Há certas coisas que nos acontecem que servem para nos ensinar valiosas lições. Antigamente, por conta, confesso, de influências de aprendizados da esfera Kardecista, acreditava que nós, quanto espíritos, não retrocedemos em nossa evolução, ou seja, não “involuimos”. Mas agora penso diferente.E como não podia deixar de ser, vou explicar-me.
Ainda acredito que nós, quanto espíritos, não involuímos, mas separei essa questão em duas partes. Quanto espíritos, nós não regredimos porque todo aprendizado é guardado, então quando nós cometemos uma ação que sabemos que está errada, pagaremos por ela. Até descobrirmos que ela guarda em si essa condição, de erro, nós ainda temos a desculpa da ignorância, mas a partir do momento em que nós, espíritos, aprendemos que isso é errado, fica impraticável retornar a praticar tal ato. E isso procede porque nós, enquanto espíritos, temos uma preocupação sem fuga com nossa moral, nossa própria ética, por termos a sensação ampliada, ou melhor, pura, sem o bloqueio que a própria carne nos imputa. Imagine assim: O remorso de uma má ação que praticamos hoje em dia é proporcional ao seu ato. Quanto pior a ação, pior o remorso. Agora, nosso corpo carnal, por funcionar por uma série de terminais elétricos, não permite que sintamos esse remorso em sua totalidade, por falta de capacidade sináptica mesmo. Não sentimos por não ser possível para nosso corpo processar. Mas quanto espíritos, tal sentimento vem em sua totalidade. Esse é o inferno descrito pela mitologia católica.
Mas quanoo seres humanos encarnados, participantes desse orbe terrestre, vi que é possível sim que regridamos em nossa evolução. A partir do momento em que decidimos deixar de levar em conta um aprendizado lógico e o trocamos por algo mais fácil, só porque é mais fácil mesmo, dá menos trabalho.
Quer um exemplo prático? Simples:
Quando conhecemos o mundo espiritualista, conhecemos também a necessidade da caridade, ou seja, de exercer o amor ao próximo. Também temos consciência da necessidade da melhoria interna, pois sabemos que só assim alcançaremos o Cristo, Deus, ou nosso criador. Mas, fala sério, isso dá um trabalhão para nós, principalmente em meio ao caos que é o nosso mundo, que meio que exige que nós tenhamos uma postura individualista, materialista. Muito mais fácil seria, no entanto, simplesmente aceitar a idéia de um Cristo que nos salvará, ou seja, de um terceiro, onde nós depositaremos nossas crenças e ilusões, e ele, por si só, nos salvará. Assim, sem nenhum esforço nosso.
Claro, isso também tem sua razão de ser, mas ao meu ver, é um regresso em sua evolução.
Outra questão interessante é quando passamos a negar certos conhecimentos adquiridos por outro métodos. Simplesmente, negamos a lógica. E não estou falando de uma lógica absurda… pelo contrário, estou falando de uma lógica… como direi… lógica.
Veja bem: os espíritos se apresentam com nomes característicos em nossa linha de trabalho. Mas temos que entender que são nomes característicos, são arquetípicos, algo colocado para nosso próprio entendimento. Isso quer dizer que um espírito que se apresenta como criança em um centro não morreu, necessariamente, como criança.
Mas Nino, essa é uma lógica somente sua.
Não, não é não. Pense assim: O que poderia dizer, a um adulto com problemas em seu relacionamento com a família, um infante, que mal passou por isso? Que mal
sabe o que é um casamento?
Ah, mas ele teve outras vidas, outras histórias.
Sim, teve. E porque, no meio de todas essas histórias, essas vidas, ele tem que se manter como criança? Aliás, com nos diz a literatura espírita, um espírito não tem forma, e seu corpo fluídico, ou o perispírito, é moldável, adaptável para o nosso orbe ou onde quer que o espírito esteja.
Amigos, então por que, no meio disso tudo, manter-se como criança, a não ser para despertar em nós, encarnados e necessitados de alusões, os sentimentos que só uma criança, só o poder de um ícone, faz?
Ah, Nino… mas você está pegando uma literatura que não vem ao nosso caso, não dá para misturar espiritismo com espiritualismo.
Infelizmente, não há alguém que estude a sério nossa religião. E quando digo a sério, digo sério mesmo, algo que vai além de nossa própria manifestação mediúnica e de nosso próprio modo de sentir as coisas. Kardec fez isso ao juntar uma série de manifestações e catalogá-las em alguns volumes. São mais de 200 anos de pesquisas, de coisas que vão além disso.
Sinto que a fantasia nos é imposta em alguns momentos e isso não é de todo o mal, pois isso está nos ajudando a ampliar nosso leque de assistentes e de pessoas que vão atrás da Umbanda, por exemplo, como porta de entrada para o mundo do espiritualismo. Mas isso não é motivo para caminharmos para trás e deixarmos tudo isso de lado em nome daquele velho
poder que venho falando. Pois se só eu conheço o segredo, que é algo que a simplicidade do espiritualismo não possui, então você precisará de mim para decodificá-lo.
Amigos, só peço que pensem a respeito. De tudo. Inclusive do que nós, aqui, falamos.
Abs.
fonte: www.artefolk.com.br
segunda-feira, 21 de maio de 2012
CATIVEIRO DA ALMA
Cativeiro. Palavra difícil, essa.
Muitas vezes meus filhos julgam que o cativeiro é somente aquele em que os homens, geralmente os brancos, subjugavam negros e a eles impingiam toda sorte de sofrimento, de acordo com o mando do senhor dos escravos.
Quanto engano.
Há tantas formas de cativeiro...
O jugo que o homem impõe sobre o outro, tentando oprimir as consciências, espalhando a infelicidade dentro dos corações. O cativeiro das idéias, quando o ser se faz escravo de certos pensamentos, já ultrapassados, ou mesmo das próprias idéias, que nem sempre dignificam quem está com a razão.
Existe a escravidão de um povo, de uma raça, de uma comunidade, de uma família ou de um indivíduo, quando se recusa a seguir o progresso da vida e estaciona no tempo. Mas há também a escravidão daqueles que se julgam sábios, que repetem coisas belas filosofias copiadas de outros e que são incapazes de realizar algo em benefício próprio, como a transformação íntima de suas tendências, seus costumes e idéias, pois se acham escravos de si mesmos.
Na verdade, o cativeiro da escravidão pode ter passado. No entanto, quem sabe Isabel, a princesa, tenha apenas aberto um caminho para que os homens não mais continuassem cativos de seus modismos, medos, ânsias e angústias; de sua pequenez sem sentido?
É preciso que os meus filhos se encarem no espelho. Não naquele espelho no qual costumam olhar-se pela manhã, mas no espelho do eu, na própria alma. Observar se não estão com grilhões atados na mente, na alma ou no coração.
E preciso liberdade. Mas liberdade não é o resultado de um decreto ou de uma assinatura em uma folha de papel. A verdadeira libertação é a da alma, que poderá um dia voar livre como as andorinhas no céu de sua própria vida. Sem grilhões, sem cordas, sem muletas.
É preciso voar e voar alto, dentro de si mesmo.
Pai João de Aruanda
do livro: Sabedoria de Preto Velho
Muitas vezes meus filhos julgam que o cativeiro é somente aquele em que os homens, geralmente os brancos, subjugavam negros e a eles impingiam toda sorte de sofrimento, de acordo com o mando do senhor dos escravos.
Quanto engano.
Há tantas formas de cativeiro...
O jugo que o homem impõe sobre o outro, tentando oprimir as consciências, espalhando a infelicidade dentro dos corações. O cativeiro das idéias, quando o ser se faz escravo de certos pensamentos, já ultrapassados, ou mesmo das próprias idéias, que nem sempre dignificam quem está com a razão.
Existe a escravidão de um povo, de uma raça, de uma comunidade, de uma família ou de um indivíduo, quando se recusa a seguir o progresso da vida e estaciona no tempo. Mas há também a escravidão daqueles que se julgam sábios, que repetem coisas belas filosofias copiadas de outros e que são incapazes de realizar algo em benefício próprio, como a transformação íntima de suas tendências, seus costumes e idéias, pois se acham escravos de si mesmos.
Na verdade, o cativeiro da escravidão pode ter passado. No entanto, quem sabe Isabel, a princesa, tenha apenas aberto um caminho para que os homens não mais continuassem cativos de seus modismos, medos, ânsias e angústias; de sua pequenez sem sentido?
É preciso que os meus filhos se encarem no espelho. Não naquele espelho no qual costumam olhar-se pela manhã, mas no espelho do eu, na própria alma. Observar se não estão com grilhões atados na mente, na alma ou no coração.
E preciso liberdade. Mas liberdade não é o resultado de um decreto ou de uma assinatura em uma folha de papel. A verdadeira libertação é a da alma, que poderá um dia voar livre como as andorinhas no céu de sua própria vida. Sem grilhões, sem cordas, sem muletas.
É preciso voar e voar alto, dentro de si mesmo.
Pai João de Aruanda
do livro: Sabedoria de Preto Velho
sexta-feira, 4 de maio de 2012
ATENÇÃO ! ! !
ESTÁ SENDO ENVIADO E-MAIL DIZENDO QUE O BLOG UMBANDA ON LINE ESTÁ COM VÍRUS.
INFORMO A TODOS QUE NÃO É VERDADE.
O BLOG CONTINUA EM PERFEITA ORDEM!
EU AUREA OLIVEIRA,PROPRIETÁRIA DO MESMO, ESTOU SEMPRE MONITORANDO,PORTANTO, FIQUEM TRANQUILOS, POIS O BLOG ESTÁ SEM NENHUM VÍRUS OU QUALQUER OUTRO PROBLEMA.
O BLOG UMBANDA ON LINE,ESTÁ EM PERFEITA ORDEM CONFORME MANDA AS REGRAS DO BLOGSPOT.
QUALQUER EVENTUALIDADE PEÇO POR GENTILEZA ENVIAR E-MAIL COM INFORMAÇÕES.
E-MAIL PARA CONTATO ESTÁ ACIMA,DO LADO ESQUERDO DA PÁGINA PRINCIPAL. OBRIGADA PELA ATENÇÃO!
AUREA OLIVEIRA
INFORMO A TODOS QUE NÃO É VERDADE.
O BLOG CONTINUA EM PERFEITA ORDEM!
EU AUREA OLIVEIRA,PROPRIETÁRIA DO MESMO, ESTOU SEMPRE MONITORANDO,PORTANTO, FIQUEM TRANQUILOS, POIS O BLOG ESTÁ SEM NENHUM VÍRUS OU QUALQUER OUTRO PROBLEMA.
O BLOG UMBANDA ON LINE,ESTÁ EM PERFEITA ORDEM CONFORME MANDA AS REGRAS DO BLOGSPOT.
QUALQUER EVENTUALIDADE PEÇO POR GENTILEZA ENVIAR E-MAIL COM INFORMAÇÕES.
E-MAIL PARA CONTATO ESTÁ ACIMA,DO LADO ESQUERDO DA PÁGINA PRINCIPAL. OBRIGADA PELA ATENÇÃO!
AUREA OLIVEIRA
quarta-feira, 4 de abril de 2012
PERDA DE AMORES
Perdi meu filho! Perdi minha filha!
Estas são expressões lacrimosas de pais vestidos de dor, pela morte dos seus filhos.
A lógica humana pondera que os pais devam morrer antes dos filhos. Seria a ordem natural das coisas. - Comenta-se.
No entanto, a vida tem suas próprias diretrizes e não segue a lógica que se lhe tenta determinar.
Cada ser tem seu tempo certo de vida. Seu momento de partir.
Cada criatura traz, ao nascer, a programação que estabelece o quantum de anos deva transitar sobre a Terra.
Por isso, inúmeras vezes, partem antes os filhos do que seus pais.
Isso sem se falar das mortes que ocorrem por conta e risco da imprudência, dos desatinos, das inconsequências mundanas.
De toda forma, o processo de separação pela morte é extremamente doloroso, na Terra.
Acostumados à vestimenta carnal, grosseira, impedidos de ver o mundo invisível, que nos cerca, choramos a ausência dos que nos disseram o grande adeus, na aduana da morte.
Chorando e lamentando, falamos de perda. Mas, como escreveu José Saramago: Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo.
Eis o ponto. Ninguém perde ninguém. Os filhos nos são confiados à guarda pela Divindade. Os pais nos são oferecidos como portos de segurança.
Cada pessoa que nos conquista a afeição pode permanecer conosco um tempo mas, bem poderá ser convidada ao retorno, antes de nós.
Compete-nos, portanto, estarmos preparados a fim de que não detenhamos as lutas porque alguém se foi. Não nos vistamos de crepe porque a morte arrebatou o ser amado do nosso lado.
Sobretudo não utilizemos palavras como perda, pois que o que se verifica é a ausência da presença física.
Os que partem prosseguem nutrindo por nós os mesmos sentimentos.
Se nos amam, envolvem-nos com seus abraços espirituais de forma constante. De onde se encontrem, trabalhando no bem, crescendo no progresso, nos enviam suas mensagens de luz.
Aguardam-nos, a cada noite, o desprendimento do corpo para dialogarem conosco mais intensamente. E nos abençoam as lembranças, fazendo-nos tudo recordar como um delicado sonho, ao despertar.
Alegram-se com nossas conquistas. Fazem-se presentes em nossas festividades e nos enxugam as lágrimas, nos dias de desolação.
Alimentam a nossa saudade com suas sutis presenças e, vez ou outra, espalham o perfume do seu amor, causando-nos doces emoções.
Incentivam-nos nas lutas de cada dia e aguardam, paciente e amorosamente, que os anos transcorram a fim de que se processe o reencontro.
Eles nos disseram Até logo mais, não Adeus.
Afetos ausentes. Não perdidos, nem desaparecidos.
Pensemos nisso e reformulemos nossos pensamentos e palavras.
Redação do Momento Espírita.
Estas são expressões lacrimosas de pais vestidos de dor, pela morte dos seus filhos.
A lógica humana pondera que os pais devam morrer antes dos filhos. Seria a ordem natural das coisas. - Comenta-se.
No entanto, a vida tem suas próprias diretrizes e não segue a lógica que se lhe tenta determinar.
Cada ser tem seu tempo certo de vida. Seu momento de partir.
Cada criatura traz, ao nascer, a programação que estabelece o quantum de anos deva transitar sobre a Terra.
Por isso, inúmeras vezes, partem antes os filhos do que seus pais.
Isso sem se falar das mortes que ocorrem por conta e risco da imprudência, dos desatinos, das inconsequências mundanas.
De toda forma, o processo de separação pela morte é extremamente doloroso, na Terra.
Acostumados à vestimenta carnal, grosseira, impedidos de ver o mundo invisível, que nos cerca, choramos a ausência dos que nos disseram o grande adeus, na aduana da morte.
Chorando e lamentando, falamos de perda. Mas, como escreveu José Saramago: Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo.
Eis o ponto. Ninguém perde ninguém. Os filhos nos são confiados à guarda pela Divindade. Os pais nos são oferecidos como portos de segurança.
Cada pessoa que nos conquista a afeição pode permanecer conosco um tempo mas, bem poderá ser convidada ao retorno, antes de nós.
Compete-nos, portanto, estarmos preparados a fim de que não detenhamos as lutas porque alguém se foi. Não nos vistamos de crepe porque a morte arrebatou o ser amado do nosso lado.
Sobretudo não utilizemos palavras como perda, pois que o que se verifica é a ausência da presença física.
Os que partem prosseguem nutrindo por nós os mesmos sentimentos.
Se nos amam, envolvem-nos com seus abraços espirituais de forma constante. De onde se encontrem, trabalhando no bem, crescendo no progresso, nos enviam suas mensagens de luz.
Aguardam-nos, a cada noite, o desprendimento do corpo para dialogarem conosco mais intensamente. E nos abençoam as lembranças, fazendo-nos tudo recordar como um delicado sonho, ao despertar.
Alegram-se com nossas conquistas. Fazem-se presentes em nossas festividades e nos enxugam as lágrimas, nos dias de desolação.
Alimentam a nossa saudade com suas sutis presenças e, vez ou outra, espalham o perfume do seu amor, causando-nos doces emoções.
Incentivam-nos nas lutas de cada dia e aguardam, paciente e amorosamente, que os anos transcorram a fim de que se processe o reencontro.
Eles nos disseram Até logo mais, não Adeus.
Afetos ausentes. Não perdidos, nem desaparecidos.
Pensemos nisso e reformulemos nossos pensamentos e palavras.
Redação do Momento Espírita.
quarta-feira, 28 de março de 2012
ACEITANDO A MORTE
É no momento da morte de um ente querido que devemos exteriorizar nosso verdadeiro amor e espiritualidade.
É principalmente nesse momento que devemos entender que somos espíritos em experiência no plano material e que nosso corpo não está preso a esta única forma de existência, portanto, a morte não deve ser sentida como um fim, mas como um novo recomeço, ou melhor, como um retorno à nossa verdadeira morada, a espiritual.
É evidente que a morte, de uma forma geral, é vista na sociedade menos espiritualizada como algo trágico e desconcertante, as dificuldades de entender o que não faz parte do lógico ou racional envolve o emocional de quem fica, tornando esse momento complicado com muita tristeza e dor.
Sentimentos e entendimento que divergem totalmente àqueles que entendem e praticam a espiritualidade em suas vidas, pois uma pessoa verdadeiramente espiritualizada sabe que o fim não existe, que o reencontro é fato e que a tristeza só alimenta a dor.
Quando falamos da espiritualidade nesta etapa da vida, falamos em aceitação daquilo que é irracional: a existência de um ser superior, essência, ordem suprema. Algo que nós não podemos entender nem controlar e que desafia a lógica, mas que pode dar um significado diferente à nossa existência. É claro que nesse momento perguntas sobre o sentido da vida, da dor, sobre o passado, o presente e o futuro surgem. É a consciência ou a percepção que começamos a aprender sobre nós mesmos no mundo espiritual e material, é um momento de atitude e de consciência sobre a eternidade.
Mãe Mônica Caraccio- Redatora do JUCA – Jornal de Umbanda Carismática
É principalmente nesse momento que devemos entender que somos espíritos em experiência no plano material e que nosso corpo não está preso a esta única forma de existência, portanto, a morte não deve ser sentida como um fim, mas como um novo recomeço, ou melhor, como um retorno à nossa verdadeira morada, a espiritual.
É evidente que a morte, de uma forma geral, é vista na sociedade menos espiritualizada como algo trágico e desconcertante, as dificuldades de entender o que não faz parte do lógico ou racional envolve o emocional de quem fica, tornando esse momento complicado com muita tristeza e dor.
Sentimentos e entendimento que divergem totalmente àqueles que entendem e praticam a espiritualidade em suas vidas, pois uma pessoa verdadeiramente espiritualizada sabe que o fim não existe, que o reencontro é fato e que a tristeza só alimenta a dor.
Quando falamos da espiritualidade nesta etapa da vida, falamos em aceitação daquilo que é irracional: a existência de um ser superior, essência, ordem suprema. Algo que nós não podemos entender nem controlar e que desafia a lógica, mas que pode dar um significado diferente à nossa existência. É claro que nesse momento perguntas sobre o sentido da vida, da dor, sobre o passado, o presente e o futuro surgem. É a consciência ou a percepção que começamos a aprender sobre nós mesmos no mundo espiritual e material, é um momento de atitude e de consciência sobre a eternidade.
Mãe Mônica Caraccio- Redatora do JUCA – Jornal de Umbanda Carismática
quarta-feira, 21 de março de 2012
POR QUE PEDIMOS SILÊNCIO NO TERREIRO
Atente para o que você fala. Boas palavras são as que edificam, elevam e agradam. Más palavras são as que destroem, rebaixam e machucam. O que sai da boca é força criadora.
Provindos de Deus, os orixás são os grandes criadores, e se expressam pelo som. A palavra é, portanto, um dos meios de manifestação do Divino na Terra, e quando proferida passa a produzir efeitos; não há como fazê-la retornar. Por isso, ao adentrar um terreiro de umbanda, pense antes de falar.
Pense novamente e evite excessos, pois muito antes de sua chegada os falangeiros dos orixás já estão organizando, em nível astral, todo o aparato necessário para providenciar o socorro e a cura dos espíritos doentes e sofredores. Os meios necessários para a defesa desse "hospital de almas" são ativados com a finalidade de conter os ataques trevosos que a casa irá receber antes, durante e depois da sessão. Portanto, não seja o porta-voz das sombras, trazendo desarmonia para o ambiente. Facilite o trabalho, não julgando nada, não emitindo opinião, ou melhor, adotando uma postura de imparcialidade diante do momento existencial e da dor de cada um.
Como você não sabe de seu passado, então deve vigiar os seus pensamentos e as suas palavras. Deve regrar-se pela verdade e pela sensatez; regular o tom de voz, falando mais baixo, e ser delicado com as pessoas.
Médium trabalhador, é seu dever transmitir paz, certeza, carinho e alegria aos que chegam. Tudo o que você fala precisa ser digno de ser ouvido por nós do "lado de cá", singelos obreiros dos orixás.
Lembre-se sempre disso e fale aos outros como se estivesse falando direto a Deus ao pisar num terreiro de umbanda.
Exu Tiriri
Provindos de Deus, os orixás são os grandes criadores, e se expressam pelo som. A palavra é, portanto, um dos meios de manifestação do Divino na Terra, e quando proferida passa a produzir efeitos; não há como fazê-la retornar. Por isso, ao adentrar um terreiro de umbanda, pense antes de falar.
Pense novamente e evite excessos, pois muito antes de sua chegada os falangeiros dos orixás já estão organizando, em nível astral, todo o aparato necessário para providenciar o socorro e a cura dos espíritos doentes e sofredores. Os meios necessários para a defesa desse "hospital de almas" são ativados com a finalidade de conter os ataques trevosos que a casa irá receber antes, durante e depois da sessão. Portanto, não seja o porta-voz das sombras, trazendo desarmonia para o ambiente. Facilite o trabalho, não julgando nada, não emitindo opinião, ou melhor, adotando uma postura de imparcialidade diante do momento existencial e da dor de cada um.
Como você não sabe de seu passado, então deve vigiar os seus pensamentos e as suas palavras. Deve regrar-se pela verdade e pela sensatez; regular o tom de voz, falando mais baixo, e ser delicado com as pessoas.
Médium trabalhador, é seu dever transmitir paz, certeza, carinho e alegria aos que chegam. Tudo o que você fala precisa ser digno de ser ouvido por nós do "lado de cá", singelos obreiros dos orixás.
Lembre-se sempre disso e fale aos outros como se estivesse falando direto a Deus ao pisar num terreiro de umbanda.
Exu Tiriri
SABEDORIA E AMBIÇÃO
A sede de poder e a disputa ensandecida de domínio perante a comunidade umbandista, ainda entontecida pela difusão de fundamentos jogados diuturnamente nas mais diversas formas de mídia que disfarçam no Sagrado a venalidade de certos sacerdotes, impera nessas lideranças que travam verdadeira guerra para impor o seu modelo teológico.
Assim, persistem numa busca ferrenha de adeptos para ter o rebanho maior, qual pastor que pula o seu cercado para pegar as ovelhas do vizinho.
Não importa se o do lado cobra, raspa, corta e mata. O que vale é aumentar os adeptos, qual "guru" de outrora que impressionava as multidões ao amansar tigres e cobras.
Lembrai-vos de que quanto maior a inteligência e a consciência, maior pode ser a ambição. Aos que muito sabem e ambicionam, muito será cobrado pelos orixás.
Ramatís
Assim, persistem numa busca ferrenha de adeptos para ter o rebanho maior, qual pastor que pula o seu cercado para pegar as ovelhas do vizinho.
Não importa se o do lado cobra, raspa, corta e mata. O que vale é aumentar os adeptos, qual "guru" de outrora que impressionava as multidões ao amansar tigres e cobras.
Lembrai-vos de que quanto maior a inteligência e a consciência, maior pode ser a ambição. Aos que muito sabem e ambicionam, muito será cobrado pelos orixás.
Ramatís
segunda-feira, 19 de março de 2012
ENFERMIDADES E PREJUÍZOS
— Além da enfermidade que pode ser transmitida pelo animal hipertrofiado na engorda e da culpa do homem quanto à sua morte, a ingestão de carne causa também prejuízos diretos à alma?
— O animal possui o “duplo-astral”, que é revestido de magnetismo astral; esse veículo etéreo-astral, sobrevive à dissolução do corpo físico e serve de “matriz” para que, no futuro, o animal se integre novamente na sua espécie particular. Embora esse duplo-astral seja ainda destituído de substância mental, que lhe permitiria alguns reflexos de razão, é poderosamente receptivo às energias existentes no meio em que vive o animal. Conforme a vida deste último, o seu invólucro sobrevivente também revela a natureza melhor ou pior da espécie a que o animal pertence, Em conseqüência, a aura do porco, por exemplo, é sumamente grossei¬ra, instintiva e letárgica, em comparação com a aura do cão, do gato ou do carneiro, os quais já se situam num plano mais afetivo e revelam alguns bruxuleios de entendimento racional.
O chiqueiro é de um clima repulsivo e repleto de energias deletérias, que atuam tanto no campo físico como na esfera astral. Quando o suíno é sacrificado, a sua carne reflui sob o impacto vio¬lento, febricitante e doloroso da morte; o choque que lhe extingue a existência, ainda plena de vitalidade física, também exacerba-lhe o duplo-etéreo astral, e que está sob o comando geral do espíri¬to-grupo. Essa matança prematura, que interrompe de súbito a corrente vital energética, irrita furiosamente as forças de todos os planos interpenetrantes no animal; os demais veículos se contraem e se confrangem, ao mesmo tempo, atritando-se num turbilhão de energias contraditórias e violentas, que se libertam como verda¬deiros explosivos etéricos. Há completa “coagulação físio-astral”; o sangue, que é a linfa da vida e o portador dos elementos mais poderosos do mundo invisível, estagna em seu seio o “quantum” de energia inferior do mundo astral e que o próprio porco carreia para o seu corpo físico.
No instante da morte, as energias deletérias, que flutuam na aura do suíno e lhe intercambiam o fenômeno da vida inferior, coagulam-se na carne sacrificada e combinam-se com o “tônus-vital” degradante, que provém da engorda e do sofrimento do animal no charco de albumina e uréia. A carne do porco fica verdadeiramen¬te gomosa, pela substância astral que se coagula ao seu redor e se fixa viscosamente nas fibras cadavéricas.
Os espíritas e demais estudiosos da alma sabem que todas as coisas e seres são portadores de um veículo etéreo-astral, o qual absorve as energias ambientais e expele as que são gastas nas trocas afins aos seus tipos psíquicos ou físicos.
Quando ingeris retalhos de carne de porco, absorveis também sua parte astral inferior e que adere à coagulação do sangue; essa energia astral desregrada e pantanosa é agressiva e nauseante nos planos etéricos; assim que os sucos gástricos decompõem a carne física no estômago humano, liberta-se, então, esse visco astral, repelente e pernicioso. Sob a lei de atração e correspondência vibratória nos mesmos planos, a substância gomosa, que é exsuda¬da pela carne digerida no estômago, incorpora-se, então, ao corpo etéreo-astral do homem e abaixa as vibrações de sua aura, colan¬do-se à delicada fisiologia etérica invisível, à semelhança de pesada cerração oleosa e adstringente. O astral albuminoso do porco, que também é ingerido com o “delicioso petisco” assado, transforma-se em densa cortina fluídica no campo áurico do homem demasiada¬mente carnívoro. Deste modo, dificulta-se o processo normal de assistência espiritual daqui, pois os Espíritos Guias já não conse¬guem atravessar a barreira viscosa do baixo magnetismo, a fim de formularem a intuição orientadora aos seus pupilos carnívoros. A aura se apresenta suja das emanações do astral inferior e ofuscan¬te, que se exsuda da carne do suíno.
Os homens glutônicos e excessivamente afeiçoados à carne de porco afirmam-se dotados de invejável vigor sexual, enquanto que as criaturas exclusivamente vegetarianas são algo empalidecidas, letár¬gicas e distanciadas da virilidade costumeira do mundo das paixões humanas. Esse fato comprova que o aumento da nutrição de carne acarreta também o aumento da sensação de ordem mais primitiva. Mas, em sentido oposto, a preferência pela alimentação vegetariana é poderoso auxiliar para o espírito se libertar do jugo material.
Os antigos banquetes pantagruélicos, dos romanos e babilô¬nicos, em cujas mesas lautas se amontoavam assados e cozidos cadavéricos, terminavam sempre nas mais lúbricas orgias, que ainda mais se superexcitavam com a influência do astral inferior dos animais devorados. Ainda hoje, o excesso de alimentação carnívora, que é preferida pelos aldeões, estigmatiza muitos deles com o “fácies suínico” ou o “estigma bovino”, que lhes dá um ar pesadão e letárgico, caracterizando fisionomias que lembram vagamente o temperamento dos animais devorados. E a excessi¬va carga astral que lhes interpenetra o perispírito e transforma a configuração humana, fazendo transparecer os contornos do tipo animal inferior.
Nos planos erráticos do Além, é muito comum encontrarmos espíritos que se afeiçoaram tão fanaticamente aos despojos dos animais, que passam a reproduzir certas caricaturas circenses, com visíveis aspectos animalescos caldeados pelo astral inferior!
do livro:Fisiologia da alma - Ramatís
— O animal possui o “duplo-astral”, que é revestido de magnetismo astral; esse veículo etéreo-astral, sobrevive à dissolução do corpo físico e serve de “matriz” para que, no futuro, o animal se integre novamente na sua espécie particular. Embora esse duplo-astral seja ainda destituído de substância mental, que lhe permitiria alguns reflexos de razão, é poderosamente receptivo às energias existentes no meio em que vive o animal. Conforme a vida deste último, o seu invólucro sobrevivente também revela a natureza melhor ou pior da espécie a que o animal pertence, Em conseqüência, a aura do porco, por exemplo, é sumamente grossei¬ra, instintiva e letárgica, em comparação com a aura do cão, do gato ou do carneiro, os quais já se situam num plano mais afetivo e revelam alguns bruxuleios de entendimento racional.
O chiqueiro é de um clima repulsivo e repleto de energias deletérias, que atuam tanto no campo físico como na esfera astral. Quando o suíno é sacrificado, a sua carne reflui sob o impacto vio¬lento, febricitante e doloroso da morte; o choque que lhe extingue a existência, ainda plena de vitalidade física, também exacerba-lhe o duplo-etéreo astral, e que está sob o comando geral do espíri¬to-grupo. Essa matança prematura, que interrompe de súbito a corrente vital energética, irrita furiosamente as forças de todos os planos interpenetrantes no animal; os demais veículos se contraem e se confrangem, ao mesmo tempo, atritando-se num turbilhão de energias contraditórias e violentas, que se libertam como verda¬deiros explosivos etéricos. Há completa “coagulação físio-astral”; o sangue, que é a linfa da vida e o portador dos elementos mais poderosos do mundo invisível, estagna em seu seio o “quantum” de energia inferior do mundo astral e que o próprio porco carreia para o seu corpo físico.
No instante da morte, as energias deletérias, que flutuam na aura do suíno e lhe intercambiam o fenômeno da vida inferior, coagulam-se na carne sacrificada e combinam-se com o “tônus-vital” degradante, que provém da engorda e do sofrimento do animal no charco de albumina e uréia. A carne do porco fica verdadeiramen¬te gomosa, pela substância astral que se coagula ao seu redor e se fixa viscosamente nas fibras cadavéricas.
Os espíritas e demais estudiosos da alma sabem que todas as coisas e seres são portadores de um veículo etéreo-astral, o qual absorve as energias ambientais e expele as que são gastas nas trocas afins aos seus tipos psíquicos ou físicos.
Quando ingeris retalhos de carne de porco, absorveis também sua parte astral inferior e que adere à coagulação do sangue; essa energia astral desregrada e pantanosa é agressiva e nauseante nos planos etéricos; assim que os sucos gástricos decompõem a carne física no estômago humano, liberta-se, então, esse visco astral, repelente e pernicioso. Sob a lei de atração e correspondência vibratória nos mesmos planos, a substância gomosa, que é exsuda¬da pela carne digerida no estômago, incorpora-se, então, ao corpo etéreo-astral do homem e abaixa as vibrações de sua aura, colan¬do-se à delicada fisiologia etérica invisível, à semelhança de pesada cerração oleosa e adstringente. O astral albuminoso do porco, que também é ingerido com o “delicioso petisco” assado, transforma-se em densa cortina fluídica no campo áurico do homem demasiada¬mente carnívoro. Deste modo, dificulta-se o processo normal de assistência espiritual daqui, pois os Espíritos Guias já não conse¬guem atravessar a barreira viscosa do baixo magnetismo, a fim de formularem a intuição orientadora aos seus pupilos carnívoros. A aura se apresenta suja das emanações do astral inferior e ofuscan¬te, que se exsuda da carne do suíno.
Os homens glutônicos e excessivamente afeiçoados à carne de porco afirmam-se dotados de invejável vigor sexual, enquanto que as criaturas exclusivamente vegetarianas são algo empalidecidas, letár¬gicas e distanciadas da virilidade costumeira do mundo das paixões humanas. Esse fato comprova que o aumento da nutrição de carne acarreta também o aumento da sensação de ordem mais primitiva. Mas, em sentido oposto, a preferência pela alimentação vegetariana é poderoso auxiliar para o espírito se libertar do jugo material.
Os antigos banquetes pantagruélicos, dos romanos e babilô¬nicos, em cujas mesas lautas se amontoavam assados e cozidos cadavéricos, terminavam sempre nas mais lúbricas orgias, que ainda mais se superexcitavam com a influência do astral inferior dos animais devorados. Ainda hoje, o excesso de alimentação carnívora, que é preferida pelos aldeões, estigmatiza muitos deles com o “fácies suínico” ou o “estigma bovino”, que lhes dá um ar pesadão e letárgico, caracterizando fisionomias que lembram vagamente o temperamento dos animais devorados. E a excessi¬va carga astral que lhes interpenetra o perispírito e transforma a configuração humana, fazendo transparecer os contornos do tipo animal inferior.
Nos planos erráticos do Além, é muito comum encontrarmos espíritos que se afeiçoaram tão fanaticamente aos despojos dos animais, que passam a reproduzir certas caricaturas circenses, com visíveis aspectos animalescos caldeados pelo astral inferior!
do livro:Fisiologia da alma - Ramatís
terça-feira, 6 de março de 2012
SINAIS DE OBSESSÃO
SINAIS DE ALARME
Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda na obsessão:
• quando entramos na faixa da impaciência;
• quando acreditamos que nossa dor é maior;
• quando passamos a ver ingratidão nos amigos;
• quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;
• quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;
• quando reclamamos apreço e reconhecimento;
• quando supomos que o nosso trabalho esta sendo excessivo;
• quando passamos o dia a exigir esforço alheio sem prestar o mais leve serviço;
• quando pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool ou do entorpecente;
• quando julgamos que o dever é apenas dos outros.
Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos a prudência de amparar-nos no socorro da prece ou da luz do discernimento.
pelo espírito Scheila
do livro Ideal Espírita
psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira.
Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda na obsessão:
• quando entramos na faixa da impaciência;
• quando acreditamos que nossa dor é maior;
• quando passamos a ver ingratidão nos amigos;
• quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;
• quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;
• quando reclamamos apreço e reconhecimento;
• quando supomos que o nosso trabalho esta sendo excessivo;
• quando passamos o dia a exigir esforço alheio sem prestar o mais leve serviço;
• quando pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool ou do entorpecente;
• quando julgamos que o dever é apenas dos outros.
Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos a prudência de amparar-nos no socorro da prece ou da luz do discernimento.
pelo espírito Scheila
do livro Ideal Espírita
psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
A IMPORTÂNCIA DE FAZER O SINAL DA CRUZ
Precisamos ficar atentos a um detalhe (para o qual o Oscar foi "intuído", recentemente): as pessoas costumam fazer a "parte de baixo" do "sinal da cruz" acima do "plexo solar" (ou "no meio do peito"; );
ou seja, muito acima do que é correto. E, se você prestar atenção, até padre faz isso, sem o perceber.
A "questão" é que, quando se faz o sinal da cruz, devemos alongá-lo bastante (para que a "Cruz" fique na "posição correta"); tocando nosso corpo logo abaixo do umbigo; e não "no meio do peito".
Porque isso...?
Fazendo a "cruz" como muitas pessoas se habituaram, tocando a testa, depois o tronco logo acima do "plexo solar" (logo abaixo da região das mamas) e, finalmente, os lados do tórax (na região das mamas), sem o perceber, estão "invertendo a cruz" (colocando-a "de cabeça para baixo"). Isto é uma "simbologia" adotada em rituais de "magia negra": a "cruz invertida".
A coisa só não é "pior", em termos de "atração de energias densas", pela "intenção" das pessoas ao fazer o sinal. Quem o faz "mecanicamente", sem colocar sua "atenção e intenção" nas "Forças de Luz", seria "melhor" não fazer sinal algum.
Devemos, então, nos lembrar de "alongar" o Sinal da Cruz, sempre que o fizermos, para "colocar" a cruz na "posição correta". Lembre-se que estamos ("agora, neste novo milênio") sob a misericordiosa "Luz do Mestre Saint Germain". Assim, se você estiver, por exemplo, utilizando a Chama Violeta para "limpar os teus corpos" (físico, etérico, mental e emocional), o teu "karma" ou qualquer "limitação da tua vida", você também pode fazer a "Cruz de Saint Germain" (a cruz de "traços - vertical e horizontal - iguais"), em sua testa (na altura do "chacra frontal").
E lembre-se, ainda, que um outro "gesto" poderoso para nos "conectarmos" com a Divindade que nos habita, é "triângulo" ("testa - lado esquerdo do tórax - llado direito tórax - testa") que reprepresenta a "Energia de Deus": "Pai - Filho - Espírito Santo" (a "Santíssima Trindade" dos humanos).
SIMBOLOGIA E INTENÇÕES
(†)-Pelo sinal da Santa Cruz, (†) livrai-nos Deus, Nosso Senhor, (†) dos nossos inimigos, (†) em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
O Sinal da Cruz é uma oração importante que deve ser rezada logo que acordamos, como a nossa primeira oração, para que Deus, pelos méritos da Cruz de Seu Divino Filho, nos proteja durante todo o dia. Com este Sinal, que é o sinal do cristão, nós pedimos proteção contra os nossos inimigos. Que inimigos?
† Pelo sinal da Santa Cruz: ao traçarmos a primeira cruz em nossa testa, nós estamos pedindo a Deus que proteja a nossa mente dos maus pensamentos, das ideologias malsãs e das heresias, que tanto nos tentam nos dias de hoje e mantendo a nossa inteligência alerta contra todos os embustes, ciladas e pensamentos negativos.
† Livrai-nos Deus, Nosso Senhor: com esta segunda cruz sobre os lábios, estamos pedindo para que de nossa boca só saiam palavras de louvor: louvor a Deus, louvor aos Seus Santos e aos Seus Anjos; de agradecimento a Deus, pois tudo o que somos e temos são frutos da Sua misericórdia e do Seu amor e não dos nossos méritos; que as nossas palavras jamais sejam ditas para ofender o nosso irmão;
† Dos nossos inimigos – esta terceira cruz tem como objetivo proteger o nosso coração contra os maus sentimentos: contra o ódio, a vaidade, a inveja, a luxúria e outros vícios; fazer dele uma fonte inesgotável de amor a Deus, a nós mesmos e ao nosso próximo; um coração doce, como o de Maria e manso e humilde como o de Jesus.
† O Sinal da Cruz, Em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo, feito com fé e bem feito ( Na testa, a baixo do umbigo e primeiro no ombro esquerdo e depois no ombro direito), é uma oração poderosa que te liberta de qualquer mal que esteja perto de você.
Façam com orgulho de ser cristão e não rápido e escondido como se estivessem com vergonha.
autor desconhecido
fonte:internet
ou seja, muito acima do que é correto. E, se você prestar atenção, até padre faz isso, sem o perceber.
A "questão" é que, quando se faz o sinal da cruz, devemos alongá-lo bastante (para que a "Cruz" fique na "posição correta"); tocando nosso corpo logo abaixo do umbigo; e não "no meio do peito".
Porque isso...?
Fazendo a "cruz" como muitas pessoas se habituaram, tocando a testa, depois o tronco logo acima do "plexo solar" (logo abaixo da região das mamas) e, finalmente, os lados do tórax (na região das mamas), sem o perceber, estão "invertendo a cruz" (colocando-a "de cabeça para baixo"). Isto é uma "simbologia" adotada em rituais de "magia negra": a "cruz invertida".
A coisa só não é "pior", em termos de "atração de energias densas", pela "intenção" das pessoas ao fazer o sinal. Quem o faz "mecanicamente", sem colocar sua "atenção e intenção" nas "Forças de Luz", seria "melhor" não fazer sinal algum.
Devemos, então, nos lembrar de "alongar" o Sinal da Cruz, sempre que o fizermos, para "colocar" a cruz na "posição correta". Lembre-se que estamos ("agora, neste novo milênio") sob a misericordiosa "Luz do Mestre Saint Germain". Assim, se você estiver, por exemplo, utilizando a Chama Violeta para "limpar os teus corpos" (físico, etérico, mental e emocional), o teu "karma" ou qualquer "limitação da tua vida", você também pode fazer a "Cruz de Saint Germain" (a cruz de "traços - vertical e horizontal - iguais"), em sua testa (na altura do "chacra frontal").
E lembre-se, ainda, que um outro "gesto" poderoso para nos "conectarmos" com a Divindade que nos habita, é "triângulo" ("testa - lado esquerdo do tórax - llado direito tórax - testa") que reprepresenta a "Energia de Deus": "Pai - Filho - Espírito Santo" (a "Santíssima Trindade" dos humanos).
SIMBOLOGIA E INTENÇÕES
(†)-Pelo sinal da Santa Cruz, (†) livrai-nos Deus, Nosso Senhor, (†) dos nossos inimigos, (†) em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
O Sinal da Cruz é uma oração importante que deve ser rezada logo que acordamos, como a nossa primeira oração, para que Deus, pelos méritos da Cruz de Seu Divino Filho, nos proteja durante todo o dia. Com este Sinal, que é o sinal do cristão, nós pedimos proteção contra os nossos inimigos. Que inimigos?
† Pelo sinal da Santa Cruz: ao traçarmos a primeira cruz em nossa testa, nós estamos pedindo a Deus que proteja a nossa mente dos maus pensamentos, das ideologias malsãs e das heresias, que tanto nos tentam nos dias de hoje e mantendo a nossa inteligência alerta contra todos os embustes, ciladas e pensamentos negativos.
† Livrai-nos Deus, Nosso Senhor: com esta segunda cruz sobre os lábios, estamos pedindo para que de nossa boca só saiam palavras de louvor: louvor a Deus, louvor aos Seus Santos e aos Seus Anjos; de agradecimento a Deus, pois tudo o que somos e temos são frutos da Sua misericórdia e do Seu amor e não dos nossos méritos; que as nossas palavras jamais sejam ditas para ofender o nosso irmão;
† Dos nossos inimigos – esta terceira cruz tem como objetivo proteger o nosso coração contra os maus sentimentos: contra o ódio, a vaidade, a inveja, a luxúria e outros vícios; fazer dele uma fonte inesgotável de amor a Deus, a nós mesmos e ao nosso próximo; um coração doce, como o de Maria e manso e humilde como o de Jesus.
† O Sinal da Cruz, Em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo, feito com fé e bem feito ( Na testa, a baixo do umbigo e primeiro no ombro esquerdo e depois no ombro direito), é uma oração poderosa que te liberta de qualquer mal que esteja perto de você.
Façam com orgulho de ser cristão e não rápido e escondido como se estivessem com vergonha.
autor desconhecido
fonte:internet
MÉDIUNS SENSACIONALISTAS
A frase de João Batista: "É necessário que Ele cresça, e que eu diminua", tem atualidade no comportamento dos médiuns de todas as épocas, especialmente em nossos dias tumultuados.
À semelhança do preparador das veredas, o médium deve diminuir, na razão direta em que o serviço cresça, controlando o personalismo, a fim de que os objetivos a que se entrega assumam o lugar que lhes cabe.
A mediunidade é faculdade neutra, a que os valores morais do seu possuidor oferecem qualificação.
Posta a serviço do sensacionalismo entorpece os centros de registro e decompõe-se. Igualmente, em razão do uso desgovernado a que vai submetida, passa ao comando de Entidades, perversas e frívolas, que se comprazem em comprometer o invigilante, levando-o a estados de desequilíbrio como de ridículo, por fim, ao largo do tempo, empurrando o médium para lamentáveis obsessões.
Entre os gravames que a mediunidade enfrenta, a vaidade e o personalismo do homem adquirem posição de relevo, desviando-o do rumo traçado, conduzindo-o ao sensacionalismo inquietante e consumidor.
Neste caso. o recolhimento, a serenidade e o equilíbrio que devem caracterizar o comportamento psíquico do médium cedem lugar à inquietação, à ansiedade, aos movimentos irregulares das atrações externas, passando a sofrer de irritação, devaneios, e à crença de que repentinamente se tornou pessoal especial, irrepreensível e irreprochável, não tendo ouvidos para a sensatez nem discernimento para a eqüidade.
Torna-se absorvido pelos pensamentos de vanglória, e, disputado pelos irresponsáveis que lhe incensam o orgulho, levam-no à lenta alucinação, que o atira ao abismo da loucura.
A faculdade mediúnica é transitória como outra qualquer, devendo ser preservada mediante o esforço moral de seu possuidor, assim tornando-se simpático aos Bons Espíritos que o inspiram à humildade, à renuncia, à abnegação.
Quando ao personalismo sensacionalista domina o psiquismo do homem, naturalmente que o aturde, tornando-se mais grave nos sensores mediúnicos cuja constituição delicada se desarticula ao impacto dos choques vibratórios dos indivíduos desajustados e das massas esfaimadas, insaciadas, sempre à cata de novidades e variações, sem assumirem compromissos dignificantes.
S. João Bosco, portador de excelentes faculdades mediúnicas, resguardava-as da curiosidade popular, utilizando-as com discrição nas finalidades superiores.
Santa Brigida, da Suécia, que possuía variadas expressões mediúnicas, mantinha o pudor da humildade, ao narrar os fenômenos de que se fazia objeto.
José de Anchieta, médium admirável e curador eficiente, agia com equilíbrio cristão, buscando sempre transferir para Jesus os resultados das suas ações positivas.
S. Pedro de Alcântara, virtuoso médium possuidor de vários "dons", ocultava-os, a fim de servir, apagado, enquanto o Senhor, por seu intermédio, se engrandecia.
Santa Clara de Montefalco procurava não despertar curiosidade para os fenômenos mediúnicos de que era instrumento, atribuindo-os todos à graça divina de que se reconhecia sem merecimento.
Os médiuns que cooperaram na Codificação do Espiritismo, sensatamente anularam-se, a fim de que a Doutrina fixasse nas almas e vidas as bases da verdade e do amor como formas para a aquisição dos valores espirituais libertadores.
Todo sensacionalismo altera a face do fato e adultera-lhe o conteúdo.
Quando este se expressa no fenômeno mediúnico corrompe-o, descaracteriza-o e põe-no a serviço da frivolidade.
Todos quantos se permitiram, na mediunidade, o engano do sensacionalismo, não obstante as justificações sob as quais se resguardam, desceram as rampas do fracasso, enganados e enganando aqueles que se deixaram fascinar pelos seus espetáculos, nos quais, o ridículo passou a figurar.
O tempo, este lutador incessante, encarrega-se de aferir os valores e demonstrar que a "árvore" que o Pai não plantou "termina" por ser arrancada.
Quando tais aficionados da mediunidade bulhenta se derem conta do erro, caso isto venha acontecer, na Terra, possivelmente, o caminho de retorno à sensatez estará muito longo e o sacrifício para percorrê-lo os desencorajará.
Diante do sensacionalismo mediúnico, recordemo-nos de Jesus, que após os admiráveis fenômenos de socorro às massas jamais aceitava o aplauso, as homenagens e gratulações dos beneficiários, recolhendo-se à solidão para, no silêncio, orar, louvando e agradecendo ao Pai, a Eterna Fonte geradora do Bem.
Vianna de Carvalho (espírito)
Mensagem psicografada por Divaldo P. Franco em 1989,
transcrita em o Reformador
À semelhança do preparador das veredas, o médium deve diminuir, na razão direta em que o serviço cresça, controlando o personalismo, a fim de que os objetivos a que se entrega assumam o lugar que lhes cabe.
A mediunidade é faculdade neutra, a que os valores morais do seu possuidor oferecem qualificação.
Posta a serviço do sensacionalismo entorpece os centros de registro e decompõe-se. Igualmente, em razão do uso desgovernado a que vai submetida, passa ao comando de Entidades, perversas e frívolas, que se comprazem em comprometer o invigilante, levando-o a estados de desequilíbrio como de ridículo, por fim, ao largo do tempo, empurrando o médium para lamentáveis obsessões.
Entre os gravames que a mediunidade enfrenta, a vaidade e o personalismo do homem adquirem posição de relevo, desviando-o do rumo traçado, conduzindo-o ao sensacionalismo inquietante e consumidor.
Neste caso. o recolhimento, a serenidade e o equilíbrio que devem caracterizar o comportamento psíquico do médium cedem lugar à inquietação, à ansiedade, aos movimentos irregulares das atrações externas, passando a sofrer de irritação, devaneios, e à crença de que repentinamente se tornou pessoal especial, irrepreensível e irreprochável, não tendo ouvidos para a sensatez nem discernimento para a eqüidade.
Torna-se absorvido pelos pensamentos de vanglória, e, disputado pelos irresponsáveis que lhe incensam o orgulho, levam-no à lenta alucinação, que o atira ao abismo da loucura.
A faculdade mediúnica é transitória como outra qualquer, devendo ser preservada mediante o esforço moral de seu possuidor, assim tornando-se simpático aos Bons Espíritos que o inspiram à humildade, à renuncia, à abnegação.
Quando ao personalismo sensacionalista domina o psiquismo do homem, naturalmente que o aturde, tornando-se mais grave nos sensores mediúnicos cuja constituição delicada se desarticula ao impacto dos choques vibratórios dos indivíduos desajustados e das massas esfaimadas, insaciadas, sempre à cata de novidades e variações, sem assumirem compromissos dignificantes.
S. João Bosco, portador de excelentes faculdades mediúnicas, resguardava-as da curiosidade popular, utilizando-as com discrição nas finalidades superiores.
Santa Brigida, da Suécia, que possuía variadas expressões mediúnicas, mantinha o pudor da humildade, ao narrar os fenômenos de que se fazia objeto.
José de Anchieta, médium admirável e curador eficiente, agia com equilíbrio cristão, buscando sempre transferir para Jesus os resultados das suas ações positivas.
S. Pedro de Alcântara, virtuoso médium possuidor de vários "dons", ocultava-os, a fim de servir, apagado, enquanto o Senhor, por seu intermédio, se engrandecia.
Santa Clara de Montefalco procurava não despertar curiosidade para os fenômenos mediúnicos de que era instrumento, atribuindo-os todos à graça divina de que se reconhecia sem merecimento.
Os médiuns que cooperaram na Codificação do Espiritismo, sensatamente anularam-se, a fim de que a Doutrina fixasse nas almas e vidas as bases da verdade e do amor como formas para a aquisição dos valores espirituais libertadores.
Todo sensacionalismo altera a face do fato e adultera-lhe o conteúdo.
Quando este se expressa no fenômeno mediúnico corrompe-o, descaracteriza-o e põe-no a serviço da frivolidade.
Todos quantos se permitiram, na mediunidade, o engano do sensacionalismo, não obstante as justificações sob as quais se resguardam, desceram as rampas do fracasso, enganados e enganando aqueles que se deixaram fascinar pelos seus espetáculos, nos quais, o ridículo passou a figurar.
O tempo, este lutador incessante, encarrega-se de aferir os valores e demonstrar que a "árvore" que o Pai não plantou "termina" por ser arrancada.
Quando tais aficionados da mediunidade bulhenta se derem conta do erro, caso isto venha acontecer, na Terra, possivelmente, o caminho de retorno à sensatez estará muito longo e o sacrifício para percorrê-lo os desencorajará.
Diante do sensacionalismo mediúnico, recordemo-nos de Jesus, que após os admiráveis fenômenos de socorro às massas jamais aceitava o aplauso, as homenagens e gratulações dos beneficiários, recolhendo-se à solidão para, no silêncio, orar, louvando e agradecendo ao Pai, a Eterna Fonte geradora do Bem.
Vianna de Carvalho (espírito)
Mensagem psicografada por Divaldo P. Franco em 1989,
transcrita em o Reformador
REQUISITOS IMPORTANTES PARA MÉDIUNS DE SUSTENTAÇÃO
RESPONSABILIDADE:
Tanto quanto o médium de incorporação, o médium cambono de sustentação precisa conhecer a mediunidade e tudo o que diz respeito ao trabalho com a espiritualidade e as energias humanas, a fim de poder auxiliar eficientemente o dirigente do trabalho e seus colegas, médiuns ou não.
FIRMEZA MENTAL E EMOCIONAL:
Como é o responsável pela manutenção do padrão vibratório durante o trabalho, o médium cambono de sustentação deve ter grande firmeza de pensamento e sentimento, a fim de evitar desequilíbrios emocionais e espirituais que poderiam pôr a perder a segurança do trabalho e dos outros trabalhadores.
EQUILÍBRIO VIBRATÓRIO:
Como trabalha principalmente com energias – que movimenta com os seus pensamentos e sentimentos, o cambono médium de sustentação deve ter um padrão vibratório médio elevado, a fim de poder se manter equilibrado em qualquer situação e poder ajudar o grupo quando necessário.
COMPROMISSO COM A CASA, O GRUPO, OS GUIAS ESPIRITUAIS E OS ASSISTIDOS:
O cambono, médium de sustentação, deve lembrar-se de que, mesmo não tomando parte direta nas assistências, tem alguns compromissos a serem observados :
• Com a casa que trabalha: Conhecendo e observando os regulamentos internos a fim de segui-los. Explicá-los, quando necessário, e fazê-los cumprir, se for o caso; dando o exemplo na disciplina e na ordem dentro da casa; colaborando, sempre que possível, com as iniciativas e campanhas da instituição.
• Com o grupo de trabalhadores em que atua: Evitando faltar às reuniões sem motivos justos, ou faltar sem avisar o dirigente ou o seu coordenador; procurando ser sempre pontual nos trabalhos e atividades relativas; procurando colaborar com a ordem e o bom andamento do trabalho.
• Com os Guias Espirituais: Lembrando que eles contam também com os médiuns cambonos de sustentação para atuar no ambiente e nas energias necessárias aos trabalhos a serem realizados, e que, se há faltas, são obrigados a “improvisar” para cobrir a ausência. Os Guias Espirituais devem ser atendidos com presteza e respeito.
• Com os assistidos: Encarnados e desencarnados, que contam receber ajuda na Casa e não devem ser prejudicados pelo não comparecimento de trabalhadores. Todos deverão ser recebidos e tratados com esmero, dedicação, respeito e educação.
AUSÊNCIA DE PRECONCEITO:
O cambono, médium de sustentação, não pode ter qualquer tipo de preconceito, seja com os assistidos encarnados ou desencarnados, seja com os dirigentes, mentores, etc. Ele não está ali para julgar ou criticar os casos que tem a oportunidade de observar, mas para colaborar para que sejam solucionados da melhor forma, de acordo com a sabedoria e a justiça de Deus.
DISCRIÇÃO:
O cambono, médium de sustentação, nunca deve relatar ou comentar, dentro ou fora da casa, as informações que ouve, os problemas dos quais fica sabendo e os casos que vê nos trabalhos de que participa. A discrição deve ser sempre observada, não só por respeito aos assistidos envolvidos, encarnados e desencarnados, como também por segurança, para que entidades envolvidas nos casos atendidos não venham a se ligar a trabalhadores, provocando desequilíbrios. Os comentários só devem acontecer esporadicamente, de forma impessoal, como meio de se esclarecer dúvidas e transmitir novas informações a todos os trabalhadores, e somente no âmbito do grupo, ao final dos trabalhos.
COERÊNCIA:
Tanto quanto o médium de incorporação, o cambono, médium de sustentação, deve manter conduta sadia e elevada, dentro e fora da casa em que trabalha, para que não seja alvo da cobrança de entidades desequilibradas, no intuito de nos desmascarar em nossas atitudes e pensamentos. Como vemos, as responsabilidades dos cambonos, médiuns de sustentação, são as mesmas que a dos médiuns ostensivos, e exigem deles o mesmo esforço, a mesma dedicação e a mesma responsabilidade
Mônica Caraccio
Tanto quanto o médium de incorporação, o médium cambono de sustentação precisa conhecer a mediunidade e tudo o que diz respeito ao trabalho com a espiritualidade e as energias humanas, a fim de poder auxiliar eficientemente o dirigente do trabalho e seus colegas, médiuns ou não.
FIRMEZA MENTAL E EMOCIONAL:
Como é o responsável pela manutenção do padrão vibratório durante o trabalho, o médium cambono de sustentação deve ter grande firmeza de pensamento e sentimento, a fim de evitar desequilíbrios emocionais e espirituais que poderiam pôr a perder a segurança do trabalho e dos outros trabalhadores.
EQUILÍBRIO VIBRATÓRIO:
Como trabalha principalmente com energias – que movimenta com os seus pensamentos e sentimentos, o cambono médium de sustentação deve ter um padrão vibratório médio elevado, a fim de poder se manter equilibrado em qualquer situação e poder ajudar o grupo quando necessário.
COMPROMISSO COM A CASA, O GRUPO, OS GUIAS ESPIRITUAIS E OS ASSISTIDOS:
O cambono, médium de sustentação, deve lembrar-se de que, mesmo não tomando parte direta nas assistências, tem alguns compromissos a serem observados :
• Com a casa que trabalha: Conhecendo e observando os regulamentos internos a fim de segui-los. Explicá-los, quando necessário, e fazê-los cumprir, se for o caso; dando o exemplo na disciplina e na ordem dentro da casa; colaborando, sempre que possível, com as iniciativas e campanhas da instituição.
• Com o grupo de trabalhadores em que atua: Evitando faltar às reuniões sem motivos justos, ou faltar sem avisar o dirigente ou o seu coordenador; procurando ser sempre pontual nos trabalhos e atividades relativas; procurando colaborar com a ordem e o bom andamento do trabalho.
• Com os Guias Espirituais: Lembrando que eles contam também com os médiuns cambonos de sustentação para atuar no ambiente e nas energias necessárias aos trabalhos a serem realizados, e que, se há faltas, são obrigados a “improvisar” para cobrir a ausência. Os Guias Espirituais devem ser atendidos com presteza e respeito.
• Com os assistidos: Encarnados e desencarnados, que contam receber ajuda na Casa e não devem ser prejudicados pelo não comparecimento de trabalhadores. Todos deverão ser recebidos e tratados com esmero, dedicação, respeito e educação.
AUSÊNCIA DE PRECONCEITO:
O cambono, médium de sustentação, não pode ter qualquer tipo de preconceito, seja com os assistidos encarnados ou desencarnados, seja com os dirigentes, mentores, etc. Ele não está ali para julgar ou criticar os casos que tem a oportunidade de observar, mas para colaborar para que sejam solucionados da melhor forma, de acordo com a sabedoria e a justiça de Deus.
DISCRIÇÃO:
O cambono, médium de sustentação, nunca deve relatar ou comentar, dentro ou fora da casa, as informações que ouve, os problemas dos quais fica sabendo e os casos que vê nos trabalhos de que participa. A discrição deve ser sempre observada, não só por respeito aos assistidos envolvidos, encarnados e desencarnados, como também por segurança, para que entidades envolvidas nos casos atendidos não venham a se ligar a trabalhadores, provocando desequilíbrios. Os comentários só devem acontecer esporadicamente, de forma impessoal, como meio de se esclarecer dúvidas e transmitir novas informações a todos os trabalhadores, e somente no âmbito do grupo, ao final dos trabalhos.
COERÊNCIA:
Tanto quanto o médium de incorporação, o cambono, médium de sustentação, deve manter conduta sadia e elevada, dentro e fora da casa em que trabalha, para que não seja alvo da cobrança de entidades desequilibradas, no intuito de nos desmascarar em nossas atitudes e pensamentos. Como vemos, as responsabilidades dos cambonos, médiuns de sustentação, são as mesmas que a dos médiuns ostensivos, e exigem deles o mesmo esforço, a mesma dedicação e a mesma responsabilidade
Mônica Caraccio
CULTURA UMBANDISTA
Toda a pessoa que escuta esta frase:
“Você tem que vestir branco, e precisa desenvolver a sua mediunidade”.
Pronto! Aí vem o medo e ao mesmo tempo a ansiedade, imaginando-se vestido de branco e já incorporando “seus guias”, ele julga que após poucas semanas já estará apto a “trabalhar” dando “consulta”…
Será que é só colocar o médium “novo” no meio da gira e girar?
Ou será que ele precisa primeiro de atenção, carinho, ajuda e esclarecimento neste momento único e delicado de transição dos seus valores religiosos, e principalmente de doutrina, acrescido de tempo e humildade de ambos os lados, seja do dirigente para com o filho pequeno (que nasce para a espiritualidade) e precisa ser cuidado com amor.
Ou por parte do filho que precisa de conhecimento e isto só é conseguido através do estudo, movido pela paciência, humildade e fé, pois só assim conseguirá de fato ser um filho de fé da Umbanda Sagrada. Como as giras de desenvolvimento fazem parte deste processo mediúnico comentarei sobre os recursos rituais: atabaques, cantos, defumações, danças, roupa branca, etc…
Defumações:
descarregam o campo mediúnico e sutilizam suas vibrações, tornando-o receptivo às energias de ordem positiva. Ela é essencial para qualquer trabalho num terreiro, pois certas cargas se juntam (agregam) ao nosso corpo astral durante nossa vivência cotidiana, ou seja, pensamentos e ambientes de vibração pesada, rancores, preocupações, pensamentos negativos, etc, tudo isso produz (ou atrai) certas formas-pensamento que se aderem ao nosso campo eletromagnético, bloqueando transmissões energéticas. Pois bem, a defumação tem o poder de desagregar estas cargas, através dos elementos ar, fogo e vegetal que a compõe, pois interpenetra o campo astral, mental e a aura, tornando-os novamente “libertos” de tal peso para produzirem seu funcionamento normal.
Palmas: Se cadenciadas e ritmadas, criam um amplo campo sonoro cujas vibrações agudas alcançam o centro da percepção localizada no mental dos médiuns. Com isso, os predispõem a vibrarem ordenadamente, facilitando o trabalho de reajustamento de seus padrões magnéticos
Cantos: a Umbanda recorre aos cantos ritmados que atuam sobre alguns plexos, que reagem aumentando a velocidade de seus giros. Com isso, captam muito mais energias etéricas, que sutilizam rapidamente todo o campo mediúnico, facilitando a incorporação. Os pontos cantados são uma das primeiras coisas que afloram a quem vai a um terreiro de Umbanda pela primeira vez. Os pontos cantados são, dentro dos rituais, um dos aspectos mais importantes para se efetuar uma boa gira. São louvações e orações cantadas, para chegada dos Orixás e guias, também para descarga e limpeza fluídica, bem como para a subida dos Orixás e guias. Um verdadeiro ponto cantado nos atinge lá dentro do coração e da emoção, nos trazendo paz, fé, pela pureza e firmeza desses pontos maravilhosos.
Atabaque:
As vibrações sonoras têm o poder de adormecer o emocional, estimulando a sensibilidade, modificando as irradiações energéticas, atuando sobre o padrão vibratório do médium, após esta mudança o mentor aproveita esta facilidade e adentra no campo eletromagnético, igualando-se ao padrão e fixando-o no mental de seu médium, direcionadamente. Em pouco tempo o médium, entra em sintonia magnética para a incorporação. Existem vários tipos de toques: • suaves e cadenciados (renovação afetiva e amorosa); • vibrantes (descarrega); • sons alegres (predispostos ao bom humor)
Danças: A Umbanda recorrem às “danças rituais” pois, durante seu transcorrer, os médiuns se desligam de tudo e se concentram intensamente numa ação onde o movimento cadenciado facilita seu envolvimento mediúnico. Nas “giras” (danças rituais), as vibrações médium-mentor se ligam de tal forma, que o espírito do médium fica adormecido, já que é paralisado momentaneamente. No princípio, o médium sente tonturas ou enjôos, mas estas reações cessam se a entrega for total e não houver tentativa de comandar os movimentos, já que seu mentor quem o comandará. Nada é por acaso. Se o ritual de Umbanda optou pelo uso de atabaques, cantos e danças ritual, há todo um comando pelos senhores do alto dando amparo e sustentação.
Roupa Branca:
O branco é a cor de Oxalá, que é o regente da Fé, da religiosidade dos seres da pureza, da humildade, da benevolência, da paciência da fraternidade da união e da caridade… O simbolismo da veste branca é bem visível, além de permitir uma uniformidade na apresentação do corpo mediúnico. Mas, se alguém se veste de branco e assume o grau de médium, dele também se exige que purifique seu íntimo, reformule seus conceitos a respeito da religiosidade e porte-se de acordo com o que dele esperam os Orixás Sagrados, pois estes que o ampararão daí em diante. O fato é que a Umbanda como uma religião possui seus próprios rituais ,suas próprias característica, e suas práticas. Desenvolver a mediunidade não significa dar algo a quem não está habilitado para recebê-lo, mas sim, em habilitar alguém a assumir conscientemente o dom com o qual foi ungido.
Saravá Umbanda!
MÔNICA BEREZUTCHI
“Você tem que vestir branco, e precisa desenvolver a sua mediunidade”.
Pronto! Aí vem o medo e ao mesmo tempo a ansiedade, imaginando-se vestido de branco e já incorporando “seus guias”, ele julga que após poucas semanas já estará apto a “trabalhar” dando “consulta”…
Será que é só colocar o médium “novo” no meio da gira e girar?
Ou será que ele precisa primeiro de atenção, carinho, ajuda e esclarecimento neste momento único e delicado de transição dos seus valores religiosos, e principalmente de doutrina, acrescido de tempo e humildade de ambos os lados, seja do dirigente para com o filho pequeno (que nasce para a espiritualidade) e precisa ser cuidado com amor.
Ou por parte do filho que precisa de conhecimento e isto só é conseguido através do estudo, movido pela paciência, humildade e fé, pois só assim conseguirá de fato ser um filho de fé da Umbanda Sagrada. Como as giras de desenvolvimento fazem parte deste processo mediúnico comentarei sobre os recursos rituais: atabaques, cantos, defumações, danças, roupa branca, etc…
Defumações:
descarregam o campo mediúnico e sutilizam suas vibrações, tornando-o receptivo às energias de ordem positiva. Ela é essencial para qualquer trabalho num terreiro, pois certas cargas se juntam (agregam) ao nosso corpo astral durante nossa vivência cotidiana, ou seja, pensamentos e ambientes de vibração pesada, rancores, preocupações, pensamentos negativos, etc, tudo isso produz (ou atrai) certas formas-pensamento que se aderem ao nosso campo eletromagnético, bloqueando transmissões energéticas. Pois bem, a defumação tem o poder de desagregar estas cargas, através dos elementos ar, fogo e vegetal que a compõe, pois interpenetra o campo astral, mental e a aura, tornando-os novamente “libertos” de tal peso para produzirem seu funcionamento normal.
Palmas: Se cadenciadas e ritmadas, criam um amplo campo sonoro cujas vibrações agudas alcançam o centro da percepção localizada no mental dos médiuns. Com isso, os predispõem a vibrarem ordenadamente, facilitando o trabalho de reajustamento de seus padrões magnéticos
Cantos: a Umbanda recorre aos cantos ritmados que atuam sobre alguns plexos, que reagem aumentando a velocidade de seus giros. Com isso, captam muito mais energias etéricas, que sutilizam rapidamente todo o campo mediúnico, facilitando a incorporação. Os pontos cantados são uma das primeiras coisas que afloram a quem vai a um terreiro de Umbanda pela primeira vez. Os pontos cantados são, dentro dos rituais, um dos aspectos mais importantes para se efetuar uma boa gira. São louvações e orações cantadas, para chegada dos Orixás e guias, também para descarga e limpeza fluídica, bem como para a subida dos Orixás e guias. Um verdadeiro ponto cantado nos atinge lá dentro do coração e da emoção, nos trazendo paz, fé, pela pureza e firmeza desses pontos maravilhosos.
Atabaque:
As vibrações sonoras têm o poder de adormecer o emocional, estimulando a sensibilidade, modificando as irradiações energéticas, atuando sobre o padrão vibratório do médium, após esta mudança o mentor aproveita esta facilidade e adentra no campo eletromagnético, igualando-se ao padrão e fixando-o no mental de seu médium, direcionadamente. Em pouco tempo o médium, entra em sintonia magnética para a incorporação. Existem vários tipos de toques: • suaves e cadenciados (renovação afetiva e amorosa); • vibrantes (descarrega); • sons alegres (predispostos ao bom humor)
Danças: A Umbanda recorrem às “danças rituais” pois, durante seu transcorrer, os médiuns se desligam de tudo e se concentram intensamente numa ação onde o movimento cadenciado facilita seu envolvimento mediúnico. Nas “giras” (danças rituais), as vibrações médium-mentor se ligam de tal forma, que o espírito do médium fica adormecido, já que é paralisado momentaneamente. No princípio, o médium sente tonturas ou enjôos, mas estas reações cessam se a entrega for total e não houver tentativa de comandar os movimentos, já que seu mentor quem o comandará. Nada é por acaso. Se o ritual de Umbanda optou pelo uso de atabaques, cantos e danças ritual, há todo um comando pelos senhores do alto dando amparo e sustentação.
Roupa Branca:
O branco é a cor de Oxalá, que é o regente da Fé, da religiosidade dos seres da pureza, da humildade, da benevolência, da paciência da fraternidade da união e da caridade… O simbolismo da veste branca é bem visível, além de permitir uma uniformidade na apresentação do corpo mediúnico. Mas, se alguém se veste de branco e assume o grau de médium, dele também se exige que purifique seu íntimo, reformule seus conceitos a respeito da religiosidade e porte-se de acordo com o que dele esperam os Orixás Sagrados, pois estes que o ampararão daí em diante. O fato é que a Umbanda como uma religião possui seus próprios rituais ,suas próprias característica, e suas práticas. Desenvolver a mediunidade não significa dar algo a quem não está habilitado para recebê-lo, mas sim, em habilitar alguém a assumir conscientemente o dom com o qual foi ungido.
Saravá Umbanda!
MÔNICA BEREZUTCHI
TODOS SÃO IMPORTANTES
Infelizmente muitos acham que um Terreiro só funciona devido a participação e ação dos médiuns de incorporação.
Lamentavelmente muitos médiuns de incorporação colocam-se em condições superiores perto dos outros médiuns achando que são os únicos que trabalham e que a gira só acontece em decorrência de suas manifestações mediúnicas.
Lastimavelmente muitos médiuns que não incorporam não valorizam suas funções dentro daquele trabalho espiritual, acham que suas participações e ações são insignificantes, desnecessárias, como se fossem apenas apêndices.
O fato é que aquele que abre a porta tem valor e importância, assim como aquele que fica na cantina, que anota nomes, que distribuiu fichas, que dá sustentação energética, que faz doação de ectoplasma, portanto, são muitos trabalhando por todos e todos trabalhando por um.
Essa é, no meu entender, uma das essências de nossa querida Umbanda, o que me faz lembrar da ética africana Ubuntu, que de origem Banto, permeia o território da República da África do Sul, o país de Mandela, e se resume na frase:
“EU SÓ EXISTO PORQUE NÓS EXISTIMOS”.
Mônica Caraccio
Lamentavelmente muitos médiuns de incorporação colocam-se em condições superiores perto dos outros médiuns achando que são os únicos que trabalham e que a gira só acontece em decorrência de suas manifestações mediúnicas.
Lastimavelmente muitos médiuns que não incorporam não valorizam suas funções dentro daquele trabalho espiritual, acham que suas participações e ações são insignificantes, desnecessárias, como se fossem apenas apêndices.
O fato é que aquele que abre a porta tem valor e importância, assim como aquele que fica na cantina, que anota nomes, que distribuiu fichas, que dá sustentação energética, que faz doação de ectoplasma, portanto, são muitos trabalhando por todos e todos trabalhando por um.
Essa é, no meu entender, uma das essências de nossa querida Umbanda, o que me faz lembrar da ética africana Ubuntu, que de origem Banto, permeia o território da República da África do Sul, o país de Mandela, e se resume na frase:
“EU SÓ EXISTO PORQUE NÓS EXISTIMOS”.
Mônica Caraccio
MAU OLHADO
Mau olhado é o que acontece quando olhamos com inveja, julgamento e ódio para o que outra pessoa possui.
A explicação assustadora é que não temos que ser pessoas más para atrair mau olhado.
Infelizmente, todos nós fazemos isso com bastante frequência, embora inconscientemente, sem perceber as consequências.
E veja como a coisa funciona.
O mundo é estrategicamente organizado para que todas as pessoas em nossas vidas – do nosso amigo mais íntimo até nosso relacionamento mais casual; dos nossos familiares mais queridos até os estranhos que passam por nós na rua – compartilhem do mesmo comportamento negativo que nós temos. Ou seja, eles nos espelham, para que possamos ter a oportunidade de enxergar aquilo que precisamos mudar de forma proativa em nós.
No entanto, ou não temos consciência disso ou, caso tenhamos ouvido falar sobre o assunto, esquecemos. É importante lembrar que, no instante em que escolhemos sucumbir aos pensamentos de crítica, inveja e ódio, estamos apertando o gatilho em nossa própria direção. Em outras palavras, quando lançamos mau olhado sobre outra pessoa, abrimos a porta para que o mau olhado e as forças do acerto de contas recaiam sobre nós.
Por quê?
Por causa da lei universal conhecida como Efeito Bumerangue – o que vai, volta.
Assim, depende de nós cuidar de nós mesmos. E sempre será assim. Parte do motivo pelo qual julgamos os outros é por duvidar que possamos ter o que a outra pessoa possui. Não temos a certeza de que o Criador quer aquele mesmo sucesso e felicidade para nós.
Toda vez que você estiver olhando para alguém e pensar:
“Por que não tenho isso?” ou “Não gosto dessa pessoa”, faça as duas coisas abaixo:
1. Relacione três coisas na sua vida que você aprecie.
2. Lembre-se de que o que você não gosta na outra pessoa é algo que lhe desagrada em você mesmo.
Ao se concentrar em apreciar o que você possui, ao invés de olhar para o que os outros têm e você não, você consegue neutralizar sua inveja, desarmar seu ciúme e pôr um fim a todos os seus atos de julgamento, para proteger a si próprio e aos outros do seu próprio mau olhado.
fonte: internet
autor desconhecido
A explicação assustadora é que não temos que ser pessoas más para atrair mau olhado.
Infelizmente, todos nós fazemos isso com bastante frequência, embora inconscientemente, sem perceber as consequências.
E veja como a coisa funciona.
O mundo é estrategicamente organizado para que todas as pessoas em nossas vidas – do nosso amigo mais íntimo até nosso relacionamento mais casual; dos nossos familiares mais queridos até os estranhos que passam por nós na rua – compartilhem do mesmo comportamento negativo que nós temos. Ou seja, eles nos espelham, para que possamos ter a oportunidade de enxergar aquilo que precisamos mudar de forma proativa em nós.
No entanto, ou não temos consciência disso ou, caso tenhamos ouvido falar sobre o assunto, esquecemos. É importante lembrar que, no instante em que escolhemos sucumbir aos pensamentos de crítica, inveja e ódio, estamos apertando o gatilho em nossa própria direção. Em outras palavras, quando lançamos mau olhado sobre outra pessoa, abrimos a porta para que o mau olhado e as forças do acerto de contas recaiam sobre nós.
Por quê?
Por causa da lei universal conhecida como Efeito Bumerangue – o que vai, volta.
Assim, depende de nós cuidar de nós mesmos. E sempre será assim. Parte do motivo pelo qual julgamos os outros é por duvidar que possamos ter o que a outra pessoa possui. Não temos a certeza de que o Criador quer aquele mesmo sucesso e felicidade para nós.
Toda vez que você estiver olhando para alguém e pensar:
“Por que não tenho isso?” ou “Não gosto dessa pessoa”, faça as duas coisas abaixo:
1. Relacione três coisas na sua vida que você aprecie.
2. Lembre-se de que o que você não gosta na outra pessoa é algo que lhe desagrada em você mesmo.
Ao se concentrar em apreciar o que você possui, ao invés de olhar para o que os outros têm e você não, você consegue neutralizar sua inveja, desarmar seu ciúme e pôr um fim a todos os seus atos de julgamento, para proteger a si próprio e aos outros do seu próprio mau olhado.
fonte: internet
autor desconhecido
AS DEZ COISAS QUE OS SERES DAS SOMBRAS MAIS GOSTAM
1. - Que você minta, que não viva a verdade em cada ato, que não faça da vida aquilo que gosta, que procure preponderar os interesses materiais em relação aos conscienciais e que jamais cumpra com a sua palavra.
2. - Que você tenha muita dúvida, que sinta-se inseguro o tempo todo e que não tenha fé na vida, nas pessoas e nas possibilidades que o universo nos oferece.
3. - Que você não estabeleça uma conexão com a Fonte Divina ou Deus. Que você acredite que só se vive uma vida. Em especial que você se concentre em aproveitar a vida no sentido de apenas se divertir o tempo todo, principalmente, que você não dê atenção à evolução do amor e da consciência. Quanto menos você pensar e agir no sentido de realizar a missão da sua alma, que é o propósito da sua existência, mais você agrada os seres das sombras e mais você facilita o trabalho deles.
4. - Que você não se preocupe jamais com os outros. Que não pense em caridade, em bem-estar alheio, em colaborar para a formação de uma sociedade mais digna e elevada. Quanto mais você pensa unicamente nos seus interesses mundanos, mais você agrada e facilita o trabalho das sombras.
5. - Que você jamais perdoe, que sinta muita raiva e desejo de vingar-se das pessoas as quais lhe fizeram mal. Além disso, que você faça valer a sua palavra a qualquer preço, sem compaixão, sem paciência e sem respeito. O tipo de campo de energia produzido por esses sentimentos alimenta muito a força dos seres das sombras, oferecendo a eles alimento, energia e campo de ação para suas investidas nefastas.
6. - Que você jamais estude e que nunca busque o desenvolvimento de seus potenciais. Em especial que você seja acomodado, preguiçoso e sem iniciativa. Quanto menos você cuidar do seu corpo, da sua mente, das suas emoções e do seu espírito, mais você ajudará a facilitar o trabalho das sombras. Quanto mais alienado e cético você for, melhor!
7. - Que você seja fanático, determinista, inflexível, convicto e fascinado. Quanto menos tolerância, equilíbrio, leveza e sensatez você tiver nos seus atos, mais você contribuirá para as estratégias dos seres das sombras.
8. - Que você elimine da sua vida a oração, a meditação e qualquer tipo de prática espiritual. De preferência que você substitua essas práticas por vícios como drogas, álcool, fumo, alimentação desequilibrada, jogos e sexo promíscuo. Quanto mais você abandonar práticas saudáveis, mais você contribuirá para abrir a porta de acesso que liga os seres das sombras até você.
9. - Que a sua disciplina seja muito ruim e que você nunca tenha persistência para seguir seus objetivos, para realizar suas práticas diárias de conexão com Deus e que nunca tenha perseverança em seguir os seus sonhos.
10. - Que jamais acredite na sua intuição e que siga apenas a voz da razão e que não confie em nada, absolutamente nada que não seja comprovado cientificamente ou que não tenha relevância acadêmica. Em especial, que você abandone a sua sensibilidade de perceber as coisas e situações, acreditando apenas no que você vê com os próprios olhos. De preferência, quando situações ruins acontecerem em sua vida, vitimize-se e rapidamente encontre um culpado, que certamente não deve ser você.
Não quer alimentar atitudes que atraiam obsessores ou seres das sombras para a sua vida? Quer construir um estilo de vida que lhe faça feliz? Quer estar em sintonia com as Fontes Divinas?
Então, faça um exame de consciência e elimine da sua vida esses comportamentos citados anteriormente. Eliminando esses erros comuns você certamente dará um importante passo na conquista de uma vida cheia de bênçãos e bem aventurança!
por Bruno J. Gimenes
2. - Que você tenha muita dúvida, que sinta-se inseguro o tempo todo e que não tenha fé na vida, nas pessoas e nas possibilidades que o universo nos oferece.
3. - Que você não estabeleça uma conexão com a Fonte Divina ou Deus. Que você acredite que só se vive uma vida. Em especial que você se concentre em aproveitar a vida no sentido de apenas se divertir o tempo todo, principalmente, que você não dê atenção à evolução do amor e da consciência. Quanto menos você pensar e agir no sentido de realizar a missão da sua alma, que é o propósito da sua existência, mais você agrada os seres das sombras e mais você facilita o trabalho deles.
4. - Que você não se preocupe jamais com os outros. Que não pense em caridade, em bem-estar alheio, em colaborar para a formação de uma sociedade mais digna e elevada. Quanto mais você pensa unicamente nos seus interesses mundanos, mais você agrada e facilita o trabalho das sombras.
5. - Que você jamais perdoe, que sinta muita raiva e desejo de vingar-se das pessoas as quais lhe fizeram mal. Além disso, que você faça valer a sua palavra a qualquer preço, sem compaixão, sem paciência e sem respeito. O tipo de campo de energia produzido por esses sentimentos alimenta muito a força dos seres das sombras, oferecendo a eles alimento, energia e campo de ação para suas investidas nefastas.
6. - Que você jamais estude e que nunca busque o desenvolvimento de seus potenciais. Em especial que você seja acomodado, preguiçoso e sem iniciativa. Quanto menos você cuidar do seu corpo, da sua mente, das suas emoções e do seu espírito, mais você ajudará a facilitar o trabalho das sombras. Quanto mais alienado e cético você for, melhor!
7. - Que você seja fanático, determinista, inflexível, convicto e fascinado. Quanto menos tolerância, equilíbrio, leveza e sensatez você tiver nos seus atos, mais você contribuirá para as estratégias dos seres das sombras.
8. - Que você elimine da sua vida a oração, a meditação e qualquer tipo de prática espiritual. De preferência que você substitua essas práticas por vícios como drogas, álcool, fumo, alimentação desequilibrada, jogos e sexo promíscuo. Quanto mais você abandonar práticas saudáveis, mais você contribuirá para abrir a porta de acesso que liga os seres das sombras até você.
9. - Que a sua disciplina seja muito ruim e que você nunca tenha persistência para seguir seus objetivos, para realizar suas práticas diárias de conexão com Deus e que nunca tenha perseverança em seguir os seus sonhos.
10. - Que jamais acredite na sua intuição e que siga apenas a voz da razão e que não confie em nada, absolutamente nada que não seja comprovado cientificamente ou que não tenha relevância acadêmica. Em especial, que você abandone a sua sensibilidade de perceber as coisas e situações, acreditando apenas no que você vê com os próprios olhos. De preferência, quando situações ruins acontecerem em sua vida, vitimize-se e rapidamente encontre um culpado, que certamente não deve ser você.
Não quer alimentar atitudes que atraiam obsessores ou seres das sombras para a sua vida? Quer construir um estilo de vida que lhe faça feliz? Quer estar em sintonia com as Fontes Divinas?
Então, faça um exame de consciência e elimine da sua vida esses comportamentos citados anteriormente. Eliminando esses erros comuns você certamente dará um importante passo na conquista de uma vida cheia de bênçãos e bem aventurança!
por Bruno J. Gimenes
O QUE FALTA NA UMBANDA
Dia destes, ao final de uma gira de desenvolvimento mediúnico, manifestou-se Pai João de Angola, o Preto Velho regente da casa.
Como de costume, acendeu seu cachimbo, cumprimentou os presentes e chamou todos para bem perto dele e após se acomodarem ele pediu que todos respondessem uma pergunta simples:
“ – Do que a Umbanda precisa?”
E assim um a um foram respondendo:
“- Mais união...”“ – Mais estudo...”
“ – Mais divulgação...”
“ – Mais respeito...”
“ – Mais reconhecimento...”
Mais, mais e mais...
Após todos manifestarem suas opiniões, Pai João sorriu e disparou:
“ – Muito se diz do que a Umbanda precisa, não é? E eu digo que a Umbanda precisa de Filhos!”
Silêncio repentino no ambiente.
Naturalmente os filhos ficaram surpresos e ansiosos para a conclusão desta afirmação.
Pai João pitou, pensou, pitou, sorriu e continuou:
“É isso, a Umbanda precisa sobretudo de FILHOS.
Porque um filho jamais nega sua mãe, sua origem, sua natureza.
Quando alguém questiona vocês sobre o nome de sua mãe, vocês procuram dar um outro nome a ela que não seja o verdadeiro? Um filho nem pensa nisso, simplesmente revela a verdade. Assim é um verdadeiro Filho de Umbanda, não nega sua religião, nem conseguiria, pois seria o mesmo que negar a origem de sua vida seria o mesmo que negar o nome de sua mãe.
-Um filho de Umbanda, dentro do terreiro limpa o chão como devoção e não como uma chata necessidade de faxinar.
-Um filho de Umbanda dá o melhor de si para e pelo o terreiro, pois sente que ali, no terreiro ele está na casa de sua mãe.
-Um filho de Umbanda ama e respeita seus irmãos de fé, pois são filhos da mesma mãe e sabem que por honra e respeito a ela é que precisam se amar, se respeitar e se fortalecer.
-Um filho de Umbanda sente naturalmente que o terreiro é a casa de sua mãe, onde ele encontra sua família e por isso quando não está no terreiro sente-se ansioso para retornar e sempre que lá está é um momento de alegria e prazer.
-Um filho de Umbanda não precisa aprender o que é gratidão. Porque sua entrega verdadeira no convívio com sua mãe, a Umbanda, já lhe ensina por observação o que é humildade, cidadania, família, caridade e todas as virtudes básicas que um filho educado carrega consigo.
-Um filho de Umbanda não espera ser escalado ou designado por uma ordem superior para fazer e colaborar com o terreiro, ele por si só observa as necessidades e se voluntaria, pois lhe é muito satisfatório agradar sua mãe, a Umbanda.
Um filho de Umbanda sabe o que é ser Filho e sabe o que é ter uma Mãe.
Rodrigo Queiroz
Como de costume, acendeu seu cachimbo, cumprimentou os presentes e chamou todos para bem perto dele e após se acomodarem ele pediu que todos respondessem uma pergunta simples:
“ – Do que a Umbanda precisa?”
E assim um a um foram respondendo:
“- Mais união...”“ – Mais estudo...”
“ – Mais divulgação...”
“ – Mais respeito...”
“ – Mais reconhecimento...”
Mais, mais e mais...
Após todos manifestarem suas opiniões, Pai João sorriu e disparou:
“ – Muito se diz do que a Umbanda precisa, não é? E eu digo que a Umbanda precisa de Filhos!”
Silêncio repentino no ambiente.
Naturalmente os filhos ficaram surpresos e ansiosos para a conclusão desta afirmação.
Pai João pitou, pensou, pitou, sorriu e continuou:
“É isso, a Umbanda precisa sobretudo de FILHOS.
Porque um filho jamais nega sua mãe, sua origem, sua natureza.
Quando alguém questiona vocês sobre o nome de sua mãe, vocês procuram dar um outro nome a ela que não seja o verdadeiro? Um filho nem pensa nisso, simplesmente revela a verdade. Assim é um verdadeiro Filho de Umbanda, não nega sua religião, nem conseguiria, pois seria o mesmo que negar a origem de sua vida seria o mesmo que negar o nome de sua mãe.
-Um filho de Umbanda, dentro do terreiro limpa o chão como devoção e não como uma chata necessidade de faxinar.
-Um filho de Umbanda dá o melhor de si para e pelo o terreiro, pois sente que ali, no terreiro ele está na casa de sua mãe.
-Um filho de Umbanda ama e respeita seus irmãos de fé, pois são filhos da mesma mãe e sabem que por honra e respeito a ela é que precisam se amar, se respeitar e se fortalecer.
-Um filho de Umbanda sente naturalmente que o terreiro é a casa de sua mãe, onde ele encontra sua família e por isso quando não está no terreiro sente-se ansioso para retornar e sempre que lá está é um momento de alegria e prazer.
-Um filho de Umbanda não precisa aprender o que é gratidão. Porque sua entrega verdadeira no convívio com sua mãe, a Umbanda, já lhe ensina por observação o que é humildade, cidadania, família, caridade e todas as virtudes básicas que um filho educado carrega consigo.
-Um filho de Umbanda não espera ser escalado ou designado por uma ordem superior para fazer e colaborar com o terreiro, ele por si só observa as necessidades e se voluntaria, pois lhe é muito satisfatório agradar sua mãe, a Umbanda.
Um filho de Umbanda sabe o que é ser Filho e sabe o que é ter uma Mãe.
Rodrigo Queiroz
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
O INFERNO E OS EXUS
Para nós umbandistas não existe o inferno onde existe penas eternas e governado por uma entidade totalmente maldosa pois não há lógica nisso.
Pois se Deus é onipresente como ele estaria lá no inferno assistindo a atos demoníacos aquelas almas em danação sem ter a mínima esperança de salvação?
Então descartamos a idéia desse inferno.
Adimitimos que exista zonas espirituais trevosas, onde se encontram espíritos que ainda não atingiram a elevação moral esperada, mas que pode ser conquistada um dia, através de reencarnação e do trabalho árduo na espiritualidade. Nessa região ou plano que chamamos de baixo astral ainda reina uma espécie de barbárie espiritual, já que os valores de seus habitantes não são nada elevados, necessitando de alguém que freie suas ações, não permitindo que encarnados sejam sempre alvos de seus ataques e obsessão.
E essas entidades são os Exus, os guardiões, que atuam como agentes da lei e da ordem dentro desse principio.
Só que teremos que entender a diferença entre o Exu Orixá do candomblé e o Exu catiço(entidade, espírito, guia...)da Umbanda.
Como sabemos, por diversos fatores históricos, houve em nosso país um processo de sincretismo religioso do qual os orixás africanos foram associados aos santos católicos.
Assim Nanã por ser a orixá mais velha, foi associada a Santa Ana, avó de Jesus, Iansã à santa Bárbara pois esta é associada a raios e a trovões e assim sucessivamente.
No entanto com o orixá Exu houve ainda dentro do sincretismo um processo de demonização, pois exu é a divindade ligada à sexualidade e a virilidade; inclusive carrregando em suas representações um cetro em forma de penis e tendo sua personalidade um tanto rebelde e irreverente (como nos contam as lendas africanas), não tardou para ser associado ao demônio bíblico. Assim, desde o princípio, Exu foi temido, e provavelmente gostou disso.
Apesar da confusão em torno da natureza de Exu, não podemos esquecer nem menosprezar sua importância dentro do panteão africano, já que atua como mensageiro dos Orixás.
Na Umbanda encontramos também Exu, mas não o Exu Orixá e sim o Exú catiço(entidade,) espírito desencarnado que viveu na Terra e através de trabalho que realiza procura alcançar seu progresso espiritual.
Em Alguns templos de Umbanda também é associado a figuras demoníacas. O Exu na Umbanda é um trabalhador valoroso que indiferente a essas interpretações calcadas na ignorância e visões preconceituosas, segue perseverante no cumprimento de sua tarefa.
O papel do Exu numa gira de Umbanda é de uma importância fundamental, pois ele é que realiza a segurança do templo, para guardar o mesmo de ataques de espíritos zombeteiros e de quimbas.
Em casos de descarrego são os Exus os principais agentes, pois cabe a eles a tarefa de encaminhar cada espírito obsessor ao seu lugar de merecimento.
Exu também é o agente da justiça kármica, sendo sua tarefa levar a cada um o que lhe é de direito ou merecimento - por isso mais confusão em torno do seu caráter, já que ao coração humano é muito fácil aceitar o que é agradável, porém muito difícil entender que os revezes da vida muitas vezes são resultados de nossas próprias ações.
Ao contrário que muitos dizem sobre exu, eles são fiéis amigos, sempre dispostos a ajudar seus protegidos, mas são também bastante rigorosos em relação à conduta dos mesmos.
De uma forma muito simples, podemos fazer uma analogia de Exu com o carteiro e o gari, pois ele traz o que tem que entregar e varre aquilo que deve ser levado.
Por fim Exu não é bom nem mau ele é justo.
laroiê Exu
Déborah Aguiar
- Babá Maior do Templo de Umbanda Cacique Águia Branca
Pois se Deus é onipresente como ele estaria lá no inferno assistindo a atos demoníacos aquelas almas em danação sem ter a mínima esperança de salvação?
Então descartamos a idéia desse inferno.
Adimitimos que exista zonas espirituais trevosas, onde se encontram espíritos que ainda não atingiram a elevação moral esperada, mas que pode ser conquistada um dia, através de reencarnação e do trabalho árduo na espiritualidade. Nessa região ou plano que chamamos de baixo astral ainda reina uma espécie de barbárie espiritual, já que os valores de seus habitantes não são nada elevados, necessitando de alguém que freie suas ações, não permitindo que encarnados sejam sempre alvos de seus ataques e obsessão.
E essas entidades são os Exus, os guardiões, que atuam como agentes da lei e da ordem dentro desse principio.
Só que teremos que entender a diferença entre o Exu Orixá do candomblé e o Exu catiço(entidade, espírito, guia...)da Umbanda.
Como sabemos, por diversos fatores históricos, houve em nosso país um processo de sincretismo religioso do qual os orixás africanos foram associados aos santos católicos.
Assim Nanã por ser a orixá mais velha, foi associada a Santa Ana, avó de Jesus, Iansã à santa Bárbara pois esta é associada a raios e a trovões e assim sucessivamente.
No entanto com o orixá Exu houve ainda dentro do sincretismo um processo de demonização, pois exu é a divindade ligada à sexualidade e a virilidade; inclusive carrregando em suas representações um cetro em forma de penis e tendo sua personalidade um tanto rebelde e irreverente (como nos contam as lendas africanas), não tardou para ser associado ao demônio bíblico. Assim, desde o princípio, Exu foi temido, e provavelmente gostou disso.
Apesar da confusão em torno da natureza de Exu, não podemos esquecer nem menosprezar sua importância dentro do panteão africano, já que atua como mensageiro dos Orixás.
Na Umbanda encontramos também Exu, mas não o Exu Orixá e sim o Exú catiço(entidade,) espírito desencarnado que viveu na Terra e através de trabalho que realiza procura alcançar seu progresso espiritual.
Em Alguns templos de Umbanda também é associado a figuras demoníacas. O Exu na Umbanda é um trabalhador valoroso que indiferente a essas interpretações calcadas na ignorância e visões preconceituosas, segue perseverante no cumprimento de sua tarefa.
O papel do Exu numa gira de Umbanda é de uma importância fundamental, pois ele é que realiza a segurança do templo, para guardar o mesmo de ataques de espíritos zombeteiros e de quimbas.
Em casos de descarrego são os Exus os principais agentes, pois cabe a eles a tarefa de encaminhar cada espírito obsessor ao seu lugar de merecimento.
Exu também é o agente da justiça kármica, sendo sua tarefa levar a cada um o que lhe é de direito ou merecimento - por isso mais confusão em torno do seu caráter, já que ao coração humano é muito fácil aceitar o que é agradável, porém muito difícil entender que os revezes da vida muitas vezes são resultados de nossas próprias ações.
Ao contrário que muitos dizem sobre exu, eles são fiéis amigos, sempre dispostos a ajudar seus protegidos, mas são também bastante rigorosos em relação à conduta dos mesmos.
De uma forma muito simples, podemos fazer uma analogia de Exu com o carteiro e o gari, pois ele traz o que tem que entregar e varre aquilo que deve ser levado.
Por fim Exu não é bom nem mau ele é justo.
laroiê Exu
Déborah Aguiar
- Babá Maior do Templo de Umbanda Cacique Águia Branca
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
MEDIUNIDADE É COISA SANTA
O mediunismo é um campo de trabalho onde podem florescer, sob a inspiração de Jesus, as mais sublimes expressões de fraternidade. Traço de união entre a Terra e o Céu, por ele cultivará o homem bem intencionado o sentimento do bem e da legítima solidariedade.
O Evangelho será, agora e sempre, a base da prática mediúnica.
Quanto mais espiritualizado o médium e mais cônscio de sua responsabilidade ante a tarefa sagrada que o Pai Celestial lhe concede, mais rico em possibilidades de engrandecimento da própria alma e de benefício aos desalentados do caminho evolutivo.
Daí a necessidade de o medianeiro afeiçoar-se, primordialmente, a um programa de auto-renovação, a fim de que mais eficientemente possa ajudar a si mesmo e aos outros.
O mediunismo não é simples acidente na vida humana, mas, sem dúvida, programação superior com vistas à redenção de todas as criaturas.
O médium que executa com fidelidade o seu programa de trabalho é feliz viajor que espalha com abundância, nas estradas do próprio destino, a semente dadivosa do amor, que, amanhã, aqui ou em qualquer parte, lhe responderá em forma de flores e frutos.
O serviço mediúnico beneficia não só a encarnados e desencarnados, oferecendo-lhes oportunidades de trabalho, como também ao próprio médium, pelas conseqüências advindas do seu devotamento e da sua perseverança.
O “médium bom”, pela sua dedicação, constrói no Plano Espiritual Superior preciosos amigos que, a qualquer tempo e em qualquer lugar, lhe serão admiráveis companheiros e instrutores.
Através da prática mediúnica ajudamos o esclarecimento daqueles que se preparam, no Espaço, para o retorno à vida física, pela reencarnação. São freqüentes as comunicações em que os Espíritos, depois de agradecerem o amparo recebido, despedem-se comovidos, sob aviso de que “vão reencarnar”, o que evidencia a utilidade da boa prática mediúnica. Encarnados e desencarnados, empenhados no esforço comum de libertação das teias da ignorância, geradora do sofrimento, recebem igualmente, dos núcleos mediúnicos cristãos, valioso auxílio ao próprio reajuste.
Os grandes Instrutores da Espiritualidade utilizam-se dos médiuns para a transmissão de mensagens edificantes, enriquecendo o Mundo com novas revelações, conselhos e exortações que favorecem a definitiva integração a programas emancipadores. Tudo isso pode o mediunismo conseguir se o pensamento de Nosso Senhor, repleto de fraternidade e sabedoria, for à bússola de todas as realizações. Não são imprescindíveis, a rigor, valores intelectuais avantajados, os quais, aliás, quando divorciados do sentimento ou mal governados, podem conduzir à presunção e à vaidade.
Para o trabalho iluminativo, onde o Bem se expresse na forma de consolação e auxílio, o que menos importa são as posses materiais.
Jesus estará sempre em qualquer lugar onde se exalte o Bem e a Sabedoria. E não podia deixar de ser assim, uma vez que o Suave Amigo nos afirmou, incisiva e categoricamente:
– “Onde estiverem reunidas duas ou três pessoas em meu nome, eu estarei no meio delas.”
"Mediunidade é coisa Santa e por isso devemos vivê-la Santamente"
do livro: Estudando a Mediunidade
de Martins Peralva.
O Evangelho será, agora e sempre, a base da prática mediúnica.
Quanto mais espiritualizado o médium e mais cônscio de sua responsabilidade ante a tarefa sagrada que o Pai Celestial lhe concede, mais rico em possibilidades de engrandecimento da própria alma e de benefício aos desalentados do caminho evolutivo.
Daí a necessidade de o medianeiro afeiçoar-se, primordialmente, a um programa de auto-renovação, a fim de que mais eficientemente possa ajudar a si mesmo e aos outros.
O mediunismo não é simples acidente na vida humana, mas, sem dúvida, programação superior com vistas à redenção de todas as criaturas.
O médium que executa com fidelidade o seu programa de trabalho é feliz viajor que espalha com abundância, nas estradas do próprio destino, a semente dadivosa do amor, que, amanhã, aqui ou em qualquer parte, lhe responderá em forma de flores e frutos.
O serviço mediúnico beneficia não só a encarnados e desencarnados, oferecendo-lhes oportunidades de trabalho, como também ao próprio médium, pelas conseqüências advindas do seu devotamento e da sua perseverança.
O “médium bom”, pela sua dedicação, constrói no Plano Espiritual Superior preciosos amigos que, a qualquer tempo e em qualquer lugar, lhe serão admiráveis companheiros e instrutores.
Através da prática mediúnica ajudamos o esclarecimento daqueles que se preparam, no Espaço, para o retorno à vida física, pela reencarnação. São freqüentes as comunicações em que os Espíritos, depois de agradecerem o amparo recebido, despedem-se comovidos, sob aviso de que “vão reencarnar”, o que evidencia a utilidade da boa prática mediúnica. Encarnados e desencarnados, empenhados no esforço comum de libertação das teias da ignorância, geradora do sofrimento, recebem igualmente, dos núcleos mediúnicos cristãos, valioso auxílio ao próprio reajuste.
Os grandes Instrutores da Espiritualidade utilizam-se dos médiuns para a transmissão de mensagens edificantes, enriquecendo o Mundo com novas revelações, conselhos e exortações que favorecem a definitiva integração a programas emancipadores. Tudo isso pode o mediunismo conseguir se o pensamento de Nosso Senhor, repleto de fraternidade e sabedoria, for à bússola de todas as realizações. Não são imprescindíveis, a rigor, valores intelectuais avantajados, os quais, aliás, quando divorciados do sentimento ou mal governados, podem conduzir à presunção e à vaidade.
Para o trabalho iluminativo, onde o Bem se expresse na forma de consolação e auxílio, o que menos importa são as posses materiais.
Jesus estará sempre em qualquer lugar onde se exalte o Bem e a Sabedoria. E não podia deixar de ser assim, uma vez que o Suave Amigo nos afirmou, incisiva e categoricamente:
– “Onde estiverem reunidas duas ou três pessoas em meu nome, eu estarei no meio delas.”
"Mediunidade é coisa Santa e por isso devemos vivê-la Santamente"
do livro: Estudando a Mediunidade
de Martins Peralva.
PENSAMENTO ERRADO
Macumba, macumbeiro, encosto, olho gordo, mal olhado, mandinga, etc, etc, etc. São tantas as palavras para designar as más energias... e as boas energias? Não se fala Boacumba, bomcumbeiro, olho magro, bom olhado, boandinga... Essas eu realmente não ouvi.
Afinal, é muito mais fácil acreditar que não temos erros e que a culpa é do encosto.
- Não tenho emprego, meu "chefe me persegue", minha mulher é uma bruxa, sou bêbado, os caminhos estão fechados (essa todo umbandista já ouviu). Tudo isso é culpa do tal encosto.
Poderosos esses encostos...
Nós esquecemos do nosso livre arbítrio. Esquecemos que somos imperfeitos. Esquecemos que erramos, Esquecemos que estamos vivos para aprender, crescer em direção ao Criador. Esquecemos que podemos errar. "Errar é humano". Colocar a culpa "nos outros" é feio...
Certamente existem os trabalhos feitos. As famosas macumbas - diga-se de passagem, macumba ê um instrumento musical - são simplesmente "bombas" energéticas endereçadas e programadas para estourar para quem desejamos o mal.
Despachos, galinhas pretas, nome na boca do sapo, fitas amarradas nas vísceras de alguns animais. A imaginação desses "pais-de-encosto" é fértil! Haja criatividade, tempo e pessoas incautas que se prestam a pagar por esse tipo de "trabalho forte".
Esquecem-se que a maior magia vem do coração, da alma, do pensamento. Magia é fazer orações para alguém parar de beber. É clamar por melhores condições no emprego (e claro, trabalhar também), é tentar convencer de que algo è melhor ou pior.
A magia está no pensamento, a nossa vontade.
A pior "macumba" é aquele pensamento fixo em prejudicar alguém. Muito mais forte que qualquer trabalho encomendado.
Outro dia, um preto velho, com seu jeito inerente a todo preto-velho, apenas disse:
"Filho, cada pensamento ruim contra alguém, é como se fosse um pedaço de carvão que você pega e tenta atirar num pano limpo, que está colocado longe de você. Ao terminar de atirar várias pedras de carvão, você vai estar mais sujo que o pano."
Em outra ocasião perguntaram a ele se macumba pegava. A resposta: "Se o pano estiver muito próximo de quem está atirando o carvão, então mais sujo ele vai ficar.. .*' Acho que essas palavras simples e sábias podem esclarecer o que devemos fazer para ficarmos imunes às energias de baixa freqüência.
Devemos deixar o "pano" longe do carvão. Elevar nossos pensamentos, permanecer ligados ao Grande Mestre. Reconhecer nossas limitações e tentar eliminá-las. Viver na alegria. Cantar em dias ensolarados. Correr na chuva. Rir, abraçar, beijar, sentir saudades, comemorar, sentar na praia, conversar com os amigos. Fazendo isso, estamos fazendo um trabalho forte. Um trabalho FORTE (com letras maiúsculas). Fechando nosso corpo das "macumbas". Quebrando trabalho de feitiçaria "braba"!
Simples não?
autor desconhecido
fonte: Blog Falando de Umbanda
Afinal, é muito mais fácil acreditar que não temos erros e que a culpa é do encosto.
- Não tenho emprego, meu "chefe me persegue", minha mulher é uma bruxa, sou bêbado, os caminhos estão fechados (essa todo umbandista já ouviu). Tudo isso é culpa do tal encosto.
Poderosos esses encostos...
Nós esquecemos do nosso livre arbítrio. Esquecemos que somos imperfeitos. Esquecemos que erramos, Esquecemos que estamos vivos para aprender, crescer em direção ao Criador. Esquecemos que podemos errar. "Errar é humano". Colocar a culpa "nos outros" é feio...
Certamente existem os trabalhos feitos. As famosas macumbas - diga-se de passagem, macumba ê um instrumento musical - são simplesmente "bombas" energéticas endereçadas e programadas para estourar para quem desejamos o mal.
Despachos, galinhas pretas, nome na boca do sapo, fitas amarradas nas vísceras de alguns animais. A imaginação desses "pais-de-encosto" é fértil! Haja criatividade, tempo e pessoas incautas que se prestam a pagar por esse tipo de "trabalho forte".
Esquecem-se que a maior magia vem do coração, da alma, do pensamento. Magia é fazer orações para alguém parar de beber. É clamar por melhores condições no emprego (e claro, trabalhar também), é tentar convencer de que algo è melhor ou pior.
A magia está no pensamento, a nossa vontade.
A pior "macumba" é aquele pensamento fixo em prejudicar alguém. Muito mais forte que qualquer trabalho encomendado.
Outro dia, um preto velho, com seu jeito inerente a todo preto-velho, apenas disse:
"Filho, cada pensamento ruim contra alguém, é como se fosse um pedaço de carvão que você pega e tenta atirar num pano limpo, que está colocado longe de você. Ao terminar de atirar várias pedras de carvão, você vai estar mais sujo que o pano."
Em outra ocasião perguntaram a ele se macumba pegava. A resposta: "Se o pano estiver muito próximo de quem está atirando o carvão, então mais sujo ele vai ficar.. .*' Acho que essas palavras simples e sábias podem esclarecer o que devemos fazer para ficarmos imunes às energias de baixa freqüência.
Devemos deixar o "pano" longe do carvão. Elevar nossos pensamentos, permanecer ligados ao Grande Mestre. Reconhecer nossas limitações e tentar eliminá-las. Viver na alegria. Cantar em dias ensolarados. Correr na chuva. Rir, abraçar, beijar, sentir saudades, comemorar, sentar na praia, conversar com os amigos. Fazendo isso, estamos fazendo um trabalho forte. Um trabalho FORTE (com letras maiúsculas). Fechando nosso corpo das "macumbas". Quebrando trabalho de feitiçaria "braba"!
Simples não?
autor desconhecido
fonte: Blog Falando de Umbanda
Assinar:
Postagens (Atom)




