A intuição, característica mais atribuída às mulheres que aos homens, é a sensação que muitas pessoas têm e que consideram como um aviso, uma voz interna que diz como agir, que direção tomar, que pessoas aceitar como confiáveis e o que dizer em certas situações.
É aceita até mesmo pela ciência.
Envolve a comunicação dos dois hemisférios do cérebro:
o esquerdo, que é racional e armazena dados concretos - números, palavras e regras -, e o direito, responsável pela linguagem não verbal – símbolos, imagens e sensações -.
A intuição pode surgir quando ocorre o relacionamento de dados vindos dos dois hemisférios.
Para os cientistas, intuir significa correlacionar fatos que aparentemente não possuem ligação. É uma capacidade do cérebro e nada tem de sobrenatural, apesar de ser conhecida como sexto sentido.
O lado racional do cérebro tende a desprezar o acaso, as emoções e as impressões, por isso torna-se difícil conseguir relacionar e interpretar dados objetivos e subjetivos armazenados no inconsciente. Para trazer para a consciência o conhecimento interior é necessário resgatar os sinais dos cinco sentidos.
Estar atento e definir um foco de atenção tem peso decisivo para a intuição. A atenção pode tornar as coisas evidentes. Não é por acaso que “intueri”, do latim, significa “olhar atentamente”. Também é necessário aprender a fazer a pergunta certa, de forma objetiva e sem ambigüidades, para conseguir a intuição correta.
“Para os cientistas, intuir significa correlacionar fatos que aparentemente não possuem ligação. É uma capacidade do cérebro e nada tem de sobrenatural, apesar de ser conhecida como sexto sentido ”
A pessoa é mais intuitiva quanto maior for o seu conhecimento armazenado e a sua capacidade de interpretar esses dados. Portanto, o conhecimento é utilizado pela intuição, apesar da informação ser elaborada de maneira diferente da usada pela mente lógica.
É um processo de compreensão instantânea que pode começar pela mera percepção do acaso.
A intuição pode ajudar muito as pessoas a usar de maneira mais sábia o seu conhecimento técnico.
O cientista Isaac Newton conseguiu ver que por trás de uma macieira repleta de frutos suspensos pelos pedúnculos, existia a lua fixa no firmamento.
Até aí muitos de nós também somos capazes de ver, mas ele foi além das maçãs e da lua, e visualizou a inércia e a atração entre os corpos.
Ele combinou a visão normal, isto é, o ato puro e simples de olhar, com a visão sofisticada, ou seja, o ato de ver, de perceber, de discernir e de pressentir, onde reside o segredo da intuição. Na intuição chega-se à verdade por meios não apenas racionais.
É mais difícil intuir quando há grande pressão e tensão. Conseguir relaxar e se distanciar do problema ajuda a focalizar o que parece estar escondido. É necessário distrair a mente e permitir que a intuição aflore.
A intuição, muitas vezes, pode ser confundida com o desejo de que algo aconteça. Nem sempre é fácil distinguir entre a intuição e os desejos e pensamentos produzidos pelo cérebro. As manias, os medos e as teimosias conseguem confundir a compreensão pela intuição.
A educação voltada para o raciocínio lógico e objetivo pode bloquear a capacidade de interpretar fatos e dados que a pessoa percebe e sente de forma intuitiva. A maneira como cada um consegue resgatar seu mundo interior e confrontá-lo com os dados do conhecimento adquirido ao longo do tempo é sempre uma característica individual.
A vida fica mais fácil para quem consegue ouvir a própria a intuição.
Flávia Leão Fernandes
Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres,
Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar
com enfoque em obesidade
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL QS
Uma nova Inteligência que que é reconhecida cientificamente, mas que já é conhecida desde a antiguidade, nas culturas orientais...
No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida.
Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus" no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas.
O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune.
Afirma Dana: "A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna.
Vivemos em uma cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual".
Aos 57 anos, Dana vive na Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes.
Formada em física pela Universidade Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford. É autora de outros oito livros, entre eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para o português.
QS - Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record).
Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho.
Ela falou a EXAME em Porto Alegre durante o 300° Congresso Mundial de Treinamento e Desenvolvimento da International Federation of Training and Development Organization (IFTDO), organização fundada na Suíça, em 1971, que representa 1 milhão de especialistas em treinamento em todo o mundo.
Eis os principais trechos da entrevista:
O que é inteligência espiritual?
É uma terceira inteligência, que coloca nossos atos e experiências num contexto mais amplo de sentido e valor, tornando-os mais efetivos. Ter alto quociente espiritual (QS) implica ser capaz de usar o espiritual para ter uma vida mais rica e mais cheia de sentido, adequado senso de finalidade e direção pessoal. O QS aumenta nossos horizontes e nos torna mais criativos. É uma inteligência que nos impulsiona.
É com ela que abordamos e solucionamos problemas de sentido e valor. O QS está ligado à necessidade humana de ter propósito na vida.
É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão nortear nossas acções.
De que modo essas pesquisas confirmam suas idéias sobre a terceira inteligência?
Os cientistas descobriram que temos um "Ponto de Deus" no cérebro, uma área
nos lobos temporais que nos faz buscar um significado e valores para nossas vidas.
É uma área ligada à experiência espiritual. Tudo que influencia a inteligência passa pelo cérebro e seus prolongamentos neurais. Um tipo de organização neural permite ao homem realizar um pensamento racional, lógico. Dá a ele seu QI, ou inteligência intelectual. Outro tipo permite realizar o pensamento associativo, afetado por hábitos, reconhecedor de padrões, emotivo. É o responsável pelo QE, ou inteligência emocional.
Um terceiro tipo permite o pensamento criativo, capaz de insights, formulador e revogador de regras. É o pensamento com que se formulam e se transformam os tipos interiores de pensamento. Esse tipo lhe dá o QS, ou inteligência espiritual.
Qual a diferença entre QE e QS?
É o poder transformador. A inteligência emocional me permite julgar em que situação eu me encontro e me comportar apropriadamente dentro dos limites da situação.
A inteligência espiritual me permite perguntar se quero estar nessa situação particular. Implica trabalhar com os limites da situação. Daniel Goleman, o teórico do Quociente Emocional, fala das emoções. Inteligência espiritual fala da alma. O quociente espiritual tem a ver com o que algo significa para mim, e não apenas como as coisas afetam minha emoção e como eu reajo a isso.
A espiritualidade sempre esteve presente na história da humanidade. No início do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana.
Só em meados da década de 90, a descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não soubesse lidar com as emoções..
A ciência começa o novo milênio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual. Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma nova era no mundo dos negócios.
Dana Zohar identificou dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes.
Segundo ela, essas pessoas:
1. Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo;
2. São levadas por valores. São idealistas;
3. Têm capacidade de encarar e utilizar a adversidade;
4. São holísticas;
5. Celebram a diversidade;
6. Têm independência;
7. Perguntam sempre "por quê?"
8. Têm capacidade de colocar as coisas num contexto mais amplo;
9. Têm espontaneidade;
10.Têm compaixão.
"A mais importante busca humana é esforçar-se pela moralidade em nossa ação. Nosso equilíbrio interno, inclusive da existência, depende disso.
Somente a moralidade em nossas ações pode dar beleza e dignidade à vida.
Fazer disso uma força viva e trazê-la para a consciência é talvez a tarefa principal da educação".
(Albert Einstein)
Drª Dana Zohar - Oxford
No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a física e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida.
Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus" no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas.
O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune.
Afirma Dana: "A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna.
Vivemos em uma cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual".
Aos 57 anos, Dana vive na Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes.
Formada em física pela Universidade Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford. É autora de outros oito livros, entre eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para o português.
QS - Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record).
Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho.
Ela falou a EXAME em Porto Alegre durante o 300° Congresso Mundial de Treinamento e Desenvolvimento da International Federation of Training and Development Organization (IFTDO), organização fundada na Suíça, em 1971, que representa 1 milhão de especialistas em treinamento em todo o mundo.
Eis os principais trechos da entrevista:
O que é inteligência espiritual?
É uma terceira inteligência, que coloca nossos atos e experiências num contexto mais amplo de sentido e valor, tornando-os mais efetivos. Ter alto quociente espiritual (QS) implica ser capaz de usar o espiritual para ter uma vida mais rica e mais cheia de sentido, adequado senso de finalidade e direção pessoal. O QS aumenta nossos horizontes e nos torna mais criativos. É uma inteligência que nos impulsiona.
É com ela que abordamos e solucionamos problemas de sentido e valor. O QS está ligado à necessidade humana de ter propósito na vida.
É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão nortear nossas acções.
De que modo essas pesquisas confirmam suas idéias sobre a terceira inteligência?
Os cientistas descobriram que temos um "Ponto de Deus" no cérebro, uma área
nos lobos temporais que nos faz buscar um significado e valores para nossas vidas.
É uma área ligada à experiência espiritual. Tudo que influencia a inteligência passa pelo cérebro e seus prolongamentos neurais. Um tipo de organização neural permite ao homem realizar um pensamento racional, lógico. Dá a ele seu QI, ou inteligência intelectual. Outro tipo permite realizar o pensamento associativo, afetado por hábitos, reconhecedor de padrões, emotivo. É o responsável pelo QE, ou inteligência emocional.
Um terceiro tipo permite o pensamento criativo, capaz de insights, formulador e revogador de regras. É o pensamento com que se formulam e se transformam os tipos interiores de pensamento. Esse tipo lhe dá o QS, ou inteligência espiritual.
Qual a diferença entre QE e QS?
É o poder transformador. A inteligência emocional me permite julgar em que situação eu me encontro e me comportar apropriadamente dentro dos limites da situação.
A inteligência espiritual me permite perguntar se quero estar nessa situação particular. Implica trabalhar com os limites da situação. Daniel Goleman, o teórico do Quociente Emocional, fala das emoções. Inteligência espiritual fala da alma. O quociente espiritual tem a ver com o que algo significa para mim, e não apenas como as coisas afetam minha emoção e como eu reajo a isso.
A espiritualidade sempre esteve presente na história da humanidade. No início do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana.
Só em meados da década de 90, a descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não soubesse lidar com as emoções..
A ciência começa o novo milênio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual. Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma nova era no mundo dos negócios.
Dana Zohar identificou dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes.
Segundo ela, essas pessoas:
1. Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo;
2. São levadas por valores. São idealistas;
3. Têm capacidade de encarar e utilizar a adversidade;
4. São holísticas;
5. Celebram a diversidade;
6. Têm independência;
7. Perguntam sempre "por quê?"
8. Têm capacidade de colocar as coisas num contexto mais amplo;
9. Têm espontaneidade;
10.Têm compaixão.
"A mais importante busca humana é esforçar-se pela moralidade em nossa ação. Nosso equilíbrio interno, inclusive da existência, depende disso.
Somente a moralidade em nossas ações pode dar beleza e dignidade à vida.
Fazer disso uma força viva e trazê-la para a consciência é talvez a tarefa principal da educação".
(Albert Einstein)
Drª Dana Zohar - Oxford
VAMOS TRABALHAR MEUS FILHOS,VAMOS TRABALHAR...
Por Pai Firmino!!!
Diante de tanta diversidade deste Brasil cultural nego Firmino por vezes ainda observa os filhos a se perguntarem:
-Qual o segmento de Umbanda é o mais belo?
Aquele que conduz filho a prática da caridade sem olhar a quem.
-Qual o segmento mais certo?
E respeitando as várias formas de expressão da Umbanda, respondo:
-O mais certo é aquele onde a humildade é a guia infalível para os filhos não caírem na presunção, vaidade e prepotência.
-Qual o terreiro mais ideal?
Aquele que possibilita ao filho sua oportunidade de renovação íntima através de mudanças concretas no caminho do bem.
-Quem é o melhor sacerdote dentro da Umbanda?
Aquele que cumpre seu dever diante dos Sagrados Orixás, Guias e Protetores e ensina aos seus filhos a também assim procederem sem deixar de olhar por cada um.
-Qual o Guia mais forte dentro da Lei de Umbanda?
Aquele que ensina ao filho de fé a importância de estar aqui sem ser daqui, para que filho nenhum se perca e nem se deixe levar pelo ilusório que possui muito brilho, porém não tem consistência.
-Qual a melhor linha de trabalho dentro da Umbanda?
Todas elas. Cada qual na sua área de atividade e ante o serviço a executar. É por essas e outras razões que é necessário cada filho entender que o grande e o pequeno são duas fases de uma mesma caminhada e que aos olhos de Zambi o pouco dado de coração se torna muito e o muito dado com exibição se torna pouco.
Vamos trabalhar meus filhos, vamos trabalhar...
Oxalá abençoe suncês!
Naruê meu Pai! Patacori Ogum, Ogunhê!
fonte:Umbanda Mitos e Realidade
Diante de tanta diversidade deste Brasil cultural nego Firmino por vezes ainda observa os filhos a se perguntarem:
-Qual o segmento de Umbanda é o mais belo?
Aquele que conduz filho a prática da caridade sem olhar a quem.
-Qual o segmento mais certo?
E respeitando as várias formas de expressão da Umbanda, respondo:
-O mais certo é aquele onde a humildade é a guia infalível para os filhos não caírem na presunção, vaidade e prepotência.
-Qual o terreiro mais ideal?
Aquele que possibilita ao filho sua oportunidade de renovação íntima através de mudanças concretas no caminho do bem.
-Quem é o melhor sacerdote dentro da Umbanda?
Aquele que cumpre seu dever diante dos Sagrados Orixás, Guias e Protetores e ensina aos seus filhos a também assim procederem sem deixar de olhar por cada um.
-Qual o Guia mais forte dentro da Lei de Umbanda?
Aquele que ensina ao filho de fé a importância de estar aqui sem ser daqui, para que filho nenhum se perca e nem se deixe levar pelo ilusório que possui muito brilho, porém não tem consistência.
-Qual a melhor linha de trabalho dentro da Umbanda?
Todas elas. Cada qual na sua área de atividade e ante o serviço a executar. É por essas e outras razões que é necessário cada filho entender que o grande e o pequeno são duas fases de uma mesma caminhada e que aos olhos de Zambi o pouco dado de coração se torna muito e o muito dado com exibição se torna pouco.
Vamos trabalhar meus filhos, vamos trabalhar...
Oxalá abençoe suncês!
Naruê meu Pai! Patacori Ogum, Ogunhê!
fonte:Umbanda Mitos e Realidade
terça-feira, 10 de novembro de 2009
VERDADES OU APENAS PALAVRAS TOLAS?
Em tempo o CANDOMBLÉ...
em tempo no candomblé...
A Tempo em que foi desprezado o renascimento para as divindades como novos homens ou mulheres
Tempo de produções apoteóticas de pessoas travestidas
Tempo onde reuniões de pessoas não denotam irmandade, mas sim muita maledicência e fofoca
Tempo onde os desejos de fantasiar e se fantasiar prevalecem...
Tempo onde as pantomimas predominam
Tempo dos torsos de acrílico fluorescentes estilo maracanã
Tempo onde dividir uma mesa com seus descendentes é considerado “ato condenável”
Tempo em que muitos preferem chegar na hora da vamunha
tempo de desdenhar dos esforços de um irmão
Tempo onde consagrar um novo descendente em templo de chão batido é considerado pobreza e falta de Asé
Tempo de profanação de lugares e altares sagrados
Tempo de show com holofotes e muita purpurina...
Tempo de trazerem para os templos a suas opções sexuais
Tempo das indumentárias que parecem marquises de construções faraônicas
Tempo das salvas milionárias que inviabilizam a iniciação dos humildes
Tempo dos Ògán’s e Ekeji’s experimentarem o ‘transe de expressão’
Tempo de possessões exclusivas e dramáticas
Tempo em que uma dúvida ou pergunta vira confusão e inferno generalizado
Tempo de conchavos de “pais de santo” com lojas carnavalescas
Tempo de homem dar ‘pinta’ em ritos públicos em louvor aos ancestrais deificados
Tempo de desconsiderar a presença de uma divindade
Tempo de remedar com gracejos os sons e danças sagradas das divindades
Tempo de sofrer possessão da “divindade eu mesmo”
Tempo de vaidade excessiva e exibição de um poder inexistente
Tempo da falta de humildade
Tempo de enriquecimento à custa da fé dos leigos
Tempo de consultar o oráculo sagrado de Fá como se cata feijão
Tempo de interromper o ato de uma divindade para dobrar coro para inúmeros descompreendidos
Tempo do ebó com danoninho, rocambole e maria-mole.
Tempo de malhar pessoas que buscam fazer divulgação séria de nossa religião
Tempo de trazer pessoa amada em três dias, três horas, três minutos, três segundos...
Tempo dos tarólogos, buzólogos, cartólogos, palitólogos e pedrólogos
Tempo de usar rechillieu furadinho igual tábua de pirulito
Tempo de previsões para rede Globo, Michael Jackson, Bill Gates...
Tempo de cantar e rezar aos ancestrais em ‘língua embromation’
Tempo das cabalinhas feitas numa mesa de boteco entre um copo e outro de pinga
Tempo da mulher de vestido vermelho que tem o cabelo tingido de ruivo ter que cuidar da pomba-gira
Tempo das possessões de “olhos frios” para participar de ritos herméticos
Tempo de consulta pela internet
Tempo de hora certa para sofrer possessões
Tempo de ebós exclusivos e poderosíssimos
Tempo de possessões múltiplas, poliformes e mirabolantes
Tempo de chochar as tradições e templos alheios
Tempo dos pronomes e frases possessivas: Meu Òrìsà, meu Vodún...
Tempo em que muitos perderam completamente o respeito pelas divindades.
Tempo em que fazem de nossa religião um parque de diversões cheio de marionetes.
Tempo em que raciocinar é sacrilégio e pecado mortal!
empo do tudo pode e do pode tudo, sendo considerado anormal apenas aquele que fica de fora desse festival bizarro com samba de crioulo doido.
TEXTO MAGNÍFICO
...Descreve tudo que esta acontecendo nos dias de hoje com as religiões, com o mundo....
Estamos na Era do Imediatismo:
Exemplo:Te Pedi hoje, quero que aconteça hoje.
não aconteceu? então tchau!!!
vc não sabe nada...e assim por diante...
"O tempo de Hoje"...interessantissimo
autor desconhecido
em tempo no candomblé...
A Tempo em que foi desprezado o renascimento para as divindades como novos homens ou mulheres
Tempo de produções apoteóticas de pessoas travestidas
Tempo onde reuniões de pessoas não denotam irmandade, mas sim muita maledicência e fofoca
Tempo onde os desejos de fantasiar e se fantasiar prevalecem...
Tempo onde as pantomimas predominam
Tempo dos torsos de acrílico fluorescentes estilo maracanã
Tempo onde dividir uma mesa com seus descendentes é considerado “ato condenável”
Tempo em que muitos preferem chegar na hora da vamunha
tempo de desdenhar dos esforços de um irmão
Tempo onde consagrar um novo descendente em templo de chão batido é considerado pobreza e falta de Asé
Tempo de profanação de lugares e altares sagrados
Tempo de show com holofotes e muita purpurina...
Tempo de trazerem para os templos a suas opções sexuais
Tempo das indumentárias que parecem marquises de construções faraônicas
Tempo das salvas milionárias que inviabilizam a iniciação dos humildes
Tempo dos Ògán’s e Ekeji’s experimentarem o ‘transe de expressão’
Tempo de possessões exclusivas e dramáticas
Tempo em que uma dúvida ou pergunta vira confusão e inferno generalizado
Tempo de conchavos de “pais de santo” com lojas carnavalescas
Tempo de homem dar ‘pinta’ em ritos públicos em louvor aos ancestrais deificados
Tempo de desconsiderar a presença de uma divindade
Tempo de remedar com gracejos os sons e danças sagradas das divindades
Tempo de sofrer possessão da “divindade eu mesmo”
Tempo de vaidade excessiva e exibição de um poder inexistente
Tempo da falta de humildade
Tempo de enriquecimento à custa da fé dos leigos
Tempo de consultar o oráculo sagrado de Fá como se cata feijão
Tempo de interromper o ato de uma divindade para dobrar coro para inúmeros descompreendidos
Tempo do ebó com danoninho, rocambole e maria-mole.
Tempo de malhar pessoas que buscam fazer divulgação séria de nossa religião
Tempo de trazer pessoa amada em três dias, três horas, três minutos, três segundos...
Tempo dos tarólogos, buzólogos, cartólogos, palitólogos e pedrólogos
Tempo de usar rechillieu furadinho igual tábua de pirulito
Tempo de previsões para rede Globo, Michael Jackson, Bill Gates...
Tempo de cantar e rezar aos ancestrais em ‘língua embromation’
Tempo das cabalinhas feitas numa mesa de boteco entre um copo e outro de pinga
Tempo da mulher de vestido vermelho que tem o cabelo tingido de ruivo ter que cuidar da pomba-gira
Tempo das possessões de “olhos frios” para participar de ritos herméticos
Tempo de consulta pela internet
Tempo de hora certa para sofrer possessões
Tempo de ebós exclusivos e poderosíssimos
Tempo de possessões múltiplas, poliformes e mirabolantes
Tempo de chochar as tradições e templos alheios
Tempo dos pronomes e frases possessivas: Meu Òrìsà, meu Vodún...
Tempo em que muitos perderam completamente o respeito pelas divindades.
Tempo em que fazem de nossa religião um parque de diversões cheio de marionetes.
Tempo em que raciocinar é sacrilégio e pecado mortal!
empo do tudo pode e do pode tudo, sendo considerado anormal apenas aquele que fica de fora desse festival bizarro com samba de crioulo doido.
TEXTO MAGNÍFICO
...Descreve tudo que esta acontecendo nos dias de hoje com as religiões, com o mundo....
Estamos na Era do Imediatismo:
Exemplo:Te Pedi hoje, quero que aconteça hoje.
não aconteceu? então tchau!!!
vc não sabe nada...e assim por diante...
"O tempo de Hoje"...interessantissimo
autor desconhecido
LIBERDADE ESPIRITUAL
A variedade graus vista em espíritos viventes na terra é admirável, e falar sobre liberdade espiritual não é uma coisa atual, mas que já foi passado por vários mestres ao longo dos tempos.
Levando em conta essa variedade de habitantes, levamos em consideração que podemos também variar nessa conquista da liberdade espiritual. Para isso seria importante já possuirmos certa liberdade material, porque estando operando na matéria seu domínio significa também liberdade espiritual.
O ser humano afirma sua falta de liberdade espiritual quando necessita que outrem opine sob uma decisão que ele próprio deve tomar. A opinião de outra pessoa também vem com seus conceitos que podem fazer com que você adie ou até mesmo não tome atitude alguma.
Quando você tem em mente o desejo de fazer algo bom, já estudou isso e sabe que é bom, então faça! Pois é Deus em ti que te impele a agir.
Esperar sempre que outrem opine para que tomemos nossas próprias decisões, é sinal de dependência espiritual, pois você perde em evolução quando não teve firmeza para dar segmento em seu próprio projeto. Como desejas despertar seu mestre, o Deus interior que ah em você recorrendo ao exterior?!
Por esse motivo nossos mentores espirituais não interferem de forma direta nos dizendo o que fazer, pois dessa maneira não teríamos nenhum ganho próprio, nenhum mérito em nossas atitudes espiritualmente falando.
Você tem de tomar suas decisões independentemente ter alguém ou não para te auxiliar, se é bom, faça! Pense, e se não houvesse a quem você recorrer na hora de tomar uma decisão importante?
Hoje os seres mais espiritualizados na hora de tomarem suas decisões recorrem à preta velha, ao mentor espiritual, etc. onde estaria seu mérito por essas decisões?
Mais ai dizemos – “ precisamos disso, pois não viemos com manual de operação e funcionamento”
Geralmente quem escreve o manual de uma maquina é seu fabricante que a conhece perfeitamente.
O corpo humano também é uma máquina, e perfeita. Seu manual nós também o temos. Ele foi entregue por intermédio de Jesus Cristo. É uma pena que poucas pessoas têm o habito de ler o manual de operação quando adquirem algum bem, e o corpo humano é o melhor desses bens.
Está aqui uma das máximas do manual de Jesus,
”... Tudo quanto queres que os outros façam para ti, faze-o também para eles..."
E Ele não foi o único que nos trouxe esse manual...
Confucionismo: "Não faças aos outros aquilo que não queres que eles te façam."
Budismo: "De cinco maneiras um verdadeiro líder deve tratar seus amigos e dependentes: com generosidade, cortesia, benevolência, dando o que deles espera receber e sendo fiel quanto à sua própria palavra."
Hinduísmo: "Não faça aos outros aquilo que, se a ti fosse feito, causar-te-ia dor."
Islamismo: "Ninguém pode ser um crente até que ame o seu irmão como a si mesmo."
Sikhismo: "Julga aos outros como a ti mesmo julgarás. Então participarás do Céu."
Jainismo: "Na felicidade e na infelicidade, na alegria e na dor, precisamos olhar todas as criaturas assim como olhamos a nós mesmos."
Zoroastrismo: "A natureza só é amiga quando não fazemos aos outros nada que não seja bom pra nós mesmos."
Taoísmo: "Considera o lucro do teu vizinho como teu próprio e o seu prejuízo como se também fosse teu."
Judaísmo: "Não faça ao teu semelhante aquilo que para ti mesmo é doloroso.”
No livro dos espíritos você encontra:
Questão 919
– Qual é o meio prático e mais eficaz para se melhorar nesta vida, e resistir ao arrastamento do mal ?
R.: - Um sábio da antiguidade vos disse: Conhece-te a ti mesmo.
Na hora de tomarmos nossas decisões, vamos recorrer sempre a esses manuais independente da opinião de outrem.
Se é bom e não prejudicará a ninguém, não é por conta de egoísmo, então faça!
- Márcio JS
PAZ AMOR E VERDADE.
Esta frase vem bem a calhar com esse texto...
Quanto mais avançares, mais e mais serão os perigos que cercarão os teus passos.
O caminho que segue para diante é iluminado por uma chama - a luz da audácia ardendo no coração. Quanto mais ousares, mais conseguirás.
Quanto mais temeres, mais a luz esmorecerá - e só ela te pode guiar.
(a voz do silêncio)
Levando em conta essa variedade de habitantes, levamos em consideração que podemos também variar nessa conquista da liberdade espiritual. Para isso seria importante já possuirmos certa liberdade material, porque estando operando na matéria seu domínio significa também liberdade espiritual.
O ser humano afirma sua falta de liberdade espiritual quando necessita que outrem opine sob uma decisão que ele próprio deve tomar. A opinião de outra pessoa também vem com seus conceitos que podem fazer com que você adie ou até mesmo não tome atitude alguma.
Quando você tem em mente o desejo de fazer algo bom, já estudou isso e sabe que é bom, então faça! Pois é Deus em ti que te impele a agir.
Esperar sempre que outrem opine para que tomemos nossas próprias decisões, é sinal de dependência espiritual, pois você perde em evolução quando não teve firmeza para dar segmento em seu próprio projeto. Como desejas despertar seu mestre, o Deus interior que ah em você recorrendo ao exterior?!
Por esse motivo nossos mentores espirituais não interferem de forma direta nos dizendo o que fazer, pois dessa maneira não teríamos nenhum ganho próprio, nenhum mérito em nossas atitudes espiritualmente falando.
Você tem de tomar suas decisões independentemente ter alguém ou não para te auxiliar, se é bom, faça! Pense, e se não houvesse a quem você recorrer na hora de tomar uma decisão importante?
Hoje os seres mais espiritualizados na hora de tomarem suas decisões recorrem à preta velha, ao mentor espiritual, etc. onde estaria seu mérito por essas decisões?
Mais ai dizemos – “ precisamos disso, pois não viemos com manual de operação e funcionamento”
Geralmente quem escreve o manual de uma maquina é seu fabricante que a conhece perfeitamente.
O corpo humano também é uma máquina, e perfeita. Seu manual nós também o temos. Ele foi entregue por intermédio de Jesus Cristo. É uma pena que poucas pessoas têm o habito de ler o manual de operação quando adquirem algum bem, e o corpo humano é o melhor desses bens.
Está aqui uma das máximas do manual de Jesus,
”... Tudo quanto queres que os outros façam para ti, faze-o também para eles..."
E Ele não foi o único que nos trouxe esse manual...
Confucionismo: "Não faças aos outros aquilo que não queres que eles te façam."
Budismo: "De cinco maneiras um verdadeiro líder deve tratar seus amigos e dependentes: com generosidade, cortesia, benevolência, dando o que deles espera receber e sendo fiel quanto à sua própria palavra."
Hinduísmo: "Não faça aos outros aquilo que, se a ti fosse feito, causar-te-ia dor."
Islamismo: "Ninguém pode ser um crente até que ame o seu irmão como a si mesmo."
Sikhismo: "Julga aos outros como a ti mesmo julgarás. Então participarás do Céu."
Jainismo: "Na felicidade e na infelicidade, na alegria e na dor, precisamos olhar todas as criaturas assim como olhamos a nós mesmos."
Zoroastrismo: "A natureza só é amiga quando não fazemos aos outros nada que não seja bom pra nós mesmos."
Taoísmo: "Considera o lucro do teu vizinho como teu próprio e o seu prejuízo como se também fosse teu."
Judaísmo: "Não faça ao teu semelhante aquilo que para ti mesmo é doloroso.”
No livro dos espíritos você encontra:
Questão 919
– Qual é o meio prático e mais eficaz para se melhorar nesta vida, e resistir ao arrastamento do mal ?
R.: - Um sábio da antiguidade vos disse: Conhece-te a ti mesmo.
Na hora de tomarmos nossas decisões, vamos recorrer sempre a esses manuais independente da opinião de outrem.
Se é bom e não prejudicará a ninguém, não é por conta de egoísmo, então faça!
- Márcio JS
PAZ AMOR E VERDADE.
Esta frase vem bem a calhar com esse texto...
Quanto mais avançares, mais e mais serão os perigos que cercarão os teus passos.
O caminho que segue para diante é iluminado por uma chama - a luz da audácia ardendo no coração. Quanto mais ousares, mais conseguirás.
Quanto mais temeres, mais a luz esmorecerá - e só ela te pode guiar.
(a voz do silêncio)
CABOCLOS ESPÍRITOS DE LUZ
São entidades, espíritos de índios brasileiros e Sul Americanos, que trabalham na caridade como verdadeiros conselheiros,nos ensinando a amar ao próximo e a natureza, são entidades que tem como missão principal o ensinamento da espiritualidade e o encorajamento da fé, pois é através da fé que tudo se consegue.
Usam em seus trabalhos ervas que são passadas para banhos de limpeza e chás para a parte física, ajudam na vida material com trabalhos de magia positiva, que limpam a nossa áura e proporcionam uma energia de força que irá nos auxiliar para que consigamos o objetivo que desejamos, não existe trabalhos de magia que possam lhe dar empregos e favores, isso não é verdade, o trabalho que eles desenvolvem é o de encorajar o nosso espírito e prepara-lo para que nós consigamos o nosso objetivo.
A magia praticada pêlos espíritos de caboclos e pretos velhos é sempre positiva, não existe na Umbanda trabalho de magia negativa, ao contrário, a Umbanda trabalha para desfazer a magia negativa. Eu sei que infelizmente, existem vários
terreiros que praticam esta magia inferior, mas estes são os magos negros, que para disfarçar o seu verdadeiro propósito, se escondem em terreiros ditos de Umbanda para que possam atrair as pessoas e desenvolver as suas práticas negativas, com promessas falsas que sabemos nunca são atendidas.
Mais graças a Oxalá, esses terreiros estão acabando, pois, o povo esta tendo um maior conhecimento e buscando a verdade e é através desse caminho, de busca da verdade, que esse templo de Umbanda pretende ensinar a todos, o verdadeiro caminho da fé.
Os caboclos de Umbanda são entidades simples e através da sua simplicidade passam credibilidade e confiança a todos que os procuram, seus pontos riscados, grafia sagrada dos Orixás, traduzem a mais forte magia que existe atualmente, é atravésdesses pontos que são feitas limpezas e evocações de elementais e Orixás para diversos fins, mais a frente falaremos um pouco mais sobre os pontos riscados de Umbanda.
Nos seus trabalhos de magia costumam usar pembas, ( giz de várias cores imantados na energia de cada Orixá), velas,geralmente de cêra, essências, flores, ervas, frutas, charutos e incenso. Todo esse material será disposto em cima de uma mandala ou ponto riscado, para que esse direcione o trabalho.
Quando fazemos um trabalho para uma entidade de Umbanda e colocamos algum prato de comida, como pôr exemplo espigas de milho cozidas com mel, esta comida não é para o Caboclo comer, espíritos não precisam de comida, o alimento que esta ali depositado, serve como alimento espiritual, isto é, a energia que emana daquela comida e transmutada e utilizada para
o trabalho de magia a favor do consulente, da mesma forma o charuto que a entidade esta fumando é usado para limpeza, do consulente através da fumaça e das orações que estas entidades fazem no momento da limpeza, são os chamados passes de Umbanda.
Muitas vezes a Umbanda é criticada e chamada de baixo espiritismo, pois seus guias fumam e bebem, mais estas críticas se devem a uma falta de conhecimento da magia ritual que a Umbanda pratica, desde o início, com tanta maestria e poder, e sempre o fará para o bem de todos.
Rodrigo Romo
Usam em seus trabalhos ervas que são passadas para banhos de limpeza e chás para a parte física, ajudam na vida material com trabalhos de magia positiva, que limpam a nossa áura e proporcionam uma energia de força que irá nos auxiliar para que consigamos o objetivo que desejamos, não existe trabalhos de magia que possam lhe dar empregos e favores, isso não é verdade, o trabalho que eles desenvolvem é o de encorajar o nosso espírito e prepara-lo para que nós consigamos o nosso objetivo.
A magia praticada pêlos espíritos de caboclos e pretos velhos é sempre positiva, não existe na Umbanda trabalho de magia negativa, ao contrário, a Umbanda trabalha para desfazer a magia negativa. Eu sei que infelizmente, existem vários
terreiros que praticam esta magia inferior, mas estes são os magos negros, que para disfarçar o seu verdadeiro propósito, se escondem em terreiros ditos de Umbanda para que possam atrair as pessoas e desenvolver as suas práticas negativas, com promessas falsas que sabemos nunca são atendidas.
Mais graças a Oxalá, esses terreiros estão acabando, pois, o povo esta tendo um maior conhecimento e buscando a verdade e é através desse caminho, de busca da verdade, que esse templo de Umbanda pretende ensinar a todos, o verdadeiro caminho da fé.
Os caboclos de Umbanda são entidades simples e através da sua simplicidade passam credibilidade e confiança a todos que os procuram, seus pontos riscados, grafia sagrada dos Orixás, traduzem a mais forte magia que existe atualmente, é atravésdesses pontos que são feitas limpezas e evocações de elementais e Orixás para diversos fins, mais a frente falaremos um pouco mais sobre os pontos riscados de Umbanda.
Nos seus trabalhos de magia costumam usar pembas, ( giz de várias cores imantados na energia de cada Orixá), velas,geralmente de cêra, essências, flores, ervas, frutas, charutos e incenso. Todo esse material será disposto em cima de uma mandala ou ponto riscado, para que esse direcione o trabalho.
Quando fazemos um trabalho para uma entidade de Umbanda e colocamos algum prato de comida, como pôr exemplo espigas de milho cozidas com mel, esta comida não é para o Caboclo comer, espíritos não precisam de comida, o alimento que esta ali depositado, serve como alimento espiritual, isto é, a energia que emana daquela comida e transmutada e utilizada para
o trabalho de magia a favor do consulente, da mesma forma o charuto que a entidade esta fumando é usado para limpeza, do consulente através da fumaça e das orações que estas entidades fazem no momento da limpeza, são os chamados passes de Umbanda.
Muitas vezes a Umbanda é criticada e chamada de baixo espiritismo, pois seus guias fumam e bebem, mais estas críticas se devem a uma falta de conhecimento da magia ritual que a Umbanda pratica, desde o início, com tanta maestria e poder, e sempre o fará para o bem de todos.
Rodrigo Romo
terça-feira, 3 de novembro de 2009
UMBRAIS EXISTEM,E NEM SÃO TÃO FEIOS QUANTO DIZEM
A explicação para eles é bem lógica e até banal:
Após a morte física, as pessoas tendem a ir para outros planos, que irão variar de acordo com o próprio grau de sutilização, etcétera e tal.
Pessoas que levem vida mais desregrada (uso aqui este termo de forma propositalmente genérica, sem tentar definir o que seja "vida desregrada", visto que cada um terá diferentes definições para isto) tendem a ser mais dependentes e apegadas às coisas deste mundo e assim,após a morte física, acabam permanecendo em planos bem próximos a este, de onde inclusive terão maiores possibilidades para tentar satisfazer os vícios e necessidades que ainda conservam em si como reminiscências de seus tempos de encarnadas.
Aí acabarão pôr embarcar num nocivo círculo vicioso de roubo de energia vital de encarnados (vampirismo necessário para que possam permanecer nas redondezas deste nosso plano) e "usufruto" desta energia roubada,ou seja, satisfação ou pseudo-satisfação dos densos objetivos que as mantêm nestes planos.
"Umbral, antes lumbral, e antes ainda limbral (fins do séc. XIII), de lumbre (luz). Limbral, por sua vez, é alteração de liminar, do latim limináris, referente à soleira da porta; o L de lumbral desapareceu pôr conta do artigo EL.');"
Umbral" quer dizer fronteira, divisa. E realmente, como foi explicado, estas colônias e regiões são fronteiriças ao nosso mundo físico.
Mas pôr que então seriam lugares tipicamente tristes e decrépitos, se todos que estão lá estão reunidos pôr compartilharem da mesma sintonia?
A explicação é que imensos aglomerados de entidades de baixa densidade, como o são estes bairros astrais, tenderão naturalmentea ser extremamente heterogêneo, em termos de população.
E assim, o vício de um daqueles infelizes poderá ser o tormento do outro, cujo comportamento, pôr sua vez, fará a desgraça daquele um, ou de um terceiro, numa roda viva a la Jean Paul Sartre, onde "o inferno são os outros".
Tal e qual numa prisão, onde você não pode escolher seus companheiros de cela.
Mas mesmo assim, uma questão muito mais de sintonia do que de culpa, castigo, punição, etc.
Tanto que projetores astrais em momentos de má sintonia podem mesmo acabar
passeando pôr tais plagas, em suas projeções, quase sempre contra a vontade.
Umbral é isto. Apenas isto.
Não entrarei aqui nos aspectos espiritualistas e filosóficos que nos ensinam as formas de escapar dele, ou de elevar a sintonia para criar afinidades com planos mais elevados, pois para isto temos brilhantes oradores e escritores, com suas centenas de páginas, parábolas e palestras.
E mesmo porque acredito que cada um pôr aqui saiba, pelo menos intuitivamente, o que deve e não deve fazer
para permanecer longe dele.
Bene Metafísico
Após a morte física, as pessoas tendem a ir para outros planos, que irão variar de acordo com o próprio grau de sutilização, etcétera e tal.
Pessoas que levem vida mais desregrada (uso aqui este termo de forma propositalmente genérica, sem tentar definir o que seja "vida desregrada", visto que cada um terá diferentes definições para isto) tendem a ser mais dependentes e apegadas às coisas deste mundo e assim,após a morte física, acabam permanecendo em planos bem próximos a este, de onde inclusive terão maiores possibilidades para tentar satisfazer os vícios e necessidades que ainda conservam em si como reminiscências de seus tempos de encarnadas.
Aí acabarão pôr embarcar num nocivo círculo vicioso de roubo de energia vital de encarnados (vampirismo necessário para que possam permanecer nas redondezas deste nosso plano) e "usufruto" desta energia roubada,ou seja, satisfação ou pseudo-satisfação dos densos objetivos que as mantêm nestes planos.
"Umbral, antes lumbral, e antes ainda limbral (fins do séc. XIII), de lumbre (luz). Limbral, por sua vez, é alteração de liminar, do latim limináris, referente à soleira da porta; o L de lumbral desapareceu pôr conta do artigo EL.');"
Umbral" quer dizer fronteira, divisa. E realmente, como foi explicado, estas colônias e regiões são fronteiriças ao nosso mundo físico.
Mas pôr que então seriam lugares tipicamente tristes e decrépitos, se todos que estão lá estão reunidos pôr compartilharem da mesma sintonia?
A explicação é que imensos aglomerados de entidades de baixa densidade, como o são estes bairros astrais, tenderão naturalmentea ser extremamente heterogêneo, em termos de população.
E assim, o vício de um daqueles infelizes poderá ser o tormento do outro, cujo comportamento, pôr sua vez, fará a desgraça daquele um, ou de um terceiro, numa roda viva a la Jean Paul Sartre, onde "o inferno são os outros".
Tal e qual numa prisão, onde você não pode escolher seus companheiros de cela.
Mas mesmo assim, uma questão muito mais de sintonia do que de culpa, castigo, punição, etc.
Tanto que projetores astrais em momentos de má sintonia podem mesmo acabar
passeando pôr tais plagas, em suas projeções, quase sempre contra a vontade.
Umbral é isto. Apenas isto.
Não entrarei aqui nos aspectos espiritualistas e filosóficos que nos ensinam as formas de escapar dele, ou de elevar a sintonia para criar afinidades com planos mais elevados, pois para isto temos brilhantes oradores e escritores, com suas centenas de páginas, parábolas e palestras.
E mesmo porque acredito que cada um pôr aqui saiba, pelo menos intuitivamente, o que deve e não deve fazer
para permanecer longe dele.
Bene Metafísico
sábado, 31 de outubro de 2009
FORÇA DE VONTADE E AÇÃO
Todos espíritos, sem exceção, trilham os mesmos caminhos. A única diferença está no tempo que cada um leva para evoluir.
Ninguém vem a este mundo a passeio, e se nascemos com o dom e conseqüente missão de trabalharmos como médiuns para fazer o bem, seria um contrasenso se ao aqui chegarmos após prèviamente escolhida nossa jornada de trabalho para resgate/evolução, ficarmos feito barco à deriva esperando que alguém nos pegue pela mão e ainda nos convença do cumprimento do nosso dever.
Cada um é naturalmente conduzido para os objetivos como se fosse um imã.
O problema é querer e aceitar.
Pessoas acomodadas tem medo de mudanças, permanecendo na inércia, e mudança não é uma questão de capacidade, mas de motivação.
As falanges de trabalhadores do astral, designadas ao médium para cumprimento da sua missão, nunca param de intuir neste os desígnios propostos, até o seu desencarne. Muitas vezes é necessário que o médium passe problemas muito sérios e de toda ordem, para pedir ajuda e descobrir seu caminho de trabalho. É o que mais acontece.
Tanto nos médiuns que trabalham, como os que permanecem indiferentes ao dever, os guias não ficam grudados o tempo todo em ambos, até porque não são obsessores ou kiumbas.
Se os guias precisam de nós para evoluírem, como ficam as falanges designadas ao médium que se nega a trabalhar? Durante sua existência física os guias não evoluem, ficam parados, só esperando e contemplando?
Pagam pela negligência do médium?
O tempo despendido com os médiuns é ínfimo comparado com os trabalhos e evolução dos guias noutros planos.
Engana-se quem acha que o plano espiritual é uma réplica do físico. É um só, sem fronteiras nem religiões, e a única diferença que existe lá, é o grau de evolução dos espíritos.
Os espíritos se movem com a velocidade do pensamento, e ao mesmo tempo que dão um passe e orientações a um consulente, conversam com vários espíritos, fazem reuniões, decidem, agem.
Dezenas de ações ao mesmo tempo em poucos segundos nossos.
Wilmar Alberto
Ninguém vem a este mundo a passeio, e se nascemos com o dom e conseqüente missão de trabalharmos como médiuns para fazer o bem, seria um contrasenso se ao aqui chegarmos após prèviamente escolhida nossa jornada de trabalho para resgate/evolução, ficarmos feito barco à deriva esperando que alguém nos pegue pela mão e ainda nos convença do cumprimento do nosso dever.
Cada um é naturalmente conduzido para os objetivos como se fosse um imã.
O problema é querer e aceitar.
Pessoas acomodadas tem medo de mudanças, permanecendo na inércia, e mudança não é uma questão de capacidade, mas de motivação.
As falanges de trabalhadores do astral, designadas ao médium para cumprimento da sua missão, nunca param de intuir neste os desígnios propostos, até o seu desencarne. Muitas vezes é necessário que o médium passe problemas muito sérios e de toda ordem, para pedir ajuda e descobrir seu caminho de trabalho. É o que mais acontece.
Tanto nos médiuns que trabalham, como os que permanecem indiferentes ao dever, os guias não ficam grudados o tempo todo em ambos, até porque não são obsessores ou kiumbas.
Se os guias precisam de nós para evoluírem, como ficam as falanges designadas ao médium que se nega a trabalhar? Durante sua existência física os guias não evoluem, ficam parados, só esperando e contemplando?
Pagam pela negligência do médium?
O tempo despendido com os médiuns é ínfimo comparado com os trabalhos e evolução dos guias noutros planos.
Engana-se quem acha que o plano espiritual é uma réplica do físico. É um só, sem fronteiras nem religiões, e a única diferença que existe lá, é o grau de evolução dos espíritos.
Os espíritos se movem com a velocidade do pensamento, e ao mesmo tempo que dão um passe e orientações a um consulente, conversam com vários espíritos, fazem reuniões, decidem, agem.
Dezenas de ações ao mesmo tempo em poucos segundos nossos.
Wilmar Alberto
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
A ÉTICA NA MEDIUNIDADE
O médium como elo de ligação entre o visível e o invisível,deve se preocupar em mater. a serenidade mental no seu dia a dia para que pensamentos difusos são sejam cultivados porque promovem uma sintonia com entidades espirituais de baixa estirpe moral.
E o médium que com sua abundante energia é alvo dos mais atrozes ataques provenientes do baixo astral desencarnado e encarnado, há de manter um nível de pensamentos salutares procurando seleciona-los em companhia de pessoas de boa índole ( dizes-me com quem andas, que eu te direi quem és ! ), para que sua corrente mental o proteja das ações do baixo astral, para que sua boca pronuncie palavras limpas, e para seus ouvidos ouçam palavras harmoniosas porque é de nossa boca que emana aquilo do que nosso coração está cheio, e é também pela boca que ingerimos os alimentos, e esses alimentos também devem ser selecionados para que a harmonia impere em nosso organismo como um todo, portanto, a abstenção de carne vermelha pelos médiuns umbandistas têm que ser controlada porque somos alvos de ataques constantes e necessitamos de um sustentáculo material mais rebuscado porém, a carne de porco por questões óbvias pode ser suprimida de nossa alimentação com racionalidade.
A alimentação ainda constitue um fator decisivo na atuação mediúnica porque quando ingerimos carne, quando comemos em excesso ou ingerimos álcool, o nosso organismo sofre alterações químicas que além de estimularem o animismo vicioso através da ligação instintiva intensa, ainda promove um eliminação via hálito esuor, que pode prejudicar os consulentes em uma consulta mediúnica.
Por todos esses fatores é que ao menos no dia da sessão de caridade, devemos nos abster de carne, de álcool, e até adiminuição do fumo, por parte de quem cultiva esse infeliz hábito, é aconselhável porque o fumo carreia toxinas que dificultam a fluência energética no nosso organismo, bem como obscurecem nossa sensibilidade às vibrações superiores emanadas por nosso mentor espiritual.
Muitos devem estar fazendo a observação de que as entidades espirituais que trabalham em rituais como a Umbanda no Brasil, utilizam o fumo e o álcool em seus trabalhos porém, ressaltamos que elas utilizam esses elementos justamente como amortecedores de cargas oriundas de baixas vibrações e que quando desincorporam, minimizam a atuação negativa dessas substâncias no corpo físico do médium e isso explica o motivo de muitos médiuns que atuam freqüentemente em ambientes hostis com trabalhos pesados, ingerirem aguardente (marafo)em quantidade e depois que desincorporam não apresentarem efeitos desse elemento, isso quando incorporam de verdade...
O médium no dia que vai atuar mediunicamente ainda deve se abster de sexo para preservar sua vibração original, o que será positivo no contato mediúnico pois, o sexo une dois seresa níveis mais sutis do que o físico...
Outro ponto importante é o fato de que no período pré-menstrual e na menopausa, o organismo feminino liberar uma toxina ( menotoxina ) e provocar alterações psíquicas decorrentes da t.p.m. ( tensão pré-menstrual ) , portanto, a mulher é praticamente regida pelo ciclo menstrual, que comoo ciclo lunar é de 28 dias.
O fato da mulher ter ciclos negativos como a lua ( cheia eminguante ) é de conhecimento de culturas antigas pois, em tribos indígenas a mulher fica isolada no período menstrual,longe de seus afazeres habituais, e no próprio antigo testamento da Bíblia está escrito:“
Quando uma mulher tiver um fluxo de sangue e que seja fluxo de sangue do seu corpo, permanecerá durante sete dias na impureza de suas regras.
( Levítico 15,19 ) ““ Não te aproximarás de uma mulher, para descobrir a sua nudez, durante a sua impureza das regras. ( Levítico 20,18 ).
“E é justamente por essa inconstância vibratória, que a mulher não pode exercer a função de comando em escolas de iniciação.
No entanto, a similaridade psicológica em nossa sociedade não dá espaços para atitudes radicais e preconceituosas, a ponto de hoje entendermos que homem e mulher são igualmente filhos de Deus e cada um em seu caminho pode alcançar sua realização pessoal e transcendental em harmonia com seu par .
Não queremos ser normalistas ou falso-moralistas,queremos expor os fatos à luz da razão com explicações lógicas e plausíveis, para que o médium não venha a prejudicar a si e aos outros.
do livro: Filosofia oculta nas religiões
Eduardo Parra
E o médium que com sua abundante energia é alvo dos mais atrozes ataques provenientes do baixo astral desencarnado e encarnado, há de manter um nível de pensamentos salutares procurando seleciona-los em companhia de pessoas de boa índole ( dizes-me com quem andas, que eu te direi quem és ! ), para que sua corrente mental o proteja das ações do baixo astral, para que sua boca pronuncie palavras limpas, e para seus ouvidos ouçam palavras harmoniosas porque é de nossa boca que emana aquilo do que nosso coração está cheio, e é também pela boca que ingerimos os alimentos, e esses alimentos também devem ser selecionados para que a harmonia impere em nosso organismo como um todo, portanto, a abstenção de carne vermelha pelos médiuns umbandistas têm que ser controlada porque somos alvos de ataques constantes e necessitamos de um sustentáculo material mais rebuscado porém, a carne de porco por questões óbvias pode ser suprimida de nossa alimentação com racionalidade.
A alimentação ainda constitue um fator decisivo na atuação mediúnica porque quando ingerimos carne, quando comemos em excesso ou ingerimos álcool, o nosso organismo sofre alterações químicas que além de estimularem o animismo vicioso através da ligação instintiva intensa, ainda promove um eliminação via hálito esuor, que pode prejudicar os consulentes em uma consulta mediúnica.
Por todos esses fatores é que ao menos no dia da sessão de caridade, devemos nos abster de carne, de álcool, e até adiminuição do fumo, por parte de quem cultiva esse infeliz hábito, é aconselhável porque o fumo carreia toxinas que dificultam a fluência energética no nosso organismo, bem como obscurecem nossa sensibilidade às vibrações superiores emanadas por nosso mentor espiritual.
Muitos devem estar fazendo a observação de que as entidades espirituais que trabalham em rituais como a Umbanda no Brasil, utilizam o fumo e o álcool em seus trabalhos porém, ressaltamos que elas utilizam esses elementos justamente como amortecedores de cargas oriundas de baixas vibrações e que quando desincorporam, minimizam a atuação negativa dessas substâncias no corpo físico do médium e isso explica o motivo de muitos médiuns que atuam freqüentemente em ambientes hostis com trabalhos pesados, ingerirem aguardente (marafo)em quantidade e depois que desincorporam não apresentarem efeitos desse elemento, isso quando incorporam de verdade...
O médium no dia que vai atuar mediunicamente ainda deve se abster de sexo para preservar sua vibração original, o que será positivo no contato mediúnico pois, o sexo une dois seresa níveis mais sutis do que o físico...
Outro ponto importante é o fato de que no período pré-menstrual e na menopausa, o organismo feminino liberar uma toxina ( menotoxina ) e provocar alterações psíquicas decorrentes da t.p.m. ( tensão pré-menstrual ) , portanto, a mulher é praticamente regida pelo ciclo menstrual, que comoo ciclo lunar é de 28 dias.
O fato da mulher ter ciclos negativos como a lua ( cheia eminguante ) é de conhecimento de culturas antigas pois, em tribos indígenas a mulher fica isolada no período menstrual,longe de seus afazeres habituais, e no próprio antigo testamento da Bíblia está escrito:“
Quando uma mulher tiver um fluxo de sangue e que seja fluxo de sangue do seu corpo, permanecerá durante sete dias na impureza de suas regras.
( Levítico 15,19 ) ““ Não te aproximarás de uma mulher, para descobrir a sua nudez, durante a sua impureza das regras. ( Levítico 20,18 ).
“E é justamente por essa inconstância vibratória, que a mulher não pode exercer a função de comando em escolas de iniciação.
No entanto, a similaridade psicológica em nossa sociedade não dá espaços para atitudes radicais e preconceituosas, a ponto de hoje entendermos que homem e mulher são igualmente filhos de Deus e cada um em seu caminho pode alcançar sua realização pessoal e transcendental em harmonia com seu par .
Não queremos ser normalistas ou falso-moralistas,queremos expor os fatos à luz da razão com explicações lógicas e plausíveis, para que o médium não venha a prejudicar a si e aos outros.
do livro: Filosofia oculta nas religiões
Eduardo Parra
terça-feira, 27 de outubro de 2009
A MINHA RELIGIÃO
Estávamos assistindo a um programa de televisão, um dia desses, e não pudemos deixar de registrar um fato interessante.
O repórter estava entrevistando um ex-jogador de futebol que foi contemporâneo de Pelé, Garrincha, e outros mestres do esporte.
A entrevista transcorria de maneira agradável, pois o repórter conduziu a conversa fazendo correlação entre o futebol e a vida cotidiana.
Em vários momentos o entrevistado deixou transparecer a sua boa conduta perante a vida.
Era um jogador exemplar; um esposo dedicado e fiel; um pai amável e companheiro; não era dado a farras e bebedeiras; sempre foi benquisto pelos colegas de profissão.
Em cada item desses, o repórter questionava:
"por que você age assim?"
E ele respondia: "é por causa da minha RELIGIÃO."
Os valores expressados pelo desportista causavam agradável impressão ao telespectador.
O seu exemplo de vida certamente despertou a curiosidade de muitos, para saber qual era a RELIGIÃO que professava.
O repórter, como que captando a curiosidade geral, fez a pergunta tão esperada:
"e qual é a sua RELIGIÃO?"
Para surpresa de todos, o ex-jogador disse convicto: "minha RELIGIÃO, é que eu não tenho RELIGIÃO.
Como sei que a minha vida vai acabar no túmulo, quero deixar para meus familiares uma boa imagem, um bom exemplo."
O que mais nos impressionou no depoimento daquele homem, foi a sua disposição firme de ser honrado, nobre, digno, mesmo acreditando que suavida acaba no túmulo.
Podemos dizer que seu exemplo deve provocar sérias reflexões naqueles que professam uma RELIGIÃO, que acreditam na imortalidade da alma, que têm fé em Deus, e não agem como tal.
Alguns acreditam, sinceramente, que o fato de seguirem esta ou aquela RELIGIÃO, basta para que tenham sua felicidade futura garantida. Para que tenham um lugar de destaque no além.
No entanto, podemos afirmar, sem sombra de dúvidas, que o que importa para as leis divinas, não é a bandeira religiosa que se ostenta, mas as obras realizadas.
As leis de Deus darão a cada um segundo as suas obras. Nada mais. Nada menos. Se assim não fosse, não seria justo. E Deus é a suprema justiça.
A RELIGIÃO, portanto, é um meio para que se atinja um fim, que é o aperfeiçoamento do ser humano.
Por isso afirmam, com muita propriedade, os sábios do espaço, que a melhor RELIGIÃO é a que maior número de homens de bem fizer.
Se a pessoa tem boa índole e não deseja se vincular a esta ou aquela RELIGIÃO, não deixará de entrar no reino dos céus, pois o reino dos céus, como afirmou Jesus, está dentro de nós, e não fora.
No caso do ex-jogador, sua RELIGIÃO é a sua própria consciência. E sua consciência é uma bússola segura.
De tudo isto podemos concluir que mais importante do que ter uma RELIGIÃO, é ser um homem de bem.
Não queremos dizer com isto que não existam e não existirão homens de bem no seio das religiões, isso não.
A história registrou e ainda registrará grandes vultos no meio religioso.
Homens livres para amar a todos, sem barreiras nem preconceitos.
O homem verdadeiramente livre e bom entende que nós somos todos filhos de Deus. E nosso destino é o amor.
Quando praticarmos o amor ao próximo como a nós mesmos cumpriremos o nosso objetivo na terra.
Uma grande família; uma família que se abraça mais, e sabe respeitar a todos independente de credo, raça e condição social.
Quando o amor nortear nossas vidas, não precisaremos mais lutar e matar em nome de Deus. Estaremos mais fortes para enfrentar outros tipos de desafios; respiraremos ares de paz e união.
Pense nisso!
Procure ser melhor hoje do que foi ontem, e melhor amanhã, do que está sendo
hoje.
Seja um homem de bem, tentando acertar o máximo que puder, para que, quando alguém lhe perguntar qual a sua RELIGIÃO, você possa responder:
"a minha RELIGIÃO é o amor."
Pense nisso!
Momento Espírita
O repórter estava entrevistando um ex-jogador de futebol que foi contemporâneo de Pelé, Garrincha, e outros mestres do esporte.
A entrevista transcorria de maneira agradável, pois o repórter conduziu a conversa fazendo correlação entre o futebol e a vida cotidiana.
Em vários momentos o entrevistado deixou transparecer a sua boa conduta perante a vida.
Era um jogador exemplar; um esposo dedicado e fiel; um pai amável e companheiro; não era dado a farras e bebedeiras; sempre foi benquisto pelos colegas de profissão.
Em cada item desses, o repórter questionava:
"por que você age assim?"
E ele respondia: "é por causa da minha RELIGIÃO."
Os valores expressados pelo desportista causavam agradável impressão ao telespectador.
O seu exemplo de vida certamente despertou a curiosidade de muitos, para saber qual era a RELIGIÃO que professava.
O repórter, como que captando a curiosidade geral, fez a pergunta tão esperada:
"e qual é a sua RELIGIÃO?"
Para surpresa de todos, o ex-jogador disse convicto: "minha RELIGIÃO, é que eu não tenho RELIGIÃO.
Como sei que a minha vida vai acabar no túmulo, quero deixar para meus familiares uma boa imagem, um bom exemplo."
O que mais nos impressionou no depoimento daquele homem, foi a sua disposição firme de ser honrado, nobre, digno, mesmo acreditando que suavida acaba no túmulo.
Podemos dizer que seu exemplo deve provocar sérias reflexões naqueles que professam uma RELIGIÃO, que acreditam na imortalidade da alma, que têm fé em Deus, e não agem como tal.
Alguns acreditam, sinceramente, que o fato de seguirem esta ou aquela RELIGIÃO, basta para que tenham sua felicidade futura garantida. Para que tenham um lugar de destaque no além.
No entanto, podemos afirmar, sem sombra de dúvidas, que o que importa para as leis divinas, não é a bandeira religiosa que se ostenta, mas as obras realizadas.
As leis de Deus darão a cada um segundo as suas obras. Nada mais. Nada menos. Se assim não fosse, não seria justo. E Deus é a suprema justiça.
A RELIGIÃO, portanto, é um meio para que se atinja um fim, que é o aperfeiçoamento do ser humano.
Por isso afirmam, com muita propriedade, os sábios do espaço, que a melhor RELIGIÃO é a que maior número de homens de bem fizer.
Se a pessoa tem boa índole e não deseja se vincular a esta ou aquela RELIGIÃO, não deixará de entrar no reino dos céus, pois o reino dos céus, como afirmou Jesus, está dentro de nós, e não fora.
No caso do ex-jogador, sua RELIGIÃO é a sua própria consciência. E sua consciência é uma bússola segura.
De tudo isto podemos concluir que mais importante do que ter uma RELIGIÃO, é ser um homem de bem.
Não queremos dizer com isto que não existam e não existirão homens de bem no seio das religiões, isso não.
A história registrou e ainda registrará grandes vultos no meio religioso.
Homens livres para amar a todos, sem barreiras nem preconceitos.
O homem verdadeiramente livre e bom entende que nós somos todos filhos de Deus. E nosso destino é o amor.
Quando praticarmos o amor ao próximo como a nós mesmos cumpriremos o nosso objetivo na terra.
Uma grande família; uma família que se abraça mais, e sabe respeitar a todos independente de credo, raça e condição social.
Quando o amor nortear nossas vidas, não precisaremos mais lutar e matar em nome de Deus. Estaremos mais fortes para enfrentar outros tipos de desafios; respiraremos ares de paz e união.
Pense nisso!
Procure ser melhor hoje do que foi ontem, e melhor amanhã, do que está sendo
hoje.
Seja um homem de bem, tentando acertar o máximo que puder, para que, quando alguém lhe perguntar qual a sua RELIGIÃO, você possa responder:
"a minha RELIGIÃO é o amor."
Pense nisso!
Momento Espírita
A DIFERENÇA ENTRE CRER E TER FÉ
“Se o espírito humano não está sintonizado com o espírito de Deus, ele não tem fé, embora talvez creia.
Esse homem pode, em teoria, aceitar que Deus existe e, apesar disso, não ter fé"
O notável professor, filósofo e humanista brasileiro, Huberto Rohden, em um de seus oportunos comentários inseridos no livro “A Mensagem Viva do Cristo”, obra que compreende a tradução feita por ele mesmo dos quatro evangelhos, diretamente do grego do primeiro século, convida-nos a refletir sobre a significativa distinção entre crer e ter fé. Para ele, a não compreensão dessa questão tem deturpado a teologia e trazido enorme prejuízo à mensagem do Cristo ao longo desses 2000 anos.
Escreve ele:
“Desde os primeiros séculos do Cristianismo, quando o texto grego do Evangelho foi traduzido para o latim, principiou a funesta identificação de crer com ter fé. A palavra grega para fé é pistis, cujo verbo é pisteuein. Infelizmente, o substantivo latino fides, o correspondente a pistis, não tem verbo e assim, os tradutores latinos se viram obrigados a recorrer a um verbo de outro radical para exprimir o grego pisteuein, ter fé. O verbo latino que substituiu o grego pisteuein é credere, que em português deu crer. Nenhuma das cinco línguas neo latinas — português, espanhol, italiano, francês, rumeno — possui verbo derivado do substantivo fides; fé; todas essas línguas são obrigadas a recorrer a um verbo derivado de credere. Ora, a palavra pistis ou fides significa originariamente harmonia, sintonia, consonância. Ter fé é estabelecer ou ter sintonia, harmonia entre o espírito humano e o espírito divino.” Se o espírito humano não está sintonizado com o espírito de Deus, ele não tem fé, embora talvez creia.
Para o ilustre filósofo, aí está um dos maiores problemas que em muito vem prejudicando a teologia e, para explicar a diferença de significado entre uma coisa e outra, estabelece ele o seguinte paralelo ilustrativo: “Um receptor de rádio só recebe a onde eletrônica emitida pela estação emissora, quando o receptor está sintonizado ou afinado perfeitamente com a freqüência da emissora. Se a emissora, por exemplo, emite uma onda de freqüência 100, o meu receptor só reage a essa onda e recebe-a quando está sintonizado com a freqüência 100. Só neste caso, o meu receptor tem fé, fidelidade, harmonia; fideliza com a emissora”.
Dentro desse contexto, “se o espírito humano não está sintonizado com o espírito de Deus, ele não tem fé, embora talvez creia. Esse homem pode, em teoria, aceitar que Deus existe e, apesar disso, não ter fé. Ter fé é estar em sintonia com Deus, tanto pela consciência como também pela vivência, ao passo que um homem sem sintonia com Deus pela consciência e pela vivência, pela mística e pela ética, pode crer vagamente em Deus. Crer é um ato de boa vontade; ter fé é uma atitude de consciência e de vivência”, argumenta o professor Rohden.
Salvação não é outra coisa senão a harmonia da consciência e da vivência com Deus
Para ele, a conhecida frase “quem crer será salvo, quem não crer será condenado”, é absurda e blasfema no sentido em que ela é geralmente usada pelos teólogos. No entanto, “se lhe dermos o sentido verdadeiro ‘quem tiver fé será salvo’ ela está certa, porque salvação não é outra coisa senão a harmonia da consciência e da vivência com Deus”.
Em sua opinião, de sincero buscador, erudito e filósofo espiritualista “a substituição de ter fé por crer há quase 2000 anos, está desgraçando a teologia, deturpando profundamente a mensagem do Cristo”.[/]
Consciência Espírita - 2006
Centro de Estudos Espíritas Paulo Apóstolo
Esse homem pode, em teoria, aceitar que Deus existe e, apesar disso, não ter fé"
O notável professor, filósofo e humanista brasileiro, Huberto Rohden, em um de seus oportunos comentários inseridos no livro “A Mensagem Viva do Cristo”, obra que compreende a tradução feita por ele mesmo dos quatro evangelhos, diretamente do grego do primeiro século, convida-nos a refletir sobre a significativa distinção entre crer e ter fé. Para ele, a não compreensão dessa questão tem deturpado a teologia e trazido enorme prejuízo à mensagem do Cristo ao longo desses 2000 anos.
Escreve ele:
“Desde os primeiros séculos do Cristianismo, quando o texto grego do Evangelho foi traduzido para o latim, principiou a funesta identificação de crer com ter fé. A palavra grega para fé é pistis, cujo verbo é pisteuein. Infelizmente, o substantivo latino fides, o correspondente a pistis, não tem verbo e assim, os tradutores latinos se viram obrigados a recorrer a um verbo de outro radical para exprimir o grego pisteuein, ter fé. O verbo latino que substituiu o grego pisteuein é credere, que em português deu crer. Nenhuma das cinco línguas neo latinas — português, espanhol, italiano, francês, rumeno — possui verbo derivado do substantivo fides; fé; todas essas línguas são obrigadas a recorrer a um verbo derivado de credere. Ora, a palavra pistis ou fides significa originariamente harmonia, sintonia, consonância. Ter fé é estabelecer ou ter sintonia, harmonia entre o espírito humano e o espírito divino.” Se o espírito humano não está sintonizado com o espírito de Deus, ele não tem fé, embora talvez creia.
Para o ilustre filósofo, aí está um dos maiores problemas que em muito vem prejudicando a teologia e, para explicar a diferença de significado entre uma coisa e outra, estabelece ele o seguinte paralelo ilustrativo: “Um receptor de rádio só recebe a onde eletrônica emitida pela estação emissora, quando o receptor está sintonizado ou afinado perfeitamente com a freqüência da emissora. Se a emissora, por exemplo, emite uma onda de freqüência 100, o meu receptor só reage a essa onda e recebe-a quando está sintonizado com a freqüência 100. Só neste caso, o meu receptor tem fé, fidelidade, harmonia; fideliza com a emissora”.
Dentro desse contexto, “se o espírito humano não está sintonizado com o espírito de Deus, ele não tem fé, embora talvez creia. Esse homem pode, em teoria, aceitar que Deus existe e, apesar disso, não ter fé. Ter fé é estar em sintonia com Deus, tanto pela consciência como também pela vivência, ao passo que um homem sem sintonia com Deus pela consciência e pela vivência, pela mística e pela ética, pode crer vagamente em Deus. Crer é um ato de boa vontade; ter fé é uma atitude de consciência e de vivência”, argumenta o professor Rohden.
Salvação não é outra coisa senão a harmonia da consciência e da vivência com Deus
Para ele, a conhecida frase “quem crer será salvo, quem não crer será condenado”, é absurda e blasfema no sentido em que ela é geralmente usada pelos teólogos. No entanto, “se lhe dermos o sentido verdadeiro ‘quem tiver fé será salvo’ ela está certa, porque salvação não é outra coisa senão a harmonia da consciência e da vivência com Deus”.
Em sua opinião, de sincero buscador, erudito e filósofo espiritualista “a substituição de ter fé por crer há quase 2000 anos, está desgraçando a teologia, deturpando profundamente a mensagem do Cristo”.[/]
Consciência Espírita - 2006
Centro de Estudos Espíritas Paulo Apóstolo
domingo, 25 de outubro de 2009
PERSEVERANÇA - A FORÇA DO CORAÇÃO ESPIRITUAL
(Seguindo em Frente...)
Se perseveras na labuta espiritual, mesmo sob a pressão da zombaria e cegueira de teus entes queridos e amigos...
Se não sabes odiar e abominas pensamentos de vingança e de trevas em teu Ser...
Se laboras com amor e dedicação nas lides espirituais onde o Senhor da Vida te colocou para servires...
Se estudas as verdades do espírito, sem perder de vista os compromissos da vida cotidiana...
Se não julgas a conduta alheia, porque estás ocupado corrigindo os teus próprios defeitos...
Se não te julgas injustiçado pela vida, e consegue extrair lições preciosas de cada situação difícil...
Se fitas os olhos de teus semelhantes e vês o Divino brilhando neles, independente de raça, credo, sexo ou condição social ou espiritual.. .
Se não olhas a cor da pele dos outros, porque estudas os mecanismos da reencarnação e sabes que todo ser vivo é teu irmão...
Se a felicidade dos outros também te faz feliz...
Se segues em frente, sempre aprendendo, sem te apegares ao passado...
Se percebes a ação do amor em ti e reconheces que isso é uma graça que o Pai Celestial te deu...
Se sentes alegria em viver e teu sorriso é farto e espontâneo...
Se não te mascaras e tratas a todos com respeito e amizade...
Se sabes que as grandes batalhas são travadas dentro de ti mesmo...
Se não humilhas ninguém e, pelo contrário, agradeces ao Senhor da Vida pelas chances de trabalho e aprendizado. ..
Se usas a pomada da compreensão e do perdão para curar as feridas do teu próprio coração...
Se estás atento às ciladas das trevas e te escoras na prece e na tua própria dignidade e caráter...
Se és professor de ti mesmo, e sabes que, ao mesmo tempo, és mais um aluno da Vida...
Se estás atento às intuições que os mentores espirituais projetam em teu psiquismo...
Se não te revoltas com a partida de um ser amado para a pátria espiritual, pois sabes que o espírito é imortal e segue sempre vivo...
Se não te tornas arrogante com o teu conhecimento e, pelo contrário, trabalhas no esclarecimento espiritual com alegria e respeito para com os outros...
Se sentes uma Força Maior operando sutilmente em ti...
Se estudas visando a sabedoria de dominar a ti mesmo, e não o poder sobre os outros...
Se, mesmo diante do vazio existencial da sociedade moderna e suas loucuras de consumo supérfluo, ainda sonhas com um mundo melhor...
Se sabes que tudo passa, inclusive o envoltório carnal que vestes no momento...
Se te alegras só de sentires a Luz da Espiritualidade Maior em teu coração, e agradeces às consciências espirituais que te orientam e auxiliam na tarefa de melhorar a ti mesmo e fazer o bem, por onde for...
Então estás preparado para conviver bem contigo mesmo e seguir em frente, na direção da Luz das luzes...
Com a consciência limpa e sem medo da verdade.
Persevera, persevera... Com a compreensão de que o Pai Celestial conhece profundamente o teu coração, e que só Ele tem o poder de determinar o valor de tua jornada no mundo.
Honra ao Senhor da Vida, em ti mesmo, fazendo do teu coração uma morada de Paz e Luz.
Luz na senda.
Amor no coração.
Dignidade e honra na jornada.
E alegria de servir ao Senhor da Vida.
- Os Iniciados –
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges
– São Paulo, 07 de outubro de 2009.)
Se perseveras na labuta espiritual, mesmo sob a pressão da zombaria e cegueira de teus entes queridos e amigos...
Se não sabes odiar e abominas pensamentos de vingança e de trevas em teu Ser...
Se laboras com amor e dedicação nas lides espirituais onde o Senhor da Vida te colocou para servires...
Se estudas as verdades do espírito, sem perder de vista os compromissos da vida cotidiana...
Se não julgas a conduta alheia, porque estás ocupado corrigindo os teus próprios defeitos...
Se não te julgas injustiçado pela vida, e consegue extrair lições preciosas de cada situação difícil...
Se fitas os olhos de teus semelhantes e vês o Divino brilhando neles, independente de raça, credo, sexo ou condição social ou espiritual.. .
Se não olhas a cor da pele dos outros, porque estudas os mecanismos da reencarnação e sabes que todo ser vivo é teu irmão...
Se a felicidade dos outros também te faz feliz...
Se segues em frente, sempre aprendendo, sem te apegares ao passado...
Se percebes a ação do amor em ti e reconheces que isso é uma graça que o Pai Celestial te deu...
Se sentes alegria em viver e teu sorriso é farto e espontâneo...
Se não te mascaras e tratas a todos com respeito e amizade...
Se sabes que as grandes batalhas são travadas dentro de ti mesmo...
Se não humilhas ninguém e, pelo contrário, agradeces ao Senhor da Vida pelas chances de trabalho e aprendizado. ..
Se usas a pomada da compreensão e do perdão para curar as feridas do teu próprio coração...
Se estás atento às ciladas das trevas e te escoras na prece e na tua própria dignidade e caráter...
Se és professor de ti mesmo, e sabes que, ao mesmo tempo, és mais um aluno da Vida...
Se estás atento às intuições que os mentores espirituais projetam em teu psiquismo...
Se não te revoltas com a partida de um ser amado para a pátria espiritual, pois sabes que o espírito é imortal e segue sempre vivo...
Se não te tornas arrogante com o teu conhecimento e, pelo contrário, trabalhas no esclarecimento espiritual com alegria e respeito para com os outros...
Se sentes uma Força Maior operando sutilmente em ti...
Se estudas visando a sabedoria de dominar a ti mesmo, e não o poder sobre os outros...
Se, mesmo diante do vazio existencial da sociedade moderna e suas loucuras de consumo supérfluo, ainda sonhas com um mundo melhor...
Se sabes que tudo passa, inclusive o envoltório carnal que vestes no momento...
Se te alegras só de sentires a Luz da Espiritualidade Maior em teu coração, e agradeces às consciências espirituais que te orientam e auxiliam na tarefa de melhorar a ti mesmo e fazer o bem, por onde for...
Então estás preparado para conviver bem contigo mesmo e seguir em frente, na direção da Luz das luzes...
Com a consciência limpa e sem medo da verdade.
Persevera, persevera... Com a compreensão de que o Pai Celestial conhece profundamente o teu coração, e que só Ele tem o poder de determinar o valor de tua jornada no mundo.
Honra ao Senhor da Vida, em ti mesmo, fazendo do teu coração uma morada de Paz e Luz.
Luz na senda.
Amor no coração.
Dignidade e honra na jornada.
E alegria de servir ao Senhor da Vida.
- Os Iniciados –
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges
– São Paulo, 07 de outubro de 2009.)
É A REENCARNAÇÃO UM ESTÍMULO À PREGUIÇA?
Umas das objeções freqüentemente apresentadas à tese reencarnacionista é a suposição de que as pessoas ao aceitarem a pluralidade das existências possam se tornar acomodadas com relação à sua transformação interior. O fato de admitirem novas oportunidades lhes inibiria o impulso ao progresso espiritual. A responsabilidade podendo ser adiada levaria os seres humanos, falhos por natureza, a transferirem para outras vidas os deveres que se apresentassem na romagem atual.
Consideram, alguns críticos, que a existência de uma só vida, ou seja, a unicidade ao invés da pluralidade das existências, não permitiria este estímulo à preguiça espiritual. Dizem-nos que não há como postergar para amanhã o que se pode fazer hoje, apenas hoje.
Esta objeção é comumente mencionada ao dialogarmos com adeptos de determinadas confissões religiosas. Raciocinemos comparativamente, colocando as duas teses opostas lado a lado.
Pela crença na vida única, considerando a existência da alma e a sobrevivência da mesma após a morte biológica, haveria duas hipóteses no que concerne à destinação das criaturas. Ou seriam “salvas” ou estariam “condenadas” a uma punição eterna ou extremamente longa até ao chamado “ dia do juízo final ” .
Para os religiosos que assim pensam, a salvação estaria disponível até o último suspiro da existência terrena. Sempre haveria tampo do “pecador” se arrepender de seus atos e “aceitar” Jesus no último instante, passando a ser digno das recompensas futuras e eternas independentemente de erros anteriores.
Pela ótica da tese reencarnacionista o que nesta vida estamos semeando, passaremos a colher no futuro, e não só nesta existência, como também, nas vidas posteriores.
A responsabilidade pelos nossos atos torna-se muito maior, já que não há uma idéia salvacionista, porém uma concepção de evolução e colheita obrigatória. Não há, portanto, espaço para qualquer postura de acomodação ou preguiça.
Se nos propusermos realmente a examinar, de forma imparcial e desapaixonada ambas as hipóteses, parecer-nos-á bastante claro que a pluralidade das existências, ao contrário da concepção da vida única, exige muito amor e conscientização de nossas imperfeições a serem corrigidas.
Ao invés de transferirmos a responsabilidade para outros que atuariam como representantes da divindade, ou esperarmos um perdão milagroso que apaga as nódoas da maldade mais encardidas e repugnantes, fruto de atos vis de nosso espírito, há um estímulo constante para nos reformarmos intimamente rumo à sabedoria e ao amor universal.
A concepção reencarnacionista ensina que não existe a “salvação” existe a evolução. Não há almas “condenadas” mas transitoriamente enfermas. A mensagem cristã de “ nenhuma das ovelhas se perderá”, ajusta-se plenamente na tese da pluralidade das existências dando oportunidade a que todos atinjam a felicidade. Permite atribuir facilmente a Deus a totalidade do amor e justiça.
No entanto, apesar do destino último de todas as criaturas após inúmeras reencarnações ser um destino perfeito, estamos sujeitos a cada momento às dolorosas conseqüências de nossos desatinos não existindo milagres salvacionistas que nos levem preguiçosamente a um paraíso, independentemente de uma vida pouco útil ou perniciosa ao próximo.
Ricardo Di Bernardi
Consideram, alguns críticos, que a existência de uma só vida, ou seja, a unicidade ao invés da pluralidade das existências, não permitiria este estímulo à preguiça espiritual. Dizem-nos que não há como postergar para amanhã o que se pode fazer hoje, apenas hoje.
Esta objeção é comumente mencionada ao dialogarmos com adeptos de determinadas confissões religiosas. Raciocinemos comparativamente, colocando as duas teses opostas lado a lado.
Pela crença na vida única, considerando a existência da alma e a sobrevivência da mesma após a morte biológica, haveria duas hipóteses no que concerne à destinação das criaturas. Ou seriam “salvas” ou estariam “condenadas” a uma punição eterna ou extremamente longa até ao chamado “ dia do juízo final ” .
Para os religiosos que assim pensam, a salvação estaria disponível até o último suspiro da existência terrena. Sempre haveria tampo do “pecador” se arrepender de seus atos e “aceitar” Jesus no último instante, passando a ser digno das recompensas futuras e eternas independentemente de erros anteriores.
Pela ótica da tese reencarnacionista o que nesta vida estamos semeando, passaremos a colher no futuro, e não só nesta existência, como também, nas vidas posteriores.
A responsabilidade pelos nossos atos torna-se muito maior, já que não há uma idéia salvacionista, porém uma concepção de evolução e colheita obrigatória. Não há, portanto, espaço para qualquer postura de acomodação ou preguiça.
Se nos propusermos realmente a examinar, de forma imparcial e desapaixonada ambas as hipóteses, parecer-nos-á bastante claro que a pluralidade das existências, ao contrário da concepção da vida única, exige muito amor e conscientização de nossas imperfeições a serem corrigidas.
Ao invés de transferirmos a responsabilidade para outros que atuariam como representantes da divindade, ou esperarmos um perdão milagroso que apaga as nódoas da maldade mais encardidas e repugnantes, fruto de atos vis de nosso espírito, há um estímulo constante para nos reformarmos intimamente rumo à sabedoria e ao amor universal.
A concepção reencarnacionista ensina que não existe a “salvação” existe a evolução. Não há almas “condenadas” mas transitoriamente enfermas. A mensagem cristã de “ nenhuma das ovelhas se perderá”, ajusta-se plenamente na tese da pluralidade das existências dando oportunidade a que todos atinjam a felicidade. Permite atribuir facilmente a Deus a totalidade do amor e justiça.
No entanto, apesar do destino último de todas as criaturas após inúmeras reencarnações ser um destino perfeito, estamos sujeitos a cada momento às dolorosas conseqüências de nossos desatinos não existindo milagres salvacionistas que nos levem preguiçosamente a um paraíso, independentemente de uma vida pouco útil ou perniciosa ao próximo.
Ricardo Di Bernardi
IDÉIAS ESPIRITUAIS
A todos vocês que querem trilhar ou trilham um caminho espiritual, seja qual for esse caminho, lembrem – se sempre: dedicação, firmeza, amor e compaixão em seus estudos e práticas.
O caminho espiritual nunca deve ser algo levado de forma leviana ou como uma “moda” passageira. Deve sim, ser compreendido como um estudo sério e reedificador, que pode alterar profundamente o curso de vossas encarnações.
Façam do estudo e da assistência espiritual uma reciclagem de vossas consciências, abrindo - a para padrões de pensamentos que antes não a acessavam.
Façam da espiritualidade vossa no dia – dia uma verdadeira reciclagem energética - sentimental em vossas almas e valores íntimos.
Brilhem, filhos do Pai! A luz da alma é algo que pode ofuscar até mesmo incontáveis Sóis, afinal esse brilho, é o brilho da centelha divina que anima todos vocês.
Ascendam – na! Façam na brilhar, iluminando os vossos destinos e os destinos de vossos semelhantes...
Não pensem que a mediunidade é um fim em si mesmo, ou que vocês são especiais por seus dons mediúnicos. Mediunidade é uma capacidade conquistada pelo vosso espírito, mas isso nada significa! O importante é a utilidade que você dá a ela! Existe um monte de médium por aí que nada fazem pelo mundo, e o pior, são escravos encarnados, e verdadeiros bonecos nas mãos de desencarnados que tem suas consciências dormentes nas trevas escuras e sombrias do ódio.
Vigiem – se sempre! Vocês têm todas as oportunidades de que precisam! Não errem! Mediunidade é importante quanto ela ajuda – te a melhorar e também te propicia meios de auxílio e assistência, seja a espíritos encarnados e desencarnados. Sintonia é tudo quando falamos de mediunidade! Prestem atenção nisso!
Dêem importância também para vossas capacidades anímicas! Não esperem os guias para tudo, não dependam sempre deles! Vocês são capazes, existe, como dito linhas acima, um Sol a brilhar nos refúgios internos de vossos corações. Despertem os potenciais latentes que existem em todos vocês. As faculdades e manifestações anímicas da consciência andam junto com as faculdades mediúnicas, e uma depende da outra para o sucesso da prática.
Animismo e mediunismo devem andar sempre de mãos juntas, escoradas pelo conhecimento, razão e discernimento, brilhando e trabalhando pelo amor e pela compaixão.
Por último, não caiam nas bobagens que muitos pseudo-espiritualistas ou religiosos caem! Não comecem a erigir barreiras, muros e templos em volta de vossos ídolos e principalmente em volta de vossa mente, isolando – se dentro de uma doutrina, religião, ordem, etc.
Abram a mente e o coração, estudem de tudo, pratiquem aquilo que ressoar dentro de vosso íntimo.
Pensem bem:
Deus é UM só! Muitos são Seus nomes, mas Ele É UM SÓ!
As divindades também têm muitos nomes, mas são sempre as mesmas, sempre amando e amparando seus filhos queridos, a humanidade...
Os avatares, as encarnações divinas, também têm muitos nomes e acontecem em meio a muitas doutrinas, mas em verdade todos eles são apenas canais, ou grandes médiuns, manifestadores do Amor Crístico, da Serenidade Búdhica, da Alegria Kríshinica, ou seja, todos são portadores da Luz do UM...
Pensem bem:
Para que emparedá – los dentro de um templo de pedra? Pra que emparedá – los dentro de uma doutrina, de um livro “sagrado”, de um pensamento dogmático?
Pensem bem! Para que enquadrar seu coração e seus pensamentos, livres como o vento, em alguma adoração cega, algum fanatismo ou preconceito religioso? Qual parede pode prender a luz e o amor?
A sabedoria universal aconselha a todos: Estejam de mente e coração sempre abertos! Trabalhe com a espiritualidade sempre de forma livre...
Afinal de contas todos são manifestações do UM...
Pois se Ele é UM, apenas UM existe, não é mesmo?
Paz, Axé e Luz!
Erasmo – recebido por Fernando Sepe
O caminho espiritual nunca deve ser algo levado de forma leviana ou como uma “moda” passageira. Deve sim, ser compreendido como um estudo sério e reedificador, que pode alterar profundamente o curso de vossas encarnações.
Façam do estudo e da assistência espiritual uma reciclagem de vossas consciências, abrindo - a para padrões de pensamentos que antes não a acessavam.
Façam da espiritualidade vossa no dia – dia uma verdadeira reciclagem energética - sentimental em vossas almas e valores íntimos.
Brilhem, filhos do Pai! A luz da alma é algo que pode ofuscar até mesmo incontáveis Sóis, afinal esse brilho, é o brilho da centelha divina que anima todos vocês.
Ascendam – na! Façam na brilhar, iluminando os vossos destinos e os destinos de vossos semelhantes...
Não pensem que a mediunidade é um fim em si mesmo, ou que vocês são especiais por seus dons mediúnicos. Mediunidade é uma capacidade conquistada pelo vosso espírito, mas isso nada significa! O importante é a utilidade que você dá a ela! Existe um monte de médium por aí que nada fazem pelo mundo, e o pior, são escravos encarnados, e verdadeiros bonecos nas mãos de desencarnados que tem suas consciências dormentes nas trevas escuras e sombrias do ódio.
Vigiem – se sempre! Vocês têm todas as oportunidades de que precisam! Não errem! Mediunidade é importante quanto ela ajuda – te a melhorar e também te propicia meios de auxílio e assistência, seja a espíritos encarnados e desencarnados. Sintonia é tudo quando falamos de mediunidade! Prestem atenção nisso!
Dêem importância também para vossas capacidades anímicas! Não esperem os guias para tudo, não dependam sempre deles! Vocês são capazes, existe, como dito linhas acima, um Sol a brilhar nos refúgios internos de vossos corações. Despertem os potenciais latentes que existem em todos vocês. As faculdades e manifestações anímicas da consciência andam junto com as faculdades mediúnicas, e uma depende da outra para o sucesso da prática.
Animismo e mediunismo devem andar sempre de mãos juntas, escoradas pelo conhecimento, razão e discernimento, brilhando e trabalhando pelo amor e pela compaixão.
Por último, não caiam nas bobagens que muitos pseudo-espiritualistas ou religiosos caem! Não comecem a erigir barreiras, muros e templos em volta de vossos ídolos e principalmente em volta de vossa mente, isolando – se dentro de uma doutrina, religião, ordem, etc.
Abram a mente e o coração, estudem de tudo, pratiquem aquilo que ressoar dentro de vosso íntimo.
Pensem bem:
Deus é UM só! Muitos são Seus nomes, mas Ele É UM SÓ!
As divindades também têm muitos nomes, mas são sempre as mesmas, sempre amando e amparando seus filhos queridos, a humanidade...
Os avatares, as encarnações divinas, também têm muitos nomes e acontecem em meio a muitas doutrinas, mas em verdade todos eles são apenas canais, ou grandes médiuns, manifestadores do Amor Crístico, da Serenidade Búdhica, da Alegria Kríshinica, ou seja, todos são portadores da Luz do UM...
Pensem bem:
Para que emparedá – los dentro de um templo de pedra? Pra que emparedá – los dentro de uma doutrina, de um livro “sagrado”, de um pensamento dogmático?
Pensem bem! Para que enquadrar seu coração e seus pensamentos, livres como o vento, em alguma adoração cega, algum fanatismo ou preconceito religioso? Qual parede pode prender a luz e o amor?
A sabedoria universal aconselha a todos: Estejam de mente e coração sempre abertos! Trabalhe com a espiritualidade sempre de forma livre...
Afinal de contas todos são manifestações do UM...
Pois se Ele é UM, apenas UM existe, não é mesmo?
Paz, Axé e Luz!
Erasmo – recebido por Fernando Sepe
LUZ E TREVAS
O mundo tem como verdades que:
1. A LUZ é o oposto das TREVAS, que o Alto é o oposto do Embaixo, assim como o Bem é oposto do Mal;
2. Que religião é a manifestação da crença na existência de forças superiores divinas, consideradas como o Alto, a Luz, o Bem, por meio de doutrina e ritual próprios, que envolvem princípios éticos, prestando a essas forças superiores divinas o culto que lhe é devido;
3. Quem serve a LUZ é considerado pelas TREVAS como um inimigo;
4. Não é possível que alguma religião seja sustentada ao mesmo tempo pelo Alto e pelo Embaixo.
5. Não é coerente o indivíduo que pensa que em um sistema religioso possa se prestar culto ao ALTO e ao EMBAIXO, servindo a LUZ e as TREVAS ao mesmo tempo.
Sabemos que Umbanda é uma religião e como tal é sustentada pelo ALTO, pela LUZ para a prática do BEM.
Logo, é mais do que certo que as suas linhas de trabalho são manifestadoras das Qualidades de Deus, trabalhando, única e exclusivamente, para o bem e para a evolução dos seres, não se portando em nenhum momento de modo a contradizer os seus princípios religiosos. Portanto, não é coerente pensarmos que possa existir alguma linha de trabalho de Umbanda que não obedeça aos fundamentos da religião.
Sabemos, também, que Exu e Pombagira são os nomes de duas linhas de trabalho muito conhecidas da religião Umbanda e não sò pelos umbandistas. Como linhas de trabalho obedecem, sem qualquer tipo de exceção, a todos os princípios da religião e do que se entende por religião. Portanto, servem à LUZ e jamais às TREVAS, praticando sempre o BEM e nunca o MAL.
ASSIM, SE ALGUÉM PENSA DE MANEIRA DIFERENTE, POUCO OU NADA ENTENDE DE UMBANDA.
Não se deve confundir, jamais, o meio que Exu e Pombagira atuam como sendo o meio ao qual servem. Eles atuam nas TREVAS, sempre sustentados pela LUZ e na busca dos caminhos de LUZ para aqueles que merecem ser resgatados das TREVAS.
E TÃO SOMENTE ISSO. SE FOSSE DE OUTRA FORMA SERIA UM CONTRA-SENSO RELIGIOSO.
NÃO SE DEVE CONFUNDIR UM EXÚ OU UMA POMBAGIRA, VERDADEIROS TRABALHADORES DE UMBANDA, COM EGUNS FORA DA LEI, QUIUMBAS, OBSSESSORES, SERES DO BAIXO ASTRAL - OS HABITANTES DAS FAIXAS SOMBRIAS, DAS TREVAS – E QUE MUITAS VEZES SE APRESENTAM COM O NOME DELES POR NOSSA PRÓPRIA CULPA , POIS TUDO QUE ESTÁ A NOSSA ESQUERDA, TEMOS O PÉSSIMO HÁBITO DE CHAMAR DE EXÚ E POMBAGIRA.
Confundi-los com seres trevosos é admitir um contra-senso religioso:
“TER O BEM E O MAL SENDO CULTUADOS AO MESMO TEMPO EM UMA RELIGIÃO”.
APÓS ESSA ARGUMENTAÇÃO, FICAM DUAS QUESTÕES PARA REFLEXÃO:
VOCÊ, QUE SE DIZ MÉDIUM DE UMBANDA, E ACHA QUE TUDO ISSO NÃO ESTÁ CORRETO, ENTÃO ESTÁ DELIBERADAMENTE ACEITANDO SER INCORPORADO POR UM SER PERTENCENTE ÀS TREVAS E SE DISPONDO A SERVIR O MAL? .
NÃO SERÁ POR INCOMPREENSÃO DOS NOSSOS FUNDAMENTOS RELIGIOSOS QUE TANTAS PESSOAS VENHAM AOS NOSSOS TEMPLOS PEDIR TUDO AQUILO QUE NÃO TEM CORAGEM DE FAZÊ-LO EM SEUS TEMPLOS?
CABE-NOS COMO UMBANDISTAS ESCLARECERMOS OS PRINCÍPIOS QUE REGEM A NOSSA RELIGIÃO, E AFIRMAR A TODOS OS CANTOS QUE NÃO ACEITAMOS EM NOSSOS TEMPLOS, DE MANEIRA NENHUMA, AQUELES QUE BUSCAM-NA PARA SITUAÇÕES LEVIANAS.
L.C.Giordano
1. A LUZ é o oposto das TREVAS, que o Alto é o oposto do Embaixo, assim como o Bem é oposto do Mal;
2. Que religião é a manifestação da crença na existência de forças superiores divinas, consideradas como o Alto, a Luz, o Bem, por meio de doutrina e ritual próprios, que envolvem princípios éticos, prestando a essas forças superiores divinas o culto que lhe é devido;
3. Quem serve a LUZ é considerado pelas TREVAS como um inimigo;
4. Não é possível que alguma religião seja sustentada ao mesmo tempo pelo Alto e pelo Embaixo.
5. Não é coerente o indivíduo que pensa que em um sistema religioso possa se prestar culto ao ALTO e ao EMBAIXO, servindo a LUZ e as TREVAS ao mesmo tempo.
Sabemos que Umbanda é uma religião e como tal é sustentada pelo ALTO, pela LUZ para a prática do BEM.
Logo, é mais do que certo que as suas linhas de trabalho são manifestadoras das Qualidades de Deus, trabalhando, única e exclusivamente, para o bem e para a evolução dos seres, não se portando em nenhum momento de modo a contradizer os seus princípios religiosos. Portanto, não é coerente pensarmos que possa existir alguma linha de trabalho de Umbanda que não obedeça aos fundamentos da religião.
Sabemos, também, que Exu e Pombagira são os nomes de duas linhas de trabalho muito conhecidas da religião Umbanda e não sò pelos umbandistas. Como linhas de trabalho obedecem, sem qualquer tipo de exceção, a todos os princípios da religião e do que se entende por religião. Portanto, servem à LUZ e jamais às TREVAS, praticando sempre o BEM e nunca o MAL.
ASSIM, SE ALGUÉM PENSA DE MANEIRA DIFERENTE, POUCO OU NADA ENTENDE DE UMBANDA.
Não se deve confundir, jamais, o meio que Exu e Pombagira atuam como sendo o meio ao qual servem. Eles atuam nas TREVAS, sempre sustentados pela LUZ e na busca dos caminhos de LUZ para aqueles que merecem ser resgatados das TREVAS.
E TÃO SOMENTE ISSO. SE FOSSE DE OUTRA FORMA SERIA UM CONTRA-SENSO RELIGIOSO.
NÃO SE DEVE CONFUNDIR UM EXÚ OU UMA POMBAGIRA, VERDADEIROS TRABALHADORES DE UMBANDA, COM EGUNS FORA DA LEI, QUIUMBAS, OBSSESSORES, SERES DO BAIXO ASTRAL - OS HABITANTES DAS FAIXAS SOMBRIAS, DAS TREVAS – E QUE MUITAS VEZES SE APRESENTAM COM O NOME DELES POR NOSSA PRÓPRIA CULPA , POIS TUDO QUE ESTÁ A NOSSA ESQUERDA, TEMOS O PÉSSIMO HÁBITO DE CHAMAR DE EXÚ E POMBAGIRA.
Confundi-los com seres trevosos é admitir um contra-senso religioso:
“TER O BEM E O MAL SENDO CULTUADOS AO MESMO TEMPO EM UMA RELIGIÃO”.
APÓS ESSA ARGUMENTAÇÃO, FICAM DUAS QUESTÕES PARA REFLEXÃO:
VOCÊ, QUE SE DIZ MÉDIUM DE UMBANDA, E ACHA QUE TUDO ISSO NÃO ESTÁ CORRETO, ENTÃO ESTÁ DELIBERADAMENTE ACEITANDO SER INCORPORADO POR UM SER PERTENCENTE ÀS TREVAS E SE DISPONDO A SERVIR O MAL? .
NÃO SERÁ POR INCOMPREENSÃO DOS NOSSOS FUNDAMENTOS RELIGIOSOS QUE TANTAS PESSOAS VENHAM AOS NOSSOS TEMPLOS PEDIR TUDO AQUILO QUE NÃO TEM CORAGEM DE FAZÊ-LO EM SEUS TEMPLOS?
CABE-NOS COMO UMBANDISTAS ESCLARECERMOS OS PRINCÍPIOS QUE REGEM A NOSSA RELIGIÃO, E AFIRMAR A TODOS OS CANTOS QUE NÃO ACEITAMOS EM NOSSOS TEMPLOS, DE MANEIRA NENHUMA, AQUELES QUE BUSCAM-NA PARA SITUAÇÕES LEVIANAS.
L.C.Giordano
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
UMBANDA,UM CAMINHO, UMA ESCOLA !
Muitos médiuns ou seguidores da Umbanda acreditam que ser Umbandista limita-se apenas a freqüentar o templo, ou até mesmo a ir na gira e trabalhar com seu guia.
Essa limitação é bastante comum, mas é muito triste isso, afinal ser Umbandista vai muito alem de simplesmente freqüentar e incorporar, é a tão falada reforma íntima,
-mas o que de fato seria essa reforma?
1 – É olhar mais para dentro que para fora, isso significa esquecer-se que todas as pessoas possuem defeitos, e olharmos apenas para os nossos e procurarmos melhorá-los;
2 – É saber que apesar de prestar a caridade, é comum recebermos ingratidão em troca, mas devemos saber que a gratidão das pessoas é devida apenas à espiritualidade e não a nós, médiuns. E mesmo assim, devemos continuar a prestar a caridade desinteressada com muito amor sem esperar nada de ninguém, nem um “muito obrigado!”;
3 – É ser discriminado sem discriminar, afinal, um erro não justifica o outro;
4 – É se espelhar nos ensinamentos do Mestre Jesus e em seus exemplos de bondade, amor, perdão e dignidade;
5 – É amar nossos irmãos como amamos nossos parentes, é não ser arrogante ao ponto de achar que sabe maios que os outros ou que é melhor;
6 – É se desprender do materialismo; do egoísmo, da ganância e da inveja;
7 – É sermos vigilantes, pacientes e perseverantes;
8 – É mais que vestir o branco, e sim, saber por que o veste;
9 – É louvar as diversas manifestações energéticas da natureza sem hipocrisia, ou seja, amar e cuidar da natureza, sem depredá-la, é respeitar as energias.
10 – É levar sempre consigo carinhosamente a bandeira Umbandista no coração executando seus ensinamentos com sabedoria e amor;
Bem, muitos são ainda os aspectos importantes que compõem um bom filho de fé, mas este sabe que ser Umbandista exige esforço e aprendizado contínuo...
Umbanda não é só uma religião, é uma escola da vida!
autor desconhecido
Essa limitação é bastante comum, mas é muito triste isso, afinal ser Umbandista vai muito alem de simplesmente freqüentar e incorporar, é a tão falada reforma íntima,
-mas o que de fato seria essa reforma?
1 – É olhar mais para dentro que para fora, isso significa esquecer-se que todas as pessoas possuem defeitos, e olharmos apenas para os nossos e procurarmos melhorá-los;
2 – É saber que apesar de prestar a caridade, é comum recebermos ingratidão em troca, mas devemos saber que a gratidão das pessoas é devida apenas à espiritualidade e não a nós, médiuns. E mesmo assim, devemos continuar a prestar a caridade desinteressada com muito amor sem esperar nada de ninguém, nem um “muito obrigado!”;
3 – É ser discriminado sem discriminar, afinal, um erro não justifica o outro;
4 – É se espelhar nos ensinamentos do Mestre Jesus e em seus exemplos de bondade, amor, perdão e dignidade;
5 – É amar nossos irmãos como amamos nossos parentes, é não ser arrogante ao ponto de achar que sabe maios que os outros ou que é melhor;
6 – É se desprender do materialismo; do egoísmo, da ganância e da inveja;
7 – É sermos vigilantes, pacientes e perseverantes;
8 – É mais que vestir o branco, e sim, saber por que o veste;
9 – É louvar as diversas manifestações energéticas da natureza sem hipocrisia, ou seja, amar e cuidar da natureza, sem depredá-la, é respeitar as energias.
10 – É levar sempre consigo carinhosamente a bandeira Umbandista no coração executando seus ensinamentos com sabedoria e amor;
Bem, muitos são ainda os aspectos importantes que compõem um bom filho de fé, mas este sabe que ser Umbandista exige esforço e aprendizado contínuo...
Umbanda não é só uma religião, é uma escola da vida!
autor desconhecido
O MÉDIUM E O SEU EXU DE TRABALHO
...Muitas vezes, ele funciona como um espelho, refletindo em seu comportamento os defeitos e qualidades de seu médium. Não estamos falando aqui de mistificação nem animismo e sim de um comportamento em que pela convivência um exterioriza qualidades e defeitos do outro. Apesar de Exu ter opinião própria a manifesta em linguagem simples e direta de forma que todos entendam.
É ele a entidade mais próxima a nossa realidade e anseios materiais. Quando o médium começa a se desenvolver costuma ouvir que há a necessidade de doutrinar seu Exu. É natural que o médium não tenha doutrina no inicio de sua jornada espiritual e Exu exterioriza isso em seu comportamento, após boa doutrinação da entidade veremos a necessidade de doutrina também para o médium que acaba de chegar na casa.
Durante o desenvolvimento mediúnico é ainda natural que o Exu se apresente pedindo sua oferenda, pois sua força é potencializadora e vitalizadora da mediunidade.
Este mesmo médium que está iniciando na Umbanda encontra todo um universo novo aos seus olhos e Exu costuma ser algo intrigante e fascinante ao mesmo tempo; quando não uma entidade, força, que assusta um pouco os que não o conhecem.
... A questão é: Enquanto o médium estiver preocupado com a doutrina de “seu” exu estará também doutrinando-se, subconscientemente!
... Devemos, sim, estar atentos quando nos deparamos com entidades de esquerda sem doutrina, muitas vezes estão chamando nossa atenção a seu médium para que tomemos uma atitude doutrinária em relação a ambos.
... Tudo isso é bem diferente de um obsessor ou quiumba, trazido por transporte, que normalmente tem comportamento rude e agressivo. Falamos aqui do Exu de lei que acompanha o médium como entidade de trabalho na esquerda.
... Não devemos subestimar exu, achando que é entidade sem luz desprovida de evolução, observando apenas um aspecto externo e superficial, pois quando vamos com a farinha ele já voltou com a farofa, devemos sim ficar atentos com o que nos dizem nas entrelinhas ou o que querem nos passar, quando não podem ou não se sentem a vontade para revelar.
Quanto ao que pode revelar, pergunte a ele sobre seu médium e o comportamento do mesmo e verá que Exu é o primeiro a apontar os defeitos de seu “cavalo” e isto está ainda dentro da qualidade especular de Exu.
... No desenvolvimento mediúnico é ele um elemento de muita importância, pois dá força e potencializa as faculdades mediúnicas, não é difícil encontrarmos exu pedindo para ser oferendado logo no inicio da vida mediúnica.
... Em uma casa de luz, em um terreiro de umbanda de fato, exu não aceitará trabalhos de ordem negativa a favor de futilidades ou egoísmos. Veremos exu trabalhando com seriedade e em sintonia com as entidades da direita, ou seja não virá em terra para contrariar todo um trabalho de doutrina realizado por caboclos e pretos velhos. Encontraremos até exus dando consultas, limpando e descarregando consulentes, fazendo desobsessão e outras coisas mais dentro do mesmo objetivo e até dando bons conselhos aos que a ele procuram.
... Por tudo isso somos gratos a exu e Pomba gira por trabalharem conosco a favor da luz, e afirmamos muito do que se fala de exu e pomba-gira ligado a magia negativa, nós desconhecemos, sabemos que muitos tentam se passar por exu, mas aí já não é mais Umbanda.
Umbanda acima de tudo é Amor e Caridade, exu não deve vir em terra para dar o contra no trabalho de direita.
fonte: JUS-JORNAL DE UMBANDA SAGRADA
É ele a entidade mais próxima a nossa realidade e anseios materiais. Quando o médium começa a se desenvolver costuma ouvir que há a necessidade de doutrinar seu Exu. É natural que o médium não tenha doutrina no inicio de sua jornada espiritual e Exu exterioriza isso em seu comportamento, após boa doutrinação da entidade veremos a necessidade de doutrina também para o médium que acaba de chegar na casa.
Durante o desenvolvimento mediúnico é ainda natural que o Exu se apresente pedindo sua oferenda, pois sua força é potencializadora e vitalizadora da mediunidade.
Este mesmo médium que está iniciando na Umbanda encontra todo um universo novo aos seus olhos e Exu costuma ser algo intrigante e fascinante ao mesmo tempo; quando não uma entidade, força, que assusta um pouco os que não o conhecem.
... A questão é: Enquanto o médium estiver preocupado com a doutrina de “seu” exu estará também doutrinando-se, subconscientemente!
... Devemos, sim, estar atentos quando nos deparamos com entidades de esquerda sem doutrina, muitas vezes estão chamando nossa atenção a seu médium para que tomemos uma atitude doutrinária em relação a ambos.
... Tudo isso é bem diferente de um obsessor ou quiumba, trazido por transporte, que normalmente tem comportamento rude e agressivo. Falamos aqui do Exu de lei que acompanha o médium como entidade de trabalho na esquerda.
... Não devemos subestimar exu, achando que é entidade sem luz desprovida de evolução, observando apenas um aspecto externo e superficial, pois quando vamos com a farinha ele já voltou com a farofa, devemos sim ficar atentos com o que nos dizem nas entrelinhas ou o que querem nos passar, quando não podem ou não se sentem a vontade para revelar.
Quanto ao que pode revelar, pergunte a ele sobre seu médium e o comportamento do mesmo e verá que Exu é o primeiro a apontar os defeitos de seu “cavalo” e isto está ainda dentro da qualidade especular de Exu.
... No desenvolvimento mediúnico é ele um elemento de muita importância, pois dá força e potencializa as faculdades mediúnicas, não é difícil encontrarmos exu pedindo para ser oferendado logo no inicio da vida mediúnica.
... Em uma casa de luz, em um terreiro de umbanda de fato, exu não aceitará trabalhos de ordem negativa a favor de futilidades ou egoísmos. Veremos exu trabalhando com seriedade e em sintonia com as entidades da direita, ou seja não virá em terra para contrariar todo um trabalho de doutrina realizado por caboclos e pretos velhos. Encontraremos até exus dando consultas, limpando e descarregando consulentes, fazendo desobsessão e outras coisas mais dentro do mesmo objetivo e até dando bons conselhos aos que a ele procuram.
... Por tudo isso somos gratos a exu e Pomba gira por trabalharem conosco a favor da luz, e afirmamos muito do que se fala de exu e pomba-gira ligado a magia negativa, nós desconhecemos, sabemos que muitos tentam se passar por exu, mas aí já não é mais Umbanda.
Umbanda acima de tudo é Amor e Caridade, exu não deve vir em terra para dar o contra no trabalho de direita.
fonte: JUS-JORNAL DE UMBANDA SAGRADA
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
ALMA,ESPÍRITO E PERISPÍRITO
ESPÍRITO = Princípio inteligente do universo. Elemento espiritual e individual que constitui os seres chamados Espíritos.
ALMA = Espírito encarnado, ou seja, quando o Espírito está vestido do corpo carnal, chama-se de alma.
PERISPÍRITO = Corpo fluídico, semi-material, do Espírito, utilizado como agente intermediário entre o corpo e o espírito quando encarnado. O Espírito pela sua essência é um ser abstrato, que não pode exercer ação direta sobre a matéria bruta. Precisa de um elemento intermediário (fluido universal), daí a necessidade do envoltório fluídico - o perispírito.
Resumindo, o Espírito, enquanto não puro, perfeito, manifesta-se nos mundos materiais onde tem suas experiências evolutivas. Como é uma espécie de chama, digamos assim, o espírito não consegue manipular a matéria densa do corpo físico.
Então todo espírito ainda em processo evolutivo, e de acordo com a densidade de cada orbe, possui este corpo espiritual chamado perispírito, o qual é o modelo organizador biológico. Nele surgem as características de cada corpo antes de encarnar, e é nele que se formam as doenças antes de somatizadas.
O perispírito faz do Espírito um ser definido, tornando-o capaz de atuar sobre a matéria tangível. É o traço de união entre o Espírito e a matéria.
Quando encarnado, o Espírito se vale do Perispírito para atuar sobre o corpo e meio ambiente e, por seu intermédio, recebe sensações dos mesmos.
Despojado do corpo físico, pela desencarnação, o Espírito permanece com o perispírito, veículo de sua manifestação no Plano Espiritual e que será utilizado sempre que encarnar até que chegue a perfeição.
Ninguém conhece o espírito sem o perispírito. Quando um espírito se mostra pela mediunidade, é seu perispírito que vemos. A Terra é planeta por demais denso, materializado, e ninguém se manisfesta aqui sem o perispírito, nem mesmo os espíritos mais puros, que só dispensam o perispírito em mundos superiores, quando chegaram à perfeição.
Espirito e alma são a mesma coisa, o diferencial é que alma está "vestida" com o corpo de carne, o espírito está desencarnado, em seu mundo original.
O perispírito nada tem a ver nossos sentimentos, no sentido real, mas sua manifestação aparente, seja na espiritualidade ou na carne, será reflexo destes mesmo sentimentos, pois o pensamento é quem o molda.
No filme Ghost, o espirito que tenta pegar algo e não consegue foi porque não sabia utilizar o perispirito: seu pensamento é que não tinha mais corpo, como pegar matéria se era espírito? Mas entendendo que o pensamento pode manipular a matéria (pois está vestido com um corpo semi-material) passou a controlar este poder.
Para entender mais simplesmente, pense que continuaremos tendo corpo ao desencarnar, que nos parecerá semelhante ao atual, mas menos denso. Por isso é um erro quando um Doutrinador diz ao Espírito sofredor que está sendo esclarecido, que ele já não tem corpo. Ele tem, só não é de carne.
O espírito, propriamente dito, não tem forma definida (assim diz O Livro dos Espíritos). Então ele possui um corpo para que tenha alguma forma. Para nós isto ainda é necessário pois não podemos ainda compreender certas "nuances" do espírito.
Este corpo não é um corpo físico, mas é um corpo.
Do que ele é constituído? Ninguém sabe ao certo, as únicas informações que temos são vindas de O Livro dos Espíritos e de outras obras (Evolução em Dois Mundos - André Luiz, por exemplo). O que nos é dito que este corpo espiritual é constituído de uma matéria "plástica" semi-material (possui propriedades materiais e espirituais, só que intangível aos sentidos humanos). Este corpo espiritual possui diversos nomes nas mais variadas seitas que existem por aí. Dentro do Espiritismo é chamado de perispírito (o André Luiz o chama de "psicossoma").
Então este perispírito é o envoltório do espírito, é o seu corpo só que espiritual.
Quando encarnados, além do perispírito, possuímos também o corpo físico.
O perispírito funciona como veículo de comunicação entre o espírito e o corpo físico. É através dele que o espírito comanda o seu corpo físico. Quando este corpo físico morre o espírito (junto com seu perispírito) ficam livres para atuar única e exclusivamente no mundo espiritual.
Então, apenas para uma definição didática, Kardec propôs que o termo alma seria usado para designar o espírito quando estivesse encarnado. Nós somos alma porque estamos encarnados. Quando desencarnarmos seremos espírito. Mas isto tudo vira um jogo de palavras pois é só mesmo para diferenciarmos uma coisa da outra.
A AURA é o conjunto de radiações energéticas do perispírito e, incluindo radiações mentais do Espírito. Ela tem características individuais, expressando o estado evolutivo moral e intelectual do Espírito.
Estas radiações se expandem além do perispírito, formando um halo de características e cores próprias a cada ser, possíveis de serem observadas por médiuns videntes.
Dizem que os que têm raiva, por exemplo, e/ou possuem exageradas e desvirtuadas as funções genésicas, têm sua aura com colorações avermelhadas. É só um exemplo para entender quando falo de "cores próprias".
Então resumimos dizendo que a AURA não é o perispírito mas uma emanação energética dele, que pode se observada por videntes e espíritos como um halo colorido tão largo quando a evolução moral do ser.
O espírito não tem forma, por isso a comparação a uma "chama".
Sendo puramente espiritual, precisando acessar um mundo material, utiliza-se deste corpo intermediário, que não é tão denso, facilitando conectar-se com a matéria.
Dizem os espíritos que o Perispírito é utilizado em todos os mundos até a perfeição, embora, quanto mais evoluído o espírito, menos denso o corpo, mais sutil o perispírito.
No universo só existem 03 princípios:
DEUS, ESPÍRITO E MATÉRIA.
fonte:Espiritsmo sem milindres
ALMA = Espírito encarnado, ou seja, quando o Espírito está vestido do corpo carnal, chama-se de alma.
PERISPÍRITO = Corpo fluídico, semi-material, do Espírito, utilizado como agente intermediário entre o corpo e o espírito quando encarnado. O Espírito pela sua essência é um ser abstrato, que não pode exercer ação direta sobre a matéria bruta. Precisa de um elemento intermediário (fluido universal), daí a necessidade do envoltório fluídico - o perispírito.
Resumindo, o Espírito, enquanto não puro, perfeito, manifesta-se nos mundos materiais onde tem suas experiências evolutivas. Como é uma espécie de chama, digamos assim, o espírito não consegue manipular a matéria densa do corpo físico.
Então todo espírito ainda em processo evolutivo, e de acordo com a densidade de cada orbe, possui este corpo espiritual chamado perispírito, o qual é o modelo organizador biológico. Nele surgem as características de cada corpo antes de encarnar, e é nele que se formam as doenças antes de somatizadas.
O perispírito faz do Espírito um ser definido, tornando-o capaz de atuar sobre a matéria tangível. É o traço de união entre o Espírito e a matéria.
Quando encarnado, o Espírito se vale do Perispírito para atuar sobre o corpo e meio ambiente e, por seu intermédio, recebe sensações dos mesmos.
Despojado do corpo físico, pela desencarnação, o Espírito permanece com o perispírito, veículo de sua manifestação no Plano Espiritual e que será utilizado sempre que encarnar até que chegue a perfeição.
Ninguém conhece o espírito sem o perispírito. Quando um espírito se mostra pela mediunidade, é seu perispírito que vemos. A Terra é planeta por demais denso, materializado, e ninguém se manisfesta aqui sem o perispírito, nem mesmo os espíritos mais puros, que só dispensam o perispírito em mundos superiores, quando chegaram à perfeição.
Espirito e alma são a mesma coisa, o diferencial é que alma está "vestida" com o corpo de carne, o espírito está desencarnado, em seu mundo original.
O perispírito nada tem a ver nossos sentimentos, no sentido real, mas sua manifestação aparente, seja na espiritualidade ou na carne, será reflexo destes mesmo sentimentos, pois o pensamento é quem o molda.
No filme Ghost, o espirito que tenta pegar algo e não consegue foi porque não sabia utilizar o perispirito: seu pensamento é que não tinha mais corpo, como pegar matéria se era espírito? Mas entendendo que o pensamento pode manipular a matéria (pois está vestido com um corpo semi-material) passou a controlar este poder.
Para entender mais simplesmente, pense que continuaremos tendo corpo ao desencarnar, que nos parecerá semelhante ao atual, mas menos denso. Por isso é um erro quando um Doutrinador diz ao Espírito sofredor que está sendo esclarecido, que ele já não tem corpo. Ele tem, só não é de carne.
O espírito, propriamente dito, não tem forma definida (assim diz O Livro dos Espíritos). Então ele possui um corpo para que tenha alguma forma. Para nós isto ainda é necessário pois não podemos ainda compreender certas "nuances" do espírito.
Este corpo não é um corpo físico, mas é um corpo.
Do que ele é constituído? Ninguém sabe ao certo, as únicas informações que temos são vindas de O Livro dos Espíritos e de outras obras (Evolução em Dois Mundos - André Luiz, por exemplo). O que nos é dito que este corpo espiritual é constituído de uma matéria "plástica" semi-material (possui propriedades materiais e espirituais, só que intangível aos sentidos humanos). Este corpo espiritual possui diversos nomes nas mais variadas seitas que existem por aí. Dentro do Espiritismo é chamado de perispírito (o André Luiz o chama de "psicossoma").
Então este perispírito é o envoltório do espírito, é o seu corpo só que espiritual.
Quando encarnados, além do perispírito, possuímos também o corpo físico.
O perispírito funciona como veículo de comunicação entre o espírito e o corpo físico. É através dele que o espírito comanda o seu corpo físico. Quando este corpo físico morre o espírito (junto com seu perispírito) ficam livres para atuar única e exclusivamente no mundo espiritual.
Então, apenas para uma definição didática, Kardec propôs que o termo alma seria usado para designar o espírito quando estivesse encarnado. Nós somos alma porque estamos encarnados. Quando desencarnarmos seremos espírito. Mas isto tudo vira um jogo de palavras pois é só mesmo para diferenciarmos uma coisa da outra.
A AURA é o conjunto de radiações energéticas do perispírito e, incluindo radiações mentais do Espírito. Ela tem características individuais, expressando o estado evolutivo moral e intelectual do Espírito.
Estas radiações se expandem além do perispírito, formando um halo de características e cores próprias a cada ser, possíveis de serem observadas por médiuns videntes.
Dizem que os que têm raiva, por exemplo, e/ou possuem exageradas e desvirtuadas as funções genésicas, têm sua aura com colorações avermelhadas. É só um exemplo para entender quando falo de "cores próprias".
Então resumimos dizendo que a AURA não é o perispírito mas uma emanação energética dele, que pode se observada por videntes e espíritos como um halo colorido tão largo quando a evolução moral do ser.
O espírito não tem forma, por isso a comparação a uma "chama".
Sendo puramente espiritual, precisando acessar um mundo material, utiliza-se deste corpo intermediário, que não é tão denso, facilitando conectar-se com a matéria.
Dizem os espíritos que o Perispírito é utilizado em todos os mundos até a perfeição, embora, quanto mais evoluído o espírito, menos denso o corpo, mais sutil o perispírito.
No universo só existem 03 princípios:
DEUS, ESPÍRITO E MATÉRIA.
fonte:Espiritsmo sem milindres
MÃE APARECIDA

Oh!Mãe Aparecida
nós vos pedimos humildemente
nesse momento
que nos cubra com seu manto sagrado
que nos proteja de todos os males qua há nessa vida
Oh!Mãe Aparecida
olhai nossos irmãos que nessa hora padecem por falta de amor,por falta de união
por aqueles que sentem fome
pelos menores abandonados
pela humildade,pelos idosos,pelos doentes,pelos pobres de espirito.
Dai aos nossos corações desesperados o calor do teu amor,oh,Mãe.
Nós vos pedimos Mãe Querida
que a paz reine entre os seres humanos
que o amor ao próximo seja um sentimento puro,verdadeiro
que o amor transforme o ser humano
Afastai-nos do mal,do egoismo,da inveja,da ganancia,da falta de amor ao próximo
Oh!Mãe Querida
nós vos agradecemos,por estar
sempre ao nosso lado
Oh!Mãe Querida
aqui vos louvamos e adoramos
Salve Mãe Querida
Salve Mãe Aparecdia
Sua benção e sua proteção.
msgm inspirada por um Espirito Amigo no dia 12 de outubro de 2005 à médium Aurea Oliveira
domingo, 4 de outubro de 2009
AUTO-ESTIMA AMEAÇADA
REVENDO CONCEITOS.
Em definição simples, auto-estima é apenas uma opinião favorável que temos de nós mesmos. É autoconfiança. Mas, o conceito como vários que implicam exame de si mesmo (auto) é complexo. Está associado com muitos outros: egotismo, orgulho, egoísmo, auto-afirmação, pretensão, autoconfiança, autoconsciência, e vaidade.
Egotismo denota o desejo ou tendência de levar à atenção de outros o que somos, o que pensamos, e o que fazemos. Por outro lado, o egoísmo implica preocupação exagerada com nós mesmos, com nossas necessidades.
O egoísta não tem qualidades altruístas, está interessado principalmente em si mesmo e com as pessoas que o afetam.Orgulho é uma excessiva e não bem estabelecida satisfação consigo mesmo; envolve pretensão. Tem quase sempre uma implicação ofensiva e até ridícula. Desperta ressentimento em outros. Pelo lado bom desse tipo de auto-estima existe a autoconfiança, que surge em nossa consciência de retidão e de poder igual às demandas.Quando exibimos autoconsciência, guardamos nossos pensamentos para nós mesmos, mas com uma constante e ansiosa preocupação sobre o que outros pensam de nós. Em parte, autoconsciência se parece com vaidade, uma grande admiração por nós mesmos, acompanhada de um grande desejo pela admiração de outros.
Autoconsciência é quase sempre um pouco dolorosa; porém, vaidade é sempre uma fonte de satisfação, exceto quando não consegue receber o que pensa que merece.
Coroando esses conceitos está a alta auto-estima, associada com auto-afirmação, pelo lado construtivo, e a baixa auto-estima, às vezes associada com depressão e outras demonstrações de fraqueza, pelo lado destrutivo.A AUTO-ESTIMA COMO FONTE DE RESSENTIMENTOS.
Muito pesquisada por cientistas sociais do porte de A Bandura, E. A Locke e P. Bobko, auto-eficácia pode ser definida como um sentimento de auto-competência que alguém tem e manifesta ter no organizar e executar certos tipos de desempenho e cursos de ação.
A pessoa auto-eficaz é persistente na busca de soluções, de níveis mais altos de conquistas cognitivas e de interesse intrínseco nas atividades de que anteriormente não gostava. É um notório exemplo de alta auto-estima, no sentido funcional. Mas, neste caso, como em particulares outros, a alta auto-estima pode ser ofensiva às colegas que não exibem tanta habilidade, mas acreditam tê-las. Além disso, a pessoa auto-eficaz é competitiva, envolvida no trabalho, e engajada numa luta contínua de conseguir mais e mais em menos e menos tempo. Além das naturais arestas que tais comportamentos desenvolvem no contexto da pessoa auto-eficaz, ela tende a exercer controle pessoal sobre os resultados de suas ações e a dominar o contexto.
Esses e outros atributos da pessoa auto-eficaz são facilmente transferíveis a grupos sociais, empresas e a nações. O businessman americano típico é auto-eficaz; grandes empresas são auto-eficazes; o establishment americano e de outros países ricos é auto-eficaz. A auto-estima dessas entidades é às vezes excessivamente alta. Seus comportamentos lhes dão crescentes sucessos, mas geram crescentes ressentimentos.
A AUTO-ESTIMA COMO FONTE DE CONFLITOS
Também a baixa auto-estima promove conseqüências indesejáveis. Pessoas com baixa auto-estima costumam ter uma visão negativa de si mesmas; preocupam-se muito com elas mesmas, mas de uma forma confusa e desorganizada; às vezes têm algum sucesso, porém muito mais por causa de perseverança que por habilidade ou eficiência. Fogem de situações competitivas e jamais demonstram necessidade de serem superiores. Tendem a evitar riscos e sofrem com a possibilidade de fracassarem.
No lar e nos agrupamentos sociais, as pessoas de baixa estima tendem a conflitar com pessoas de alta e estável auto-estima. Na família, marido e mulher discutem por qualquer motivo; um tentando convencer o outro. Quando é o marido a pessoa com baixa auto-estima, ele quer resolver os conflitos com autoridade. Mas, quando é a mulher que tem baixa auto-estima, ela costuma ignorar ou aceitar o conflito, como se este fizesse parte do processo de viver junto. Afinal, ela não quer correr riscos.
Em qualquer milieu sociale a pessoa com baixa auto-estima pode ser muito criticada pela sua visão negativa e de pessimismo com praticamente tudo. Em geral, elas mesmas são muito críticas, reclamantes e propensas a fazerem dilemas de qualquer situação complexa. A conseqüência é muita discussão e autodefesa. Torna-se uma pessoa que todo mundo evita, quando a situação é de aliança, cooperação e esforço, sem garantias de sucesso. Muitas delas são estressadas, inclinadas à ansiedade e a outras disfunções psicofisiológicas.Entretanto, ao contrário do que se infere de algumas teorias, a pessoa com baixa auto-estima não é necessariamente agressiva. Por que baixa e alta auto-estima não são contrários, mas opostos num continuum estatístico, qualquer um pode tornar-se agressivo, quando acima ou abaixo da mediana desse continuum. Depende do comportamento que escolhemos ou somos levados a ter em certas situações, pois comportamentos são controlados não só internamente.
Como dizia Bandura (1986) pessoa, contexto e comportamento se influenciam continuamente.
Conflitos emergem como resultados de ações comportamentais consistentes. Quando em interface, pessoas de baixa auto-estima tendem a preferir o status quo (temem perder a tranqüilidade e fracassarem) e as de alta auto-estima (em geral proativas) querem mudar o contexto.
Elas tomam a iniciativa e prosseguem até que as mudanças aconteçam.
Quando encontram problemas difíceis são capazes de se tornarem ofensivas para atingirem seus objetivos. Aí sim, são conflitantes com quem quer que seja.
Por outro lado, a instabilidade emocional apanágio das pessoas com baixa auto-estima aumenta-lhes a sensibilidade e as torna antagônicas às mudanças.
A AUTO-ESTIMA COMO FONTE DE VIOLÊNCIA.
O que já se sabe é que pessoas ou grupos com alta auto-estima, quando ofendidos em seu orgulho se tornam violentos. De fato, de acordo com o nível de indignação, a violência é uma resposta natural, independentemente de ser alta a auto-estima.
Basta que o egotismo delas seja ameaçado.
Vimos isso no caso do ataque à América. Os americanos, sabemos, têm a auto-estima bem estabelecida e o orgulho bem fundamentado. Portanto, não esperemos uma vingança de curto fôlego e precipitada. Tenho observado que vinganças motivadas pelo orgulho ferido, pela traição, e pela ofensa à dignidade, de pessoas racionais, podem esperar. E, quanto mais adiadas, mais satisfação dão a elas. Parecem, depois, mais inteligentes e mais aceitáveis.
Por outro lado, a baixa auto-estima gerada pela humilhação explode também violentamente. Há pessoas e sociedades que já tiveram alta estima de si mesmos, muito antes de serem forçadas a incorporar uma personalidade de baixa estima, para sobreviverem.
Passaram por grandes transições na vida e não se esquecem de pessoas e sociedades que as humilharam indefensavelmente. Tornam-se tanto mais hostis quanto mais se sentem penalizados pela “imposta” baixa auto-estima. Com o tempo a baixa auto-estima se torna estável. Porém, ninguém que já a teve alta se acostuma com a baixa.
Tem-se verificado que homens as têm mais alta que as mulheres
Acredita-se que o criminoso ao matar considera-se superior à sua vítima. Daí uma certa frieza nele, no processo de eliminação. Esse sentimento de superioridade está bem expresso por Hitler nas violências que praticou. Ninguém saberia imaginar baixa auto-estima num Hussein, num Khomeini, Mussolini, Stalin e monarcas africanos. Para eles, assim como para pessoas igualmente altas em auto-estima, os insultos e as bofetadas, mesmo de origem desconhecida, têm respostas tangíveis, ainda que temporariamente arquivadas.
Bons exemplos coletivos são as guerras promovidas pelas nações fortes, porque sentem que não estão recebendo o respeito que merecem.
Vale lembrar que os países da antiga Mesopotâmia, e neste contexto, o Islamismo, foram povos muito avançados, comparativamente com outros na mesma época. Hoje, exceto alguns povos africanos, são os mais rebaixados em auto-estima.
Querem recobrar a alta estima de si mesmos, que já tiveram. Não aceitam mais a sua auto-estima ameaçada. A violência impessoal é, talvez, a única forma de recobrá-la, ainda que seja apenas por dignidade religiosa.
Sendo proibidos pelo Alcorão de tomar álcool, consomem papoulas para incentivar opiniões favoráveis de si mesmos. Sob os efeitos da droga, sentem-se superiores, atribuindo ou não a superioridade ao Islam. Pois, quem se sente superior aos outros, especiais e elite, não precisa de motivos para punir quem os desrespeita. A história daqui e de lá que o diga!
A AUTO-ESTIMA COMO FONTE DE DIGNIDADE NACIONAL
Nossa dignidade como Nação está há muito ameaçada pelas nações poderosas, pelo menos oito, encabeçadas pelos Estados Unidos. Já nos foi imposta toda possível humilhação econômica, que temos suportado bravamente.
Também estamos acomodados à baixa auto-estima, que o bom senso nos têm feito aceitar para talvez crescer, segundo as promessas delas e sob a bandeira da desejável democracia, e mais recentemente, o que tem parecido desejável globalização. O brasileiro que ainda tem alta auto-estima a vê ameaçada, mas nada pode fazer, porque a baixa auto-estima é aceita pelo próprio governo. Este, diante das decisões das oito grandes, perdeu já qualquer egotismo que tinha, ou que jamais teve, patrioticamente falando.
Certamente, como Nação, já não temos o narcisismo que nos insufla o Hino Nacional. Mas, ainda assim, o cantamos com muito orgulho. É da baixa auto-estima adequar-se à situação, quando esta parece não ter remédio. É claro, não mais desejamos possível ser invejados por outras nações.
Talvez, seja por isso que os meninos e meninas das nossas escolas já quase não cantam os hinos Nacional e da Bandeira. Os diretores não querem ser cognitivamente dissonantes. As palavras deles são um grito de justo narcisismo patriótico. Narcisismo não admite incongruência.
Não somos propensos à agressão aos promotores de nossa humilhação e parece que já não temos alta opinião de nós mesmos, enquanto membros da maior economia dos humilhados. Neste ano, o México tirou-nos esta fonte de orgulho tradicional. Mas, em estado de baixa auto-estima ninguém agride ninguém, a não ser quando os motivos são transcendentais, e nós não o temos. Algumas nações que ainda os têm são como o lobo da fábula de Esopo: preferem ficar magras e famintas perambulando pelas florestas sem caça, que gordos e luzidios com a marca da coleira no pescoço.
A AUTO-ESTIMA COMO FONTE DE AFIRMAÇÃO PESSOAL
Porém, é complicado nos alimentarmos com alta auto-estima, quando não a merecemos. Hoje, tenho observado que nos colégios, nas escolas e principalmente nas universidades, maus e bons alunos ganham diplomas de competência para prosseguirem seus estudos. A alta estima insuflada pelas instituições e pelos pais redunda em baixa auto-estima percebida.
A realidade logo desmente as instituições premiadoras. Auto-estima depende de conquistas que somente as pessoas que as conseguem valorizam. Ela nunca é falsa. As frustrações indeléveis de muitos jovens se fundam nessa alta auto-estima mandada.
Suas conseqüências sociais já conhecemos! Conquistas artificiais não contribuem para a afirmação pessoal. Pessoas depressivas que o digam. Elogios e recompensas devem estar conectados com desempenho. Quando não, as pessoas enchem seus balões de auto-amor, e se tornam abespinhados e venenosos, quando alguém se lhes os fura com uma agulha qualquer. Pois, a alta estima é um comportamento mais duradouro que a baixa estima de si mesmo.Quando mandada institucionalmente na escola ou na família, a auto-estima é uma mentira a que a pessoa se habitua, como com uma máscara que lhe cola à cara.Portanto, a afirmação pessoal não pode ser doada. Nenhuma nação se enriquece endividada nem uma pessoa fica melhor com diplomas e títulos sem correspondente realismo. Estaremos sempre com a auto-estima ameaçada, quando a baixa não nos agrada e alta não nos cabe.
Encontrado em http://triviaphilosophica.com.br
Em definição simples, auto-estima é apenas uma opinião favorável que temos de nós mesmos. É autoconfiança. Mas, o conceito como vários que implicam exame de si mesmo (auto) é complexo. Está associado com muitos outros: egotismo, orgulho, egoísmo, auto-afirmação, pretensão, autoconfiança, autoconsciência, e vaidade.
Egotismo denota o desejo ou tendência de levar à atenção de outros o que somos, o que pensamos, e o que fazemos. Por outro lado, o egoísmo implica preocupação exagerada com nós mesmos, com nossas necessidades.
O egoísta não tem qualidades altruístas, está interessado principalmente em si mesmo e com as pessoas que o afetam.Orgulho é uma excessiva e não bem estabelecida satisfação consigo mesmo; envolve pretensão. Tem quase sempre uma implicação ofensiva e até ridícula. Desperta ressentimento em outros. Pelo lado bom desse tipo de auto-estima existe a autoconfiança, que surge em nossa consciência de retidão e de poder igual às demandas.Quando exibimos autoconsciência, guardamos nossos pensamentos para nós mesmos, mas com uma constante e ansiosa preocupação sobre o que outros pensam de nós. Em parte, autoconsciência se parece com vaidade, uma grande admiração por nós mesmos, acompanhada de um grande desejo pela admiração de outros.
Autoconsciência é quase sempre um pouco dolorosa; porém, vaidade é sempre uma fonte de satisfação, exceto quando não consegue receber o que pensa que merece.
Coroando esses conceitos está a alta auto-estima, associada com auto-afirmação, pelo lado construtivo, e a baixa auto-estima, às vezes associada com depressão e outras demonstrações de fraqueza, pelo lado destrutivo.A AUTO-ESTIMA COMO FONTE DE RESSENTIMENTOS.
Muito pesquisada por cientistas sociais do porte de A Bandura, E. A Locke e P. Bobko, auto-eficácia pode ser definida como um sentimento de auto-competência que alguém tem e manifesta ter no organizar e executar certos tipos de desempenho e cursos de ação.
A pessoa auto-eficaz é persistente na busca de soluções, de níveis mais altos de conquistas cognitivas e de interesse intrínseco nas atividades de que anteriormente não gostava. É um notório exemplo de alta auto-estima, no sentido funcional. Mas, neste caso, como em particulares outros, a alta auto-estima pode ser ofensiva às colegas que não exibem tanta habilidade, mas acreditam tê-las. Além disso, a pessoa auto-eficaz é competitiva, envolvida no trabalho, e engajada numa luta contínua de conseguir mais e mais em menos e menos tempo. Além das naturais arestas que tais comportamentos desenvolvem no contexto da pessoa auto-eficaz, ela tende a exercer controle pessoal sobre os resultados de suas ações e a dominar o contexto.
Esses e outros atributos da pessoa auto-eficaz são facilmente transferíveis a grupos sociais, empresas e a nações. O businessman americano típico é auto-eficaz; grandes empresas são auto-eficazes; o establishment americano e de outros países ricos é auto-eficaz. A auto-estima dessas entidades é às vezes excessivamente alta. Seus comportamentos lhes dão crescentes sucessos, mas geram crescentes ressentimentos.
A AUTO-ESTIMA COMO FONTE DE CONFLITOS
Também a baixa auto-estima promove conseqüências indesejáveis. Pessoas com baixa auto-estima costumam ter uma visão negativa de si mesmas; preocupam-se muito com elas mesmas, mas de uma forma confusa e desorganizada; às vezes têm algum sucesso, porém muito mais por causa de perseverança que por habilidade ou eficiência. Fogem de situações competitivas e jamais demonstram necessidade de serem superiores. Tendem a evitar riscos e sofrem com a possibilidade de fracassarem.
No lar e nos agrupamentos sociais, as pessoas de baixa estima tendem a conflitar com pessoas de alta e estável auto-estima. Na família, marido e mulher discutem por qualquer motivo; um tentando convencer o outro. Quando é o marido a pessoa com baixa auto-estima, ele quer resolver os conflitos com autoridade. Mas, quando é a mulher que tem baixa auto-estima, ela costuma ignorar ou aceitar o conflito, como se este fizesse parte do processo de viver junto. Afinal, ela não quer correr riscos.
Em qualquer milieu sociale a pessoa com baixa auto-estima pode ser muito criticada pela sua visão negativa e de pessimismo com praticamente tudo. Em geral, elas mesmas são muito críticas, reclamantes e propensas a fazerem dilemas de qualquer situação complexa. A conseqüência é muita discussão e autodefesa. Torna-se uma pessoa que todo mundo evita, quando a situação é de aliança, cooperação e esforço, sem garantias de sucesso. Muitas delas são estressadas, inclinadas à ansiedade e a outras disfunções psicofisiológicas.Entretanto, ao contrário do que se infere de algumas teorias, a pessoa com baixa auto-estima não é necessariamente agressiva. Por que baixa e alta auto-estima não são contrários, mas opostos num continuum estatístico, qualquer um pode tornar-se agressivo, quando acima ou abaixo da mediana desse continuum. Depende do comportamento que escolhemos ou somos levados a ter em certas situações, pois comportamentos são controlados não só internamente.
Como dizia Bandura (1986) pessoa, contexto e comportamento se influenciam continuamente.
Conflitos emergem como resultados de ações comportamentais consistentes. Quando em interface, pessoas de baixa auto-estima tendem a preferir o status quo (temem perder a tranqüilidade e fracassarem) e as de alta auto-estima (em geral proativas) querem mudar o contexto.
Elas tomam a iniciativa e prosseguem até que as mudanças aconteçam.
Quando encontram problemas difíceis são capazes de se tornarem ofensivas para atingirem seus objetivos. Aí sim, são conflitantes com quem quer que seja.
Por outro lado, a instabilidade emocional apanágio das pessoas com baixa auto-estima aumenta-lhes a sensibilidade e as torna antagônicas às mudanças.
A AUTO-ESTIMA COMO FONTE DE VIOLÊNCIA.
O que já se sabe é que pessoas ou grupos com alta auto-estima, quando ofendidos em seu orgulho se tornam violentos. De fato, de acordo com o nível de indignação, a violência é uma resposta natural, independentemente de ser alta a auto-estima.
Basta que o egotismo delas seja ameaçado.
Vimos isso no caso do ataque à América. Os americanos, sabemos, têm a auto-estima bem estabelecida e o orgulho bem fundamentado. Portanto, não esperemos uma vingança de curto fôlego e precipitada. Tenho observado que vinganças motivadas pelo orgulho ferido, pela traição, e pela ofensa à dignidade, de pessoas racionais, podem esperar. E, quanto mais adiadas, mais satisfação dão a elas. Parecem, depois, mais inteligentes e mais aceitáveis.
Por outro lado, a baixa auto-estima gerada pela humilhação explode também violentamente. Há pessoas e sociedades que já tiveram alta estima de si mesmos, muito antes de serem forçadas a incorporar uma personalidade de baixa estima, para sobreviverem.
Passaram por grandes transições na vida e não se esquecem de pessoas e sociedades que as humilharam indefensavelmente. Tornam-se tanto mais hostis quanto mais se sentem penalizados pela “imposta” baixa auto-estima. Com o tempo a baixa auto-estima se torna estável. Porém, ninguém que já a teve alta se acostuma com a baixa.
Tem-se verificado que homens as têm mais alta que as mulheres
Acredita-se que o criminoso ao matar considera-se superior à sua vítima. Daí uma certa frieza nele, no processo de eliminação. Esse sentimento de superioridade está bem expresso por Hitler nas violências que praticou. Ninguém saberia imaginar baixa auto-estima num Hussein, num Khomeini, Mussolini, Stalin e monarcas africanos. Para eles, assim como para pessoas igualmente altas em auto-estima, os insultos e as bofetadas, mesmo de origem desconhecida, têm respostas tangíveis, ainda que temporariamente arquivadas.
Bons exemplos coletivos são as guerras promovidas pelas nações fortes, porque sentem que não estão recebendo o respeito que merecem.
Vale lembrar que os países da antiga Mesopotâmia, e neste contexto, o Islamismo, foram povos muito avançados, comparativamente com outros na mesma época. Hoje, exceto alguns povos africanos, são os mais rebaixados em auto-estima.
Querem recobrar a alta estima de si mesmos, que já tiveram. Não aceitam mais a sua auto-estima ameaçada. A violência impessoal é, talvez, a única forma de recobrá-la, ainda que seja apenas por dignidade religiosa.
Sendo proibidos pelo Alcorão de tomar álcool, consomem papoulas para incentivar opiniões favoráveis de si mesmos. Sob os efeitos da droga, sentem-se superiores, atribuindo ou não a superioridade ao Islam. Pois, quem se sente superior aos outros, especiais e elite, não precisa de motivos para punir quem os desrespeita. A história daqui e de lá que o diga!
A AUTO-ESTIMA COMO FONTE DE DIGNIDADE NACIONAL
Nossa dignidade como Nação está há muito ameaçada pelas nações poderosas, pelo menos oito, encabeçadas pelos Estados Unidos. Já nos foi imposta toda possível humilhação econômica, que temos suportado bravamente.
Também estamos acomodados à baixa auto-estima, que o bom senso nos têm feito aceitar para talvez crescer, segundo as promessas delas e sob a bandeira da desejável democracia, e mais recentemente, o que tem parecido desejável globalização. O brasileiro que ainda tem alta auto-estima a vê ameaçada, mas nada pode fazer, porque a baixa auto-estima é aceita pelo próprio governo. Este, diante das decisões das oito grandes, perdeu já qualquer egotismo que tinha, ou que jamais teve, patrioticamente falando.
Certamente, como Nação, já não temos o narcisismo que nos insufla o Hino Nacional. Mas, ainda assim, o cantamos com muito orgulho. É da baixa auto-estima adequar-se à situação, quando esta parece não ter remédio. É claro, não mais desejamos possível ser invejados por outras nações.
Talvez, seja por isso que os meninos e meninas das nossas escolas já quase não cantam os hinos Nacional e da Bandeira. Os diretores não querem ser cognitivamente dissonantes. As palavras deles são um grito de justo narcisismo patriótico. Narcisismo não admite incongruência.
Não somos propensos à agressão aos promotores de nossa humilhação e parece que já não temos alta opinião de nós mesmos, enquanto membros da maior economia dos humilhados. Neste ano, o México tirou-nos esta fonte de orgulho tradicional. Mas, em estado de baixa auto-estima ninguém agride ninguém, a não ser quando os motivos são transcendentais, e nós não o temos. Algumas nações que ainda os têm são como o lobo da fábula de Esopo: preferem ficar magras e famintas perambulando pelas florestas sem caça, que gordos e luzidios com a marca da coleira no pescoço.
A AUTO-ESTIMA COMO FONTE DE AFIRMAÇÃO PESSOAL
Porém, é complicado nos alimentarmos com alta auto-estima, quando não a merecemos. Hoje, tenho observado que nos colégios, nas escolas e principalmente nas universidades, maus e bons alunos ganham diplomas de competência para prosseguirem seus estudos. A alta estima insuflada pelas instituições e pelos pais redunda em baixa auto-estima percebida.
A realidade logo desmente as instituições premiadoras. Auto-estima depende de conquistas que somente as pessoas que as conseguem valorizam. Ela nunca é falsa. As frustrações indeléveis de muitos jovens se fundam nessa alta auto-estima mandada.
Suas conseqüências sociais já conhecemos! Conquistas artificiais não contribuem para a afirmação pessoal. Pessoas depressivas que o digam. Elogios e recompensas devem estar conectados com desempenho. Quando não, as pessoas enchem seus balões de auto-amor, e se tornam abespinhados e venenosos, quando alguém se lhes os fura com uma agulha qualquer. Pois, a alta estima é um comportamento mais duradouro que a baixa estima de si mesmo.Quando mandada institucionalmente na escola ou na família, a auto-estima é uma mentira a que a pessoa se habitua, como com uma máscara que lhe cola à cara.Portanto, a afirmação pessoal não pode ser doada. Nenhuma nação se enriquece endividada nem uma pessoa fica melhor com diplomas e títulos sem correspondente realismo. Estaremos sempre com a auto-estima ameaçada, quando a baixa não nos agrada e alta não nos cabe.
Encontrado em http://triviaphilosophica.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)
