; ou então pedem pelo desencarne de “beltrano”. Francamente!
Mas, esses “trabalhos” funcionam?
Certamente que sim! Não para todos, mas para muitos ou alguns. Mas no fundo, no fundo, é imprescindível que haja absoluta harmonia entre o solicitante, o executante, a "vítima" e o astral inferior. Portanto obter o resultado desejado apenas confirma a absoluta sintonia entre essas quatro coisas.
Mas quem executa esses trabalhos em nível astral?
Espíritos que trabalham com forças trevosas, de baixo padrão vibratório e alta densidade perispiritual. Espíritos altamente ligados à matéria, ao mundo encarnado. Não são desprovidos de inteligência, muito pelo contrário, são desprovidos de luz, de esclarecimentos da verdade eterna, de amor. Espíritos que saudosos de seus tempos na terra ainda precisam se alimentar, fumar, beber, urinar, defecar, sentem-se encarnados ainda, sentem dor, prazer sexual, etc. E para satisfazerem as suas necessidades fisiológicas e outras intenções maléficas, reúnem-se em torno de encarnados que poderão, por similitude vibratória, atendê-los em seus desejos e aspirações. Muitos se agregam aos médiuns que por sua invigilância, cedem lentamente a essas aspirações. Eles são ardilosos, chegam a fazerem-se passar por Exu, dando ao médium a impressão de estar sendo assistido pelo seu próprio Exu. Por isso é tão importante que o médium estude sempre e mantenha-se empenhado no caminho do bem e da caridade.
Dentro de sua ousadia, esses obsessores envolvem o médium dando-lhe “poderes” e sensações prazerosas em nível de terra. Atendem rapidamente as necessidades mais mundanas do médium e se apresentam como “solucionadores” de diversas questões. Mas ainda não é aí que começa a cobrança. O médium empolgado desvia-se ainda mais, começa a procurar lugares onde haja o mesmo tipo de afinidade vibratória, e tudo que estudou recebe outra conotação. Começa a atender pessoas em casa e se diz pai ou mãe no santo e a pedir, sugestionado pelos obsessores, os elementos que irão satisfazer as necessidades deles, e não vê nada de mal em cobrar também pelo trabalho que irá executar. Afinal ele também tem as suas próprias necessidades (jóias, carro novo, casa, etc), mas ter um emprego onde ganhe o seu sustento que é bom, nem pensar, pois não teria tempo para se dedicar com afinco ao serviço ao astral inferior (aliás uma das primeiras exigências dele).
A pessoa que foi pedir, poderá ou não receber a “graça”, ou seja, a solução tão desejada, mas certamente ela receberá algumas tantas companhias que turvarão ainda mais sua mente já tão conturbada e perturbada pela dor. Neste caso em especial, não receber a “graça” é que é a verdadeira graça, pois pode ser um sinal de que a pessoa não está tão envolvida assim com a espiritualidade inferior.
O segundo aspecto desta questão é quando envolvem o sagrado nome da Umbanda nestes trabalhos. A Umbanda não se presta a este tipo de coisa. Quem assim o diz está desviado de seu caminho. A Umbanda trabalha justamente para combater o astral inferior e não compactua com obsessor, mas o orienta e doutrina, ao contrário também do que muitos pensam. Portanto quem cobra por seus "serviços mediúnicos" e compactua com esses pensamentos desviados, não é umbandista, porque a Umbanda é a prática da caridade pela caridade, na busca da evolução.
No embate contra o astral inferior a primeira linha que é utilizada pela Umbanda é a linha de Exu e Pomba Gira, porque são as entidades determinadas pelo Astral Superior para esse trabalho em função de suas características vibratórias, sua enorme capacidade de manipulação energética e seu profundo conhecimento das armadilhas do astral inferior. Exu trabalha para ascender às hostes superiores, ou seja, para um dia vir a ser um Caboclo ou Preto Velho, portanto jamais irá se deixar seduzir por armadilhas que ele tão bem conhece. Além do mais, Exu trabalha sob as ordens de espíritos superiores que são os enviados de Orixá. Logo, por dedução simples e lógica não faz sentido a afirmação de que Exu faz tanto o mal quanto o bem, que não sabe diferenciar um do outro; isso significaria inocência, coisa que está longe de ser uma das características de Exu; além de significar que Exu seria um idiota, e não um espírito de luz, guardião e defensor.
Exu é passional?
Sim, Exu é passional, mas não é bobo e muito menos violenta o livre arbítrio de ninguém, portanto Exu não bate, não exige oferenda especial nenhuma, utiliza sim os elementos oferendados (padé e bebida alcoólica), única e exclusivamente para manipular as energias volatilizadas para a consecução dos objetivos propostos pelo Astral Superior, e o mesmo não propõe que o Exu beba através de seu médium, mas que manipule a essência dos elementos oferendados em favor dos seus comandados, estes sim mais apegados as necessidades terrenas.
Eis o motivo de Exu ser tão mal compreendido. Eis o motivo da Umbanda ser tão execrada. As pessoas leigas e os médiuns desprovidos de esclarecimento e orientação, deixam-se levar por exemplos pouco louváveis e acabam misturando as coisas.
O tempo que alguns médiuns perdem em querer aprender “fuxicos”, oferendas e agrados para os Orixás e etc, deveriam usar para elevarem o seu próprio padrão vibratório e se tornarem dignos de se dizerem umbandistas.
Mas nada acontece por acaso, pois todas as vezes que a Umbanda é atacada ela ressurge, tal qual fênix, das cinzas dos médiuns invigilantes, através da força dos que realmente amam a Umbanda.
Mãe Iassan Ayporê Pery
Dirigente do Centro Espiritualista Caboclo Pery
Mensagem a ser publicada no livro
"Umbanda - Mitos e Realidade" (no prelo)
domingo, 1 de fevereiro de 2009
CAMARINHA,RONCÓ,RECOLHIMENTO
A intenção de Seu Pinga-Fogo é que esse texto seja entregue para todos os filhos que forem passar por uma camarinha.
Na benção do reencontro com a tua força original na camarinha, pedimos a Deus que te ajuste as energias, a fim de que possas cumprir tua missão no campo físico, da maneira mais aproveitada possível, em plena sintonia com as vibrações que regem tua estadia na Terra.
Lembre que somos seres espirituais usando esta oportunidade maravilhosa da reencarnação no objetivo do progresos da alma, em todos os aspectos. A vitalidade e a energia que te mantém ligada/o ao corpo físico são dádivas concedidas pelo Criador. Tu és a/o única/o responsável pela administração de tuas próprias forças.
Busque o equilíbrio pleno de tuas vibrações e veja teu corpo físico como o passaporte para a tua purificação e teu progresso. Necessário se faz o recolhimento dentro de ti, para que possas enxergar o objetivo nobre do espírito na matéria (Terra) e para que, nessa introspecção, entres em sintonia com o supremo Amor do Criador. Assim, ao regressares ao cotidiano, encontrarás a renovação na tua realidade atual, usando o teu tempo e as circunstâncias como um trampolim para tua ascenção espiritual.
Na busca do ajuste espiritual, estás ligada/o à matéria, que é o maior instrumento de purificação da energia. O teu espírito já trás consigo a tua personalidade e tuas bagagens de outras eras, que refletem no teu dia-a-dia no campo das emoções e nas atitudes.
Através do estudo realizado sobre os orixás que regem as energias que vibram em teu processo evolutivo atual, colaboras para que atinja uma maior compreensão de ti mesma/o, te ajudando na busca do equilíbrio.
A análise dos teus orixás não representa lista de fatalidades, pois o teu destino está em tuas mãos. Todos temos deficiências a serem superadas, mas, na resolução de ser feliz, recolha-te em viagem interior e, em uma análise de tuas tendências, siga o caminho, agora de forma mais consciente, do auto-burilamento.
Exu Pinga Fogo
Na benção do reencontro com a tua força original na camarinha, pedimos a Deus que te ajuste as energias, a fim de que possas cumprir tua missão no campo físico, da maneira mais aproveitada possível, em plena sintonia com as vibrações que regem tua estadia na Terra.
Lembre que somos seres espirituais usando esta oportunidade maravilhosa da reencarnação no objetivo do progresos da alma, em todos os aspectos. A vitalidade e a energia que te mantém ligada/o ao corpo físico são dádivas concedidas pelo Criador. Tu és a/o única/o responsável pela administração de tuas próprias forças.
Busque o equilíbrio pleno de tuas vibrações e veja teu corpo físico como o passaporte para a tua purificação e teu progresso. Necessário se faz o recolhimento dentro de ti, para que possas enxergar o objetivo nobre do espírito na matéria (Terra) e para que, nessa introspecção, entres em sintonia com o supremo Amor do Criador. Assim, ao regressares ao cotidiano, encontrarás a renovação na tua realidade atual, usando o teu tempo e as circunstâncias como um trampolim para tua ascenção espiritual.
Na busca do ajuste espiritual, estás ligada/o à matéria, que é o maior instrumento de purificação da energia. O teu espírito já trás consigo a tua personalidade e tuas bagagens de outras eras, que refletem no teu dia-a-dia no campo das emoções e nas atitudes.
Através do estudo realizado sobre os orixás que regem as energias que vibram em teu processo evolutivo atual, colaboras para que atinja uma maior compreensão de ti mesma/o, te ajudando na busca do equilíbrio.
A análise dos teus orixás não representa lista de fatalidades, pois o teu destino está em tuas mãos. Todos temos deficiências a serem superadas, mas, na resolução de ser feliz, recolha-te em viagem interior e, em uma análise de tuas tendências, siga o caminho, agora de forma mais consciente, do auto-burilamento.
Exu Pinga Fogo
sábado, 31 de janeiro de 2009
ELEMENTAIS DA NATUREZA
Todos os reinos da natureza são povoados por seres vivos imateriais, que vivificam e guardam essas dimensões vibratórias, que constituem seu habitat. Em princípio, todos os espíritos da natureza podem ser utilizados pelos homens nas mais variadas tarefas espirituais, para fins úteis. Estes seres, veladores silenciosos que são, cuidam da proteção energética de Planetas, Sistemas, Universos, Galáxias. São encarregados também da recepção dos apelos dos seres humanos, energizando-os e elevando-os ao Pai, recolocando-os qualificados e atendidos diretamente ao alcance da humanidade.
Devemos a Paracelsus, Theophrastus Bombastus Von Hohenheim, químico e médico, nascido na Suíça em 1493, teoricamente desencarnado em 1541, a criação da denominação classificatória dos elementais.
“Teoricamente”, porque nunca foram encontrados os seus restos mortais. Paracelsus, foi um dos personagens vividos por nosso querido Mestre Ascencionado Saint Germain.
Elemental significa “Espírito Divino”. El = senhor; mental = vibração mental superior. Estes são os espíritos da natureza.
Deus, concedeu a três Reinos, paralelamente, a oportunidade de evolução e estes três Reinos são: Elemental, Angelical e Humano.
A história mesmo fala sobre os seres elementais, desde a mais remota antiguidade. E, os antepassados de toda a humanidade legaram inúmeros relatos a respeito dos mesmos.
No início da humanidade na Terra, os seres da natureza, encarregados de cada elemento, cuidaram para que tudo fosse feito com exatidão e ordem:
1) - A Terra ainda sendo uma massa de gases de matéria incandescente radioativa, coube naquele momento aos elementais do fogo executarem seu trabalho;
2) - Na época dos grandes ventos, os elementais do ar, zelaram pela evolução desses gases de modo a tornar o ambiente apto a receber formas de vida:
3) - Quando esses gases se precipitaram sobre a água, os elementais da água modificaram o aspecto denso desse líquido;
4) - Então, iniciou-se a solidificação, surgindo aos poucos os continentes que foram fertilizados pelos elementais da terra.
A criação representa um todo inseparável, uma corrente cujos elos não podem ser rompidos.
Os Elementais são os dinamizadores das energias das formas e integram-se aos Elementos da Natureza:
Elemento Terra: Esse elemento e seus dinamizadores trabalham para que a humanidade tenha corpos perfeitos, e possam desenvolver suas atividades espirituais a nível cósmico. A ação qualificadora destes seres é representada por vulcões e terremotos. No nosso corpo, este elemento é representado pelos sais minerais. Livres da ganância, nos aproximamos dos Seres da Terra.
Trabalhando com a terra temos: Os Gnomos e os Duendes, que são entidades que habitam as florestas e lugares desertos. Têm a forma semelhante aos anões e atuam sobre tudo e, sobre todos os que habitam ou transitam nas matas e florestas, dando sinais através de Bicho de Pau, cobras e aves como a Graúna, Melro e semelhantes. Altura aproximada de 15 a 20 cm.
Elemento Água: Este elemento e os seres que fazem parte dele estão relacionados ao nosso corpo emocional, tendo a função de depurá-lo. No plano físico, são grandes agentes de purificação da atmosfera e principalmente na agricultura. Sua ação qualificadora é demonstrada em enchentes, maremotos etc. No corpo humano, o elemento líquido representa 70% do seu volume. Livres das fraquezas, através da firmeza, nos aproximamos dos Seres da Água.
Trabalhando com a água temos: As Ondinas ou Ninfas, que são entidades do amor, que vivem nas águas do mar, lagos, lagoas, rios e cachoeiras, semelhantes às graciosas mocinhas de cabelos longos. Comandam toda a fauna aquática e podem encaixar (incorporar) na forma de sereias, dragões, serpentes marinhas, gaivotas, etc... Altura aproximada de 30 cm.
Elemento Fogo: Esse elemento, e todos os seres que habitam o mesmo, representam a maior força possível, uma vez que são a expressão do próprio Fogo Sagrado de onde provém as várias chamas atuantes nos universos. A ação qualificadora deste elemento provém das atividades vulcânicas e grandes queimadas. No corpo humano, esse elemento funciona através da temperatura, expressões emotivas e psíquicas. Dominando as nossas paixões, nos aproximamos desses seres.
Trabalhando com o fogo temos: As Salamandras, que são entidades diretas do fogo, que não possuem forma definida. Tem-se, quando as vemos, a impressão de uma forma fundamentalmente humana, o rosto, quando não é velado pelas chamas, é de aparência humana, mas a maior parte das vezes apresentam-se na forma de lagartixas, camaleões ou escorpiões. Altura aproximada de 70 a 90 cm.
Elemento Ar: Esse elemento e seus dinamizadores são de extrema importância, para a manutenção da vida no plano físico. Sem o Ar, o ser humano não pode sobreviver. A atividade benéfica dos Seres do Ar é sentida na brisa, no impulso dos barcos, navios e aviões. Sua atividade qualificadora está nos furacões, ciclones, tempestades. No corpo do homem o ar está na respiração, no alento divino. Com a constância, o homem aproxima-se dos seres do ar.
Trabalhando com o ar temos: Os Silfos, que são entidades de pequena estatura, de poderes mágicos, que os diferem dos outros espíritos da natureza, por serem de uma constituição sem forma definida, uma massa semi-sólida de substância etérea. Exemplo: Fumaça, efeitos de luz através dos pirilampos, Aurora Boreal, arco-íris, etc... Altura aproximada de 10 cm.
Além dos irmãozinhos acima relacionados temos ainda as Fadas, os Elfos e o as Avissais, que especifico abaixo com mais alguns detalhes:
Fadas - Elementais Ecléticos: São entidades voláteis, que atuam em todos os reinos da natureza, segundo a necessidade ou ordens recebidas. Apresentam-se muito belas e esvoaçantes em fascinantes evoluções, interferindo na coloração e matiz de tudo que existe no planeta. Altura aproximada de 30 cm.
Elfos – Elementais dos Metais: São entidades em muito semelhante aos SILFOS, sem forma corpórea definida, pois aparecem, da combinação do Ar e do Fogo sobre os metais. Por serem elementais belicosos, atuam amiúde através de cães, gatos e galos de briga. Altura aproximada de 20 cm.
Avissais - Elementais da Terra: São entidades que entrelaçam os elementos da terra e da água, e apresentam-se em massa disforme, porém bem densa e atuam na água e na terra.
a) Na água: Através dos cavalos marinhos, peixes-espada, camarões e crustáceos em geral, pois são seres que se alimentam do lodo aquático.
b) Na terra: Através das minhocas, lesmas, caramujos e semelhantes, pois são seres que se alimentam da umidade do lodo da terra.
OS ELEMENTAIS DA NATUREZA E A UMBANDA
Na Umbanda, invocam-se representantes das 7 linhas dentre as quais, os Caboclos, Marujos, Pretos Velhos, etc. Muitos "trabalhos" de magia negra, são jogados no mar ou em rios que dificultam a sua localização para o "desmanche", nesses casos, podemos invocar esses trabalhadores para que os localizem e os tragam para que se possa desfazer o mal feito.
Faço a seguir um comparativo, com o intuito de ajudar e complementar o seu entendimento sobre nossos irmãozinhos energéticos, aliando-os ao plano dos orixás.
Plano 7 – Chacra Coronário – Oxalá – Silfos
Plano 6 – Chacra Frontal – Senhoras – Ondinas ou Ninfas
Plano 5 – Chacra Laríngeo – Ibeji – Fadas
Plano 4 – Chacra Cardíaco – Xangô – Salamandras
Plano 3 – Chacra Plexo Solar – Ogum – Elfos
Plano 2 – Chacra Umbilical – Oxossi – Gnomos e Duendes
Plano 1 – Chacra Básico – Almas – Avissais
Os elementais ou espíritos da natureza são naturalmente puros. Não se contaminam com dúvidas dissociativas, com egoísmo ou com inveja, como acontece com os homens, a não ser que sejam deturpados. Predominam, neles, inocência e ingenuidade cristalinas. Prontos a servir, acorrem solícitos ao nosso chamamento, desejosos de executar nossas ordens.
Nunca, porém, devemos utilizá-los em tarefas menos dignas, ou a serviço de interesses mesquinhos e aviltantes. Aquilo que fizerem de errado, enganados por nós, refluirá inevitavelmente em prejuízo de nós próprios (Lei do Carma).
Além disso, devemos utilizar os seus serviços na justa medida da tarefa a executar, para que eles não se escravizem aos nossos caprichos e interesses. Nunca esqueçamos de que eles como nós, são seres livres, que vivem na Natureza e nela fazem sua evolução e que nós mesmos para chegarmos onde hoje estamos, passamos por esse processo de evolução.
Podemos convocá-los ao serviço do Amor, para o bem de nossos semelhantes já que, com isso, lhes aceleramos a evolução. Mas é preciso respeitá-los e muito.
Se deles fizermos escravos, ficaremos responsáveis por seus destinos, mesmo porque eles não mais nos abandonam, exigindo amparo e proteção como se fossem animaizinhos domésticos. Com isso, podem nos prejudicar, embora não se dêem conta disso.
As Leis Divinas devem ser observadas. Terminada a tarefa que lhes confiamos, cumpre liberá-los imediatamente, agradecendo a colaboração e pedindo a Deus que os abençoe.
Evolução
A escalada da evolução, parte dos pequenos elementais da terra seguindo até os dirigentes de grandes extensões e compreensão, chamados Devas e Elohim.
Elohim: São os dirigentes do Reino, ponto alto da Hierarquia Elemental. Trabalham junto aos Mestres Ascensionados e Arcanjos. São doadores do modelo divino para formação dos espaços materiais.
Deva: Palavra sânscrita que significa “Ser Brilhante”. São encarregados da dinamização de grandes áreas como: mares, florestas, cadeias de montanhas, grandes árvores, tendo a seu encargo a instrução de seres menores no trabalho da natureza.
A invisibilidade desses seres
Os materialistas, não acreditam na existência dos Seres da Natureza alegando não serem visíveis. A invisibilidade desses seres é explicada pelo fato de serem formas etéricas, habitantes de planos energéticos com múltiplas graduações, não perceptíveis aos olhos humanos.
Muitas observações mostram que os Elementais usam duas formas distintas:
a) O Corpo Astral Permanente.
b) Um veículo etérico materializado temporariamente.
As ações resultantes do seu trabalho, sim, são visíveis. Como exemplo histórico, cito a Comunidade de Findhorn (Escócia). Num local totalmente impróprio para a agricultura, fizeram surgir, com sua orientação, flores, verduras, árvores frutíferas etc. Na ocasião (1962), este fato chamou atenção das autoridades governamentais do país, que mandaram examinar o local.
Nos exames foi constatada ausência de qualquer ingrediente químico e que a terra havia sido enriquecida de forma natural e inteligente. Participemos junto aos Elementais na evolução do Planeta Terra. Assim teremos efetuado nosso papel como co-criadores universais.
A pergunta que fica é: Por que insistimos tanto em não vermos quem de fato somos? Muita coisa poderia ser diferente em nossas vidas, bastando apenas que prestássemos um pouco mais de atenção à nossa volta!
Família Cósmica
Temos uma família cósmica que nos acompanha na caminhada da Evolução. Façamos com eles então uma aliança de intenções, para que nos ajudem a manter a saúde em nossos corpos, o que nos manterá saudáveis e conectados com nossa divindade interna.
Sintonizando o Reino dos Elementais
Condições ideais para contatar os Elementais:
1) Com base nas condições climáticas, podemos ser ajudados no contato:
Primavera: Terra / Água = Junho, Julho, Agosto.
Inverno: Água / Ar = Março, Abril, Maio.
Outono: Ar / Fogo = Dezembro, Janeiro, Fevereiro.
Verão: Fogo / Terra = Setembro, Outubro, Novembro.
2) Tendo como base o signo:
Elemento
Signo
Elemental
Fogo
Áries / Leão / Sagitário
Salamandra
Terra
Touro / Capricórnio / Virgem
Gnomo
Ar
Gêmeos / Libra / Aquário
Silfo
Água
Câncer / Escorpião / Peixes
Ondina
Éter
É a substância de onde emanam todos os elementos da criação, elementais e signos.
Filhos da Terra
Estes terão de encarar o desafio de enfrentar os estímulos energéticos do mundo ao redor. É importante revigorar a conexão com a energia do gnomo pessoal andando descalço no barro ou grama. Passar algum tempo junto a plantas e árvores. São ligados ao Arcanjo Uriel.
Filhos da Água
Nestes predomina o intenso envolvimento emocional. Necessitam da a proximidade com a água. A imersão total é o ideal, pois fortalece a ondina pessoal, uma vez que a água é sua força equilibradora. São ligados ao Arcanjo Gabriel.
Filhos do Ar
Nestes predomina a ordem mental e o envolvimento social. Para recarregar o elemento primordial e fortalecer o silfo pessoal, precisam de ar puro e eletricamente carregado. Topos de montanha, locais afastados da umidade, onde o ar é seco e vivificante, é muito bom para reconectá-los. São ligados ao Arcanjo Rafael.
Filhos do Fogo
As pessoas do fogo necessitam de muito sol e atividades vigorosas para realimentar seus veículos. Necessitam passar bastante tempo ao ar livre. Os lugares onde o sol brilha com força e intensidade são essenciais a sua saúde e ligação com a salamandra pessoal, bem como com os demais elementos.
São ligados ao Arcanjo Miguel.
Palermo
Devemos a Paracelsus, Theophrastus Bombastus Von Hohenheim, químico e médico, nascido na Suíça em 1493, teoricamente desencarnado em 1541, a criação da denominação classificatória dos elementais.
“Teoricamente”, porque nunca foram encontrados os seus restos mortais. Paracelsus, foi um dos personagens vividos por nosso querido Mestre Ascencionado Saint Germain.
Elemental significa “Espírito Divino”. El = senhor; mental = vibração mental superior. Estes são os espíritos da natureza.
Deus, concedeu a três Reinos, paralelamente, a oportunidade de evolução e estes três Reinos são: Elemental, Angelical e Humano.
A história mesmo fala sobre os seres elementais, desde a mais remota antiguidade. E, os antepassados de toda a humanidade legaram inúmeros relatos a respeito dos mesmos.
No início da humanidade na Terra, os seres da natureza, encarregados de cada elemento, cuidaram para que tudo fosse feito com exatidão e ordem:
1) - A Terra ainda sendo uma massa de gases de matéria incandescente radioativa, coube naquele momento aos elementais do fogo executarem seu trabalho;
2) - Na época dos grandes ventos, os elementais do ar, zelaram pela evolução desses gases de modo a tornar o ambiente apto a receber formas de vida:
3) - Quando esses gases se precipitaram sobre a água, os elementais da água modificaram o aspecto denso desse líquido;
4) - Então, iniciou-se a solidificação, surgindo aos poucos os continentes que foram fertilizados pelos elementais da terra.
A criação representa um todo inseparável, uma corrente cujos elos não podem ser rompidos.
Os Elementais são os dinamizadores das energias das formas e integram-se aos Elementos da Natureza:
Elemento Terra: Esse elemento e seus dinamizadores trabalham para que a humanidade tenha corpos perfeitos, e possam desenvolver suas atividades espirituais a nível cósmico. A ação qualificadora destes seres é representada por vulcões e terremotos. No nosso corpo, este elemento é representado pelos sais minerais. Livres da ganância, nos aproximamos dos Seres da Terra.
Trabalhando com a terra temos: Os Gnomos e os Duendes, que são entidades que habitam as florestas e lugares desertos. Têm a forma semelhante aos anões e atuam sobre tudo e, sobre todos os que habitam ou transitam nas matas e florestas, dando sinais através de Bicho de Pau, cobras e aves como a Graúna, Melro e semelhantes. Altura aproximada de 15 a 20 cm.
Elemento Água: Este elemento e os seres que fazem parte dele estão relacionados ao nosso corpo emocional, tendo a função de depurá-lo. No plano físico, são grandes agentes de purificação da atmosfera e principalmente na agricultura. Sua ação qualificadora é demonstrada em enchentes, maremotos etc. No corpo humano, o elemento líquido representa 70% do seu volume. Livres das fraquezas, através da firmeza, nos aproximamos dos Seres da Água.
Trabalhando com a água temos: As Ondinas ou Ninfas, que são entidades do amor, que vivem nas águas do mar, lagos, lagoas, rios e cachoeiras, semelhantes às graciosas mocinhas de cabelos longos. Comandam toda a fauna aquática e podem encaixar (incorporar) na forma de sereias, dragões, serpentes marinhas, gaivotas, etc... Altura aproximada de 30 cm.
Elemento Fogo: Esse elemento, e todos os seres que habitam o mesmo, representam a maior força possível, uma vez que são a expressão do próprio Fogo Sagrado de onde provém as várias chamas atuantes nos universos. A ação qualificadora deste elemento provém das atividades vulcânicas e grandes queimadas. No corpo humano, esse elemento funciona através da temperatura, expressões emotivas e psíquicas. Dominando as nossas paixões, nos aproximamos desses seres.
Trabalhando com o fogo temos: As Salamandras, que são entidades diretas do fogo, que não possuem forma definida. Tem-se, quando as vemos, a impressão de uma forma fundamentalmente humana, o rosto, quando não é velado pelas chamas, é de aparência humana, mas a maior parte das vezes apresentam-se na forma de lagartixas, camaleões ou escorpiões. Altura aproximada de 70 a 90 cm.
Elemento Ar: Esse elemento e seus dinamizadores são de extrema importância, para a manutenção da vida no plano físico. Sem o Ar, o ser humano não pode sobreviver. A atividade benéfica dos Seres do Ar é sentida na brisa, no impulso dos barcos, navios e aviões. Sua atividade qualificadora está nos furacões, ciclones, tempestades. No corpo do homem o ar está na respiração, no alento divino. Com a constância, o homem aproxima-se dos seres do ar.
Trabalhando com o ar temos: Os Silfos, que são entidades de pequena estatura, de poderes mágicos, que os diferem dos outros espíritos da natureza, por serem de uma constituição sem forma definida, uma massa semi-sólida de substância etérea. Exemplo: Fumaça, efeitos de luz através dos pirilampos, Aurora Boreal, arco-íris, etc... Altura aproximada de 10 cm.
Além dos irmãozinhos acima relacionados temos ainda as Fadas, os Elfos e o as Avissais, que especifico abaixo com mais alguns detalhes:
Fadas - Elementais Ecléticos: São entidades voláteis, que atuam em todos os reinos da natureza, segundo a necessidade ou ordens recebidas. Apresentam-se muito belas e esvoaçantes em fascinantes evoluções, interferindo na coloração e matiz de tudo que existe no planeta. Altura aproximada de 30 cm.
Elfos – Elementais dos Metais: São entidades em muito semelhante aos SILFOS, sem forma corpórea definida, pois aparecem, da combinação do Ar e do Fogo sobre os metais. Por serem elementais belicosos, atuam amiúde através de cães, gatos e galos de briga. Altura aproximada de 20 cm.
Avissais - Elementais da Terra: São entidades que entrelaçam os elementos da terra e da água, e apresentam-se em massa disforme, porém bem densa e atuam na água e na terra.
a) Na água: Através dos cavalos marinhos, peixes-espada, camarões e crustáceos em geral, pois são seres que se alimentam do lodo aquático.
b) Na terra: Através das minhocas, lesmas, caramujos e semelhantes, pois são seres que se alimentam da umidade do lodo da terra.
OS ELEMENTAIS DA NATUREZA E A UMBANDA
Na Umbanda, invocam-se representantes das 7 linhas dentre as quais, os Caboclos, Marujos, Pretos Velhos, etc. Muitos "trabalhos" de magia negra, são jogados no mar ou em rios que dificultam a sua localização para o "desmanche", nesses casos, podemos invocar esses trabalhadores para que os localizem e os tragam para que se possa desfazer o mal feito.
Faço a seguir um comparativo, com o intuito de ajudar e complementar o seu entendimento sobre nossos irmãozinhos energéticos, aliando-os ao plano dos orixás.
Plano 7 – Chacra Coronário – Oxalá – Silfos
Plano 6 – Chacra Frontal – Senhoras – Ondinas ou Ninfas
Plano 5 – Chacra Laríngeo – Ibeji – Fadas
Plano 4 – Chacra Cardíaco – Xangô – Salamandras
Plano 3 – Chacra Plexo Solar – Ogum – Elfos
Plano 2 – Chacra Umbilical – Oxossi – Gnomos e Duendes
Plano 1 – Chacra Básico – Almas – Avissais
Os elementais ou espíritos da natureza são naturalmente puros. Não se contaminam com dúvidas dissociativas, com egoísmo ou com inveja, como acontece com os homens, a não ser que sejam deturpados. Predominam, neles, inocência e ingenuidade cristalinas. Prontos a servir, acorrem solícitos ao nosso chamamento, desejosos de executar nossas ordens.
Nunca, porém, devemos utilizá-los em tarefas menos dignas, ou a serviço de interesses mesquinhos e aviltantes. Aquilo que fizerem de errado, enganados por nós, refluirá inevitavelmente em prejuízo de nós próprios (Lei do Carma).
Além disso, devemos utilizar os seus serviços na justa medida da tarefa a executar, para que eles não se escravizem aos nossos caprichos e interesses. Nunca esqueçamos de que eles como nós, são seres livres, que vivem na Natureza e nela fazem sua evolução e que nós mesmos para chegarmos onde hoje estamos, passamos por esse processo de evolução.
Podemos convocá-los ao serviço do Amor, para o bem de nossos semelhantes já que, com isso, lhes aceleramos a evolução. Mas é preciso respeitá-los e muito.
Se deles fizermos escravos, ficaremos responsáveis por seus destinos, mesmo porque eles não mais nos abandonam, exigindo amparo e proteção como se fossem animaizinhos domésticos. Com isso, podem nos prejudicar, embora não se dêem conta disso.
As Leis Divinas devem ser observadas. Terminada a tarefa que lhes confiamos, cumpre liberá-los imediatamente, agradecendo a colaboração e pedindo a Deus que os abençoe.
Evolução
A escalada da evolução, parte dos pequenos elementais da terra seguindo até os dirigentes de grandes extensões e compreensão, chamados Devas e Elohim.
Elohim: São os dirigentes do Reino, ponto alto da Hierarquia Elemental. Trabalham junto aos Mestres Ascensionados e Arcanjos. São doadores do modelo divino para formação dos espaços materiais.
Deva: Palavra sânscrita que significa “Ser Brilhante”. São encarregados da dinamização de grandes áreas como: mares, florestas, cadeias de montanhas, grandes árvores, tendo a seu encargo a instrução de seres menores no trabalho da natureza.
A invisibilidade desses seres
Os materialistas, não acreditam na existência dos Seres da Natureza alegando não serem visíveis. A invisibilidade desses seres é explicada pelo fato de serem formas etéricas, habitantes de planos energéticos com múltiplas graduações, não perceptíveis aos olhos humanos.
Muitas observações mostram que os Elementais usam duas formas distintas:
a) O Corpo Astral Permanente.
b) Um veículo etérico materializado temporariamente.
As ações resultantes do seu trabalho, sim, são visíveis. Como exemplo histórico, cito a Comunidade de Findhorn (Escócia). Num local totalmente impróprio para a agricultura, fizeram surgir, com sua orientação, flores, verduras, árvores frutíferas etc. Na ocasião (1962), este fato chamou atenção das autoridades governamentais do país, que mandaram examinar o local.
Nos exames foi constatada ausência de qualquer ingrediente químico e que a terra havia sido enriquecida de forma natural e inteligente. Participemos junto aos Elementais na evolução do Planeta Terra. Assim teremos efetuado nosso papel como co-criadores universais.
A pergunta que fica é: Por que insistimos tanto em não vermos quem de fato somos? Muita coisa poderia ser diferente em nossas vidas, bastando apenas que prestássemos um pouco mais de atenção à nossa volta!
Família Cósmica
Temos uma família cósmica que nos acompanha na caminhada da Evolução. Façamos com eles então uma aliança de intenções, para que nos ajudem a manter a saúde em nossos corpos, o que nos manterá saudáveis e conectados com nossa divindade interna.
Sintonizando o Reino dos Elementais
Condições ideais para contatar os Elementais:
1) Com base nas condições climáticas, podemos ser ajudados no contato:
Primavera: Terra / Água = Junho, Julho, Agosto.
Inverno: Água / Ar = Março, Abril, Maio.
Outono: Ar / Fogo = Dezembro, Janeiro, Fevereiro.
Verão: Fogo / Terra = Setembro, Outubro, Novembro.
2) Tendo como base o signo:
Elemento
Signo
Elemental
Fogo
Áries / Leão / Sagitário
Salamandra
Terra
Touro / Capricórnio / Virgem
Gnomo
Ar
Gêmeos / Libra / Aquário
Silfo
Água
Câncer / Escorpião / Peixes
Ondina
Éter
É a substância de onde emanam todos os elementos da criação, elementais e signos.
Filhos da Terra
Estes terão de encarar o desafio de enfrentar os estímulos energéticos do mundo ao redor. É importante revigorar a conexão com a energia do gnomo pessoal andando descalço no barro ou grama. Passar algum tempo junto a plantas e árvores. São ligados ao Arcanjo Uriel.
Filhos da Água
Nestes predomina o intenso envolvimento emocional. Necessitam da a proximidade com a água. A imersão total é o ideal, pois fortalece a ondina pessoal, uma vez que a água é sua força equilibradora. São ligados ao Arcanjo Gabriel.
Filhos do Ar
Nestes predomina a ordem mental e o envolvimento social. Para recarregar o elemento primordial e fortalecer o silfo pessoal, precisam de ar puro e eletricamente carregado. Topos de montanha, locais afastados da umidade, onde o ar é seco e vivificante, é muito bom para reconectá-los. São ligados ao Arcanjo Rafael.
Filhos do Fogo
As pessoas do fogo necessitam de muito sol e atividades vigorosas para realimentar seus veículos. Necessitam passar bastante tempo ao ar livre. Os lugares onde o sol brilha com força e intensidade são essenciais a sua saúde e ligação com a salamandra pessoal, bem como com os demais elementos.
São ligados ao Arcanjo Miguel.
Palermo
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
CABIDES OU ISCAS MEDIÚNICAS
Observação feita por Wagner Borges, que atribui a vários sintomas,é a transferencia de uma ou mais entidades desencarnadas da aura de outras pessoas ou de um ambiente para a aura de um ou mais mediuns.
Devemos lembrar que na Umbanda , há também todo um trabalho de desobsessão, mesmo que não passe nas raias do conhecimento do medium e do grupo mediunico.
Porém, em se tratando de Umbanda , creio que as causas podem ser outras e não apenas a observada por Wagner Borges.
O texto fala sobre o espírito ser ajudado através de nossas formas de pensamento e contato com nossa energia, e portanto , o que pensamos e nutrimos em dias antecedentes a reunião ser tão importante (claro , entre outras causas).
É sempre pedido que evitemos aborrecimentos, nutrir sentimentos negativos de raiva, rancor, ira, agressividade.
Que procuremos estar vibrando em sentimentos mais elevados, cuidar do resguardo energético , etc.
" quando são levadas a reunião, "penduradas" nos mediuns, as entidades podem se manifestar por estes mesmos mediuns, se tiverem psicofonia, ou podem ser retiradas de sua aura e transferidas para outros mediuns .
Podem ainda ser atendidas no astral "... ( o que mais acontece em se tratando de Umbanda )... " pelos dirigentes espirituais encarregados do trabalho, sem a menifestação direta no físico, aproveitando apenas o ambiente fluidico e vibratório da reunião.
A conexão com estas entidades pode acontecer tanto no dia da reunião , como vários dias antes dela, dependendo da disponibilidade e capacidade do medium, bem como a assistencia a ser dada . E pode causar vários sintomas desagradáveis"...
Nesse trecho a gente pode observar que este recurso de "cabides", não é feito de forma aleatória por nossos guias e nem com qualquer medium.
Mas somente com aqueles que passou por uma avaliação de capacidade e possibilidade de estar fazendo este "trabalho coajuvante" com seus guias ao auxílio a espíritos necessitados.
Um medium enfraquecido , desequilibrado energéticamente , e sem preparo fluidico , seria inviavel a este suporte, podendo piorar sua situação e até dos espíritos que se ligariam a ele.
Logo , minha conclusão é que nem tudo o que os médiuns podem sentir, principalmente os iniciante , é fruto de estar sendo " cabide mediunico".
Bom, tendo em vista tais explicações para o mau estar antes das sessões , não seria algo relativo a iniciantes apenas, ao contrário.
Muitos iniciantes não teriam ainda o amadurecimento e preparo fluidico para estar exercendo tal papel.
A sintonia Guia - Medium, dentro da Umbanda é longa, demorada e requer tempo de trabalho.
É sabido que as entidades "ocupam ' o campo fluidico do medium momentos antes de iniciar uma gira, aproximando-se do medium e já trabalhando seu campo energético.
(por isso é taõ importante o preparo antes de uma gira) e mediuns mais sensitivos podem sentir esta ação mais intesamente que os demais.
Devemos lembrar que na Umbanda , há também todo um trabalho de desobsessão, mesmo que não passe nas raias do conhecimento do medium e do grupo mediunico.
Porém, em se tratando de Umbanda , creio que as causas podem ser outras e não apenas a observada por Wagner Borges.
O texto fala sobre o espírito ser ajudado através de nossas formas de pensamento e contato com nossa energia, e portanto , o que pensamos e nutrimos em dias antecedentes a reunião ser tão importante (claro , entre outras causas).
É sempre pedido que evitemos aborrecimentos, nutrir sentimentos negativos de raiva, rancor, ira, agressividade.
Que procuremos estar vibrando em sentimentos mais elevados, cuidar do resguardo energético , etc.
" quando são levadas a reunião, "penduradas" nos mediuns, as entidades podem se manifestar por estes mesmos mediuns, se tiverem psicofonia, ou podem ser retiradas de sua aura e transferidas para outros mediuns .
Podem ainda ser atendidas no astral "... ( o que mais acontece em se tratando de Umbanda )... " pelos dirigentes espirituais encarregados do trabalho, sem a menifestação direta no físico, aproveitando apenas o ambiente fluidico e vibratório da reunião.
A conexão com estas entidades pode acontecer tanto no dia da reunião , como vários dias antes dela, dependendo da disponibilidade e capacidade do medium, bem como a assistencia a ser dada . E pode causar vários sintomas desagradáveis"...
Nesse trecho a gente pode observar que este recurso de "cabides", não é feito de forma aleatória por nossos guias e nem com qualquer medium.
Mas somente com aqueles que passou por uma avaliação de capacidade e possibilidade de estar fazendo este "trabalho coajuvante" com seus guias ao auxílio a espíritos necessitados.
Um medium enfraquecido , desequilibrado energéticamente , e sem preparo fluidico , seria inviavel a este suporte, podendo piorar sua situação e até dos espíritos que se ligariam a ele.
Logo , minha conclusão é que nem tudo o que os médiuns podem sentir, principalmente os iniciante , é fruto de estar sendo " cabide mediunico".
Bom, tendo em vista tais explicações para o mau estar antes das sessões , não seria algo relativo a iniciantes apenas, ao contrário.
Muitos iniciantes não teriam ainda o amadurecimento e preparo fluidico para estar exercendo tal papel.
A sintonia Guia - Medium, dentro da Umbanda é longa, demorada e requer tempo de trabalho.
É sabido que as entidades "ocupam ' o campo fluidico do medium momentos antes de iniciar uma gira, aproximando-se do medium e já trabalhando seu campo energético.
(por isso é taõ importante o preparo antes de uma gira) e mediuns mais sensitivos podem sentir esta ação mais intesamente que os demais.
EXCESSO DE ÁLCOOL - DE QUEM É A CULPA ?
Dirigir uma gira de Umbanda não é tarefa fácil.
A sensibilidade humana extrapola muitas vezes o bom senso e a habilidade dos dirigentes.
Até os dotados com essas virtudes cometem erros, às vezes com efeitos bombásticos nos médiuns, mesmo os já desenvolvidos.
Servir bebida alcoólica à entidade requer uma série de conhecimentos para evitar que os médiuns sofram conseqüências desastrosas, principalmente ficar embriagado, o que quando acontece, muitas vezes liquida a confiança de um médium.
E por que isso acontece?
Vamos esmiuçar as situações que se criam para entendermos bem.
O álcool nos trabalhos de Umbanda, entre outras funções de magia, serve para embriagar o médium.
Em tal estado, acontece o deslocamento de seu espírito, facilitando a incorporação da entidade.
Isso dentro de um trabalho organizado é inteiramente confiável, mas, em trabalhos sem segurança e desorganizados pode gerar a penetração de entidades atrasadas ou viciadas no alcoolismo.
Esse é um dos motivos que o médium não deve beber fora dos trabalhos.
Considerando a garantia da proteção do trabalho, o médium fica embriagado, mas dominado pela entidade.
Antes de desincorporar, a entidade tira todo o efeito do álcool, deixando o médium com o liquido ingerido mas sem o seu efeito, ou seja, termina a embriaguez do médium.
Isso pode não acontecer se o médium, durante a incorporação, levar um choque por um motivo qualquer, como por exemplo, alguém da hierarquia brigar com o espírito ou mandá-lo, repentinamente, desincorporar.
Isso pode impressionar o médium, pois não devemos esquecer que o normal é que os médiuns sejam conscientes.
Quando esses enganos acontecem, o médium pode ficar totalmente embriagado.
Se isso ocorrer, jamais os dirigentes ou companheiros da casa devem criticá-lo, ao contrário, em casa que existe irmandade e direção segura, o médium receberá todo o apoio pelo eventual erro.
Pelas análises, podemos constatar:
nem sempre a embriaguez de um médium é ocasionada por erro seu, ao contrário, quase sempre provocado pela falta de atenção da hierarquia, que inclusive deve recomendar aos cambones que cuidem do excesso de bebida usada pela entidade.
Deve-se ter muito cuidado ao determinar o afastamento do espírito quando ele ingeriu bebida alcoólica, devendo ter ao menos um tratamento gentil, que toda entidade e mesmo os médiuns merecem.
Como norma deve-se orientar os médiuns que um espírito de luz não bebe por prazer.
O Exu Tranca Ruas das Almas sempre diz: ·se eu quisesse beber não vinha fazer isso em terreiro de Umbanda, iria buscar os alcoólatras nos bares, como fazem os obsessores comuns·.
QUANTO MAIS O MÉDIUM FOR EXPERIENTE MENOS PRECISA INGERIR ÁLCOOL!
Texto: Pai Fernando M. Guimarães
A sensibilidade humana extrapola muitas vezes o bom senso e a habilidade dos dirigentes.
Até os dotados com essas virtudes cometem erros, às vezes com efeitos bombásticos nos médiuns, mesmo os já desenvolvidos.
Servir bebida alcoólica à entidade requer uma série de conhecimentos para evitar que os médiuns sofram conseqüências desastrosas, principalmente ficar embriagado, o que quando acontece, muitas vezes liquida a confiança de um médium.
E por que isso acontece?
Vamos esmiuçar as situações que se criam para entendermos bem.
O álcool nos trabalhos de Umbanda, entre outras funções de magia, serve para embriagar o médium.
Em tal estado, acontece o deslocamento de seu espírito, facilitando a incorporação da entidade.
Isso dentro de um trabalho organizado é inteiramente confiável, mas, em trabalhos sem segurança e desorganizados pode gerar a penetração de entidades atrasadas ou viciadas no alcoolismo.
Esse é um dos motivos que o médium não deve beber fora dos trabalhos.
Considerando a garantia da proteção do trabalho, o médium fica embriagado, mas dominado pela entidade.
Antes de desincorporar, a entidade tira todo o efeito do álcool, deixando o médium com o liquido ingerido mas sem o seu efeito, ou seja, termina a embriaguez do médium.
Isso pode não acontecer se o médium, durante a incorporação, levar um choque por um motivo qualquer, como por exemplo, alguém da hierarquia brigar com o espírito ou mandá-lo, repentinamente, desincorporar.
Isso pode impressionar o médium, pois não devemos esquecer que o normal é que os médiuns sejam conscientes.
Quando esses enganos acontecem, o médium pode ficar totalmente embriagado.
Se isso ocorrer, jamais os dirigentes ou companheiros da casa devem criticá-lo, ao contrário, em casa que existe irmandade e direção segura, o médium receberá todo o apoio pelo eventual erro.
Pelas análises, podemos constatar:
nem sempre a embriaguez de um médium é ocasionada por erro seu, ao contrário, quase sempre provocado pela falta de atenção da hierarquia, que inclusive deve recomendar aos cambones que cuidem do excesso de bebida usada pela entidade.
Deve-se ter muito cuidado ao determinar o afastamento do espírito quando ele ingeriu bebida alcoólica, devendo ter ao menos um tratamento gentil, que toda entidade e mesmo os médiuns merecem.
Como norma deve-se orientar os médiuns que um espírito de luz não bebe por prazer.
O Exu Tranca Ruas das Almas sempre diz: ·se eu quisesse beber não vinha fazer isso em terreiro de Umbanda, iria buscar os alcoólatras nos bares, como fazem os obsessores comuns·.
QUANTO MAIS O MÉDIUM FOR EXPERIENTE MENOS PRECISA INGERIR ÁLCOOL!
Texto: Pai Fernando M. Guimarães
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
VEJO TUDO ! ESTOU MISTIFICANDO?
O grande medo de todo médium que inicia sua caminhada na Umbanda é o da incorporação consciente.
Nove entre dez médiuns sentem-se inseguros em suas primeiras incorporações.
É muito comum ouvirmos frases do tipo “Eu vejo tudo, não posso estar em transe”.
A culpa dessa dúvida que assola nossos terreiros é dos próprios dirigentes que não esclarecem aos iniciantes como é esse processo e dos irmãos mais antigos que insistem em dizer que são totalmente inconscientes, talvez para valorizar a sua (deles) mediunidade ou com medo de serem tachados de mistificadores.
Acalmem-se todos!
Há muitos anos as entidades deixaram de usar a inconsciência como fator preponderante para o bom trabalho exercido pelo médium.
Muito pelo contrário, hoje sabemos que noventa e cinco por cento dos médiuns são conscientes ou semiconscientes.
A inconsciência completa é muito rara e pouquíssimas vezes revelada, justamente para não causar essa insegurança tão presente em nossa religião.
Pensemos no exemplo da água misturada ao açúcar.
Quando adicionamos um ao outro teremos um terceiro liquido inteiramente modificado, mas com ambos os elementos nele.
Assim se processa a incorporação, a mente do médium aliada à energia gerada pela entidade que se aproxima , unem-se em perfeita harmonia e conseguem, utilizando os conhecimentos de ambos, um trabalho mais compacto e correto.
Não se acanhem em dizer que são conscientes, pois a insistência dessa postura pode levá-los a falhas que aí sim, darão margens à suspeitas de mistificação.
Nos primeiros anos da Umbanda havia a necessidade da inconsciência, os médiuns tinham vergonha de entregar-se ao trabalho sem reservas.
Como deixar que um espírito se arrastasse pelo chão falando como criança?
Ou ainda sentasse em um banco com um pito na boca?
Eram atitudes que assustariam o aparelho e o levariam a afastar aquela entidade.
Com a evolução constante da lei, todos conhecem perfeitamente as capas fluídicas que nossas entidades usam e não existe mais a necessidade delas esconderem de seus médiuns a forma com que se apresentam.
O cuidado a se tomar nos terreiros cabe aos dirigentes com informação e doutrina abundante para que o velho fantasma da insegurança se afaste de vez de nossas casas.
Nove entre dez médiuns sentem-se inseguros em suas primeiras incorporações.
É muito comum ouvirmos frases do tipo “Eu vejo tudo, não posso estar em transe”.
A culpa dessa dúvida que assola nossos terreiros é dos próprios dirigentes que não esclarecem aos iniciantes como é esse processo e dos irmãos mais antigos que insistem em dizer que são totalmente inconscientes, talvez para valorizar a sua (deles) mediunidade ou com medo de serem tachados de mistificadores.
Acalmem-se todos!
Há muitos anos as entidades deixaram de usar a inconsciência como fator preponderante para o bom trabalho exercido pelo médium.
Muito pelo contrário, hoje sabemos que noventa e cinco por cento dos médiuns são conscientes ou semiconscientes.
A inconsciência completa é muito rara e pouquíssimas vezes revelada, justamente para não causar essa insegurança tão presente em nossa religião.
Pensemos no exemplo da água misturada ao açúcar.
Quando adicionamos um ao outro teremos um terceiro liquido inteiramente modificado, mas com ambos os elementos nele.
Assim se processa a incorporação, a mente do médium aliada à energia gerada pela entidade que se aproxima , unem-se em perfeita harmonia e conseguem, utilizando os conhecimentos de ambos, um trabalho mais compacto e correto.
Não se acanhem em dizer que são conscientes, pois a insistência dessa postura pode levá-los a falhas que aí sim, darão margens à suspeitas de mistificação.
Nos primeiros anos da Umbanda havia a necessidade da inconsciência, os médiuns tinham vergonha de entregar-se ao trabalho sem reservas.
Como deixar que um espírito se arrastasse pelo chão falando como criança?
Ou ainda sentasse em um banco com um pito na boca?
Eram atitudes que assustariam o aparelho e o levariam a afastar aquela entidade.
Com a evolução constante da lei, todos conhecem perfeitamente as capas fluídicas que nossas entidades usam e não existe mais a necessidade delas esconderem de seus médiuns a forma com que se apresentam.
O cuidado a se tomar nos terreiros cabe aos dirigentes com informação e doutrina abundante para que o velho fantasma da insegurança se afaste de vez de nossas casas.
LIXO UMBANDISTA
Na prática litúrgica da Umbanda, a oferenda é um dos atos mais sagrados de conexão entre fiel e Divindade.
Toda religião tem sua prática ofertatória, quer seja uma fruta no Congá ou até uma nota de R$ 10,00 no envelope. Não importa, este é um ato de oferta, um ato de fé e cada religião tem a sua leitura própria de como deve ser esta prática.
Nas religiões naturais, de culto a Deus e Divindades na natureza, no geral estas religiões tem como pratica ofertatória a oferenda daquilo que vem da natureza, ou seja, flores, frutos, grãos etc.
A Umbanda é uma religião natural, ela entende a natureza física como pontos de força, santuário natural, sítio sagrado ou mesmo casa dos Orixás. E encontramos variadas formas de oferendas, tem oferenda para tudo, para energização, para descarrego, para abertura de caminhos, para prosperidade, para amor e por aí vai. O fato é que oferenda está presente no dia a dia do Umbandista.
Já que é tão comum o ato ofertatório e principalmente depositado na natureza ou nos pontos de força, como: cachoeira, mata, bosque, mar, encruzilhada... Fica a pergunta: o Umbandista foi sendo preparado para ter consciência ambiental ?
Nunca se falou tanto em meio ambiente, efeito estufa, caos planetário como nestes últimos anos. Todavia se não fosse algo tão sério não se falaria tanto. Claro que podemos ajudar muito fazendo cada um a sua parte, como diminuir o tempo do banho, selecionar o lixo, diminuir o uso do carro, etc.
Mas é realmente preocupante o que fazem por aí os Umbandista e demais religiões quando entram na natureza para uma prática sagrada e acabam profanando o espaço sagrado. É isso mesmo, profanando !
Você já observou a quantidade de lixo que fica no pé da árvore ? Na beira do rio ?
Assustado ? Como é que falo lixo ???
Sim, é lixo mesmo !
Este artigo vai ser assim mesmo, um tanto indigesto, é para provocar náuseas e quem sabe ao final, no seu vômito, você comece a evitar que os Orixás continuem tendo que tolerar nosso lixo.
Vamos à parte prática. Reflita comigo, ok ?
O conceito de oferenda é o ato religioso de interação do fiel com seu guia, Orixá e forças da natureza. Energeticamente o prana das oferendas é usado em beneficio de quem oferenda ou pra quem se destina, ou seja, quando uma oferenda é feita para terceiro. Magísticamente é a movimentação de energias e elementais em beneficio próprio ou de outrem. Isso é a síntese pratica de como funciona a oferenda. A Umbanda é o culto à natureza e na oferenda colocamos tudo que é natural.
Partindo deste pressuposto fica claro que o conjunto geral da oferenda deve ser um ato salutar para todos os envolvidos, ou seja, o fiel, a natureza e o Orixá. Pense, os pontos de força naturais são as casas dos Orixás, como a mata está para Oxossi, o mar está para Iemanjá, as cachoeiras estão para Oxum, as pedreiras para Xangô, etc.
Oferendar também é uma forma de presentear. Você gosta de receber presentes e eu também, porém no final a embalagem jogo no lixo e fico com o que é usual no presente.
Sejamos práticos e objetivos. O saquinho plástico não é oferenda. A garrafa não é oferenda. Os descartáveis não são oferendas. O que é oferenda?
As flores, frutos e comidas.
Se a Umbanda vê a natureza como sagrado, logo deve preservá-la. Todo cidadão precisa de uma consciência ecológica para o exercício da cidadania, mas com o Umbandista a coisa vai mais longe, ecologia é preceito religioso, e isso significa muita coisa.
O respeito com a diversidade ritualística que encontramos em nossa religião não pode ser confundido com tolerância aos abusos. Porem antes de julgar precisamos orientar.
Sei que existem muitos conceitos sobre oferendas e postura dentro dos campos sagrados. Certa vez me falaram que tudo que entra na mata não pode sair, ou seja, aquelas dezenas de sacolinhas plásticas que serviram apenas de condutores materiais, tinham que ficar lá. Os copos plásticos, garrafas e bandejas de isopor também. A justificativa: não tirar carrego da mata !
Oras, ou aquele lugar é sagrado e como tal é benéfico, ou é profano e prejudicial, temos que definir isso na mente.
Pelo lado energético ou pergunto: o que vai me atrair negatividades. São as sacolinhas que por sinal são isolantes ou minha vibração mental e emocional ?
Se é a opção dois então qualquer ambiente me fará mal, certo ?
Então vamos descartar esta obrigatoriedade de poluir o espaço sagrado. Até porque esta pratica é mais atual do que parece.
Os antigos zeladores do culto de nação e vertentes afros, anterior á Umbanda ensinavam que as oferendas deviam ser depositadas sobre folhas de bananeira, chapéu-de-couro ( erva ) ou folhagens do Orixá ofertado. Isso é sabedoria natural, não existiam ainda campanhas ambientais. Mais que isso, eles ensinavam que para natureza só vai o que ela ofertava. Os elementos orgânicos se decompõem no solo e viram adubo, muitas vezes as sementes brotam e uma nova vida nasce naquele ambiente.
Contudo, hoje não vemos isso, o que encontramos são garrafas estilhaçadas ao redor de árvores, panos nobres servindo de toalha para o “ banquete divino “ e muitos descartáveis que não oferecem nenhuma utilidade.
Além de cuidar do meio ambiente, precisamos zelar pela boa imagem da religião. Pois, para aqueles que não são adeptos, quando chegam em ambientes com estes “ restos “, criam uma imagem bastante distorcida do real significado das oferendas.
Questão de Postura
Há algum tempo foi notícia em Porto Alegre – RS uma oferenda na beira do rio Guaíba contendo 77 cabeças de bode, claro que sabemos que não tem nada de Umbanda nisso, mas não foi isso que a mídia local divulgou. Também em Curitiba – PR foi proibido a entrada de Umbandista para pratica de oferendas numa reserva florestal, devido ao excesso de lixo não orgânico deixado na natureza e nem preciso citar as milhares de encruzilhadas diariamente forradas por elementos nada agradáveis.
Muitas vezes estes excessos provém da Umbanda, no entanto já foi manchada a nossa imagem e precisamos de postura real e firme, no dia – a – dia do fiel Umbandista, aliado a divulgações e mídias como que realmente a Umbanda se porta á natureza.
Em São Paulo capital, dois cemitérios ganharam há seis anos um Santuário de Obaluaiê / Omulú para os fiéis promoverem seus cultos e oferendas. No entanto tivemos notícia que estes espaços serão desapropriados devido a depreciação do ambiente e a quantidade diária de animais mortos despejados ali.
Precisamos erradicar o contra – senso da má prática ofertatória. Para só depois conseguir mudar a imagem social.
Fazendo a Diferença
Foi preocupado com a violência urbana, privacidade e meio ambiente que o Sr. Pai Ronaldo Linares, presidente da Federação Umbandista do Grande ABC fundou há 30 anos o Santuário Nacional da Umbanda, um espaço que na origem era uma imensa pedreira e terra seca, hoje todo reflorestado com árvores tópicas, cachoeiras, rio e uma imensa área verde. O Umbandista tem toda liberdade e privacidade para realização de seus cultos e oferendas, inclusive em praças específicas para cada Orixá ou linha de trabalho. Hoje, 263 terreiros estão construídos nesta área e há 40 lotes disponíveis para aluguel diário aos interessados em fazer trabalhos na natureza. É aberto ao público geral sem restrições.
Lá sim, você pode fazer uma oferenda com panos, pratos, descartáveis, vidros etc, pois o Santuário conta com uma equipe de funcionários responsáveis pela limpeza, a coleta é seletiva, o que é reciclado tem seu destino certo, o que é orgânico vira alimento para o minhocário que produz o adubo utilizado para o plantio de 300 mudas mensais e faz parte do reflorestamento da Mata Atlântica que o Santuário mantêm.
Pai Ronaldo informa que o Santuário tem um compromisso muito sério com o meio ambiente, por isso são feitas três coletas semanais de lixo, totalizando uma média de 8 a 10 toneladas de puro lixo. Não está incluso nesta conta os recicláveis, orgânicos e alguidares. Em épocas de festa chega coletar quase o dobro disso. Todo esse lixo vem das 2 a 3 mil pessoas que freqüentam semanalmente o Santuário.
O mais interessante é como se aproveita a maioria dos materiais que seriam lixo. Os alguidares são limpos e triturados para servirem de cascalho nas estradas internas do parque. Louças, pratos, copos etc, também são limpos, desinfetados e defumados pela Mãe – de – Santo, Dona Luiza, que separa tudo e encaminha para várias instituições de caridade.
Já os recicláveis são selecionados pelos funcionários que dividem o lucro da venda destes produtos, que não é pouco, sai um caminhão por mês cheio de garrafas e até duas toneladas de plástico, papel e latas, se juntássemos tudo isso, o peso seria em média de 25 toneladas ao mês de “lixo”, evitado de ser despejado e destruir a natureza.
Próximo a cachoeira uma placa alerta os visitantes: “ O lixo traz o rato, o rato traz a cobra, a cobra traz a morte”. A limpeza das oferendas é feita sempre com o prazo mínimo de 24 hs após ser arriada. “ O Umbandista não precisa de uma catedral como só o gênio humano é capaz de construir. Só precisa de um pouco de natureza, como Deus foi capaz de criar “ frisa Pai Ronaldo.
Em Juquitiba, também interior de São Paulo, a União de Tenda de Umbanda e Candomblé do Brasil, presidida pelo Sr. Pai Jamil Rachid, construiu o Vale dos Orixás com o mesmo fim, porém, restrito aos filiados da federação.
Pai Jamil afirma que, por mês, cerca que 2.000 filiados utilizam este espaço.
Em Bauru – SP, a Federação Umbandista Reino de Oxalá, presidida por Sr. Pai Rubens Amaro, há oito anos fundou o Vale dos Orixás.
Infelizmente pelo tamanho do nosso corpo religioso são poucas as iniciativas para “ privatizar “ santuários naturais e trazer conforto, segurança e ecologia para nossa comunidade.
Mas se você reside distante destes espaços se adapte e faça a diferença.
Dicas de Bom Senso
De forma geral os Umbandistas se utilizam da natureza pública, poucos tem acesso aos recintos privados, como citamos. Portanto, todos nós podemos adotar atitudes simples que resultam em grande impacto.
Quando chegar no ponto de força da natureza e definir onde irá arriar sua oferenda, priorize forrar o chão com as folhagens do ambiente. Coloque os elementos e comidas sobre as folhas. Dispense pratos ou coisas do tipo. Os líquidos coloquem em copos descartáveis. Acenda as velas e prepare tudo.
Não há resultado em oferendas feitas às pressas, lembre – se que este é um ato sagrado e com dedicação deve ser ministrado. Então, faça as preces, cantos e pedidos com tranqüilidade. Normalmente na natureza em 30 a 40 minutos as velas já queimaram, ótimo. Recolha as borras e coloque no lixo. Antes de sair, jogue o líquido dos copos ao redor da oferenda, os descartáveis vão pro lixo. Faça o mesmo com garrafas e demais elementos. Certifique – se que ficará na natureza apenas material não poluente.
Seguindo esse preceito deixaremos de agredir a natureza sem perder o ato sagrado e ainda alegrar o Orixá. Não apóie velas no tronco das árvores, você pode matá – las. E lembre – se:
Conceitos de Oferendas e a Natureza
No livro Rituais Umbandistas de Rubens Saraceni, pela Editora Madras, o autor cita na página 21 que “ o ato de fazer uma oferenda ritual a um guia espiritual em um ponto de força abre – lhe a possibilidade de recorrer à própria hierarquia e às forças da natureza, tanto para auxiliarem seu médium como para socorrerem as pessoas que atender. “ Ele ainda complemente que “ a oferenda ritual atua como uma chave de abertura e de religação do médium com o Orixá...”
O espírito Ramatís no livro A Missão da Umbanda, editora do Conhecimento, na página 94 elucida que “ na cosmogonia das religioes africanistas, especialmente a ioruba, o ato de “ arriar “ uma oferenda estabelece e perpetua uma troca de força sagrada entre dois mundos: o divino oculto e o profano visível; tudo é energia e tem mais afinidade com este ou aquele Orixá. Essa energia deve estar sempre em movimento em ambos os sentidos: entre o plano concreto – material e o invisível – astral. Assim como a água em seu ciclo sucessivo de chuva, evaporação, resfriamento e degelo, a dinâmica de transferência energética é considerada essencial e parte da vida. “
Observamos dois autores que ao tratar das oferendas convergem no mesmo ponto. A grandiosidade e sacralidade da oferenda e dos pontos naturais.
TEMPO DE INDIGESTÃO DA SUA OFERENA
Material - Tempo de Degradação
Alguidar - Indeterminado
Louças ( Ibás ) - Indeterminado
Lata de Alumínio - 200 a 500 anos
Vidro - Indeterminado
Isopor - Indeterminado
Metal - 100 anos
Garrafa Pet - 400 anos
Copo de Plástico - 50 anos
Bituca de Cigarro - 5 anos
Papel - 3 a 6 meses
Pano - 6 meses a 1 ano
Sacolas Plásticas - 100 anos
Tampinha de Garrafa - 150 anos
Palito de Fósforo - 6 meses
Rodrigo Queiroz – Revista Umbanda Sagrada
Toda religião tem sua prática ofertatória, quer seja uma fruta no Congá ou até uma nota de R$ 10,00 no envelope. Não importa, este é um ato de oferta, um ato de fé e cada religião tem a sua leitura própria de como deve ser esta prática.
Nas religiões naturais, de culto a Deus e Divindades na natureza, no geral estas religiões tem como pratica ofertatória a oferenda daquilo que vem da natureza, ou seja, flores, frutos, grãos etc.
A Umbanda é uma religião natural, ela entende a natureza física como pontos de força, santuário natural, sítio sagrado ou mesmo casa dos Orixás. E encontramos variadas formas de oferendas, tem oferenda para tudo, para energização, para descarrego, para abertura de caminhos, para prosperidade, para amor e por aí vai. O fato é que oferenda está presente no dia a dia do Umbandista.
Já que é tão comum o ato ofertatório e principalmente depositado na natureza ou nos pontos de força, como: cachoeira, mata, bosque, mar, encruzilhada... Fica a pergunta: o Umbandista foi sendo preparado para ter consciência ambiental ?
Nunca se falou tanto em meio ambiente, efeito estufa, caos planetário como nestes últimos anos. Todavia se não fosse algo tão sério não se falaria tanto. Claro que podemos ajudar muito fazendo cada um a sua parte, como diminuir o tempo do banho, selecionar o lixo, diminuir o uso do carro, etc.
Mas é realmente preocupante o que fazem por aí os Umbandista e demais religiões quando entram na natureza para uma prática sagrada e acabam profanando o espaço sagrado. É isso mesmo, profanando !
Você já observou a quantidade de lixo que fica no pé da árvore ? Na beira do rio ?
Assustado ? Como é que falo lixo ???
Sim, é lixo mesmo !
Este artigo vai ser assim mesmo, um tanto indigesto, é para provocar náuseas e quem sabe ao final, no seu vômito, você comece a evitar que os Orixás continuem tendo que tolerar nosso lixo.
Vamos à parte prática. Reflita comigo, ok ?
O conceito de oferenda é o ato religioso de interação do fiel com seu guia, Orixá e forças da natureza. Energeticamente o prana das oferendas é usado em beneficio de quem oferenda ou pra quem se destina, ou seja, quando uma oferenda é feita para terceiro. Magísticamente é a movimentação de energias e elementais em beneficio próprio ou de outrem. Isso é a síntese pratica de como funciona a oferenda. A Umbanda é o culto à natureza e na oferenda colocamos tudo que é natural.
Partindo deste pressuposto fica claro que o conjunto geral da oferenda deve ser um ato salutar para todos os envolvidos, ou seja, o fiel, a natureza e o Orixá. Pense, os pontos de força naturais são as casas dos Orixás, como a mata está para Oxossi, o mar está para Iemanjá, as cachoeiras estão para Oxum, as pedreiras para Xangô, etc.
Oferendar também é uma forma de presentear. Você gosta de receber presentes e eu também, porém no final a embalagem jogo no lixo e fico com o que é usual no presente.
Sejamos práticos e objetivos. O saquinho plástico não é oferenda. A garrafa não é oferenda. Os descartáveis não são oferendas. O que é oferenda?
As flores, frutos e comidas.
Se a Umbanda vê a natureza como sagrado, logo deve preservá-la. Todo cidadão precisa de uma consciência ecológica para o exercício da cidadania, mas com o Umbandista a coisa vai mais longe, ecologia é preceito religioso, e isso significa muita coisa.
O respeito com a diversidade ritualística que encontramos em nossa religião não pode ser confundido com tolerância aos abusos. Porem antes de julgar precisamos orientar.
Sei que existem muitos conceitos sobre oferendas e postura dentro dos campos sagrados. Certa vez me falaram que tudo que entra na mata não pode sair, ou seja, aquelas dezenas de sacolinhas plásticas que serviram apenas de condutores materiais, tinham que ficar lá. Os copos plásticos, garrafas e bandejas de isopor também. A justificativa: não tirar carrego da mata !
Oras, ou aquele lugar é sagrado e como tal é benéfico, ou é profano e prejudicial, temos que definir isso na mente.
Pelo lado energético ou pergunto: o que vai me atrair negatividades. São as sacolinhas que por sinal são isolantes ou minha vibração mental e emocional ?
Se é a opção dois então qualquer ambiente me fará mal, certo ?
Então vamos descartar esta obrigatoriedade de poluir o espaço sagrado. Até porque esta pratica é mais atual do que parece.
Os antigos zeladores do culto de nação e vertentes afros, anterior á Umbanda ensinavam que as oferendas deviam ser depositadas sobre folhas de bananeira, chapéu-de-couro ( erva ) ou folhagens do Orixá ofertado. Isso é sabedoria natural, não existiam ainda campanhas ambientais. Mais que isso, eles ensinavam que para natureza só vai o que ela ofertava. Os elementos orgânicos se decompõem no solo e viram adubo, muitas vezes as sementes brotam e uma nova vida nasce naquele ambiente.
Contudo, hoje não vemos isso, o que encontramos são garrafas estilhaçadas ao redor de árvores, panos nobres servindo de toalha para o “ banquete divino “ e muitos descartáveis que não oferecem nenhuma utilidade.
Além de cuidar do meio ambiente, precisamos zelar pela boa imagem da religião. Pois, para aqueles que não são adeptos, quando chegam em ambientes com estes “ restos “, criam uma imagem bastante distorcida do real significado das oferendas.
Questão de Postura
Há algum tempo foi notícia em Porto Alegre – RS uma oferenda na beira do rio Guaíba contendo 77 cabeças de bode, claro que sabemos que não tem nada de Umbanda nisso, mas não foi isso que a mídia local divulgou. Também em Curitiba – PR foi proibido a entrada de Umbandista para pratica de oferendas numa reserva florestal, devido ao excesso de lixo não orgânico deixado na natureza e nem preciso citar as milhares de encruzilhadas diariamente forradas por elementos nada agradáveis.
Muitas vezes estes excessos provém da Umbanda, no entanto já foi manchada a nossa imagem e precisamos de postura real e firme, no dia – a – dia do fiel Umbandista, aliado a divulgações e mídias como que realmente a Umbanda se porta á natureza.
Em São Paulo capital, dois cemitérios ganharam há seis anos um Santuário de Obaluaiê / Omulú para os fiéis promoverem seus cultos e oferendas. No entanto tivemos notícia que estes espaços serão desapropriados devido a depreciação do ambiente e a quantidade diária de animais mortos despejados ali.
Precisamos erradicar o contra – senso da má prática ofertatória. Para só depois conseguir mudar a imagem social.
Fazendo a Diferença
Foi preocupado com a violência urbana, privacidade e meio ambiente que o Sr. Pai Ronaldo Linares, presidente da Federação Umbandista do Grande ABC fundou há 30 anos o Santuário Nacional da Umbanda, um espaço que na origem era uma imensa pedreira e terra seca, hoje todo reflorestado com árvores tópicas, cachoeiras, rio e uma imensa área verde. O Umbandista tem toda liberdade e privacidade para realização de seus cultos e oferendas, inclusive em praças específicas para cada Orixá ou linha de trabalho. Hoje, 263 terreiros estão construídos nesta área e há 40 lotes disponíveis para aluguel diário aos interessados em fazer trabalhos na natureza. É aberto ao público geral sem restrições.
Lá sim, você pode fazer uma oferenda com panos, pratos, descartáveis, vidros etc, pois o Santuário conta com uma equipe de funcionários responsáveis pela limpeza, a coleta é seletiva, o que é reciclado tem seu destino certo, o que é orgânico vira alimento para o minhocário que produz o adubo utilizado para o plantio de 300 mudas mensais e faz parte do reflorestamento da Mata Atlântica que o Santuário mantêm.
Pai Ronaldo informa que o Santuário tem um compromisso muito sério com o meio ambiente, por isso são feitas três coletas semanais de lixo, totalizando uma média de 8 a 10 toneladas de puro lixo. Não está incluso nesta conta os recicláveis, orgânicos e alguidares. Em épocas de festa chega coletar quase o dobro disso. Todo esse lixo vem das 2 a 3 mil pessoas que freqüentam semanalmente o Santuário.
O mais interessante é como se aproveita a maioria dos materiais que seriam lixo. Os alguidares são limpos e triturados para servirem de cascalho nas estradas internas do parque. Louças, pratos, copos etc, também são limpos, desinfetados e defumados pela Mãe – de – Santo, Dona Luiza, que separa tudo e encaminha para várias instituições de caridade.
Já os recicláveis são selecionados pelos funcionários que dividem o lucro da venda destes produtos, que não é pouco, sai um caminhão por mês cheio de garrafas e até duas toneladas de plástico, papel e latas, se juntássemos tudo isso, o peso seria em média de 25 toneladas ao mês de “lixo”, evitado de ser despejado e destruir a natureza.
Próximo a cachoeira uma placa alerta os visitantes: “ O lixo traz o rato, o rato traz a cobra, a cobra traz a morte”. A limpeza das oferendas é feita sempre com o prazo mínimo de 24 hs após ser arriada. “ O Umbandista não precisa de uma catedral como só o gênio humano é capaz de construir. Só precisa de um pouco de natureza, como Deus foi capaz de criar “ frisa Pai Ronaldo.
Em Juquitiba, também interior de São Paulo, a União de Tenda de Umbanda e Candomblé do Brasil, presidida pelo Sr. Pai Jamil Rachid, construiu o Vale dos Orixás com o mesmo fim, porém, restrito aos filiados da federação.
Pai Jamil afirma que, por mês, cerca que 2.000 filiados utilizam este espaço.
Em Bauru – SP, a Federação Umbandista Reino de Oxalá, presidida por Sr. Pai Rubens Amaro, há oito anos fundou o Vale dos Orixás.
Infelizmente pelo tamanho do nosso corpo religioso são poucas as iniciativas para “ privatizar “ santuários naturais e trazer conforto, segurança e ecologia para nossa comunidade.
Mas se você reside distante destes espaços se adapte e faça a diferença.
Dicas de Bom Senso
De forma geral os Umbandistas se utilizam da natureza pública, poucos tem acesso aos recintos privados, como citamos. Portanto, todos nós podemos adotar atitudes simples que resultam em grande impacto.
Quando chegar no ponto de força da natureza e definir onde irá arriar sua oferenda, priorize forrar o chão com as folhagens do ambiente. Coloque os elementos e comidas sobre as folhas. Dispense pratos ou coisas do tipo. Os líquidos coloquem em copos descartáveis. Acenda as velas e prepare tudo.
Não há resultado em oferendas feitas às pressas, lembre – se que este é um ato sagrado e com dedicação deve ser ministrado. Então, faça as preces, cantos e pedidos com tranqüilidade. Normalmente na natureza em 30 a 40 minutos as velas já queimaram, ótimo. Recolha as borras e coloque no lixo. Antes de sair, jogue o líquido dos copos ao redor da oferenda, os descartáveis vão pro lixo. Faça o mesmo com garrafas e demais elementos. Certifique – se que ficará na natureza apenas material não poluente.
Seguindo esse preceito deixaremos de agredir a natureza sem perder o ato sagrado e ainda alegrar o Orixá. Não apóie velas no tronco das árvores, você pode matá – las. E lembre – se:
Conceitos de Oferendas e a Natureza
No livro Rituais Umbandistas de Rubens Saraceni, pela Editora Madras, o autor cita na página 21 que “ o ato de fazer uma oferenda ritual a um guia espiritual em um ponto de força abre – lhe a possibilidade de recorrer à própria hierarquia e às forças da natureza, tanto para auxiliarem seu médium como para socorrerem as pessoas que atender. “ Ele ainda complemente que “ a oferenda ritual atua como uma chave de abertura e de religação do médium com o Orixá...”
O espírito Ramatís no livro A Missão da Umbanda, editora do Conhecimento, na página 94 elucida que “ na cosmogonia das religioes africanistas, especialmente a ioruba, o ato de “ arriar “ uma oferenda estabelece e perpetua uma troca de força sagrada entre dois mundos: o divino oculto e o profano visível; tudo é energia e tem mais afinidade com este ou aquele Orixá. Essa energia deve estar sempre em movimento em ambos os sentidos: entre o plano concreto – material e o invisível – astral. Assim como a água em seu ciclo sucessivo de chuva, evaporação, resfriamento e degelo, a dinâmica de transferência energética é considerada essencial e parte da vida. “
Observamos dois autores que ao tratar das oferendas convergem no mesmo ponto. A grandiosidade e sacralidade da oferenda e dos pontos naturais.
TEMPO DE INDIGESTÃO DA SUA OFERENA
Material - Tempo de Degradação
Alguidar - Indeterminado
Louças ( Ibás ) - Indeterminado
Lata de Alumínio - 200 a 500 anos
Vidro - Indeterminado
Isopor - Indeterminado
Metal - 100 anos
Garrafa Pet - 400 anos
Copo de Plástico - 50 anos
Bituca de Cigarro - 5 anos
Papel - 3 a 6 meses
Pano - 6 meses a 1 ano
Sacolas Plásticas - 100 anos
Tampinha de Garrafa - 150 anos
Palito de Fósforo - 6 meses
Rodrigo Queiroz – Revista Umbanda Sagrada
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