“Para sermos beneficiados com o socorro dos bons Espíritos, não poderemos agasalhar no coração sentimentos inferiores.”
Os Espíritos, encarnados ou desencarnados, ainda necessitados dos resgates e reparações com vistas ao próprio progresso, estão sob a permanente atenção de entidades espirituais superiores, os quais utilizam os recursos mediúnicos de abnegados trabalhadores do bem que, guiados pelos dirigentes espirituais a eles diretamente ligados, orientam o socorro, modelando-o consoante as condições que o paciente ofereça em termos de esforço pessoal.
A eficiência desse socorro, no entanto, dependerá muito mais das condições oferecidas pelo socorrido do que do desejo fraterno de socorrer expresso pelos
trabalhadores em atividade.
São inúmeros os fatores que influem no resultado final da ajuda prestada; entre eles, o merecimento – a critério dos trabalhadores espirituais –, orientados que são, pelos mentores a que estão subordinados, ressalta como um dos principais.
Para sermos beneficiados com o socorro dos bons Espíritos, não poderemos agasalhar no coração sentimentos inferiores de ódio, vingança, vaidade, orgulho, egoísmo, ciúme, inveja, bem como outros mais, congêneres, porque, sem duvida, eles serão a razão dos sofrimentos que nos levarão a buscar aquele socorro.
Além disso, será indispensável recebermos com fé a ajuda solicitada, e procurarmos pôr em prática a terapia espiritual recomendada pelos orientadores da Casa.
Com esta providência, nosso estado vibratório se modificará, adquirindo freqüência que nos porá em sintonia com as correntes vibratórias superiores, cujos benefícios atrairemos.
Os sofrimentos representados pelas angústias, tormentos e dores, que acontecem em nosso caminho, não são obra do acaso: são criações nossas, quer como conseqüências de um passado delituoso, quer como resultados da negligência e indiferença com que conduzimos a própria vida atual.
O amor de Deus por Suas criaturas legou-nos o amparo, representado pelos ensinamentos de Jesus, cujos conceitos são caminhos de libertação para toda a humanidade terrena; mas, amodorradas pelas paixões mundanas e atraídas pelos prazeres enganosos da opulência, as criaturas esquecem-se de que o túmulo aguarda seus despojos de carne e osso.
O Espírito imortal, que sobrevive à destruição da matéria, é relegado a plano secundário, quando deveria ser o objeto principal das cogitações humanas.
Por conta disso, contam-se aos milhares, quiçá milhões, as consciências que, amarguradas, derramam candentes lágrimas de arrependimento, ao retornarem à Pátria Espiritual, quando percebem tardiamente o engano cometido, ao cuidarem mais da matéria, em detrimento do Espírito.
Texto extraído da Revista Reformador.
Novembro/2004, p 9.
terça-feira, 14 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
CARTA DE UM ESPÍRITO PARA UM VICIADO
Antes de mais nada, devo logo dizer-lhe que está faltando um ingrediente em sua receita de viver! Falta bom humor em sua sopa! E olhe que nem precisa ser muito esperto para ver isso. Basta olhar ao seu redor e ver quantos corações você já machucou com suas loucuras. Sua mãe, seu pai e seus irmãos já não sabem mais o que fazer para agradá-lo. Você criou uma couraça tão forte à sua volta que nem mesmo quem lhe ama consegue chegar até você.
As pessoas o olham de esguio e não sabem discernir o que sentem mais forte por você: pena, medo ou simplesmente raiva por alguém tão jovem ser tão burro. Algumas sabem discernir o que sentem e são mais diretas: simplesmente querem que você se ferre! Você já desperdiçou tantas chances que ninguém mais lhe dá crédito.
Você é muito nervosinho e dramático, mas não corre o risco de arranjar uma úlcera, pois pois você já é a própria. Corroeu o amor da família e dos amigos mais chegados. Brigou com tudo e com todos. E o pior é que você ainda se julga uma vítima. Sabe de uma coisa? Você não precisa comprar drogas, pois já transformou sua vida numa droga tão grande que nem sei como é que você ainda não teve uma overdose de si mesmo.
De vez em quando você diz que pretende se matar, mas eu conheço seu jogo: você quer mesmo é fazer chantagem emocional, pois assim consegue manipular muito bem as pessoas. E, além disso, já sei que você ouviu um palestrante espiritualista dizer que quem se mata, passa muito mal no "Astral". Posso dizer-lhe isso com muito mais cancha, e melhor, usando seu linguajar esperto: "quem se mata, sofre prá cacete!" E, na verdade, você já está se matando um pouquinho a cada dia, pois quem é nervosinho demais, ferra o próprio sistema nervoso a cada explosão emocional.
Nesse exato instante em que estou lhe escrevendo, sua mãe está chorando no quarto mais uma vez. Ela acabou de achar drogas em sua mochila pela enésima vez. Por que você não vai lá dar uma olhada? Garanto que os cabelos dela já embranqueceram mais um pouco.
Estou lhe escrevendo diretamente, mas minha intenção é mais ambiciosa: há muitos idiotas como você aí no mundo e eu pretendo que eles também leiam isso. Não sei se vai ajudá-los, mas estou fazendo meu papel e espero que a natureza faça o dela, isto é, que você e os outros do seu quilate sofram as conseqüências do desastre que impuserem a vocês mesmos.
Há muita gente desencarnada desejando um novo corpo físico para mourejarem novas oportunidades de aprendizado na Terra. Entretanto, gente como você desperdiça as chances que a vida apresenta como lições valiosas.
Atualmente, dois caminhos que levam à morte prematura se abrem à sua frente e eu nem preciso ser um espírito desencarnado para saber o que lhe acontecerá: Seu sistema nervoso explode ou a droga lhe leva.
Se você cair em uma destas coisas, devo avisá-lo que após a morte dois caminhos também se abrirão:
Você sofrerá muito, pois no Astral não existem drogas e leva tempo até o corpo espiritual se desintoxicar das energias densas geradas por elas. Garanto que você nunca pensou nisso, né? Se a própria ciência terrestre afirma que tudo é energia em graus variados de densidade, a droga é, também, um tipo de energia, porém de baixo nível, grossa e que cria sérias lesões no corpo espiritual do usuário.
Os centros energéticos* de seu corpo espiritual podem ficar tão abalados com seu desequilíbrio emocional que o único remédio pode ser uma reencarnação purgativa para limpá-los. Para explicar-lhe isso, uso os ensinamentos do sábio mentor Ramatís, que diz o seguinte: "A reencarnação purgativa se faz necessária para drenar os fuidos perniciosos, aderidos na contextura espiritual do corpo astral, para o novo corpo físico, carregando então o espírito para dentro dos centros energéticos de seu ergástulo** terreno, os venenos psíquicos oriundos de seu descontrole espiritual."
Voltando ao nosso papo, é assim que nasce mais um epiléptico na Terra. Das duas, uma: ou foi usuário de drogas,ou era nervosinho demais na última existência*** (ou melhor, inexistência).
Pois é isso meu chapa: sua vida na Terra é bem lamentosa, infelizmente não só para você, mas também para aqueles que o amam. Não sei se esses escritos lhe farão pensar (coisa que você não faz há muito tempo), mas, de qualquer maneira, é mais um toque que a vida está lhe dando.
Sou um cara desencarnado e já vi muita gente como você se dar muito mal aqui no Astral. Por isso, lhe digo: Saia desta enquanto é tempo, cara! Mostre que você é esperto e enfrente a porra desse vício. Pare de falar em suicídio e vá viver. Pratique algum esporte. Respeite seus pais, pois, de qualquer maneira, eles o ajudaram a crescer. Eles não são perfeitos (ninguém é!), mas o amam. Procure alguém ou alguma instituição que o ajude.
Por aqui, despeço-me, ou como se diz por aí: "vou puxar o carro (espiritual, é claro) e me mandar!"
* * *
Rapaz, como o amigo Lareira disse no início destes escritos, sua sopa é furiosa, mas você pode melhorá-la acrescentando alguns ingredientes especiais.
Coloque algumas pitadas de:
ESPIRITUALIDADE (você é imortal sim!);
RESPONSABILIDADE (assuma as conseqüências de seus atos e conserte seus erros);
AMOR (se amarre numa garota; é bem mais gostoso(a) do que droga);
ALEGRIA (diga sim à vida).
Por: Lareira (Recebido por Wagner Borges)
As pessoas o olham de esguio e não sabem discernir o que sentem mais forte por você: pena, medo ou simplesmente raiva por alguém tão jovem ser tão burro. Algumas sabem discernir o que sentem e são mais diretas: simplesmente querem que você se ferre! Você já desperdiçou tantas chances que ninguém mais lhe dá crédito.
Você é muito nervosinho e dramático, mas não corre o risco de arranjar uma úlcera, pois pois você já é a própria. Corroeu o amor da família e dos amigos mais chegados. Brigou com tudo e com todos. E o pior é que você ainda se julga uma vítima. Sabe de uma coisa? Você não precisa comprar drogas, pois já transformou sua vida numa droga tão grande que nem sei como é que você ainda não teve uma overdose de si mesmo.
De vez em quando você diz que pretende se matar, mas eu conheço seu jogo: você quer mesmo é fazer chantagem emocional, pois assim consegue manipular muito bem as pessoas. E, além disso, já sei que você ouviu um palestrante espiritualista dizer que quem se mata, passa muito mal no "Astral". Posso dizer-lhe isso com muito mais cancha, e melhor, usando seu linguajar esperto: "quem se mata, sofre prá cacete!" E, na verdade, você já está se matando um pouquinho a cada dia, pois quem é nervosinho demais, ferra o próprio sistema nervoso a cada explosão emocional.
Nesse exato instante em que estou lhe escrevendo, sua mãe está chorando no quarto mais uma vez. Ela acabou de achar drogas em sua mochila pela enésima vez. Por que você não vai lá dar uma olhada? Garanto que os cabelos dela já embranqueceram mais um pouco.
Estou lhe escrevendo diretamente, mas minha intenção é mais ambiciosa: há muitos idiotas como você aí no mundo e eu pretendo que eles também leiam isso. Não sei se vai ajudá-los, mas estou fazendo meu papel e espero que a natureza faça o dela, isto é, que você e os outros do seu quilate sofram as conseqüências do desastre que impuserem a vocês mesmos.
Há muita gente desencarnada desejando um novo corpo físico para mourejarem novas oportunidades de aprendizado na Terra. Entretanto, gente como você desperdiça as chances que a vida apresenta como lições valiosas.
Atualmente, dois caminhos que levam à morte prematura se abrem à sua frente e eu nem preciso ser um espírito desencarnado para saber o que lhe acontecerá: Seu sistema nervoso explode ou a droga lhe leva.
Se você cair em uma destas coisas, devo avisá-lo que após a morte dois caminhos também se abrirão:
Você sofrerá muito, pois no Astral não existem drogas e leva tempo até o corpo espiritual se desintoxicar das energias densas geradas por elas. Garanto que você nunca pensou nisso, né? Se a própria ciência terrestre afirma que tudo é energia em graus variados de densidade, a droga é, também, um tipo de energia, porém de baixo nível, grossa e que cria sérias lesões no corpo espiritual do usuário.
Os centros energéticos* de seu corpo espiritual podem ficar tão abalados com seu desequilíbrio emocional que o único remédio pode ser uma reencarnação purgativa para limpá-los. Para explicar-lhe isso, uso os ensinamentos do sábio mentor Ramatís, que diz o seguinte: "A reencarnação purgativa se faz necessária para drenar os fuidos perniciosos, aderidos na contextura espiritual do corpo astral, para o novo corpo físico, carregando então o espírito para dentro dos centros energéticos de seu ergástulo** terreno, os venenos psíquicos oriundos de seu descontrole espiritual."
Voltando ao nosso papo, é assim que nasce mais um epiléptico na Terra. Das duas, uma: ou foi usuário de drogas,ou era nervosinho demais na última existência*** (ou melhor, inexistência).
Pois é isso meu chapa: sua vida na Terra é bem lamentosa, infelizmente não só para você, mas também para aqueles que o amam. Não sei se esses escritos lhe farão pensar (coisa que você não faz há muito tempo), mas, de qualquer maneira, é mais um toque que a vida está lhe dando.
Sou um cara desencarnado e já vi muita gente como você se dar muito mal aqui no Astral. Por isso, lhe digo: Saia desta enquanto é tempo, cara! Mostre que você é esperto e enfrente a porra desse vício. Pare de falar em suicídio e vá viver. Pratique algum esporte. Respeite seus pais, pois, de qualquer maneira, eles o ajudaram a crescer. Eles não são perfeitos (ninguém é!), mas o amam. Procure alguém ou alguma instituição que o ajude.
Por aqui, despeço-me, ou como se diz por aí: "vou puxar o carro (espiritual, é claro) e me mandar!"
* * *
Rapaz, como o amigo Lareira disse no início destes escritos, sua sopa é furiosa, mas você pode melhorá-la acrescentando alguns ingredientes especiais.
Coloque algumas pitadas de:
ESPIRITUALIDADE (você é imortal sim!);
RESPONSABILIDADE (assuma as conseqüências de seus atos e conserte seus erros);
AMOR (se amarre numa garota; é bem mais gostoso(a) do que droga);
ALEGRIA (diga sim à vida).
Por: Lareira (Recebido por Wagner Borges)
O SINCRETISMO É NECESSÁRIO ?
Uma grande discussão que se faz entre os intelectuais do batuque hoje em dia é em torno do sincretismo religioso. Esses intelectuais se perguntam se a religião de matriz africana deve ou não propagar a idéia sincrética.
Mas afinal o que é sincretismo? É a fusão de crenças e práticas religiosas distintas, assim como de culturas decorrente das conquistas de um povo sobre outro, fato muito comum na antigüidade. Quando Alexandre o Grande (séc. IV a.C.) dominou o Egito se autoproclamou faraó, assumindo uma descendência divina, assim como em cada povo que ele conquistou. Outro exemplo é o Império Romano que trocava deuses com os povos vencidos para promover uma melhor aceitação de seu domínio. O fato é que religiões a serviço de Estados desenvolvem uma atitude de tolerância na relação com os povos submetidos para que assim possam dominá-los.
O professor de História da UFRGS Luiz Dario Ribeiro, em curso de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na FAPA, salientou que a igreja católica, para dominar a Europa pagã que cultuava a Deusa Mãe em várias regiões, teve que substituí-la pela Virgem Maria, afim de se auto-afirmar como religião dominante, o que fez surgir as mais de 400 denominações para a santa. Essa idéia se manteve durante todo o período em que esta vertente cristã foi partícipe do poder político dos Estados europeus e posteriormente nas colônias americanas.
No Brasil não foi diferente.
A primeira tentativa e, aliás, bem sucedida foi com os indígenas.
Em sua obra “1492: o encobrimento do outro”, Enrique Dussel afirma que “do ponto de vista de seu mundo mítico, depois da derrota, seus deuses haviam sido vencidos ‘no céu’, já que vencidos estavam os exércitos índios ‘na terra’, no campo de batalha. O imaginário indígena devia incluir – como era costume, por outro lado, os deuses vencedores”. Ou seja, era muito mais fácil impor a doutrina católica aos indígenas, pois fazia parte da cultura deles adotarem os deuses dos povos que os dominassem. O mesmo não ocorria com certas etnias africanas que possuíam uma cultura muito forte, como os iorubás.
Parece obvio que foram os padres quem introduziram os santos católicos na religião africana para fomentarem a crença cristã nos escravizados. Inteligentemente esses negros fingiram aceitar isso para que assim pudessem praticar sua religião sem ser incomodados pelos capatazes. Apesar disso existe uma vertente de estudiosos que disseminou a crença de que o sincretismo partiu dos próprios africanos para poderem esconder os assentamentos dos orixás. Essa teoria me parece um tanto frágil, afinal como poderiam esses africanos conhecer os santos católicos tão bem para fazer as associações? Os defensores dessa teoria não sabem a resposta, apenas se defendem afirmando que ser contra essa teoria é acreditar que eles não eram inteligentes o suficiente para fazerem isto, o que, a meu ver, é uma atitude evasiva dos que querem defender na verdade a igreja católica, a verdadeira culpada por criar e manter o sincretismo. É extremamente conveniente para a igreja que o sincretismo se perpetue, assim eles sempre terão as igrejas cheias nos dias de Santo Antônio, São Jorge e na passeata de Navegantes mantendo a esperança de converter os pagãos (nós) à religião única e verdadeira: o cristianismo.
Os pejis, assim como nossas liturgias, estão cheios de sincretismo. O “quarto-de-santo” era na verdade um oratório católico existente até hoje nas antigas casas de fazendeiros, onde tinham um altar expondo santos católicos em prateleiras. Esses oratórios existiam em todas as casas porque as igrejas ficavam muito longe e era comum o padre vir celebrar casamentos e batizados nas casas desses ricos fazendeiros. Havia um quarto-de-santo também nas senzalas, que logo foram utilizados para esconderem os assentamentos dos orixás. Eles simplesmente escondiam os orixás embaixo do santo que os próprios padres lhes ensinaram que eram representados. Por isso se mostrarmos aos mais velhos da religião uma imagem de Santo Antônio, São Jorge ou Nossa Senhora dos Navegantes e lhes perguntarmos quem são, eles dirão com plena convicção que se trata de Bará, Ogun e Yemanjá.
Outro sincretismo está nos dias de comemoração dos orixás.
O dia de Bará não é 13 de junho, assim como o de Ogun e Yemanjá não são, respectivamente, 23 de abril e 2 de fevereiro. Esses são dias dos santos católicos.
Os dias de nossos orixás são aqueles em que se comemoram o aniversário de seu assentamento, e isso varia de filho para filho, de casa para casa.
A obrigação da semana santa também é sincrética, afinal a semana é santa para católicos, porquê o batuqueiro tem que celebrar a paixão de Cristo, o sábado de aleluia e o domingo de páscoa?
Outro exemplo são os próprios assentamentos dos orixás:
no de Bará vai uma chave, objeto que São Pedro carrega em mãos nas imagens; a ferradura de Ogun deve ser referente ao cavalo de São Jorge; a coroa e a taça são de Iansã ou de Santa Bárbara? No de Xangô tem um livro e uma caneta, objetos de São Jerônimo; na vasilha de Obá encontramos uma roda e uma navalha, o flagelo de Santa Catarina; e por aí vai.
O leitor deve ter percebido que eu estou falando, verdadeiramente, é de identidade.
O batuqueiro tem sua própria identidade e pratica uma religião que é cem porcento independente de qualquer outra.
A nossa religião não precisa de imagens católicas, de prateleiras cobertas com cortinas para esconder nossos orixás, nem de batismos e casamentos em igrejas.
Assuma a tua identidade enquanto batuqueiro. Batize teus filhos no teu ilê com teu sacerdote, afinal, como diz meu pai-de-santo, se a religião é boa pra ti porque não é para teus filhos?
Case com as bênçãos dos orixás do teu ilê e não com a bênção de um deus discriminatório e preconceituoso; cumpra com tuas obrigações e adore a divindade que está no ocutá, não a imagem de gesso.
Não há mais a necessidade de mantermos esse sincretismo.
No passado ele serviu para nos proteger, mas hoje ele só faz diminuir a nossa religião.
Existem aqueles que não reconhecem a necessidade de uma releitura em nossos fundamentos. Eles são adeptos do uso do tradicional, ainda que essa tradição tenha sido deturpada ao longo dos séculos.
Eles pensam que mudança é sinônimo de destruição, mas pensem comigo:
qual é a tradição mais antiga, a de cem anos atrás ou a de mil anos atrás?
Reafricanizar é tornar as religiões de matriz africana o mais próximo possível da própria África. Isso não a destruirá, pelo contrário, a fortalecerá enquanto cultura, enquanto religiosidade, enquanto identidade.
Artigo publicado na Revista Bom Axé.
Edição 17. Enebe. Janeiro/2006. Pág. 12
Mas afinal o que é sincretismo? É a fusão de crenças e práticas religiosas distintas, assim como de culturas decorrente das conquistas de um povo sobre outro, fato muito comum na antigüidade. Quando Alexandre o Grande (séc. IV a.C.) dominou o Egito se autoproclamou faraó, assumindo uma descendência divina, assim como em cada povo que ele conquistou. Outro exemplo é o Império Romano que trocava deuses com os povos vencidos para promover uma melhor aceitação de seu domínio. O fato é que religiões a serviço de Estados desenvolvem uma atitude de tolerância na relação com os povos submetidos para que assim possam dominá-los.
O professor de História da UFRGS Luiz Dario Ribeiro, em curso de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na FAPA, salientou que a igreja católica, para dominar a Europa pagã que cultuava a Deusa Mãe em várias regiões, teve que substituí-la pela Virgem Maria, afim de se auto-afirmar como religião dominante, o que fez surgir as mais de 400 denominações para a santa. Essa idéia se manteve durante todo o período em que esta vertente cristã foi partícipe do poder político dos Estados europeus e posteriormente nas colônias americanas.
No Brasil não foi diferente.
A primeira tentativa e, aliás, bem sucedida foi com os indígenas.
Em sua obra “1492: o encobrimento do outro”, Enrique Dussel afirma que “do ponto de vista de seu mundo mítico, depois da derrota, seus deuses haviam sido vencidos ‘no céu’, já que vencidos estavam os exércitos índios ‘na terra’, no campo de batalha. O imaginário indígena devia incluir – como era costume, por outro lado, os deuses vencedores”. Ou seja, era muito mais fácil impor a doutrina católica aos indígenas, pois fazia parte da cultura deles adotarem os deuses dos povos que os dominassem. O mesmo não ocorria com certas etnias africanas que possuíam uma cultura muito forte, como os iorubás.
Parece obvio que foram os padres quem introduziram os santos católicos na religião africana para fomentarem a crença cristã nos escravizados. Inteligentemente esses negros fingiram aceitar isso para que assim pudessem praticar sua religião sem ser incomodados pelos capatazes. Apesar disso existe uma vertente de estudiosos que disseminou a crença de que o sincretismo partiu dos próprios africanos para poderem esconder os assentamentos dos orixás. Essa teoria me parece um tanto frágil, afinal como poderiam esses africanos conhecer os santos católicos tão bem para fazer as associações? Os defensores dessa teoria não sabem a resposta, apenas se defendem afirmando que ser contra essa teoria é acreditar que eles não eram inteligentes o suficiente para fazerem isto, o que, a meu ver, é uma atitude evasiva dos que querem defender na verdade a igreja católica, a verdadeira culpada por criar e manter o sincretismo. É extremamente conveniente para a igreja que o sincretismo se perpetue, assim eles sempre terão as igrejas cheias nos dias de Santo Antônio, São Jorge e na passeata de Navegantes mantendo a esperança de converter os pagãos (nós) à religião única e verdadeira: o cristianismo.
Os pejis, assim como nossas liturgias, estão cheios de sincretismo. O “quarto-de-santo” era na verdade um oratório católico existente até hoje nas antigas casas de fazendeiros, onde tinham um altar expondo santos católicos em prateleiras. Esses oratórios existiam em todas as casas porque as igrejas ficavam muito longe e era comum o padre vir celebrar casamentos e batizados nas casas desses ricos fazendeiros. Havia um quarto-de-santo também nas senzalas, que logo foram utilizados para esconderem os assentamentos dos orixás. Eles simplesmente escondiam os orixás embaixo do santo que os próprios padres lhes ensinaram que eram representados. Por isso se mostrarmos aos mais velhos da religião uma imagem de Santo Antônio, São Jorge ou Nossa Senhora dos Navegantes e lhes perguntarmos quem são, eles dirão com plena convicção que se trata de Bará, Ogun e Yemanjá.
Outro sincretismo está nos dias de comemoração dos orixás.
O dia de Bará não é 13 de junho, assim como o de Ogun e Yemanjá não são, respectivamente, 23 de abril e 2 de fevereiro. Esses são dias dos santos católicos.
Os dias de nossos orixás são aqueles em que se comemoram o aniversário de seu assentamento, e isso varia de filho para filho, de casa para casa.
A obrigação da semana santa também é sincrética, afinal a semana é santa para católicos, porquê o batuqueiro tem que celebrar a paixão de Cristo, o sábado de aleluia e o domingo de páscoa?
Outro exemplo são os próprios assentamentos dos orixás:
no de Bará vai uma chave, objeto que São Pedro carrega em mãos nas imagens; a ferradura de Ogun deve ser referente ao cavalo de São Jorge; a coroa e a taça são de Iansã ou de Santa Bárbara? No de Xangô tem um livro e uma caneta, objetos de São Jerônimo; na vasilha de Obá encontramos uma roda e uma navalha, o flagelo de Santa Catarina; e por aí vai.
O leitor deve ter percebido que eu estou falando, verdadeiramente, é de identidade.
O batuqueiro tem sua própria identidade e pratica uma religião que é cem porcento independente de qualquer outra.
A nossa religião não precisa de imagens católicas, de prateleiras cobertas com cortinas para esconder nossos orixás, nem de batismos e casamentos em igrejas.
Assuma a tua identidade enquanto batuqueiro. Batize teus filhos no teu ilê com teu sacerdote, afinal, como diz meu pai-de-santo, se a religião é boa pra ti porque não é para teus filhos?
Case com as bênçãos dos orixás do teu ilê e não com a bênção de um deus discriminatório e preconceituoso; cumpra com tuas obrigações e adore a divindade que está no ocutá, não a imagem de gesso.
Não há mais a necessidade de mantermos esse sincretismo.
No passado ele serviu para nos proteger, mas hoje ele só faz diminuir a nossa religião.
Existem aqueles que não reconhecem a necessidade de uma releitura em nossos fundamentos. Eles são adeptos do uso do tradicional, ainda que essa tradição tenha sido deturpada ao longo dos séculos.
Eles pensam que mudança é sinônimo de destruição, mas pensem comigo:
qual é a tradição mais antiga, a de cem anos atrás ou a de mil anos atrás?
Reafricanizar é tornar as religiões de matriz africana o mais próximo possível da própria África. Isso não a destruirá, pelo contrário, a fortalecerá enquanto cultura, enquanto religiosidade, enquanto identidade.
Artigo publicado na Revista Bom Axé.
Edição 17. Enebe. Janeiro/2006. Pág. 12
O QUE É OBÍ
A NOZ DE COLA
0BÌ FRUTO DE UMA PALMEIRA AFRICANA (COLA ACUMINATA, SCHOTT. & ENDL. – STER-CULIACEAE) ACLIMATADA NO BRASIL.
INDISPENSÁVEL NO CULTO DOS ORISÁ, ONDE SERVE DE OFERENDA PARA OS ÒRÌSÀ E É USADO NAS PRÁTICAS DIVINATÓRIAS SIMPLES, SEPARADO PELAS MÃOS EM PEDAÇOS.
O BROTO DO OBÌ: TIRA-SE PARA IMOBILIZAR A GERMINAÇÃO. PARA UM OBÌ GERMINAR É PRECISO DE TODAS AS SUAS PARTES. SE ISTO É OBSTRUÍDO, É NECESSÁRIO NÃO DEIXAR OS GOMOS EM INCUBAÇÃO. UM GOMO ESTÁ SEPARADO DO CONJUNTO. SERIA MAIS OU MENOS UM PADECIMENTO. POR ISTO QUE DIZEMOS IPA OBÌ, MATAR O OBÌ.
A palavra “obi”, se refere à noz de cola fresca nativo da África, especificamente o OBI ABATA. Varia de branco, a escuridão vermelho, em cor.
É DITO QUE O OBI VEIO A AIYE (TERRA) COM DUAS IRMÃS – OBI ABATA E OBI GBANJA. OBI ABATA, O TIPO DE OBI USADO EM ADIVINHAÇÃO, É COMPOSTO DE TRÊS A SEIS LÓBULOS QUE SÃO DIVIDOS (ABERTOS), com as mãos, NUNCA COM FACA, E USADOS COMO ORÁCULO EM OFERECIMENTOS PARA OS ANTEPASSADOS E ORISA. O OBI ABATA É UM INGREDIENTE PRINCIPAL NA MAIORIA DOS RITUAIS DE IFA'ORISA SAGRADOS E CELEBRAÇÕES.
Embora possam ser usadas outras configurações do Obi de vários modos, são os quatro lóbulos de Obi, também conhecido como Iya Obi (A Mãe Obi).
OBI GBANJA É A NOZ DE COLA QUE SÓ POSSUI DOIS LÓBULOS. OBI GBANJA NÃO É USADO EM OBI ADIVINHAÇÃO, EMBORA É CONSUMIDO POR PESSOAS POR RAZÕES SECULARES, PRINCIPALMENTE DEVIDO A SEU ALTO CONCENTRAÇÃO DE CAFEÍNA E USADO COMO UM ESTIMULANTE.
A PESSOA DEVERIA NOTAR QUE É FREQÜENTEMENTE O OBI GBANJA QUE É ACHADO EM LOJAS.
A PESSOA DEVERIA TER CUIDADO PARA VERIFICAR SE ESTÁ COMPRANDO OBI ABATA E NÃO OBI GBANJA QUANDO SELECIONANDO PARA RITUAL OU PROPÓSITOS DIVINATÓRIOS.
DIFERENTES TIPOS DE NOZES DE COLA
1. Obì – Noz de cola Acuminata. Obì e água (obì omi tùtu) são oferendas primordiais nos cultos afro-descendentes.
2. Obì àbátá ifin – Obi 4 partes branco - Oferenda exclusiva de Obatalá.
3. Obì abatá pupa – Obi vermelho. Serve de oferenda para qualquer ebora que não seja fun-fun, inclusive para Orí e Egun.
4. Obì edun = obì àáyá – (Cola Caricofolia– Sterculiáceae) – Cola de macaco Possui o fruto vermelho e brilhante. É comestível. - Desconhecido o uso ritualístico.
5. Obì àbàtà = obì gidi – (Cola Acuminata – Sterculiáceae) – Este é um tipo de nóz de cola vermelha que pode possuir de quatro a seis cotilenóides (awé). Típico para oferenda para qualquer Ebora.
6. Àjoòpa é uma nóz de kola doce e vermelha, grande e de qualidade superior.
7. Obì ifin = O mesmo àjoòpa, só que de cor branca. - Oferendado a Obatalá - Muitas vezes é dado como um presente ou como parte de um presente a uma pessoa importante.
8. Gbánjà = górò = awé méji. – (Cola Nitida – Sterculiáceae) – É vermelho e possui apenas dois segmentos como indica um de seus nomes (awé méji). Contém muita cafeína e por este motivo, se comido à noite, provoca insônia. A cafeína age como estimulante e excitante muscular. Combate a depressão e a hipertensão e sua ação rápida é também de curto efeito.
Não Serve de oferenda Orisá.
0BÌ FRUTO DE UMA PALMEIRA AFRICANA (COLA ACUMINATA, SCHOTT. & ENDL. – STER-CULIACEAE) ACLIMATADA NO BRASIL.
INDISPENSÁVEL NO CULTO DOS ORISÁ, ONDE SERVE DE OFERENDA PARA OS ÒRÌSÀ E É USADO NAS PRÁTICAS DIVINATÓRIAS SIMPLES, SEPARADO PELAS MÃOS EM PEDAÇOS.
O BROTO DO OBÌ: TIRA-SE PARA IMOBILIZAR A GERMINAÇÃO. PARA UM OBÌ GERMINAR É PRECISO DE TODAS AS SUAS PARTES. SE ISTO É OBSTRUÍDO, É NECESSÁRIO NÃO DEIXAR OS GOMOS EM INCUBAÇÃO. UM GOMO ESTÁ SEPARADO DO CONJUNTO. SERIA MAIS OU MENOS UM PADECIMENTO. POR ISTO QUE DIZEMOS IPA OBÌ, MATAR O OBÌ.
A palavra “obi”, se refere à noz de cola fresca nativo da África, especificamente o OBI ABATA. Varia de branco, a escuridão vermelho, em cor.
É DITO QUE O OBI VEIO A AIYE (TERRA) COM DUAS IRMÃS – OBI ABATA E OBI GBANJA. OBI ABATA, O TIPO DE OBI USADO EM ADIVINHAÇÃO, É COMPOSTO DE TRÊS A SEIS LÓBULOS QUE SÃO DIVIDOS (ABERTOS), com as mãos, NUNCA COM FACA, E USADOS COMO ORÁCULO EM OFERECIMENTOS PARA OS ANTEPASSADOS E ORISA. O OBI ABATA É UM INGREDIENTE PRINCIPAL NA MAIORIA DOS RITUAIS DE IFA'ORISA SAGRADOS E CELEBRAÇÕES.
Embora possam ser usadas outras configurações do Obi de vários modos, são os quatro lóbulos de Obi, também conhecido como Iya Obi (A Mãe Obi).
OBI GBANJA É A NOZ DE COLA QUE SÓ POSSUI DOIS LÓBULOS. OBI GBANJA NÃO É USADO EM OBI ADIVINHAÇÃO, EMBORA É CONSUMIDO POR PESSOAS POR RAZÕES SECULARES, PRINCIPALMENTE DEVIDO A SEU ALTO CONCENTRAÇÃO DE CAFEÍNA E USADO COMO UM ESTIMULANTE.
A PESSOA DEVERIA NOTAR QUE É FREQÜENTEMENTE O OBI GBANJA QUE É ACHADO EM LOJAS.
A PESSOA DEVERIA TER CUIDADO PARA VERIFICAR SE ESTÁ COMPRANDO OBI ABATA E NÃO OBI GBANJA QUANDO SELECIONANDO PARA RITUAL OU PROPÓSITOS DIVINATÓRIOS.
DIFERENTES TIPOS DE NOZES DE COLA
1. Obì – Noz de cola Acuminata. Obì e água (obì omi tùtu) são oferendas primordiais nos cultos afro-descendentes.
2. Obì àbátá ifin – Obi 4 partes branco - Oferenda exclusiva de Obatalá.
3. Obì abatá pupa – Obi vermelho. Serve de oferenda para qualquer ebora que não seja fun-fun, inclusive para Orí e Egun.
4. Obì edun = obì àáyá – (Cola Caricofolia– Sterculiáceae) – Cola de macaco Possui o fruto vermelho e brilhante. É comestível. - Desconhecido o uso ritualístico.
5. Obì àbàtà = obì gidi – (Cola Acuminata – Sterculiáceae) – Este é um tipo de nóz de cola vermelha que pode possuir de quatro a seis cotilenóides (awé). Típico para oferenda para qualquer Ebora.
6. Àjoòpa é uma nóz de kola doce e vermelha, grande e de qualidade superior.
7. Obì ifin = O mesmo àjoòpa, só que de cor branca. - Oferendado a Obatalá - Muitas vezes é dado como um presente ou como parte de um presente a uma pessoa importante.
8. Gbánjà = górò = awé méji. – (Cola Nitida – Sterculiáceae) – É vermelho e possui apenas dois segmentos como indica um de seus nomes (awé méji). Contém muita cafeína e por este motivo, se comido à noite, provoca insônia. A cafeína age como estimulante e excitante muscular. Combate a depressão e a hipertensão e sua ação rápida é também de curto efeito.
Não Serve de oferenda Orisá.
O SUICÍDA
O que acontece com a alma de quem se mata?
Perde a alma?
A alma tem salvação?
- Segundo a Doutrina Espírita a alma é imortal, portanto é indestrutível.
Um dos princípios básicos da Doutrina Espírita é a reencarnação que representa uma das formas pela qual se manifesta a Justiça de Deus. Portanto, todas as almas têm salvação.
Em uma reencarnação a criatura desenvolve valores; noutra, ela já realiza outra experiência, como se fossem etapas, séries de uma grande escola. Quando alguém se equivoca e falha em uma existência corporal reencarna-se mais tarde com os mesmos problemas e repete a experiência fracassada. Quando vence as dificuldades, é promovido a um estágio superior.
Somos Espíritos em aprendizagem, em constante progresso. Todos nós, um dia, seremos perfeitos, felizes. Como bem disse Jesus: "Nenhuma das ovelhas de meu Pai se perderá, mas todas elas terão que pagar ceitil, por ceitil, do que devem". Equivale dizer que, nenhum de nós estará mergulhado em um sofrimento eterno.
Não! O Pai é de Infinita Bondade. E se é infinitamente Bom, não podemos imaginar que ele Castiga seus filhos eternamente por uma falta! Às vezes, nem um pai humano faz isso. Imaginemos Deus!
No entanto, todos nós teremos que recuperar as nossas faltas, reeducar os nossos sentimentos, para um dia chegarmos à felicidade total. Aquele que se suicida comete um crime grave! Talvez seja um dos crimes de maior gravidade. Isso porque ele tenta destruir o maior patrimônio que existe: A Vida! E ele não é Autor da Vida, mas sim alguém que desfruta da Vida. Os Espíritos Suicidas que se comunicam falam das suas dores, do seu remorso intenso. A primeira decepção do suicida é se deparar, surpreendido, com a Vida. Ele esperava que fosse mergulhar em um escuro total, na Inconsciência.
Mas, o que ocorre é totalmente diferente. Ele continua vivo.
Com os mesmos problemas!
Uma sensação que ocorre também é o suicida encontrar-se preso ao corpo físico. Porque ele destruiu o corpo, mas não houve desencarnação natural. Ou seja, os laços que prendiam o espírito ao corpo não foram, por assim dizer, liberados. O que ocorre então são sensações de dores horríveis! Ele acompanha o enterro, e sente todo o processo de transformação do corpo. A decomposição, os vermes roerem o corpo, os suicidas experimentam as sensações com dores incríveis!
O sofrimento da consciência arrependida é difícil de ser narrado por eles. Eles constatam que não conseguiram fugir dos problemas, e agora estão em situação pior. Porque terão que reencarnar talvez em um corpo doente, para dar valor à vida.
Uma das obras da Doutrina Espírita mais lidas, "Memórias de um Suicida", recebida pela médium Yvonne do Amaral Pereira, narra o martírio dos suicidas. A conclusão que se tira desse livro é que: todas as misérias humanas, todas as desgraças, todas as tragédias juntas, são muito pouco ao lado dos sofrimentos que o suicídio proporciona.
Como ajudar um suicida?
Através da oração. A oração, o pedido a Deus por aquela alma, é como se fosse um bálsamo, um alivio na sua vida. O Espírito sente, e fica sensibilizado com as preces que fazem por ele!
Se alguém sente a vontade ou pensa em abreviar a própria vida pensando em solucionar seus problemas, recomendamos buscar ajuda em uma casa espírita séria, perto de onde se encontra ou contate a Federação Espírita do seu Estado para maiores esclarecimentos.
Também sugerimos a prática do Evangelho no lar.
É um trabalho simples:
escolhe-se alguns minutos por semana e nos reúne-se com todos aqueles que vivem conosco, para o aprendizado das lições de Jesus.
Recomendável seja feito esse estudo no mesmo dia da semana e horário.
Inicia-se com uma prece espontânea, abre-se uma página do Evangelho e é feita a leitura, em voz alta, alguns trechos, comentando-os em seguida.
Se os familiares não quiserem participar da leitura, não se deve desanimar, e sim prosseguir fazendo a leitura e reflexão do Evangelho, pois os bons espíritos e Jesus estarão amparando.
irc-espiritismo
Perde a alma?
A alma tem salvação?
- Segundo a Doutrina Espírita a alma é imortal, portanto é indestrutível.
Um dos princípios básicos da Doutrina Espírita é a reencarnação que representa uma das formas pela qual se manifesta a Justiça de Deus. Portanto, todas as almas têm salvação.
Em uma reencarnação a criatura desenvolve valores; noutra, ela já realiza outra experiência, como se fossem etapas, séries de uma grande escola. Quando alguém se equivoca e falha em uma existência corporal reencarna-se mais tarde com os mesmos problemas e repete a experiência fracassada. Quando vence as dificuldades, é promovido a um estágio superior.
Somos Espíritos em aprendizagem, em constante progresso. Todos nós, um dia, seremos perfeitos, felizes. Como bem disse Jesus: "Nenhuma das ovelhas de meu Pai se perderá, mas todas elas terão que pagar ceitil, por ceitil, do que devem". Equivale dizer que, nenhum de nós estará mergulhado em um sofrimento eterno.
Não! O Pai é de Infinita Bondade. E se é infinitamente Bom, não podemos imaginar que ele Castiga seus filhos eternamente por uma falta! Às vezes, nem um pai humano faz isso. Imaginemos Deus!
No entanto, todos nós teremos que recuperar as nossas faltas, reeducar os nossos sentimentos, para um dia chegarmos à felicidade total. Aquele que se suicida comete um crime grave! Talvez seja um dos crimes de maior gravidade. Isso porque ele tenta destruir o maior patrimônio que existe: A Vida! E ele não é Autor da Vida, mas sim alguém que desfruta da Vida. Os Espíritos Suicidas que se comunicam falam das suas dores, do seu remorso intenso. A primeira decepção do suicida é se deparar, surpreendido, com a Vida. Ele esperava que fosse mergulhar em um escuro total, na Inconsciência.
Mas, o que ocorre é totalmente diferente. Ele continua vivo.
Com os mesmos problemas!
Uma sensação que ocorre também é o suicida encontrar-se preso ao corpo físico. Porque ele destruiu o corpo, mas não houve desencarnação natural. Ou seja, os laços que prendiam o espírito ao corpo não foram, por assim dizer, liberados. O que ocorre então são sensações de dores horríveis! Ele acompanha o enterro, e sente todo o processo de transformação do corpo. A decomposição, os vermes roerem o corpo, os suicidas experimentam as sensações com dores incríveis!
O sofrimento da consciência arrependida é difícil de ser narrado por eles. Eles constatam que não conseguiram fugir dos problemas, e agora estão em situação pior. Porque terão que reencarnar talvez em um corpo doente, para dar valor à vida.
Uma das obras da Doutrina Espírita mais lidas, "Memórias de um Suicida", recebida pela médium Yvonne do Amaral Pereira, narra o martírio dos suicidas. A conclusão que se tira desse livro é que: todas as misérias humanas, todas as desgraças, todas as tragédias juntas, são muito pouco ao lado dos sofrimentos que o suicídio proporciona.
Como ajudar um suicida?
Através da oração. A oração, o pedido a Deus por aquela alma, é como se fosse um bálsamo, um alivio na sua vida. O Espírito sente, e fica sensibilizado com as preces que fazem por ele!
Se alguém sente a vontade ou pensa em abreviar a própria vida pensando em solucionar seus problemas, recomendamos buscar ajuda em uma casa espírita séria, perto de onde se encontra ou contate a Federação Espírita do seu Estado para maiores esclarecimentos.
Também sugerimos a prática do Evangelho no lar.
É um trabalho simples:
escolhe-se alguns minutos por semana e nos reúne-se com todos aqueles que vivem conosco, para o aprendizado das lições de Jesus.
Recomendável seja feito esse estudo no mesmo dia da semana e horário.
Inicia-se com uma prece espontânea, abre-se uma página do Evangelho e é feita a leitura, em voz alta, alguns trechos, comentando-os em seguida.
Se os familiares não quiserem participar da leitura, não se deve desanimar, e sim prosseguir fazendo a leitura e reflexão do Evangelho, pois os bons espíritos e Jesus estarão amparando.
irc-espiritismo
quinta-feira, 9 de julho de 2009
EXISTE A INCORPORAÇÃO DE ESPÍRITOS ?
No sentido semântico do termo não existe incorporação, pois nenhum Espírito conseguiria tomar o corpo de outra pessoa, assumindo o lugar da sua Alma.
O que ocorre é que o médium e o Espírito se comunicam de perispírito a perispírito, ou seja mente a mente, dando a impressão de que o médium está incorporado.
Na mediunidade equilibrada, o médium tem um maior controle de sua faculdade e o fenômeno mediúnico acontece mais a nível mental.
Nos processos obsessivos graves (doenças mórbidas causadas por Espíritos inferiores), onde a mediunidade está perturbada, podem ocorrer crises nervosas.
Observadores de pouco conhecimento podem achar que um Espírito mau apoderou-se do corpo do enfermo. Foi esse fenômeno que deu origem às práticas de exorcismo.
O processo de incorporação tal qual essa palavra exprime não existe, pois ninguém pode "entrar" no corpo de outro.
Mas o Espírito pode, e é isso o que normalmente faz, agir no campo mental através de sintonia (e por afinidade fluídica), assumindo a personalidade e a vontade do indivíduo.
Nos casos de subjugação, por exemplo, o domínio é tão intenso que dá a impressão que o Espírito toma posse do corpo da pessoa.
Na prática da mediunidade, quanto maior o esclarecimento do médium menor o domínio que o Espírito terá sobre ele.
Se tem pouco esclarecimento sobre essa faculdade, certamente deixará que Espíritos pouco adiantados a usem da forma que bem entenderem.
No que diz respeito a mudança de fisionomia, Allan Kardec instrui que trata-se do fenômeno da transfiguração, coisa mais comum nas manifestações dos Espíritos inferiores, podendo, sem dúvida acontecer também com os superiores, por exemplo, o observado com Divaldo, quando o espírito do Dr. Bezerra de Menezes manisfesta-se com a psicofonia e tal manifestação gerou a transfiguração.
Kardec, Allan - O Livro dos Médiuns,
capo VII, 2º parte, IDE, 2º edição.
O que ocorre é que o médium e o Espírito se comunicam de perispírito a perispírito, ou seja mente a mente, dando a impressão de que o médium está incorporado.
Na mediunidade equilibrada, o médium tem um maior controle de sua faculdade e o fenômeno mediúnico acontece mais a nível mental.
Nos processos obsessivos graves (doenças mórbidas causadas por Espíritos inferiores), onde a mediunidade está perturbada, podem ocorrer crises nervosas.
Observadores de pouco conhecimento podem achar que um Espírito mau apoderou-se do corpo do enfermo. Foi esse fenômeno que deu origem às práticas de exorcismo.
O processo de incorporação tal qual essa palavra exprime não existe, pois ninguém pode "entrar" no corpo de outro.
Mas o Espírito pode, e é isso o que normalmente faz, agir no campo mental através de sintonia (e por afinidade fluídica), assumindo a personalidade e a vontade do indivíduo.
Nos casos de subjugação, por exemplo, o domínio é tão intenso que dá a impressão que o Espírito toma posse do corpo da pessoa.
Na prática da mediunidade, quanto maior o esclarecimento do médium menor o domínio que o Espírito terá sobre ele.
Se tem pouco esclarecimento sobre essa faculdade, certamente deixará que Espíritos pouco adiantados a usem da forma que bem entenderem.
No que diz respeito a mudança de fisionomia, Allan Kardec instrui que trata-se do fenômeno da transfiguração, coisa mais comum nas manifestações dos Espíritos inferiores, podendo, sem dúvida acontecer também com os superiores, por exemplo, o observado com Divaldo, quando o espírito do Dr. Bezerra de Menezes manisfesta-se com a psicofonia e tal manifestação gerou a transfiguração.
Kardec, Allan - O Livro dos Médiuns,
capo VII, 2º parte, IDE, 2º edição.
AMAR A DEUS
Qual o maior mandamento da Lei de Deus?
Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Aí estão contidas toda a Lei e os profetas, nos disse Jesus.
Quando perguntado pelos Doutores da Lei qual o maior mandamento da Lei de Deus, Jesus foi firme ao afirmar o amor como maior mandamento.
Acima de tudo, amar a Deus, de toda a alma e de todo o coração.
Mas como se pode amar a Deus?
Sendo Deus imaterial, etéreo, parece tão distante de nós, que fica difícil entender como amá-Lo.
E ainda, o que Deus entende por amá-Lo?
Deseja Ele alguma forma de adoração, de culto, de exteriorização desse amor?
Na verdade, torna-se muito mais fácil amar a Deus começando por amar aquilo que é Dele, que é obra de Sua criação.
Comecemos pelo nosso planeta.
Você já se preocupou em cuidar do planeta?
Como moradia transitória que nos foi emprestada, não nos pertence. Pertence a Deus.
E o que fazemos dele?
Ao termos atitudes de cuidado com nosso planeta, não estamos amando a Deus?
Por amá-lo, comecemos a mudar nossa relação com as coisas que nos cercam.
Por que não deixar de comprar coisas, muitas das vezes desnecessárias, e assim diminuir o descarte de objetos que viram lixo precocemente?
Quantas vezes trocamos o aparelho celular sem necessidade, o aparelho de TV, o computador, a máquina de fotografar, sem necessidade?
E aí, quando compramos o novo, para onde vai o velho?
Permitimo-nos uma onda de consumismo, sem perceber o quanto comprar pode virar sinônimo de gerar lixo. E geramos um lixo sem nos preocupar o que fazer com ele.
Para onde vai a bateria do celular descartado?
As pilhas que usamos?
O computador sucateado precocemente?
Um mundo novo, com tanta tecnologia, exige reflexões novas de cada um de nós.
Somos mais de 6 bilhões de Espíritos reencarnados nessa escola chamada Terra.
E todos temos a necessidade de aqui estarmos para o aprendizado necessário.
Para que nosso planeta consiga servir de morada para todos nós, é necessário que cuidemos dele.
E assim, que nossos hábitos e atitudes não sejam inconsequentes e levianos.
Se a temperatura do planeta aumenta, ameaçando vidas, o que está ao nosso alcance fazer?
Se o volume de lixo gerado em nossa cidade é demasiado, o que podemos fazer?
São as pequenas atitudes de nossa parte que demonstram nosso respeito e amor a Deus.
Quando respeitamos flora e fauna, não permitindo tráfico de animais ou plantas, não consumindo madeira, plantas, sementes ou peixes em época ou local proibido, estamos respeitando o planeta.
O amor a Deus se mostra muito mais efetivo ao amarmos as obras de Sua criação do que amá-Lo em palavras que não se refletem em atitudes.
E ao respeitar o planeta, estamos dando provas inequívocas de amor ao Criador, Deus, nosso Pai.
Momento Espírita.
Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Aí estão contidas toda a Lei e os profetas, nos disse Jesus.
Quando perguntado pelos Doutores da Lei qual o maior mandamento da Lei de Deus, Jesus foi firme ao afirmar o amor como maior mandamento.
Acima de tudo, amar a Deus, de toda a alma e de todo o coração.
Mas como se pode amar a Deus?
Sendo Deus imaterial, etéreo, parece tão distante de nós, que fica difícil entender como amá-Lo.
E ainda, o que Deus entende por amá-Lo?
Deseja Ele alguma forma de adoração, de culto, de exteriorização desse amor?
Na verdade, torna-se muito mais fácil amar a Deus começando por amar aquilo que é Dele, que é obra de Sua criação.
Comecemos pelo nosso planeta.
Você já se preocupou em cuidar do planeta?
Como moradia transitória que nos foi emprestada, não nos pertence. Pertence a Deus.
E o que fazemos dele?
Ao termos atitudes de cuidado com nosso planeta, não estamos amando a Deus?
Por amá-lo, comecemos a mudar nossa relação com as coisas que nos cercam.
Por que não deixar de comprar coisas, muitas das vezes desnecessárias, e assim diminuir o descarte de objetos que viram lixo precocemente?
Quantas vezes trocamos o aparelho celular sem necessidade, o aparelho de TV, o computador, a máquina de fotografar, sem necessidade?
E aí, quando compramos o novo, para onde vai o velho?
Permitimo-nos uma onda de consumismo, sem perceber o quanto comprar pode virar sinônimo de gerar lixo. E geramos um lixo sem nos preocupar o que fazer com ele.
Para onde vai a bateria do celular descartado?
As pilhas que usamos?
O computador sucateado precocemente?
Um mundo novo, com tanta tecnologia, exige reflexões novas de cada um de nós.
Somos mais de 6 bilhões de Espíritos reencarnados nessa escola chamada Terra.
E todos temos a necessidade de aqui estarmos para o aprendizado necessário.
Para que nosso planeta consiga servir de morada para todos nós, é necessário que cuidemos dele.
E assim, que nossos hábitos e atitudes não sejam inconsequentes e levianos.
Se a temperatura do planeta aumenta, ameaçando vidas, o que está ao nosso alcance fazer?
Se o volume de lixo gerado em nossa cidade é demasiado, o que podemos fazer?
São as pequenas atitudes de nossa parte que demonstram nosso respeito e amor a Deus.
Quando respeitamos flora e fauna, não permitindo tráfico de animais ou plantas, não consumindo madeira, plantas, sementes ou peixes em época ou local proibido, estamos respeitando o planeta.
O amor a Deus se mostra muito mais efetivo ao amarmos as obras de Sua criação do que amá-Lo em palavras que não se refletem em atitudes.
E ao respeitar o planeta, estamos dando provas inequívocas de amor ao Criador, Deus, nosso Pai.
Momento Espírita.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
SOU TEU FÍGADO !
Permite que eu me apresente!
SOU TEU FÍGADO !
Como podes gostar e cuidar de mim, se não me conheces?
Sou o maior órgão do teu corpo e estou localizado no lado superior direito do abdômen , protegido pelas costelas (gradio costal).
Sou responsável por aproximadamente
5.000 (cinco mil) funções vitais,
produzindo a grande maioria das substâncias essenciais para manter funcionando o resto do teu organismo.
Sou um grande laboratório!
Produzo a bile que é levada ao intestino delgado para se juntar ao processo de digestão.
Eu mantenho as reservas de ferro que tu necessitas, bem como as vitaminas e outros minerais. Também produzo hormônios, proteínas e enzimas que mantêm teu corpo funcionando normalmente.
Tenho participação na produção de substâncias que ajudam o sangue a coagular e um papel importante na decomposição do colesterol e de medicamentos.
Sem mim não terias forças para levar tua vida adiante!
Eu armazeno todas as toxinas, venenos, álcool, substâncias químicas e drogas que entram em teu corpo. Minha função é quebrar quimicamente estes venenos, de modo que possam ser mais facilmente eliminadas pelos rins e pela pele.
Sou um depósito de toxinas. Elas permanecem em mim por bastante tempo até serem processadas. Se a carga se torna excessiva, fico impedido de trabalhar adequadamente e o processo digestivo se torna difícil.
Eu reservo energia, como uma bateria, armazenando açúcar (carboidratos e gorduras) até que dele necessites. Sou eu quem alimenta o teu cérebro de energia e o faz funcionar.
Sem mim, entrarias em estado de coma!
Na verdade, nem poderias te levantar da cama se eu não estivesse trabalhando!
É importante que gostes de mim! Mas não te peço muito...
Basta que me trates bem!
Não me entupas de álcool - cerveja, uísque ou cachaça! Se bebes com frequência , podes me lesionar para o resto das nossas vidas!
E eu me lesiono facilmente... Estas lesões chamadas "cirrose“, são permanentes.
Toma cuidado com o hábito da auto-medicação!
Os medicamentos são importantes, mas ao tomares remédios sem necessidade, podes me sobrecarregar e intoxicar!
Todos os medicamentos são produtos químicos e quando tu os combina sem a aprovação de um médico, podes criar algo venenoso e prejudicar-me seriamente.
E saibas, eu não me queixo. Se me maltratas, não poderei avisar-te que estou em perigo!
Outra coisa importante
- cuida da tua alimentação! Não abuses dos alimentos gordurosos!
Eles podem me deixar coberto de gordura e se isso acontecer, desequilibrarei vários sistemas do teu corpo! Alimenta-te com uma dieta balanceada.
Sou vulnerável aos diversos vírus da hepatite, os quais vivem no sangue, na saliva, nas fezes e no sêmem humano.
Quase sempre sou capaz de destruir esses vírus, mas às vezes eles são mais fortes que eu e me infectam, causando-me muito dano.
Os vírus da hepatite C, são transmitidos pela transfusão de sangue e hemodiálise, pelo uso de drogas intravenosas, material cortante ou perfurante de uso coletivo, sem esterilização adequada: procedimentos médicos/odontológicos, tatuagens, piercing, manicure, etc.
Já o vírus da hepatite A, é transmitido através da água e dos alimentos, enquanto o da hepatite B, através dos contatos íntimos, da mãe infectada para o recém nascido e pelo uso do sangue infectado.
Então observa a procedência do sangue que acaso precises receber, dos alimentos e da água que ingeres e toma cuidado com a higiene ao toalete. Usa preservativos com novos parceiros, exige que os instrumentos que perfurem tua pele ou boca sejam esterelizados.
ATENÇÃO
Segundo a Tradicional Medicina Chinesa, sou um órgão regido pela energia da madeira. Por isso, como uma planta, se me tiras um pedaço, sou capaz de me regenerar e crescer novamente.
Sou eu quem controla teu sistema nervoso e exerço uma atividade importante sobre teus pensamentos.
Quando estou desequilibrado, não consegues te concentrar e nem ter clareza mental.
Também te enervas facilmente, ficas instigado às brigas, predisposto à dores de cabeça, na nuca e região lombar...
Ainda segundo a milenar Medicina Chinesa,
sou a morada das HUN, seres espirituais que zelam por tua saúde.
E elas não gostam, absolutamente, da raiva e
suas toxinas venenosas!
Quando te tornas irado, sou agredido pelas toxinas do estresse. Se isso ocorre com frequência, as HUN me abandonam e fogem do teu corpo...
Então, torno-me endurecido e o teu humor cada vez pior.
Na antiguidade, Hipócrates classificou os principais temperamentos humanos de acordo com os humores predominantes. Ele denominou temperamento bilioso - que significa cheio de bilis e de raiva, irritável - aquele dominado por minha atuação negativa ...
As toxinas da raiva são um veneno que não consigo metabolizar...
E elas podem me destruir, tornando-me um sério candidato ao câncer...
Além disso, quando envenenado pela raiva, afetarei o teu coração, que tornar-se-á impaciente e rancoroso, incapaz de sentir amor, alegria e respeito.
E isso, facilmente, pode destruir teus relacionamentos...
A única forma de convencer as HUN a voltarem ao teu corpo, é praticares atos de bondade para contigo mesmo e para com os outros.
Quando transformares tuas atitudes raivosas em tolerância,conciliação e solicitude, elas ficarão ao teu lado, trazendo-te saúde e sorte!
Entendes agora que precisas buscar a Sabedoria do Viver, para poderes enfrentar os desafios do dia a dia, com inteligência, calma e serenidade?
Compreendes a importância de te apaziguares com todas as circunstâncias da tua vida e todos os seres à tua volta?
Como vês, tua vida, saúde e felicidade, dependem de que cuides muito bem de mim e de ti!
Evita o estresse.
Correr contra o relógio é hábito perigoso.
Cultiva o bom humor.
Pra que levar a vida tão a sério?
Procura sorrir e brincar.
Permita-te o lazer e o prazer.
Descontração e diversão são essenciais para manter-me desopilado !
Busca o teu bem-estar através do contato com a natureza, da prática de exercícios físicos, do relaxamento e principalmente, da meditação, que te conecta com a Fonte da Vida!
Que as HUN te dêem uma saúde vibrante e muita sorte !
Obrigado por tua atenção !
Teu silencioso companheiro,
O fígado
Por Olga Mendonça
SOU TEU FÍGADO !
Como podes gostar e cuidar de mim, se não me conheces?
Sou o maior órgão do teu corpo e estou localizado no lado superior direito do abdômen , protegido pelas costelas (gradio costal).
Sou responsável por aproximadamente
5.000 (cinco mil) funções vitais,
produzindo a grande maioria das substâncias essenciais para manter funcionando o resto do teu organismo.
Sou um grande laboratório!
Produzo a bile que é levada ao intestino delgado para se juntar ao processo de digestão.
Eu mantenho as reservas de ferro que tu necessitas, bem como as vitaminas e outros minerais. Também produzo hormônios, proteínas e enzimas que mantêm teu corpo funcionando normalmente.
Tenho participação na produção de substâncias que ajudam o sangue a coagular e um papel importante na decomposição do colesterol e de medicamentos.
Sem mim não terias forças para levar tua vida adiante!
Eu armazeno todas as toxinas, venenos, álcool, substâncias químicas e drogas que entram em teu corpo. Minha função é quebrar quimicamente estes venenos, de modo que possam ser mais facilmente eliminadas pelos rins e pela pele.
Sou um depósito de toxinas. Elas permanecem em mim por bastante tempo até serem processadas. Se a carga se torna excessiva, fico impedido de trabalhar adequadamente e o processo digestivo se torna difícil.
Eu reservo energia, como uma bateria, armazenando açúcar (carboidratos e gorduras) até que dele necessites. Sou eu quem alimenta o teu cérebro de energia e o faz funcionar.
Sem mim, entrarias em estado de coma!
Na verdade, nem poderias te levantar da cama se eu não estivesse trabalhando!
É importante que gostes de mim! Mas não te peço muito...
Basta que me trates bem!
Não me entupas de álcool - cerveja, uísque ou cachaça! Se bebes com frequência , podes me lesionar para o resto das nossas vidas!
E eu me lesiono facilmente... Estas lesões chamadas "cirrose“, são permanentes.
Toma cuidado com o hábito da auto-medicação!
Os medicamentos são importantes, mas ao tomares remédios sem necessidade, podes me sobrecarregar e intoxicar!
Todos os medicamentos são produtos químicos e quando tu os combina sem a aprovação de um médico, podes criar algo venenoso e prejudicar-me seriamente.
E saibas, eu não me queixo. Se me maltratas, não poderei avisar-te que estou em perigo!
Outra coisa importante
- cuida da tua alimentação! Não abuses dos alimentos gordurosos!
Eles podem me deixar coberto de gordura e se isso acontecer, desequilibrarei vários sistemas do teu corpo! Alimenta-te com uma dieta balanceada.
Sou vulnerável aos diversos vírus da hepatite, os quais vivem no sangue, na saliva, nas fezes e no sêmem humano.
Quase sempre sou capaz de destruir esses vírus, mas às vezes eles são mais fortes que eu e me infectam, causando-me muito dano.
Os vírus da hepatite C, são transmitidos pela transfusão de sangue e hemodiálise, pelo uso de drogas intravenosas, material cortante ou perfurante de uso coletivo, sem esterilização adequada: procedimentos médicos/odontológicos, tatuagens, piercing, manicure, etc.
Já o vírus da hepatite A, é transmitido através da água e dos alimentos, enquanto o da hepatite B, através dos contatos íntimos, da mãe infectada para o recém nascido e pelo uso do sangue infectado.
Então observa a procedência do sangue que acaso precises receber, dos alimentos e da água que ingeres e toma cuidado com a higiene ao toalete. Usa preservativos com novos parceiros, exige que os instrumentos que perfurem tua pele ou boca sejam esterelizados.
ATENÇÃO
Segundo a Tradicional Medicina Chinesa, sou um órgão regido pela energia da madeira. Por isso, como uma planta, se me tiras um pedaço, sou capaz de me regenerar e crescer novamente.
Sou eu quem controla teu sistema nervoso e exerço uma atividade importante sobre teus pensamentos.
Quando estou desequilibrado, não consegues te concentrar e nem ter clareza mental.
Também te enervas facilmente, ficas instigado às brigas, predisposto à dores de cabeça, na nuca e região lombar...
Ainda segundo a milenar Medicina Chinesa,
sou a morada das HUN, seres espirituais que zelam por tua saúde.
E elas não gostam, absolutamente, da raiva e
suas toxinas venenosas!
Quando te tornas irado, sou agredido pelas toxinas do estresse. Se isso ocorre com frequência, as HUN me abandonam e fogem do teu corpo...
Então, torno-me endurecido e o teu humor cada vez pior.
Na antiguidade, Hipócrates classificou os principais temperamentos humanos de acordo com os humores predominantes. Ele denominou temperamento bilioso - que significa cheio de bilis e de raiva, irritável - aquele dominado por minha atuação negativa ...
As toxinas da raiva são um veneno que não consigo metabolizar...
E elas podem me destruir, tornando-me um sério candidato ao câncer...
Além disso, quando envenenado pela raiva, afetarei o teu coração, que tornar-se-á impaciente e rancoroso, incapaz de sentir amor, alegria e respeito.
E isso, facilmente, pode destruir teus relacionamentos...
A única forma de convencer as HUN a voltarem ao teu corpo, é praticares atos de bondade para contigo mesmo e para com os outros.
Quando transformares tuas atitudes raivosas em tolerância,conciliação e solicitude, elas ficarão ao teu lado, trazendo-te saúde e sorte!
Entendes agora que precisas buscar a Sabedoria do Viver, para poderes enfrentar os desafios do dia a dia, com inteligência, calma e serenidade?
Compreendes a importância de te apaziguares com todas as circunstâncias da tua vida e todos os seres à tua volta?
Como vês, tua vida, saúde e felicidade, dependem de que cuides muito bem de mim e de ti!
Evita o estresse.
Correr contra o relógio é hábito perigoso.
Cultiva o bom humor.
Pra que levar a vida tão a sério?
Procura sorrir e brincar.
Permita-te o lazer e o prazer.
Descontração e diversão são essenciais para manter-me desopilado !
Busca o teu bem-estar através do contato com a natureza, da prática de exercícios físicos, do relaxamento e principalmente, da meditação, que te conecta com a Fonte da Vida!
Que as HUN te dêem uma saúde vibrante e muita sorte !
Obrigado por tua atenção !
Teu silencioso companheiro,
O fígado
Por Olga Mendonça
O SEXO NA VISÃO UMBANDISTA
O sexo é algo natural e próprio das criaturas da Terra.
A partir de uma visão preconceituosa (bíblica ou não) criou-se todo um tabu em torno dele. Deixou de ser algo natural, simples e inerente aos animais, e passou a ser classificado como pecado, abominação ou caminho da perdição.
Moisés e outros legisladores bíblicos utilizaram a proibição com o simples propósito de acabar com os abusos e os excessos praticados pelos hebreus que haviam saído do Egito cheios de vícios e maus costumes. Mais tarde, as igrejas cristãs utilizaram tais proibições como meio de coibir os fiéis e transformá-los em "doces ovelhinhas" do rebanho.
O sexo não é uma coisa tão horrível e tão nojenta como se pintam por aí.
O acasalamento entre animais irracionais é tão comum e realizado de forma tão bonita - vejam todo o ritual de danças e sedução que os bichos fazem para encantar os parceiros!
Desde que seja feito com decência e ordem, e principalmente com o sentimento de amor ao próximo, o sexo e as relações amorosas entre irmãos da mesma casa umbandista não prejudicam em nada às atuações dos Espíritos e dos Guias mentores da Umbanda.
Desde que não se cometam excessos e abusos, é aconselhável que pessoas que participam da mesma fé, do mesmo sentimento, da mesma corrente espiritual e dos mesmos trabalhos em favor dos necessitados unam-se também em amor para o bem comum.
Como dizia São Paulo:
"Não é bom que o homem fique sozinho (solteiro).
É melhor casar-se, do que abrasar-se."
Há que se respeitar, no entanto, as leis humanas instituídas.
As leis de determinado país ou região precisam ser obedecidas pois nisso está sabedoria e ordem. Certas atitudes são contrárias às leis e aos bons costumes, portanto devem ser evitadas, como a pedofilia, o adultério, a prostituição, o incesto, etc.
É inconcebível que o membro de uma corrente espiritual umbandista aproveite-se da falta de experiência ou imaturidade de um (a) menor para seviciá-lo (a) a fim de praticar sexo. É contra a lei instituída e contra os bons costumes.
Não é bonito um membro casado da corrente manter relações com qualquer outra pessoa da corrente (ou não) que não seja o (a) cônjuge. Também é infração da lei e causa muitas dores indesejáveis e conseqüências funestas.
Aproveitar-se do corpo para obter dinheiro ou qualquer outro bem material também é inaceitável. Ainda mais quando os pactuantes da ação fazem parte do mesmo agrupamento religioso. Neste tipo de prática existem aqueles que se aproveitam do sexo para ganhar favores espirituais da mãe, ou do pai de santo, e até mesmo dos filhos e consulentes. Torna-se um ato de prostituição, digamos, espiritual...
O incesto também não pode ser cultivado num ambiente religioso.
Além da lei humana que a proíbe - no caso do Brasil, por exemplo - existe a grande questão que envolve esse tipo de prática: o estupro. Se se permite que um pai, ou mãe, tenha relações sexuais com um(a) filho(a) de sangue isso gera a liberdade e a possibilidade de começar o ato na tenra idade. Do incesto para o estupro, há a distância de um passo.
Todas as coisas que são naturais são permitidas, desde que feitas com sabedoria, decência e ordem.
Falta sabedoria quando um pai de santo casado pratique o sexo com qualquer pessoa da corrente ou não;
Falta decência quando um membro da corrente engana o(a) parceiro(a) e faz sexo com outra pessoa da corrente ou não;
Falta ordem quando uma criança é desrespeitada em seus direitos e é obrigada a suportar o bafejar e as secreções de qualquer adulto em um ato sexual.
Sexo não é A porta do inferno.
Mas, pode se tornar UMA ponte para muitos infernos.
Julio Cezar Gomes Pinto
A partir de uma visão preconceituosa (bíblica ou não) criou-se todo um tabu em torno dele. Deixou de ser algo natural, simples e inerente aos animais, e passou a ser classificado como pecado, abominação ou caminho da perdição.
Moisés e outros legisladores bíblicos utilizaram a proibição com o simples propósito de acabar com os abusos e os excessos praticados pelos hebreus que haviam saído do Egito cheios de vícios e maus costumes. Mais tarde, as igrejas cristãs utilizaram tais proibições como meio de coibir os fiéis e transformá-los em "doces ovelhinhas" do rebanho.
O sexo não é uma coisa tão horrível e tão nojenta como se pintam por aí.
O acasalamento entre animais irracionais é tão comum e realizado de forma tão bonita - vejam todo o ritual de danças e sedução que os bichos fazem para encantar os parceiros!
Desde que seja feito com decência e ordem, e principalmente com o sentimento de amor ao próximo, o sexo e as relações amorosas entre irmãos da mesma casa umbandista não prejudicam em nada às atuações dos Espíritos e dos Guias mentores da Umbanda.
Desde que não se cometam excessos e abusos, é aconselhável que pessoas que participam da mesma fé, do mesmo sentimento, da mesma corrente espiritual e dos mesmos trabalhos em favor dos necessitados unam-se também em amor para o bem comum.
Como dizia São Paulo:
"Não é bom que o homem fique sozinho (solteiro).
É melhor casar-se, do que abrasar-se."
Há que se respeitar, no entanto, as leis humanas instituídas.
As leis de determinado país ou região precisam ser obedecidas pois nisso está sabedoria e ordem. Certas atitudes são contrárias às leis e aos bons costumes, portanto devem ser evitadas, como a pedofilia, o adultério, a prostituição, o incesto, etc.
É inconcebível que o membro de uma corrente espiritual umbandista aproveite-se da falta de experiência ou imaturidade de um (a) menor para seviciá-lo (a) a fim de praticar sexo. É contra a lei instituída e contra os bons costumes.
Não é bonito um membro casado da corrente manter relações com qualquer outra pessoa da corrente (ou não) que não seja o (a) cônjuge. Também é infração da lei e causa muitas dores indesejáveis e conseqüências funestas.
Aproveitar-se do corpo para obter dinheiro ou qualquer outro bem material também é inaceitável. Ainda mais quando os pactuantes da ação fazem parte do mesmo agrupamento religioso. Neste tipo de prática existem aqueles que se aproveitam do sexo para ganhar favores espirituais da mãe, ou do pai de santo, e até mesmo dos filhos e consulentes. Torna-se um ato de prostituição, digamos, espiritual...
O incesto também não pode ser cultivado num ambiente religioso.
Além da lei humana que a proíbe - no caso do Brasil, por exemplo - existe a grande questão que envolve esse tipo de prática: o estupro. Se se permite que um pai, ou mãe, tenha relações sexuais com um(a) filho(a) de sangue isso gera a liberdade e a possibilidade de começar o ato na tenra idade. Do incesto para o estupro, há a distância de um passo.
Todas as coisas que são naturais são permitidas, desde que feitas com sabedoria, decência e ordem.
Falta sabedoria quando um pai de santo casado pratique o sexo com qualquer pessoa da corrente ou não;
Falta decência quando um membro da corrente engana o(a) parceiro(a) e faz sexo com outra pessoa da corrente ou não;
Falta ordem quando uma criança é desrespeitada em seus direitos e é obrigada a suportar o bafejar e as secreções de qualquer adulto em um ato sexual.
Sexo não é A porta do inferno.
Mas, pode se tornar UMA ponte para muitos infernos.
Julio Cezar Gomes Pinto
OBSESSÃO ESPIRITUAL
A obsessão é a ação persistente que um espírito mau exerce sobre um indivíduo.
Apresenta caracteres muito diversos, desde a simples influência moral, sem perceptíveis sinais exteriores, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais." (Allan Kardec)
"É a ação nefasta e continuada de um espírito sobre outro, independentemente do estado de encarnado oum desencarnado em que se encontrem"(Dr. José Lacerda).
A obsessão implica sempre ação consciente e volitiva, com objetivo bem nítido, visando fins e efeitos muito definidos, pelo obsessor que sabe muito bem o que está fazendo.
Esta ação premeditada, planejada e posta em execução, por vezes, com esmero e sofisticação, constitui a grande causa das enfermidades psíquicas.
Quando a obsessão se processa por imantação mental, a causa está, sempre em alguma imperfeição moral da vítima (na encarnação presente ou nas anteriores), imperfeição que permite a ação influenciadora de espíritos malfazejos.
A obsessão é a enfermidade do século.
Tão grande é o número de casos rotulados como disfunção cerebral ou psíquica (nos quais, na verdade, ela está presente) que podemos afirmar: fora as doenças causadas por distúrbios de natureza orgânica, como traumatismo craniano, infecção, arteriosclerose e alguns raros casos de ressonância com o Passado (desta vida), TODAS as enfermidades mentais são de natureza espiritual.
A maioria dos casos é de desencarnados atuando sobre mortais.
A etiologia das obsessões, todavia, é tão complexa quanto profunda, vinculando-se às dolorosas conseqüências de desvios morais em que encarnado e desencarnado trilharam caminhos da criminalidade franca ou dissimulada; ambos, portanto, devendo contas mais ou menos pesadas, por transgressões à grande Lei da Harmonia Cósmica Passam a se encontrar, por isso, na condição de obsidiado e obsessor, desarmonizados, antagônicos, sofrendo mutuamente os campos vibratórios adversos que eles próprios criaram.
A maioria das ações perniciosas de espíritos sobre encarnados implica todo um extenso processo a se desenrolar no Tempo e no Espaço, em que a atuação odiosa e pertinaz (causa da doença) nada mais é do que um contínuo fluxo de cobrança de mútuas dívidas, perpetuando o sofrimento de ambos os envolvidos.
Perseguidores de ontem são vítimas hoje, em ajuste de contas interminável, mais trevoso do que dramático. Ambos, perseguidor e vítima atuais, estão atrasados na evolução espiritual. Tendo transgredido a Lei da Harmonia Cósmica e não compreendendo os desígnios da Justiça Divina, avocam a si, nos atos de vingança, poder e responsabilidade que são de Deus.
As obsessões podem ser classificadas em simples (mono ou poli-obsessões - por um obsessor ou por vários obsessores), ou complexa, quando houver ação de magia negra, implantação de aparelhos parasitas, uso de campos-de-força dissociativos ou magnéticos de ação contínua, provocadores de desarmonias tissulares que dão origem a processos cancerosos.
Assim, os obsessores agem isoladamente, em grupos ou em grandes hordas, conforme o grau de imantação que tem com o paciente, sua periculosidade, os meios astrais de que dispõem, a inteligência de que são portadores, e sua potencialidade mental. De todos os modos são terríveis e somente com muito amor e vontade de servir à Obra do Senhor, faz com que nos envolvamos com eles.
Os tipos de ação obsessivas podem acontecer em desencarnado atuando sobre desencarnado, desencarnado sobre encarnado, encarnado sobre desencarnado, encarnado sobre encarnado ou ainda obsessão recíproca, esses dois últimos, estudados sob o título de Pseudo-Obsessão.
PSEUDO-OBSESSÃO
É a atuação do encarnado sobre o encarnado ou a obsessão recíproca. Todos nós conhecemos criaturas dominadoras, prepotentes e egoístas, que comandam toda uma família, obrigando todos a fazerem exclusivamente o que elas querem. Tão pertinaz (e ao mesmo tempo descabida) pode se tornar esta ação, que, sucedendo a morte do déspota, todas as vítimas de sua convivência às vezes chegam a respirar , aliviadas.
No entanto, o processo obsessivo há de continuar, pois a perda do corpo físico não transforma o obsessor. Este tipo de ação nefasta é mais comum entre encarnados, embora possa haver pseudo-obsessão entre desencarnados e encarnados.
Trata-se de ação perturbadora em que o espírito agente não deseja deliberadamente, prejudicar o ser visado. É conseqüência da ação egoísta de uma criatura que faz de outra o objeto dos seus cuidados e a deseja ardentemente para si própria como propriedade sua. Exige que a outra obedeça cegamente às suas ordens desejando protegê-la, guiá-la e, com tais coerções, impede-a de se relacionar saudável e normalmente com seus semelhantes.
Acreditamos que o fenômeno não deve ser considerado obsessão propriamente dita.
O agente não tem intuito de prejudicar o paciente. Acontece que, embora os motivos possam até ser nobres, a atuação resulta prejudicial; com o tempo, poderá transformar-se em verdadeira obsessão.
A pseudo-obsessão é muito comum em pessoas de personalidade forte, egoístas, dominadoras, que muitas vezes, sujeitam a família à sua vontade tirânica.
Ela aparece nas relações de casais, quando um dos cônjuges tenta exercer domínio absoluto sobre o outro. Caso clássico, por exemplo, é o do ciumento que cerceia de tal modo a liberdade do ser amado que, cego a tudo, termina por prejudicá-lo seriamente.
Nesses casos, conforme a intensidade e continuidade do processo, pode se instalar a obsessão simples (obsessão de encarnado sobre encarnado).
O que dizer do filho mimado que chora, bate o pé, joga-se ao chão, até que consegue que o pai ou a mãe lhe dê o que quer ou lhe "sente a mão".
Qualquer das duas reações fazem com que o pequeno e "inocente" vampiro, absorva as energias do oponente.
O que pensar do chefe déspota, no escritório?
E dos desaforos: "eu faço a comida, mas eu cuspo dentro".
E que tal a mulher dengosa que consegue tudo o que quer?
Quais são os limites prováveis?
Enquanto o relacionamento entre encarnados aparenta ter momentos de trégua enquanto dormem, o elemento dominador pode desprender-se do corpo e sugar as energias vitais do corpo físico do outro.
Após o desencarne, o elemento dominador poderá continuar a "proteger" as suas relações, a agravante agora é que o assédio torna-se maior ainda pois o desencarnado não necessita cuidar das obrigações básicas que tem como encarnado, tais como: comer, dormir, trabalhar, etc.
O obsidiado poderá reagir as ações do obsessor criando condições para a obsessão recíproca. Quando a vítima tem condições mentais, esboça defesa ativa: procura agredir o agressor na mesma proporção em que é agredida. Estabelece-se, assim, círculo vicioso de imantação por ódio mútuo, difícil de ser anulado.
Em menor ou maior intensidade, essas agressões recíprocas aparecem em quase todos os tipos de obsessão; são eventuais (sem características que as tornem perenes), surgindo conforme circunstâncias e fases existenciais, podendo ser concomitantes a determinados acontecimentos.
Apesar de apresentarem, às vezes, intensa imantação negativa, esses processos de mútua influenciação constituem obsessão simples, tendo um único obsessor. Quando a obsessão recíproca acontece entre desencarnado e encarnado é porque o encarnado tem personalidade muito forte, grande força mental e muita coragem, pois enfrenta o espírito em condições de igualdade.
No estado de vigília, a pessoa viva normalmente não sabe o drama que esta vivendo. É durante o sono - e desdobrada - que passa a ter condições de enfrentar e agredir o contendor.
Em conclusão a esses tipos de relacionamentos interpessoais, aparenta-me que o ser humano deixou de absorver as energias cósmicas ou divinas, por seu próprio erro, desligando-se do Divino e busca desde então, exercer o "poder" sobre o seu semelhante para assim, vampirizar e absorver as suas energias vitais.
De que maneira podemos nos "religar" e absorver as energias divinas, depois de tantas vidas procedendo erroneamente?
Talvez a resposta esteja no "ORAI E VIGIAI", de maneira constante e persistente, sem
descanso, sem tréguas, buscando o equilíbrio de ações, pensamentos e plena consciência dos seus atos pois talvez ainda, o maior culpado deste errôneo proceder seja de quem se deixa dominar, vampirizar ou chantagear.
Dr. Lacerda, considerado Pai da Apometria.
Apresenta caracteres muito diversos, desde a simples influência moral, sem perceptíveis sinais exteriores, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais." (Allan Kardec)
"É a ação nefasta e continuada de um espírito sobre outro, independentemente do estado de encarnado oum desencarnado em que se encontrem"(Dr. José Lacerda).
A obsessão implica sempre ação consciente e volitiva, com objetivo bem nítido, visando fins e efeitos muito definidos, pelo obsessor que sabe muito bem o que está fazendo.
Esta ação premeditada, planejada e posta em execução, por vezes, com esmero e sofisticação, constitui a grande causa das enfermidades psíquicas.
Quando a obsessão se processa por imantação mental, a causa está, sempre em alguma imperfeição moral da vítima (na encarnação presente ou nas anteriores), imperfeição que permite a ação influenciadora de espíritos malfazejos.
A obsessão é a enfermidade do século.
Tão grande é o número de casos rotulados como disfunção cerebral ou psíquica (nos quais, na verdade, ela está presente) que podemos afirmar: fora as doenças causadas por distúrbios de natureza orgânica, como traumatismo craniano, infecção, arteriosclerose e alguns raros casos de ressonância com o Passado (desta vida), TODAS as enfermidades mentais são de natureza espiritual.
A maioria dos casos é de desencarnados atuando sobre mortais.
A etiologia das obsessões, todavia, é tão complexa quanto profunda, vinculando-se às dolorosas conseqüências de desvios morais em que encarnado e desencarnado trilharam caminhos da criminalidade franca ou dissimulada; ambos, portanto, devendo contas mais ou menos pesadas, por transgressões à grande Lei da Harmonia Cósmica Passam a se encontrar, por isso, na condição de obsidiado e obsessor, desarmonizados, antagônicos, sofrendo mutuamente os campos vibratórios adversos que eles próprios criaram.
A maioria das ações perniciosas de espíritos sobre encarnados implica todo um extenso processo a se desenrolar no Tempo e no Espaço, em que a atuação odiosa e pertinaz (causa da doença) nada mais é do que um contínuo fluxo de cobrança de mútuas dívidas, perpetuando o sofrimento de ambos os envolvidos.
Perseguidores de ontem são vítimas hoje, em ajuste de contas interminável, mais trevoso do que dramático. Ambos, perseguidor e vítima atuais, estão atrasados na evolução espiritual. Tendo transgredido a Lei da Harmonia Cósmica e não compreendendo os desígnios da Justiça Divina, avocam a si, nos atos de vingança, poder e responsabilidade que são de Deus.
As obsessões podem ser classificadas em simples (mono ou poli-obsessões - por um obsessor ou por vários obsessores), ou complexa, quando houver ação de magia negra, implantação de aparelhos parasitas, uso de campos-de-força dissociativos ou magnéticos de ação contínua, provocadores de desarmonias tissulares que dão origem a processos cancerosos.
Assim, os obsessores agem isoladamente, em grupos ou em grandes hordas, conforme o grau de imantação que tem com o paciente, sua periculosidade, os meios astrais de que dispõem, a inteligência de que são portadores, e sua potencialidade mental. De todos os modos são terríveis e somente com muito amor e vontade de servir à Obra do Senhor, faz com que nos envolvamos com eles.
Os tipos de ação obsessivas podem acontecer em desencarnado atuando sobre desencarnado, desencarnado sobre encarnado, encarnado sobre desencarnado, encarnado sobre encarnado ou ainda obsessão recíproca, esses dois últimos, estudados sob o título de Pseudo-Obsessão.
PSEUDO-OBSESSÃO
É a atuação do encarnado sobre o encarnado ou a obsessão recíproca. Todos nós conhecemos criaturas dominadoras, prepotentes e egoístas, que comandam toda uma família, obrigando todos a fazerem exclusivamente o que elas querem. Tão pertinaz (e ao mesmo tempo descabida) pode se tornar esta ação, que, sucedendo a morte do déspota, todas as vítimas de sua convivência às vezes chegam a respirar , aliviadas.
No entanto, o processo obsessivo há de continuar, pois a perda do corpo físico não transforma o obsessor. Este tipo de ação nefasta é mais comum entre encarnados, embora possa haver pseudo-obsessão entre desencarnados e encarnados.
Trata-se de ação perturbadora em que o espírito agente não deseja deliberadamente, prejudicar o ser visado. É conseqüência da ação egoísta de uma criatura que faz de outra o objeto dos seus cuidados e a deseja ardentemente para si própria como propriedade sua. Exige que a outra obedeça cegamente às suas ordens desejando protegê-la, guiá-la e, com tais coerções, impede-a de se relacionar saudável e normalmente com seus semelhantes.
Acreditamos que o fenômeno não deve ser considerado obsessão propriamente dita.
O agente não tem intuito de prejudicar o paciente. Acontece que, embora os motivos possam até ser nobres, a atuação resulta prejudicial; com o tempo, poderá transformar-se em verdadeira obsessão.
A pseudo-obsessão é muito comum em pessoas de personalidade forte, egoístas, dominadoras, que muitas vezes, sujeitam a família à sua vontade tirânica.
Ela aparece nas relações de casais, quando um dos cônjuges tenta exercer domínio absoluto sobre o outro. Caso clássico, por exemplo, é o do ciumento que cerceia de tal modo a liberdade do ser amado que, cego a tudo, termina por prejudicá-lo seriamente.
Nesses casos, conforme a intensidade e continuidade do processo, pode se instalar a obsessão simples (obsessão de encarnado sobre encarnado).
O que dizer do filho mimado que chora, bate o pé, joga-se ao chão, até que consegue que o pai ou a mãe lhe dê o que quer ou lhe "sente a mão".
Qualquer das duas reações fazem com que o pequeno e "inocente" vampiro, absorva as energias do oponente.
O que pensar do chefe déspota, no escritório?
E dos desaforos: "eu faço a comida, mas eu cuspo dentro".
E que tal a mulher dengosa que consegue tudo o que quer?
Quais são os limites prováveis?
Enquanto o relacionamento entre encarnados aparenta ter momentos de trégua enquanto dormem, o elemento dominador pode desprender-se do corpo e sugar as energias vitais do corpo físico do outro.
Após o desencarne, o elemento dominador poderá continuar a "proteger" as suas relações, a agravante agora é que o assédio torna-se maior ainda pois o desencarnado não necessita cuidar das obrigações básicas que tem como encarnado, tais como: comer, dormir, trabalhar, etc.
O obsidiado poderá reagir as ações do obsessor criando condições para a obsessão recíproca. Quando a vítima tem condições mentais, esboça defesa ativa: procura agredir o agressor na mesma proporção em que é agredida. Estabelece-se, assim, círculo vicioso de imantação por ódio mútuo, difícil de ser anulado.
Em menor ou maior intensidade, essas agressões recíprocas aparecem em quase todos os tipos de obsessão; são eventuais (sem características que as tornem perenes), surgindo conforme circunstâncias e fases existenciais, podendo ser concomitantes a determinados acontecimentos.
Apesar de apresentarem, às vezes, intensa imantação negativa, esses processos de mútua influenciação constituem obsessão simples, tendo um único obsessor. Quando a obsessão recíproca acontece entre desencarnado e encarnado é porque o encarnado tem personalidade muito forte, grande força mental e muita coragem, pois enfrenta o espírito em condições de igualdade.
No estado de vigília, a pessoa viva normalmente não sabe o drama que esta vivendo. É durante o sono - e desdobrada - que passa a ter condições de enfrentar e agredir o contendor.
Em conclusão a esses tipos de relacionamentos interpessoais, aparenta-me que o ser humano deixou de absorver as energias cósmicas ou divinas, por seu próprio erro, desligando-se do Divino e busca desde então, exercer o "poder" sobre o seu semelhante para assim, vampirizar e absorver as suas energias vitais.
De que maneira podemos nos "religar" e absorver as energias divinas, depois de tantas vidas procedendo erroneamente?
Talvez a resposta esteja no "ORAI E VIGIAI", de maneira constante e persistente, sem
descanso, sem tréguas, buscando o equilíbrio de ações, pensamentos e plena consciência dos seus atos pois talvez ainda, o maior culpado deste errôneo proceder seja de quem se deixa dominar, vampirizar ou chantagear.
Dr. Lacerda, considerado Pai da Apometria.
DESLIGANDO-SE DOS PROBLEMAS NAS SESSÕES
Nas reuniões que promovem trabalhos espirituais é importante que os envolvidos se abstenham de lembrar de seus problemas. Pois, tais ambientes precisam de paz e de concentração, e não de vibrações que tragam angústia e preocupação.
Entretanto, muitos podem perguntar com alguém com sérios problemas, como dívidas a pagar, desemprego, doenças e situações difíceis na família pode se concentrar devidamente frente a tantas questões.
Se por outro lado notarem que a pressa é inimiga da razão e que o desespero não é solução, se fosse já estariam com os problemas resolvidos, cabe lembrar que o raciocínio se processa com mais eficiência com a mente em equilíbrio.
Sendo assim, ao participarem de trabalhos mediúnicos, entendam que estão ingressando em breves momentos de tranqüilidade e de paz amparados pela espiritualidade, tão necessários ao equilíbrio das mentes, do corpo denso e do espírito. Abstenham-se de conturbar esse momento, tirando-lhes o próprio direito de algumas horas de serenidade.
E justamente nesses momentos de paz e de reflexão é que surgem muitas respostas, ou então, que são plantadas diversas soluções que vão frutificar com o tempo.
Dessa forma, quando se desligam dos problemas ao participarem de trabalhos espirituais, não estão apenas intensificando a caridade que praticam, fortalecendo boas vibrações. Estão plantando também, na própria mente, as sementes da razão num clima de paz, cujos frutos poderão lhes trazer a tranqüilidade que tanto almejam.
Um Espírito Amigo
Mensagem psicografada por Hur-Than de Shidha,
publicada no livro "Sabedoria da Criação
Entretanto, muitos podem perguntar com alguém com sérios problemas, como dívidas a pagar, desemprego, doenças e situações difíceis na família pode se concentrar devidamente frente a tantas questões.
Se por outro lado notarem que a pressa é inimiga da razão e que o desespero não é solução, se fosse já estariam com os problemas resolvidos, cabe lembrar que o raciocínio se processa com mais eficiência com a mente em equilíbrio.
Sendo assim, ao participarem de trabalhos mediúnicos, entendam que estão ingressando em breves momentos de tranqüilidade e de paz amparados pela espiritualidade, tão necessários ao equilíbrio das mentes, do corpo denso e do espírito. Abstenham-se de conturbar esse momento, tirando-lhes o próprio direito de algumas horas de serenidade.
E justamente nesses momentos de paz e de reflexão é que surgem muitas respostas, ou então, que são plantadas diversas soluções que vão frutificar com o tempo.
Dessa forma, quando se desligam dos problemas ao participarem de trabalhos espirituais, não estão apenas intensificando a caridade que praticam, fortalecendo boas vibrações. Estão plantando também, na própria mente, as sementes da razão num clima de paz, cujos frutos poderão lhes trazer a tranqüilidade que tanto almejam.
Um Espírito Amigo
Mensagem psicografada por Hur-Than de Shidha,
publicada no livro "Sabedoria da Criação
SIMPLESMENTE AFASTE-SE
Para nós médiuns, um dos testes mais difíceis no dia-a-dia diz respeito a situações em que de repente nos vemos atuando no drama pessoal de certas pessoas (de baixa energia), um papel ao qual não nos candidatamos.
Se elas costumam se queixar cronicamente, nós nos tornamos seus simpatizantes (mesmo que por educação) ou seus conselheiros, o que é pior.
Há os casos em que nos atacam, com raiva, discordando das orientações recebidas, especialmente quando indicamos que estão se colocando como vítimas e que a lamúria não leva a lugar algum.
Seja qual for o jogo, estamos desperdiçando um tempo e energia valiosos com a frustração e ou raiva do outro.
Ajudar o próximo não é sofrer junto.
Com a experiência dos anos, aprendemos uma uma solução simples para as pessoas sobre as quais a razão parece não exercer nenhum efeito.
Afastar-se delas – não com raiva ou medo, e sim com neutralidade.
Se você se sentir receoso ou culpado por se afastar, lembre-se de que ao recusar-se, sem julgamentos, a permitir que essas pessoas drenem sua energia ou o arrastem em direção ao buraco negro da vida delas, você não estará sendo covarde, esquivo ou insensível, e sim corajoso, sábio e piedoso.
Se alguém estiver lhe causando uma frustração desnecessária, não tente lutar ou raciocinar. Simplesmente afaste-se do campo de força negativo dessa pessoa.
Caso você seja obrigado a permanecer no mesmo aposento que ela em casa ou no trabalho, mesmo assim você pode erguer um escudo mental de proteção.
Sorria e não diga absolutamente nada ou declare, com calma e firmeza:
"Não creio que possa falar com você neste momento."
Retome então tranqüilamente suas atividades. A pessoa poderá não gostar da mensagem, mas sem dúvida a receberá.
Não devemos ter medo de desagradar e nem tampouco precisamos ser simpáticos a todos que nos chegam.
Não permita ser influenciado ou intimidado pela negatividade. Sempre podemos nos afastar.
Especialmente aos médiuns, procurem ter mecanismos de defesa e não fiquem "disponíveis" para as vítimas do mundo, nem tentem ajeitar a vida de todos. Defendam-se não se expondo.
Mantenham-se energéticamente "blindados" e disponíveis para o trabalho mediúnico, que tem dia e horário certo para os sofredores do corpo e da alma.
MUITO IMPORTANTE:
NÃO OFEREÇAM AJUDA ESPIRITUAL A NINGUÉM, DEIXEM QUE PEÇAM.
ESTE É UM MECANISMO SIMPLES DE PROTEÇÃO.
QUANDO VOCÊ OFERECE, ESTÁ SE EXPONDO, POIS O OUTRO PODE ESTAR ACEITANDO SÓ POR EDUCAÇÃO.
Norberto Peixoto
Se elas costumam se queixar cronicamente, nós nos tornamos seus simpatizantes (mesmo que por educação) ou seus conselheiros, o que é pior.
Há os casos em que nos atacam, com raiva, discordando das orientações recebidas, especialmente quando indicamos que estão se colocando como vítimas e que a lamúria não leva a lugar algum.
Seja qual for o jogo, estamos desperdiçando um tempo e energia valiosos com a frustração e ou raiva do outro.
Ajudar o próximo não é sofrer junto.
Com a experiência dos anos, aprendemos uma uma solução simples para as pessoas sobre as quais a razão parece não exercer nenhum efeito.
Afastar-se delas – não com raiva ou medo, e sim com neutralidade.
Se você se sentir receoso ou culpado por se afastar, lembre-se de que ao recusar-se, sem julgamentos, a permitir que essas pessoas drenem sua energia ou o arrastem em direção ao buraco negro da vida delas, você não estará sendo covarde, esquivo ou insensível, e sim corajoso, sábio e piedoso.
Se alguém estiver lhe causando uma frustração desnecessária, não tente lutar ou raciocinar. Simplesmente afaste-se do campo de força negativo dessa pessoa.
Caso você seja obrigado a permanecer no mesmo aposento que ela em casa ou no trabalho, mesmo assim você pode erguer um escudo mental de proteção.
Sorria e não diga absolutamente nada ou declare, com calma e firmeza:
"Não creio que possa falar com você neste momento."
Retome então tranqüilamente suas atividades. A pessoa poderá não gostar da mensagem, mas sem dúvida a receberá.
Não devemos ter medo de desagradar e nem tampouco precisamos ser simpáticos a todos que nos chegam.
Não permita ser influenciado ou intimidado pela negatividade. Sempre podemos nos afastar.
Especialmente aos médiuns, procurem ter mecanismos de defesa e não fiquem "disponíveis" para as vítimas do mundo, nem tentem ajeitar a vida de todos. Defendam-se não se expondo.
Mantenham-se energéticamente "blindados" e disponíveis para o trabalho mediúnico, que tem dia e horário certo para os sofredores do corpo e da alma.
MUITO IMPORTANTE:
NÃO OFEREÇAM AJUDA ESPIRITUAL A NINGUÉM, DEIXEM QUE PEÇAM.
ESTE É UM MECANISMO SIMPLES DE PROTEÇÃO.
QUANDO VOCÊ OFERECE, ESTÁ SE EXPONDO, POIS O OUTRO PODE ESTAR ACEITANDO SÓ POR EDUCAÇÃO.
Norberto Peixoto
domingo, 5 de julho de 2009
O ATO E AS ATITUDES
As palavras criadas pelos seres humanizados nem sempre são precisas para a expressão de nossos pensamentos. Isso acontece, por exemplo, na distinção entre a palavra ato e atitude. Alguns dicionários classificam-nas como sinônimas. Mas existe uma diferença fundamental entre elas que deve ser ressaltada para que possamos compreender como funciona a chamada Lei cósmica do Carma.
Os livros religiosos costumam dizer que nossos atos serão julgados por Deus e que a Lei de Causa e Efeito (carma) processa-se através dos nossos atos.
Essa compreensão é correta se estivermos pensando que ato é sinônimo de atitude. Porém, quando diferenciamos estas duas palavras, vamos notar que o carma não está ligado ao ato (ação), mas com a atitude, a intencionalidade com o qual o ato foi praticado ou vivido. Vamos exemplificar.
Tomemos um ato corriqueiro nos dias de hoje: dar um prato de comida para o mendigo que bate em nossa porta. O mesmo ato (dar o prato de comida) pode ser realizado a partir de várias atitudes: uma atitude amorosa e benevolente, uma atitude rancorosa (criticando o governo ou quem quer que seja pela situação), uma atitude orgulhosa, uma atitude de desprezo etc.
Enfim, todos os atos (as ações exteriores que podem ser percebidas, sentidas, descritas etc.) podem ser realizados a partir de diferentes atitudes. Portanto, é na atitude que se encontra a carga energética necessária para o movimento ilusório da ação exterior, acionando a Lei de causa e efeito. Assim, uma intencionalidade amorosa sempre anula o efeito de um carma anterior, enquanto todas as demais intencionalidades geram novos carmas.
Em outras palavras, o Amor é um sentimento integral que não é dualista. Ou existe Amor ou não existe. Da mesma forma que as trevas são tão somente ausência de Luz, não existindo por si mesmas, tudo aquilo que podemos definir como não sendo Amor não é o outro lado da moeda, mas outras coisas. E o que seriam? Seriam os sentimentos criados pelo ego. Os sentimentos criados pelo ego são, propositadamente, dicotômicos. Eles são criados com dois lados e cada um possui a essência de seu oposto:
Alegria X tristeza
Apego X aversão
Belo X feio
Agradável X desagradável
Bom X mau
Positivo X negativo
Etc.
Quando nos prendemos a qualquer um dos pólos dos sentimentos criados pelo ego estaremos adquirindo novos carmas e, conseqüentemente, vivenciando novos ciclos de prazer/desprazer (sofrimento) ao longo de nossas vidas humanizadas.
Libertar-se das atitudes dicotômicas é uma forma de libertar-se do carma, vibrando sempre amor não importa o que acontecer, por isso falamos sempre em amor incondicional.
Os atos exteriores que podem ser captados ou percebidos pelos sentidos vão gerar diuturnamente provas para os envolvidos direta ou indiretamente naquela ação e o carma será gerado ou anulado em função da atitude que cada um dos envolvidos tomar.
Por exemplo, a TV mostra o julgamento de uma pessoa que atirou uma criança em um rio. Aquele que manifestar uma atitude crítica ou punitiva em relação àquela pessoa, estará adquirindo carma. Por seu lado, aquele que manifestar uma atitude amorosa pelo “algoz” e pela “vítima” irá se libertar de um carma.
A atitude amorosa é sempre equânime, ou seja, feita com igualdade de ânimos. O amor incondicional em qualquer ato vivido impede a aquisição de novos carmas.
Dito isso, podemos, finalmente, compreender porque quem busca a felicidade nunca a alcança. E por quê? Porque confunde felicidade com alegria. A alegria contém a semente da tristeza. Ser alegre não é ser feliz. Ou seja, não devemos buscar a felicidade como se ela estivesse em algum lugar nos esperando, mas vivê-la plenamente, pois ela já se encontra dentro de nós. Quando amamos de verdade (quando amamos incondicionalmente) somos felizes e nada é capaz de abalar essa felicidade.
Tome, portanto, a partir de agora, uma nova atitude perante a vida. Lembrando que atitude é uma postura interior perante algum fato, situação etc. Como vimos, um mesmo ato pode ser vivido a partir de diferentes atitudes. É na atitude que a sua sensibilidade está envolvida. A atitude é uma maneira de ser. A atitude define se nosso sentimento vem de Deus ou do ego. A atitude manifesta a intencionalidade por trás de qualquer ato exterior.
Em suma, os atos podem ser descritos, mas a atitude só pode ser compreendida.
E isso acontece para aprendermos a não julgar o outro, uma vez que nunca sabemos com que intencionalidade (atitude) o ato foi vivido. Temos que aprender a julgar e transformar as nossas atitudes e não as dos outros, libertando-nos das atitudes egocêntricas e vivenciando nossas ações no mundo a partir de atitudes amorosas.
Lembremos que apenas Deus é capaz de compreender o outro e seus motivos interiores, pois, na essência de tudo, a relação é sempre entre cada um de nós e Deus.
O carma só existe nos mundos de provas e expiações. Vencê-lo, amando e sendo feliz incondicionalmente, capacita-nos para viver aventuras diferentes nos mundos regenerados.
Texto canalizado na ONG Círculo de São Francisco São Carlos/SP – 21/07/2006.
Os livros religiosos costumam dizer que nossos atos serão julgados por Deus e que a Lei de Causa e Efeito (carma) processa-se através dos nossos atos.
Essa compreensão é correta se estivermos pensando que ato é sinônimo de atitude. Porém, quando diferenciamos estas duas palavras, vamos notar que o carma não está ligado ao ato (ação), mas com a atitude, a intencionalidade com o qual o ato foi praticado ou vivido. Vamos exemplificar.
Tomemos um ato corriqueiro nos dias de hoje: dar um prato de comida para o mendigo que bate em nossa porta. O mesmo ato (dar o prato de comida) pode ser realizado a partir de várias atitudes: uma atitude amorosa e benevolente, uma atitude rancorosa (criticando o governo ou quem quer que seja pela situação), uma atitude orgulhosa, uma atitude de desprezo etc.
Enfim, todos os atos (as ações exteriores que podem ser percebidas, sentidas, descritas etc.) podem ser realizados a partir de diferentes atitudes. Portanto, é na atitude que se encontra a carga energética necessária para o movimento ilusório da ação exterior, acionando a Lei de causa e efeito. Assim, uma intencionalidade amorosa sempre anula o efeito de um carma anterior, enquanto todas as demais intencionalidades geram novos carmas.
Em outras palavras, o Amor é um sentimento integral que não é dualista. Ou existe Amor ou não existe. Da mesma forma que as trevas são tão somente ausência de Luz, não existindo por si mesmas, tudo aquilo que podemos definir como não sendo Amor não é o outro lado da moeda, mas outras coisas. E o que seriam? Seriam os sentimentos criados pelo ego. Os sentimentos criados pelo ego são, propositadamente, dicotômicos. Eles são criados com dois lados e cada um possui a essência de seu oposto:
Alegria X tristeza
Apego X aversão
Belo X feio
Agradável X desagradável
Bom X mau
Positivo X negativo
Etc.
Quando nos prendemos a qualquer um dos pólos dos sentimentos criados pelo ego estaremos adquirindo novos carmas e, conseqüentemente, vivenciando novos ciclos de prazer/desprazer (sofrimento) ao longo de nossas vidas humanizadas.
Libertar-se das atitudes dicotômicas é uma forma de libertar-se do carma, vibrando sempre amor não importa o que acontecer, por isso falamos sempre em amor incondicional.
Os atos exteriores que podem ser captados ou percebidos pelos sentidos vão gerar diuturnamente provas para os envolvidos direta ou indiretamente naquela ação e o carma será gerado ou anulado em função da atitude que cada um dos envolvidos tomar.
Por exemplo, a TV mostra o julgamento de uma pessoa que atirou uma criança em um rio. Aquele que manifestar uma atitude crítica ou punitiva em relação àquela pessoa, estará adquirindo carma. Por seu lado, aquele que manifestar uma atitude amorosa pelo “algoz” e pela “vítima” irá se libertar de um carma.
A atitude amorosa é sempre equânime, ou seja, feita com igualdade de ânimos. O amor incondicional em qualquer ato vivido impede a aquisição de novos carmas.
Dito isso, podemos, finalmente, compreender porque quem busca a felicidade nunca a alcança. E por quê? Porque confunde felicidade com alegria. A alegria contém a semente da tristeza. Ser alegre não é ser feliz. Ou seja, não devemos buscar a felicidade como se ela estivesse em algum lugar nos esperando, mas vivê-la plenamente, pois ela já se encontra dentro de nós. Quando amamos de verdade (quando amamos incondicionalmente) somos felizes e nada é capaz de abalar essa felicidade.
Tome, portanto, a partir de agora, uma nova atitude perante a vida. Lembrando que atitude é uma postura interior perante algum fato, situação etc. Como vimos, um mesmo ato pode ser vivido a partir de diferentes atitudes. É na atitude que a sua sensibilidade está envolvida. A atitude é uma maneira de ser. A atitude define se nosso sentimento vem de Deus ou do ego. A atitude manifesta a intencionalidade por trás de qualquer ato exterior.
Em suma, os atos podem ser descritos, mas a atitude só pode ser compreendida.
E isso acontece para aprendermos a não julgar o outro, uma vez que nunca sabemos com que intencionalidade (atitude) o ato foi vivido. Temos que aprender a julgar e transformar as nossas atitudes e não as dos outros, libertando-nos das atitudes egocêntricas e vivenciando nossas ações no mundo a partir de atitudes amorosas.
Lembremos que apenas Deus é capaz de compreender o outro e seus motivos interiores, pois, na essência de tudo, a relação é sempre entre cada um de nós e Deus.
O carma só existe nos mundos de provas e expiações. Vencê-lo, amando e sendo feliz incondicionalmente, capacita-nos para viver aventuras diferentes nos mundos regenerados.
Texto canalizado na ONG Círculo de São Francisco São Carlos/SP – 21/07/2006.
PROVAS E EXPIAÇÕES
O que é um planeta de provas e expiações?
Se você é espírita ou umbandista já ouviu muitas vezes alguém dizer que estamos encarnando em um planeta de provas e expiações. Mas será que você compreende o que isso quer dizer?
Na pergunta 132, em O Livro dos espíritos, Kardec pergunta ao Espírito da Verdade qual o objetivo da encarnação. E ouve como resposta:
“Deus lhes impõe (aos espíritos) a encarnação com o objetivo de fazê-lo chegar à perfeição.
Para alguns é uma expiação, para outros é uma missão.
Todavia, para alcançarem essa perfeição, devem suportar todas as vicissitudes da existência corporal; nisto é que está a expiação”.
A resposta continua, abordando um outro assunto também não compreendido pela maioria dos espíritas, mas vamos parar por aqui.
Pois bem, no que consiste a expiação?
Em suportar as vicissitudes. Ou seja, em nenhum momento o Espírito da Verdade está dizendo que você deve sofrer.
Os espíritas que ensinam que o objetivo da encarnação é sofrer não entenderam nada do que o Espírito da Verdade falou.
Você encarna para suportar as vicissitudes, ou seja, os momentos agradáveis e desagradáveis da vida humanizada, os momentos de prazer e desprazer, os momentos alegres e os momentos tristes.
Vicissitude é essa alternância de situações.
Portanto, quem divulga que vicissitude é sofrimento não sabe o significado desta palavra.
E alguém tem o controle sobre as vicissitudes?
Só Deus.
Elas acontecem em função do gênero de provas que escolhemos antes de encarnar.
E onde está o sofrimento?
No nosso livre arbítrio.
Ou seja, só sofre quem quer.
Se você está, nesse momento, vivendo suas vicissitudes negativas, você tem o livre arbítrio de louvar a Deus, ou seja, amá-lo acima de todas as coisas, ou sofrer.
Você pode passar por suas vicissitudes negativas com resignação e com coragem, agradecendo pela oportunidade de ser benevolente ou indulgente com aquele que te agride ou ofende, ou, então, se revoltar, blasfemando ou acusando este ou aquele pelo seu sofrimento.
Aí, portanto, está o seu livre arbítrio.
Ficou claro o que é expiação?
Então vamos falar das provas.
Cada espírito escolhe o gênero de provas que quer viver na terra, ou seja, antes de encarnar ele pode ter estudado sobre o orgulho, sobre a vaidade, sobre o preconceito e tantos inúmeros gêneros de provas.
Só que, no mundo espiritual como aqui na terra, você só vai provar se aprendeu a lição quando fizer uma prova.
A prova existe para você provar a si mesmo que aprendeu alguma coisa. Não ainda estudar que o ciúme não é um sentimento saudável e não colocar em prova que você é capaz de vencer esse sentimento.
Por isso é que a terra é também um planeta de provas.
O espírito não encarna para estudar na terra.
Ele estudou no mundo espiritual, onde tudo funciona. Ele vem para a terra provar se a lição foi bem compreendida por ele.
Assim, se o espírito quer provar que ele venceu o ciúme, terá que viver situações que provoquem ciúme nele; se ele quer provar que venceu o desejo por fama, terá que viver situações em que será difamado; se ele quer provar que venceu a tentação da vaidade; terá que viver situações que ferem sua vaidade, e assim por diante.
E alguém precisa sofrer por causa disso?
É claro que não.
O espírito não é traído, o espírito não é gordo ou magro, o espírito não é difamado etc. Quem está sendo colocado diante de tais situações ilusórias é o nosso ego, ou seja, nossa personalidade temporária.
E por que a maioria dos espíritos humanizados sofre com tais provas?
Porque se esquece que o Eu (espírito eterno) não é o ego (personalidade temporária).
Vejamos o que nos ensina o pensamento oriental:
”como dois pássaros dourados pousados no mesmo galho, o ego e o Eu, intrinsecamente ligados, coabitam; o primeiro ingere os frutos doces e azedos da árvore da vida; o segundo tudo vê em seu distanciamento”.
Que frase bonita é essa!
O Ego é que ingere os frutos doces (momentos de prazer) e os azedos (momentos de desprazer) da vida humanizada, ou seja, as vicissitudes.
Preso a essa ilusão, o ego te levará a sentir alegria e tristeza em conformidade com a roda da vida.
Preso ao ego nunca alguém será feliz, pois como disse Jesus:
“a felicidade não é desse mundo”.
Mas não vamos entender essa frase de Jesus como a maioria dos espíritas, que acham que ele está dizendo que não tem jeito mesmo de ser feliz aqui na terra.
Portanto, só nos resta sofrer até voltarmos ao mundo espiritual.
Não! Jesus não falou nada disso.
Jesus ensinou que você não deve buscar a felicidade nas coisas materiais, ou seja, nas coisas ilusórias.
A sua felicidade deve ser incondicional.
Ela não pode estar condicionada a nada que seja do mundo material, pois esses são instrumentos das nossas provas.
Os apegos materiais, sentimentais e culturais, além da nossa falta de Fé (já que fé raciocinada não é Fé) nos fazem infelizes quando qualquer coisa que desagrade o nosso ego aconteça.
Para você passar pelas suas vicissitudes sem sofrer, você precisa se desligar dos dois lados dessa moeda.
Se você se regozijar ou ficar eufórico nos momentos das vicissitudes positivas, tenha certeza que você irá sofrer bastante nas negativas.
Vocês mesmo dizem:
“quanto mais alto o vôo, maior o tombo”.
É isso que acontece com aqueles que idolatram pessoas (egos), possuem os filhos, os maridos, as esposas etc.
Um dia Deus vem e os retira de você.
Aí você sofre porque não aprendeu que idolatria ou posse não é amor.
Para passar pelas provações e ser feliz incondicionalmente é necessário passar pelas vicissitudes com equanimidade, ou seja, com igualdade de ânimos.
O pensamento taoísta diz que a alegria já possui os germens da tristeza.
E é isso mesmo.
Pois é assim a roda da vida.
Vencê-la é ser feliz incondicionalmente, não importa o que aconteça.
Quem é feliz incondicionalmente, não altera momentos de alegria e tristeza, prazer e desprazer.
Nada que aconteça no mundo ilusório da matéria é capaz de acabar com sua paz interior.
Quem aprendeu a lição é misericordioso, ou seja, esquece toda ofensa ou agressão que recebeu.
Dizer que perdoa, mas ficar remoendo por dentro, achando que o outro cometeu algum erro, significa que ainda não compreendeu que Deus é a causa primária de todas as coisas.
Em outras palavras, ainda precisa de mais provações ao longo da existência carnal para aprender a ser feliz incondicionalmente.
Texto canalizado na ONG Círculo de São Francisco
São Carlos/SP – 20/07/2006.
Se você é espírita ou umbandista já ouviu muitas vezes alguém dizer que estamos encarnando em um planeta de provas e expiações. Mas será que você compreende o que isso quer dizer?
Na pergunta 132, em O Livro dos espíritos, Kardec pergunta ao Espírito da Verdade qual o objetivo da encarnação. E ouve como resposta:
“Deus lhes impõe (aos espíritos) a encarnação com o objetivo de fazê-lo chegar à perfeição.
Para alguns é uma expiação, para outros é uma missão.
Todavia, para alcançarem essa perfeição, devem suportar todas as vicissitudes da existência corporal; nisto é que está a expiação”.
A resposta continua, abordando um outro assunto também não compreendido pela maioria dos espíritas, mas vamos parar por aqui.
Pois bem, no que consiste a expiação?
Em suportar as vicissitudes. Ou seja, em nenhum momento o Espírito da Verdade está dizendo que você deve sofrer.
Os espíritas que ensinam que o objetivo da encarnação é sofrer não entenderam nada do que o Espírito da Verdade falou.
Você encarna para suportar as vicissitudes, ou seja, os momentos agradáveis e desagradáveis da vida humanizada, os momentos de prazer e desprazer, os momentos alegres e os momentos tristes.
Vicissitude é essa alternância de situações.
Portanto, quem divulga que vicissitude é sofrimento não sabe o significado desta palavra.
E alguém tem o controle sobre as vicissitudes?
Só Deus.
Elas acontecem em função do gênero de provas que escolhemos antes de encarnar.
E onde está o sofrimento?
No nosso livre arbítrio.
Ou seja, só sofre quem quer.
Se você está, nesse momento, vivendo suas vicissitudes negativas, você tem o livre arbítrio de louvar a Deus, ou seja, amá-lo acima de todas as coisas, ou sofrer.
Você pode passar por suas vicissitudes negativas com resignação e com coragem, agradecendo pela oportunidade de ser benevolente ou indulgente com aquele que te agride ou ofende, ou, então, se revoltar, blasfemando ou acusando este ou aquele pelo seu sofrimento.
Aí, portanto, está o seu livre arbítrio.
Ficou claro o que é expiação?
Então vamos falar das provas.
Cada espírito escolhe o gênero de provas que quer viver na terra, ou seja, antes de encarnar ele pode ter estudado sobre o orgulho, sobre a vaidade, sobre o preconceito e tantos inúmeros gêneros de provas.
Só que, no mundo espiritual como aqui na terra, você só vai provar se aprendeu a lição quando fizer uma prova.
A prova existe para você provar a si mesmo que aprendeu alguma coisa. Não ainda estudar que o ciúme não é um sentimento saudável e não colocar em prova que você é capaz de vencer esse sentimento.
Por isso é que a terra é também um planeta de provas.
O espírito não encarna para estudar na terra.
Ele estudou no mundo espiritual, onde tudo funciona. Ele vem para a terra provar se a lição foi bem compreendida por ele.
Assim, se o espírito quer provar que ele venceu o ciúme, terá que viver situações que provoquem ciúme nele; se ele quer provar que venceu o desejo por fama, terá que viver situações em que será difamado; se ele quer provar que venceu a tentação da vaidade; terá que viver situações que ferem sua vaidade, e assim por diante.
E alguém precisa sofrer por causa disso?
É claro que não.
O espírito não é traído, o espírito não é gordo ou magro, o espírito não é difamado etc. Quem está sendo colocado diante de tais situações ilusórias é o nosso ego, ou seja, nossa personalidade temporária.
E por que a maioria dos espíritos humanizados sofre com tais provas?
Porque se esquece que o Eu (espírito eterno) não é o ego (personalidade temporária).
Vejamos o que nos ensina o pensamento oriental:
”como dois pássaros dourados pousados no mesmo galho, o ego e o Eu, intrinsecamente ligados, coabitam; o primeiro ingere os frutos doces e azedos da árvore da vida; o segundo tudo vê em seu distanciamento”.
Que frase bonita é essa!
O Ego é que ingere os frutos doces (momentos de prazer) e os azedos (momentos de desprazer) da vida humanizada, ou seja, as vicissitudes.
Preso a essa ilusão, o ego te levará a sentir alegria e tristeza em conformidade com a roda da vida.
Preso ao ego nunca alguém será feliz, pois como disse Jesus:
“a felicidade não é desse mundo”.
Mas não vamos entender essa frase de Jesus como a maioria dos espíritas, que acham que ele está dizendo que não tem jeito mesmo de ser feliz aqui na terra.
Portanto, só nos resta sofrer até voltarmos ao mundo espiritual.
Não! Jesus não falou nada disso.
Jesus ensinou que você não deve buscar a felicidade nas coisas materiais, ou seja, nas coisas ilusórias.
A sua felicidade deve ser incondicional.
Ela não pode estar condicionada a nada que seja do mundo material, pois esses são instrumentos das nossas provas.
Os apegos materiais, sentimentais e culturais, além da nossa falta de Fé (já que fé raciocinada não é Fé) nos fazem infelizes quando qualquer coisa que desagrade o nosso ego aconteça.
Para você passar pelas suas vicissitudes sem sofrer, você precisa se desligar dos dois lados dessa moeda.
Se você se regozijar ou ficar eufórico nos momentos das vicissitudes positivas, tenha certeza que você irá sofrer bastante nas negativas.
Vocês mesmo dizem:
“quanto mais alto o vôo, maior o tombo”.
É isso que acontece com aqueles que idolatram pessoas (egos), possuem os filhos, os maridos, as esposas etc.
Um dia Deus vem e os retira de você.
Aí você sofre porque não aprendeu que idolatria ou posse não é amor.
Para passar pelas provações e ser feliz incondicionalmente é necessário passar pelas vicissitudes com equanimidade, ou seja, com igualdade de ânimos.
O pensamento taoísta diz que a alegria já possui os germens da tristeza.
E é isso mesmo.
Pois é assim a roda da vida.
Vencê-la é ser feliz incondicionalmente, não importa o que aconteça.
Quem é feliz incondicionalmente, não altera momentos de alegria e tristeza, prazer e desprazer.
Nada que aconteça no mundo ilusório da matéria é capaz de acabar com sua paz interior.
Quem aprendeu a lição é misericordioso, ou seja, esquece toda ofensa ou agressão que recebeu.
Dizer que perdoa, mas ficar remoendo por dentro, achando que o outro cometeu algum erro, significa que ainda não compreendeu que Deus é a causa primária de todas as coisas.
Em outras palavras, ainda precisa de mais provações ao longo da existência carnal para aprender a ser feliz incondicionalmente.
Texto canalizado na ONG Círculo de São Francisco
São Carlos/SP – 20/07/2006.
O CARMA DOS SANTOS
Para se entender o tema dessa comunicação, precisamos aceitar que os atos materiais vividos pelo espírito humanizado já foram previstos para acontecer e que o nosso livre arbítrio, após a encarnação, é de fundo moral. Partindo desse pressuposto, podemos entender o que é o “carma do santo”.
Algumas pessoas para vencer o orgulho, a vaidade e outros atributos do ego foram programadas para fazer o “bem”, ou seja, vão se dedicar a cuidar de crianças, idosos, mendigos etc.
Em outras palavras, essa vontade e dedicação foram programadas em seu ego e Deus, ao longo da encarnação do espírito que vive o “carma do santo” vai oferecendo as condições para que o ato material seja composto, ou seja, o teatro da prova.
Assim, o “santo” estará em condições de viver sua prova que, resumidamente, consiste em vivenciar com amor fraternal (universal) ou com orgulho os atos materiais.
Existem muitos “santos” em prova, seja no meio espírita, católico, evangélico ou outro qualquer.
Temos desde freiras orgulhosas por “montarem” com o seu “esforço” e “suor” o orfanato que atende quantidade X de crianças até espíritas orgulhosos por distribuírem quantidade X de cestas básicas ou sopa para mendigos, graças, exclusivamente, ao seu “próprio” esforço e vontade.
Os “santos” em prova ignoram que toda a condição para o trabalho que realizam foi criado e fornecido por Deus. Foi Ele que providenciou os doadores, as condições materiais e até os espíritos humanizados que serão auxiliados, os instrumentos para a ação carmática do “santo”.
Quantos “santos” não se sentem injustiçados por não terem seu trabalho reconhecido pela sociedade ou pelos membros de sua igreja; quantos “santos” não acreditam que já herdaram o reino do céu por serem tão “bondosos”, mas que a humanidade não soube ainda reconhecer seu inestimável valor?
A maioria desses, um dia, acordará no umbral e o orgulho não os deixará ver porque foram “injustiçados” por Deus, se fizeram tanta “caridade”, se distribuíram tanto pão e sopa etc.
Como vocês leram na mensagem de Santo Agostinho, publicada por Kardec, vocês se prendem demasiadamente ao ato e se esquecem da intenção, que é onde reside o livre arbítrio do espírito humanizado.
E leram no Evangelho mensagem similar que comprova que não estamos transmitindo nada “estranho” à doutrina dos espíritos, apesar de soar “estranho” à doutrina espírita.
Então, se você também vive o carma do santo, pare de lamentar, de se sentir injustiçado ou sem reconhecimento.
Aprenda que todo o teatro material necessário para sua prova foi fornecido por Deus e não foi fruto do seu “trabalho” e “suor” e não critique aquele que não faz “caridade”.
Atente-se, desde já, para sua parte:
representar o seu papel de “santo” com amor e nunca com orgulho, vaidade ou altivez.
Lembrem-se que Cristo ensinou:
o bom samaritano ajuda o que foi agredido; não critica quem não ajuda e ainda estende a mão ao agressor.
E tudo isso feito sempre com amor desinteressado.
Texto canalizado na ONG Círculo de São Francisco
São Carlos/SP – 17/10/2006.
Algumas pessoas para vencer o orgulho, a vaidade e outros atributos do ego foram programadas para fazer o “bem”, ou seja, vão se dedicar a cuidar de crianças, idosos, mendigos etc.
Em outras palavras, essa vontade e dedicação foram programadas em seu ego e Deus, ao longo da encarnação do espírito que vive o “carma do santo” vai oferecendo as condições para que o ato material seja composto, ou seja, o teatro da prova.
Assim, o “santo” estará em condições de viver sua prova que, resumidamente, consiste em vivenciar com amor fraternal (universal) ou com orgulho os atos materiais.
Existem muitos “santos” em prova, seja no meio espírita, católico, evangélico ou outro qualquer.
Temos desde freiras orgulhosas por “montarem” com o seu “esforço” e “suor” o orfanato que atende quantidade X de crianças até espíritas orgulhosos por distribuírem quantidade X de cestas básicas ou sopa para mendigos, graças, exclusivamente, ao seu “próprio” esforço e vontade.
Os “santos” em prova ignoram que toda a condição para o trabalho que realizam foi criado e fornecido por Deus. Foi Ele que providenciou os doadores, as condições materiais e até os espíritos humanizados que serão auxiliados, os instrumentos para a ação carmática do “santo”.
Quantos “santos” não se sentem injustiçados por não terem seu trabalho reconhecido pela sociedade ou pelos membros de sua igreja; quantos “santos” não acreditam que já herdaram o reino do céu por serem tão “bondosos”, mas que a humanidade não soube ainda reconhecer seu inestimável valor?
A maioria desses, um dia, acordará no umbral e o orgulho não os deixará ver porque foram “injustiçados” por Deus, se fizeram tanta “caridade”, se distribuíram tanto pão e sopa etc.
Como vocês leram na mensagem de Santo Agostinho, publicada por Kardec, vocês se prendem demasiadamente ao ato e se esquecem da intenção, que é onde reside o livre arbítrio do espírito humanizado.
E leram no Evangelho mensagem similar que comprova que não estamos transmitindo nada “estranho” à doutrina dos espíritos, apesar de soar “estranho” à doutrina espírita.
Então, se você também vive o carma do santo, pare de lamentar, de se sentir injustiçado ou sem reconhecimento.
Aprenda que todo o teatro material necessário para sua prova foi fornecido por Deus e não foi fruto do seu “trabalho” e “suor” e não critique aquele que não faz “caridade”.
Atente-se, desde já, para sua parte:
representar o seu papel de “santo” com amor e nunca com orgulho, vaidade ou altivez.
Lembrem-se que Cristo ensinou:
o bom samaritano ajuda o que foi agredido; não critica quem não ajuda e ainda estende a mão ao agressor.
E tudo isso feito sempre com amor desinteressado.
Texto canalizado na ONG Círculo de São Francisco
São Carlos/SP – 17/10/2006.
DEUS E AS RELIGIÕES
Não existe a religião certa e a religião errada.
Todas são apenas campos de provas e expiações para o espírito humanizado.
Quem idolatra uma religião não chega a Deus.
As religiões religam seus fiéis às concepções de Deus que cada uma possui e não a Deus.
O único caminho para Deus é o coração.
Por isso o único templo habitado por Deus é o seu coração, é nele que reside sua espiritualidade.
Cada religião interpreta a frase de Jesus, “conheça a verdade e a verdade vos libertará” como se ele estivesse defendendo sua doutrina em detrimento das outras.
Porém, a verdade defendida por Jesus é o amor.
Conheça o amor e o amor vos libertará.
Enquanto vocês estiverem procurando Deus nas religiões, fora de vocês, mas árdua será essa busca, pois não amarão universalmente.
No entanto, quando cada um se voltar para dentro de si, tudo se iluminará e Deus poderá se manifestar livremente através dos atos, pensamentos e sentimentos de seus filhos, e as religiões deixarão de ser motivos para guerras e derramamentos de sangue, uma vez que tais campos de provas e expiações são desnecessários nos chamados mundos regenerados.
Texto canalizado na ONG Círculo de São Francisco
São Carlos/SP – 10/10/2006.
Todas são apenas campos de provas e expiações para o espírito humanizado.
Quem idolatra uma religião não chega a Deus.
As religiões religam seus fiéis às concepções de Deus que cada uma possui e não a Deus.
O único caminho para Deus é o coração.
Por isso o único templo habitado por Deus é o seu coração, é nele que reside sua espiritualidade.
Cada religião interpreta a frase de Jesus, “conheça a verdade e a verdade vos libertará” como se ele estivesse defendendo sua doutrina em detrimento das outras.
Porém, a verdade defendida por Jesus é o amor.
Conheça o amor e o amor vos libertará.
Enquanto vocês estiverem procurando Deus nas religiões, fora de vocês, mas árdua será essa busca, pois não amarão universalmente.
No entanto, quando cada um se voltar para dentro de si, tudo se iluminará e Deus poderá se manifestar livremente através dos atos, pensamentos e sentimentos de seus filhos, e as religiões deixarão de ser motivos para guerras e derramamentos de sangue, uma vez que tais campos de provas e expiações são desnecessários nos chamados mundos regenerados.
Texto canalizado na ONG Círculo de São Francisco
São Carlos/SP – 10/10/2006.
sábado, 4 de julho de 2009
HIERARQUIA DAS ENTIDADES
Proximidade de Deus - Classe Subclasse
MAIS PRÓXIMOS DE DEUS
Trabalhadores da Lei de Amor e Caridade
-Chefes de Linha
-Chefes de Legião
-Chefes de Falange
-Mentores
-Guias
-Protetores
Despertados para a Lei de Amor e Caridade
- Coroados
- Batizados
MAIS AFASTADOS DE DEUS
Indiferentes à Lei de Amor e Caridade
- Atormentados
Rebeldes à Lei de Amor e Caridade
-Zombeteiros
-Perversos
A descrição abaixo é baseada no Livro dos Espíritos, de Alan Kardec.
TRABALHADORES DA LEI DE AMOR E CARIDADE
CHEFES DE LINHA
Estes espíritos são os mais próximos de Deus, cujas ordens executam para manutenção da Lei de Amor e Caridade universal. São completamente purificados de todas as influências da matéria e reúnem em si as mais elevadas bondade, qualidade morais e suprema sabedoria espiritual, superior a dos demais espíritos.
Os espíritos desse grau não mais necessitam sofrer provas, nem expiações e não estão mais sujeitos à reencarnação. Por estarem livre da influência da matéria, vivem em plena felicidade ao lado de Deus, nos mais elevados planos espirituais.
Por causa de suas características, eles comandam as linhas de espíritos que desempenham um trabalho em prol da Lei de Amor e Caridade. Como chefes dessas linhas, compete a eles designar as missões das legiões espirituais, bem como auxiliar os espíritos que lhes são inferiores em seu aperfeiçoamento espiritual.
Esses espíritos não incorporam, nem se manifestam aos encarnados, deixando esse tipo de ação para os que lhes são inferiores. Ainda assim, assistem aqueles em suas aflições e os estimulam à prática do bem.
São classificados como espíritos puros no Livro dos Espíritos e como anjos, arcanjos, querubins, serafins ou devas em várias religiões, onde são considerados divindades benfazejas.
CHEFES DE LEGIÃO
A purificação de toda a influência da matéria é o que os caracteriza, reunindo em si elevada bondade, as mais elevadas qualidades morais e altíssima sabedoria espiritual, superior a dos Chefes de Falange.
Os espíritos desse grau não mais necessitam sofrer provas, nem expiações e não estão mais sujeitos à reencarnação. Por estarem livre da influência da matéria, vivem em suprema felicidade nos planos superiores da vida espiritual.
Por causa de suas características, eles comandam as legiões de espíritos que desempenham um trabalho em prol da Lei de Amor e Caridade. Como chefes dessas legiões, compete a eles designar as missões das falanges espirituais, bem como auxiliar os espíritos que lhes são inferiores em seu aperfeiçoamento espiritual.
Esses espíritos não incorporam, nem se manifestam aos encarnados, deixando esse tipo de ação para os que lhes são inferiores. Ainda assim, assistem aqueles em suas aflições e os estimulam à prática do bem.
São classificados como espíritos puros no Livro dos Espíritos e como anjos, arcanjos, querubins ou devas em várias religiões, onde são considerados divindades benfazejas.
CHEFES DE FALANGE
A purificação de toda a influência da matéria é o que os caracteriza, reunindo em si elevada bondade, as mais elevadas qualidades morais e elevada sabedoria espiritual.
Os espíritos desse grau não mais necessitam sofrer provas, nem expiações e não estão mais sujeitos à reencarnação em corpos materiais perecíveis. Por estarem completamente livre da influência da matéria, vivem em suprema felicidade nos planos superiores da vida espiritual.
Por causa de suas características, eles comandam as falanges de espíritos que desempenham um trabalho em prol da Lei de Amor e Caridade. Como chefes dessas falanges, compete a eles designar as missões dos espíritos que lhes são inferiores, bem como auxiliá-los em seu aperfeiçoamento espiritual.
Suas manifestações, embora raríssimas, são sublimes e suas comunicações são extremamente bondosas e repletas de ensinos morais e espirituais, porém são restritas àqueles que procuram a verdade espiritual com boa-fé e que não os evocam por curiosidade ou com propósitos que fogem ao bem.
Rarissimamente atuam através de trabalhos que exijam incorporação, deixando esse tipo de ação para os que lhes são inferiores. Ainda assim, assistem os encarnados em suas aflições e os estimulam à prática do bem.
São classificados como espíritos puros no Livro dos Espíritos e como anjos, arcanjos ou devas em várias religiões, onde são considerados divindades benfazejas.
MENTORES
A associação de bondade, de qualidades morais elevadas e de elevada sabedoria espiritual é o que os caracteriza. Essa superioridade que possuem os tornam mais qualificados a transmitirem verdadeiros ensinamentos sobre o mundo espiritual, dentro do limites do que lhes é permitido revelar.
Situam-se muitíssimo acima da condição geral média da humanidade, não apresentando qualquer apego às coisas do mundo material. Por causa disso, a encarnação destes espíritos no planeta Terra é rara e quando assim o fazem, cumprem a missão de servir de exemplo aos demais na evolução que se deve buscar.
Suas manifestações são sublimes e suas comunicações são extremamente bondosas e repletas de ensinos morais e espirituais, porém são restritas àqueles que procuram a verdade espiritual com boa-fé e que não os evocam por curiosidade ou com propósitos que fogem ao bem.
Raramente atuam através de trabalhos que exijam incorporação, uma vez que seus trabalhos de caridade não estão mais no campo de socorro a necessitados, nem no auxílio na evolução espiritual de um único indivíduo. A principal missão de um espírito neste grau é auxiliar na evolução espiritual de coletividades, seja de seres encarnados ou não.
São classificados como espíritos superiores no Livro dos Espíritos.
GUIAS
A associação da bondade com as qualidades morais mais elevadas é o que os caracteriza. Não possuem conhecimentos ilimitados, porém são dotados de uma capacidade intelectual que lhes faculta juízo reto sobre os seres humanos e as coisas.
Situam-se muito acima da condição geral média da humanidade, não apresentando qualquer apego às coisas do mundo material.
Suas manifestações não apresentam grosserias de quaisquer espécies e suas comunicações são extremamente bondosas e repletas de ensinos morais.
Não se fazem muito atuantes através de trabalhos que exijam incorporação, uma vez que seus trabalhos de caridade não estão mais no campo de socorro a necessitados, embora muitas vezes ainda o façam. A principal missão de um espírito neste grau é auxiliar na evolução espiritual daquele de quem é guia e, em algumas ocasiões, de pessoas próximas a ele.
São classificados como espíritos de sabedoria no Livro dos Espíritos.
PROTETORES
A bondade é neles a qualidade dominante. Ficam satisfeitos em poder prestar serviço aos seres humanos e protegê-los, porém seus conhecimentos são limitados.
Situam-se acima da condição geral média da humanidade e não mais apresentam apego às coisas do mundo material.
Suas manifestações não apresentam grosserias, seja de expressão, seja de linguagem, e suas comunicações são bondosas e repletas de bons ensinamentos.
São bastante atuantes através de trabalhos que exijam incorporação, utilizando o corpo de seus médiuns como instrumento para praticarem a caridade para as pessoas necessitadas, através de passes e consultas.
São classificados como espíritos benévolos no Livro dos Espíritos.
DESPERTADOS PARA A LEI DE AMOR E CARIDADE
COROADOS
São espíritos que abandonaram quase que totalmente os trabalhos voltados para o mal ou as ações zombeteiras, tendo já demonstrado em suas ações que se esforçam na prática dos trabalhos voltados para o bem. Por causa desse seu compromisso com o bem, costumam sofrer verdadeiramente pelos males que ocasionaram aos outros.
Situam-se pouco acima da condição geral média da humanidade, tanto no que se refere a moral quanto ao que se refere a conhecimento, e ainda conservam certo apego a algumas alegrias do mundo material.
Suas manifestações apresentam pouca grosseria nas expressões e na linguagem e nas suas comunicações já é possível observar alguns ensinamentos dos espíritos mais elevados.
São classificados como espíritos neutros no Livro dos Espíritos.
BATIZADOS
São espíritos que apesar de já terem sido despertados para os trabalhos do bem, ainda não abandonaram completamente os trabalhos voltados para o mal ou as ações zombeteiras, se dedicando a cada um deles de acordo com a influência que recebam de outros espíritos.
Situam-se na condição geral média da humanidade, tanto no que se refere a moral quanto ao que se refere a conhecimento, e são apegados às coisas do mundo material, de cujas alegrias sentem falta.
Seus conhecimentos sobre as coisas espirituais são restritos e, invariavelmente, acabam por misturá-los com suas próprias idéias e preconceitos. Suas manifestações ainda apresentam alguma grosseria nas expressões e na linguagem e suas comunicações não transmitem mais do que noções incompletas e, muitas vezes, errôneas sobre as coisas espirituais.
São classificados como espíritos neutros no Livro dos Espíritos.
INDIFERENTES À LEI DE AMOR E CARIDADE
ATORMENTADOS
São espíritos que conservam muito vívidas a lembrança e a percepção dos sofrimentos da vida corpórea, sofrendo por esses males tanto quanto sofrem pela condição em se encontram no mundo espiritual.
Por causa das lembranças tão nítidas da vida corpórea, em muitas ocasiões esses espíritos acabam obsediando pessoas pelas quais se afeiçoavam quando encarnados, buscando nessa proximidade uma forma de amenizar seu sofrimento, sem, no entanto, entenderem os males que daí decorrem.
Suas manifestações são caracterizadas pela expressão de dor e a linguagem repleta de lamentos, notando-se claramente o desespero e o sofrimento pelos quais passam.
REBELDES A LEI DE AMOR E CARIDADE
ZOMBETEIROS
São espíritos maliciosos, levianos e mistificadores.
Como espíritos metem-se em tudo e a tudo respondem, sem se incomodarem com a verdade. Gostam de causar pequenos desgostos e ligeiras alegrias, de intrigar, de induzir maldosamente em erro, por meio de mistificações e de espertezas.
Em suas comunicações a linguagem de que se servem é amiúde, espirituosa e faceta, mas quase sempre sem profundeza de idéias. Aproveitam-se das esquisitices e dos ridículos humanos e os apreciam, mordazes e satíricos. Quando tomam nomes de seres considerados superiores, o fazem mais por malícia do que por maldade.
São classificados como espíritos levianos no Livro dos Espíritos.
PERVERSOS
Os espíritos perversos são aqueles que se dedicam ao mal por prazer, fazendo dele o objeto de suas preocupações.
Como espíritos, dão conselhos pérfidos, semeiam a discórdia e a desconfiança. Suas manifestações são caracterizadas pela grosseria das expressões e da linguagem e suas comunicações exprimem a baixeza de seus pendores, denotando sua inferioridade moral.
Tentam se mascarar de todas as maneiras para melhor enganar, podendo até mesmo falar com certa sensatez em algumas ocasiões, porém não conseguem sustentar por muito tempo o papel e acabam sempre por se traírem.
Por ódio ao bem, quase sempre escolhem suas vítimas entre as pessoas bondosas, procurando induzi-las à perdição e a sucumbirem nas provações, de forma a retardar-lhes o progresso espiritual, o que lhes causa grande satisfação quando o conseguem.
Quando encarnados se tornam flagelos para a humanidade, pouco importando a categoria social a que pertençam quando nessa condição.
São classificados como espíritos impuros no Livro dos Espíritos e como demônios, maus gênios ou espíritos do mal em várias religiões, onde são considerados divindades maléfica
Livro dos Espíritos
MAIS PRÓXIMOS DE DEUS
Trabalhadores da Lei de Amor e Caridade
-Chefes de Linha
-Chefes de Legião
-Chefes de Falange
-Mentores
-Guias
-Protetores
Despertados para a Lei de Amor e Caridade
- Coroados
- Batizados
MAIS AFASTADOS DE DEUS
Indiferentes à Lei de Amor e Caridade
- Atormentados
Rebeldes à Lei de Amor e Caridade
-Zombeteiros
-Perversos
A descrição abaixo é baseada no Livro dos Espíritos, de Alan Kardec.
TRABALHADORES DA LEI DE AMOR E CARIDADE
CHEFES DE LINHA
Estes espíritos são os mais próximos de Deus, cujas ordens executam para manutenção da Lei de Amor e Caridade universal. São completamente purificados de todas as influências da matéria e reúnem em si as mais elevadas bondade, qualidade morais e suprema sabedoria espiritual, superior a dos demais espíritos.
Os espíritos desse grau não mais necessitam sofrer provas, nem expiações e não estão mais sujeitos à reencarnação. Por estarem livre da influência da matéria, vivem em plena felicidade ao lado de Deus, nos mais elevados planos espirituais.
Por causa de suas características, eles comandam as linhas de espíritos que desempenham um trabalho em prol da Lei de Amor e Caridade. Como chefes dessas linhas, compete a eles designar as missões das legiões espirituais, bem como auxiliar os espíritos que lhes são inferiores em seu aperfeiçoamento espiritual.
Esses espíritos não incorporam, nem se manifestam aos encarnados, deixando esse tipo de ação para os que lhes são inferiores. Ainda assim, assistem aqueles em suas aflições e os estimulam à prática do bem.
São classificados como espíritos puros no Livro dos Espíritos e como anjos, arcanjos, querubins, serafins ou devas em várias religiões, onde são considerados divindades benfazejas.
CHEFES DE LEGIÃO
A purificação de toda a influência da matéria é o que os caracteriza, reunindo em si elevada bondade, as mais elevadas qualidades morais e altíssima sabedoria espiritual, superior a dos Chefes de Falange.
Os espíritos desse grau não mais necessitam sofrer provas, nem expiações e não estão mais sujeitos à reencarnação. Por estarem livre da influência da matéria, vivem em suprema felicidade nos planos superiores da vida espiritual.
Por causa de suas características, eles comandam as legiões de espíritos que desempenham um trabalho em prol da Lei de Amor e Caridade. Como chefes dessas legiões, compete a eles designar as missões das falanges espirituais, bem como auxiliar os espíritos que lhes são inferiores em seu aperfeiçoamento espiritual.
Esses espíritos não incorporam, nem se manifestam aos encarnados, deixando esse tipo de ação para os que lhes são inferiores. Ainda assim, assistem aqueles em suas aflições e os estimulam à prática do bem.
São classificados como espíritos puros no Livro dos Espíritos e como anjos, arcanjos, querubins ou devas em várias religiões, onde são considerados divindades benfazejas.
CHEFES DE FALANGE
A purificação de toda a influência da matéria é o que os caracteriza, reunindo em si elevada bondade, as mais elevadas qualidades morais e elevada sabedoria espiritual.
Os espíritos desse grau não mais necessitam sofrer provas, nem expiações e não estão mais sujeitos à reencarnação em corpos materiais perecíveis. Por estarem completamente livre da influência da matéria, vivem em suprema felicidade nos planos superiores da vida espiritual.
Por causa de suas características, eles comandam as falanges de espíritos que desempenham um trabalho em prol da Lei de Amor e Caridade. Como chefes dessas falanges, compete a eles designar as missões dos espíritos que lhes são inferiores, bem como auxiliá-los em seu aperfeiçoamento espiritual.
Suas manifestações, embora raríssimas, são sublimes e suas comunicações são extremamente bondosas e repletas de ensinos morais e espirituais, porém são restritas àqueles que procuram a verdade espiritual com boa-fé e que não os evocam por curiosidade ou com propósitos que fogem ao bem.
Rarissimamente atuam através de trabalhos que exijam incorporação, deixando esse tipo de ação para os que lhes são inferiores. Ainda assim, assistem os encarnados em suas aflições e os estimulam à prática do bem.
São classificados como espíritos puros no Livro dos Espíritos e como anjos, arcanjos ou devas em várias religiões, onde são considerados divindades benfazejas.
MENTORES
A associação de bondade, de qualidades morais elevadas e de elevada sabedoria espiritual é o que os caracteriza. Essa superioridade que possuem os tornam mais qualificados a transmitirem verdadeiros ensinamentos sobre o mundo espiritual, dentro do limites do que lhes é permitido revelar.
Situam-se muitíssimo acima da condição geral média da humanidade, não apresentando qualquer apego às coisas do mundo material. Por causa disso, a encarnação destes espíritos no planeta Terra é rara e quando assim o fazem, cumprem a missão de servir de exemplo aos demais na evolução que se deve buscar.
Suas manifestações são sublimes e suas comunicações são extremamente bondosas e repletas de ensinos morais e espirituais, porém são restritas àqueles que procuram a verdade espiritual com boa-fé e que não os evocam por curiosidade ou com propósitos que fogem ao bem.
Raramente atuam através de trabalhos que exijam incorporação, uma vez que seus trabalhos de caridade não estão mais no campo de socorro a necessitados, nem no auxílio na evolução espiritual de um único indivíduo. A principal missão de um espírito neste grau é auxiliar na evolução espiritual de coletividades, seja de seres encarnados ou não.
São classificados como espíritos superiores no Livro dos Espíritos.
GUIAS
A associação da bondade com as qualidades morais mais elevadas é o que os caracteriza. Não possuem conhecimentos ilimitados, porém são dotados de uma capacidade intelectual que lhes faculta juízo reto sobre os seres humanos e as coisas.
Situam-se muito acima da condição geral média da humanidade, não apresentando qualquer apego às coisas do mundo material.
Suas manifestações não apresentam grosserias de quaisquer espécies e suas comunicações são extremamente bondosas e repletas de ensinos morais.
Não se fazem muito atuantes através de trabalhos que exijam incorporação, uma vez que seus trabalhos de caridade não estão mais no campo de socorro a necessitados, embora muitas vezes ainda o façam. A principal missão de um espírito neste grau é auxiliar na evolução espiritual daquele de quem é guia e, em algumas ocasiões, de pessoas próximas a ele.
São classificados como espíritos de sabedoria no Livro dos Espíritos.
PROTETORES
A bondade é neles a qualidade dominante. Ficam satisfeitos em poder prestar serviço aos seres humanos e protegê-los, porém seus conhecimentos são limitados.
Situam-se acima da condição geral média da humanidade e não mais apresentam apego às coisas do mundo material.
Suas manifestações não apresentam grosserias, seja de expressão, seja de linguagem, e suas comunicações são bondosas e repletas de bons ensinamentos.
São bastante atuantes através de trabalhos que exijam incorporação, utilizando o corpo de seus médiuns como instrumento para praticarem a caridade para as pessoas necessitadas, através de passes e consultas.
São classificados como espíritos benévolos no Livro dos Espíritos.
DESPERTADOS PARA A LEI DE AMOR E CARIDADE
COROADOS
São espíritos que abandonaram quase que totalmente os trabalhos voltados para o mal ou as ações zombeteiras, tendo já demonstrado em suas ações que se esforçam na prática dos trabalhos voltados para o bem. Por causa desse seu compromisso com o bem, costumam sofrer verdadeiramente pelos males que ocasionaram aos outros.
Situam-se pouco acima da condição geral média da humanidade, tanto no que se refere a moral quanto ao que se refere a conhecimento, e ainda conservam certo apego a algumas alegrias do mundo material.
Suas manifestações apresentam pouca grosseria nas expressões e na linguagem e nas suas comunicações já é possível observar alguns ensinamentos dos espíritos mais elevados.
São classificados como espíritos neutros no Livro dos Espíritos.
BATIZADOS
São espíritos que apesar de já terem sido despertados para os trabalhos do bem, ainda não abandonaram completamente os trabalhos voltados para o mal ou as ações zombeteiras, se dedicando a cada um deles de acordo com a influência que recebam de outros espíritos.
Situam-se na condição geral média da humanidade, tanto no que se refere a moral quanto ao que se refere a conhecimento, e são apegados às coisas do mundo material, de cujas alegrias sentem falta.
Seus conhecimentos sobre as coisas espirituais são restritos e, invariavelmente, acabam por misturá-los com suas próprias idéias e preconceitos. Suas manifestações ainda apresentam alguma grosseria nas expressões e na linguagem e suas comunicações não transmitem mais do que noções incompletas e, muitas vezes, errôneas sobre as coisas espirituais.
São classificados como espíritos neutros no Livro dos Espíritos.
INDIFERENTES À LEI DE AMOR E CARIDADE
ATORMENTADOS
São espíritos que conservam muito vívidas a lembrança e a percepção dos sofrimentos da vida corpórea, sofrendo por esses males tanto quanto sofrem pela condição em se encontram no mundo espiritual.
Por causa das lembranças tão nítidas da vida corpórea, em muitas ocasiões esses espíritos acabam obsediando pessoas pelas quais se afeiçoavam quando encarnados, buscando nessa proximidade uma forma de amenizar seu sofrimento, sem, no entanto, entenderem os males que daí decorrem.
Suas manifestações são caracterizadas pela expressão de dor e a linguagem repleta de lamentos, notando-se claramente o desespero e o sofrimento pelos quais passam.
REBELDES A LEI DE AMOR E CARIDADE
ZOMBETEIROS
São espíritos maliciosos, levianos e mistificadores.
Como espíritos metem-se em tudo e a tudo respondem, sem se incomodarem com a verdade. Gostam de causar pequenos desgostos e ligeiras alegrias, de intrigar, de induzir maldosamente em erro, por meio de mistificações e de espertezas.
Em suas comunicações a linguagem de que se servem é amiúde, espirituosa e faceta, mas quase sempre sem profundeza de idéias. Aproveitam-se das esquisitices e dos ridículos humanos e os apreciam, mordazes e satíricos. Quando tomam nomes de seres considerados superiores, o fazem mais por malícia do que por maldade.
São classificados como espíritos levianos no Livro dos Espíritos.
PERVERSOS
Os espíritos perversos são aqueles que se dedicam ao mal por prazer, fazendo dele o objeto de suas preocupações.
Como espíritos, dão conselhos pérfidos, semeiam a discórdia e a desconfiança. Suas manifestações são caracterizadas pela grosseria das expressões e da linguagem e suas comunicações exprimem a baixeza de seus pendores, denotando sua inferioridade moral.
Tentam se mascarar de todas as maneiras para melhor enganar, podendo até mesmo falar com certa sensatez em algumas ocasiões, porém não conseguem sustentar por muito tempo o papel e acabam sempre por se traírem.
Por ódio ao bem, quase sempre escolhem suas vítimas entre as pessoas bondosas, procurando induzi-las à perdição e a sucumbirem nas provações, de forma a retardar-lhes o progresso espiritual, o que lhes causa grande satisfação quando o conseguem.
Quando encarnados se tornam flagelos para a humanidade, pouco importando a categoria social a que pertençam quando nessa condição.
São classificados como espíritos impuros no Livro dos Espíritos e como demônios, maus gênios ou espíritos do mal em várias religiões, onde são considerados divindades maléfica
Livro dos Espíritos
CONVIVER PARA APROXIMAR
Para nos aproximar, precisamos conviver. Sem dúvida as reuniões para dialogar sobre tema doutrinários, as palestras para compartilhar experiências, os debates são indispensáveis.
Também é indispensável, expressar nosso pensamento, de maneira livre, ponderada, buscando mostrar aquilo que consideramos adequado para aquele momento e para aquele grupo com o qual convivemos. Conversando é que se entende.
Aproximar para unir, não unificar. União com respeito. Respeito a diversidade de rituais. Respeito ao entendimento de cada um. Uma comunidade onde possa haver convergência pelos elementos semelhantes.
A união com respeito, pressupõe que não haja necessidade de ninguém decretar o que é certo. Mesmo porque o que é certo? Existe “um certo” só? Se alguém se arvora do direito de estabelecer o que é certo, é preciso refletir, pois algo deve estar errado.
Tenho preferência por buscar aproximação através da convivência, ao participar dos rituais das casas que tenho tido a sorte de conhecer e onde tenho tido a felicidade de fazer amigos de fazer amigos. Ao participar de um ritual, minha sensibilidade se intensifica e meu coração se expande, tornando-me mais receptivo ao amor incondicional que emana de Aruanda.
Ritos de convergência! Que os Orixás nos ajudem para que se multipliquem. Que no seu contexto também aconteçam os “Ritos” de convivência, de compreensão, de respeito, de admiração, de aprendizado, de crescimento, de alegria, de amor fraterno.
É normal que, para conviver, sejam necessários alguns ajustes. Também é normal que, a escolha de cada um, estes ajustes existam somente durante a convivência.
Quando falamos em Rito, vem a nossa mente a nossa pratica habitual, os elementos que são usados na casa onde praticamos nossa Fé. Aquilo que aprendemos ser adequado e necessário à prática da “nossa” Umbanda.
Mas e os nosso irmãos de Fé de outros Agrupamentos e Instituições?
Será que estariam errados em acrescentar ou retirar elementos de seus rituais, em ações que são frutos do seu entendimento e sensibilidade, que podem se aproximar ou se distanciar do nosso?
Quando cada um de nós cede um pouquinho a sua pratica habitual, é mais provável que haja consenso.
Num Rito conjunto, o consenso pode ser não usar bebidas. Se costumamos usar a bebida nos rituais de nossas Casas, acredito que os Guias de Luz que nos assistem a substituam pela vibração da reunião, do local, e até mesmo possam usar água para isso. Ah! Mas é diferente, a bebida é usada como elo vibratório, repositor de energia, para descarregar. Creio que nossa boa vontade vai elevar nosso pensamento, nos colocar em sintonia com o mundo espiritual, que vai suprir a diferença quando necessário.
Num Rito comunitário, o consenso pode ser não usar cigarro ou charuto. Se costumarmos usar cigarro e charuto, nos rituais de nossas Casas, acredito que os Guias de Luz que nos assistem os substituirão pelas nossas ligações mentais com a natureza. Ah! Mas não é a mesma coisa, pois a fumaça é usada na limpeza do ambiente. Creio que a alegria da nossa união vai complementar a energia necessária para esse fim, e, além disso, poderá ser extraído da defumação (se houver), os elementos necessários.
E se a afirmação for insuficiente ou excessiva?
E se não houver Pemba e Ponto Riscado?
E se não houver a saudação ou a chamada a uma Linha?
E se não for puxado o Ponto de determinada Entidade?
E se não houver determinada imagem no Congá? E se não houver Congá?
E se não for firmada vela para Anjos da Guarda?
E se não for usada alfazema ou outra essência?
E se não houver doces para as Crianças?
E se o passe for coletivo, diferente do que estamos habituados?
E se não houver consulta?
E se esses elementos são indispensáveis?
E se nós não usamos Atabaques?
E se nós não usamos adeja?
E se nós não batemos palmas?
E se nós não batemos os pés?
E se a letra, a cadencia ou a melodia dos Pontos é outra?
E se nós não usamos Tronqueira?
E se nós nos abraçamos mais ou nos abraçamos menos?
E se nós batemos Cabeça no inicio e não no fim do ritual?
E se cantamos o Hino da Umbanda no inicio e não no fim do ritual?
E o cruzamento de energias?
E se tudo isso é diferente do que estamos acostumados?
Não há Umbanda sem isso!
Não é Umbanda com aquilo!
Mas então, em nome do respeito, da convergência, pode tudo?
Confesso que, até o momento, minha vivencia, entendimento e consciência não me permitem aceitar duas coisas:
1) não aceito a cobrança: pois pedi, de graça recebi o dom da Mediunidade e de graça acredito que devo servir de instrumento ao mundo espiritual e àqueles que se assistem.
2) não aceito o sacrifício de animais: pois aprendi que a Umbanda é uma celebração a vida. Há outras formas e elementos que podem suprir perfeitamente essa necessidade.
Mas então não precisa de nada?
Precisa de amor, de Fé, de humildade, de praticar a caridade, de respeito, de estudo, de paciência, de dedicação, de bom-senso.
Quais Elementos ritualísticos são indispensáveis em nossa opinião?
Creio que após um pequeno esforço, algumas concessões, nós conseguiremos. O amor e a compreensão serão maiores que qualquer diferença.
Após vermos que não é tão difícil, poderemos repetir isso outras vezes se agirmos com a mesma alegria e satisfação com as quais tivermos nossos pedidos atendidos. Trabalharemos para que, em outras oportunidades, novos Elementos ritualísticos possam ser adicionados e talvez alguns retirados.
Nada vai mudar em nossas Casas. O Rito conjunto só vai ser um pouquinho diferente. E diferente não precisa ser errado.
Que possamos aproveitar esses momentos e formar uma Corrente única, unida pela Fé, para que com alegria, agradeçamos aos Orixás da nossa Umbanda querida, pela oportunidade de estarmos juntos, de levarmos sua Bandeira de amor e paz e de cumprirmos nossa missões com carinho e dedicação e seriedade.
Que Zambi nos permita, muitas Reuniões de amor, de paz, de harmonia, de entendimento. Que nossos Grupos e Instituições possam se aproximar, formando Comunidades que resultarão num mundo cada vez melhor.
Meu Sarava fraterno a todos os amigos, as amigas, os irmãos e as irmãs de Fé. Que nossos laços de amizade se fortaleçam cada vez mais.
Salve Zambi!
Salve todos os Orixás!
Salve todas as Linhas!
Salve todos os Guias e Protetores!
Salve todas as Falanges e Falangeiros!
E salve a Umbanda!
Leni W. Saviscki
Sociedade Fraternal Cantinho da Luz
Erechim – RS
Também é indispensável, expressar nosso pensamento, de maneira livre, ponderada, buscando mostrar aquilo que consideramos adequado para aquele momento e para aquele grupo com o qual convivemos. Conversando é que se entende.
Aproximar para unir, não unificar. União com respeito. Respeito a diversidade de rituais. Respeito ao entendimento de cada um. Uma comunidade onde possa haver convergência pelos elementos semelhantes.
A união com respeito, pressupõe que não haja necessidade de ninguém decretar o que é certo. Mesmo porque o que é certo? Existe “um certo” só? Se alguém se arvora do direito de estabelecer o que é certo, é preciso refletir, pois algo deve estar errado.
Tenho preferência por buscar aproximação através da convivência, ao participar dos rituais das casas que tenho tido a sorte de conhecer e onde tenho tido a felicidade de fazer amigos de fazer amigos. Ao participar de um ritual, minha sensibilidade se intensifica e meu coração se expande, tornando-me mais receptivo ao amor incondicional que emana de Aruanda.
Ritos de convergência! Que os Orixás nos ajudem para que se multipliquem. Que no seu contexto também aconteçam os “Ritos” de convivência, de compreensão, de respeito, de admiração, de aprendizado, de crescimento, de alegria, de amor fraterno.
É normal que, para conviver, sejam necessários alguns ajustes. Também é normal que, a escolha de cada um, estes ajustes existam somente durante a convivência.
Quando falamos em Rito, vem a nossa mente a nossa pratica habitual, os elementos que são usados na casa onde praticamos nossa Fé. Aquilo que aprendemos ser adequado e necessário à prática da “nossa” Umbanda.
Mas e os nosso irmãos de Fé de outros Agrupamentos e Instituições?
Será que estariam errados em acrescentar ou retirar elementos de seus rituais, em ações que são frutos do seu entendimento e sensibilidade, que podem se aproximar ou se distanciar do nosso?
Quando cada um de nós cede um pouquinho a sua pratica habitual, é mais provável que haja consenso.
Num Rito conjunto, o consenso pode ser não usar bebidas. Se costumamos usar a bebida nos rituais de nossas Casas, acredito que os Guias de Luz que nos assistem a substituam pela vibração da reunião, do local, e até mesmo possam usar água para isso. Ah! Mas é diferente, a bebida é usada como elo vibratório, repositor de energia, para descarregar. Creio que nossa boa vontade vai elevar nosso pensamento, nos colocar em sintonia com o mundo espiritual, que vai suprir a diferença quando necessário.
Num Rito comunitário, o consenso pode ser não usar cigarro ou charuto. Se costumarmos usar cigarro e charuto, nos rituais de nossas Casas, acredito que os Guias de Luz que nos assistem os substituirão pelas nossas ligações mentais com a natureza. Ah! Mas não é a mesma coisa, pois a fumaça é usada na limpeza do ambiente. Creio que a alegria da nossa união vai complementar a energia necessária para esse fim, e, além disso, poderá ser extraído da defumação (se houver), os elementos necessários.
E se a afirmação for insuficiente ou excessiva?
E se não houver Pemba e Ponto Riscado?
E se não houver a saudação ou a chamada a uma Linha?
E se não for puxado o Ponto de determinada Entidade?
E se não houver determinada imagem no Congá? E se não houver Congá?
E se não for firmada vela para Anjos da Guarda?
E se não for usada alfazema ou outra essência?
E se não houver doces para as Crianças?
E se o passe for coletivo, diferente do que estamos habituados?
E se não houver consulta?
E se esses elementos são indispensáveis?
E se nós não usamos Atabaques?
E se nós não usamos adeja?
E se nós não batemos palmas?
E se nós não batemos os pés?
E se a letra, a cadencia ou a melodia dos Pontos é outra?
E se nós não usamos Tronqueira?
E se nós nos abraçamos mais ou nos abraçamos menos?
E se nós batemos Cabeça no inicio e não no fim do ritual?
E se cantamos o Hino da Umbanda no inicio e não no fim do ritual?
E o cruzamento de energias?
E se tudo isso é diferente do que estamos acostumados?
Não há Umbanda sem isso!
Não é Umbanda com aquilo!
Mas então, em nome do respeito, da convergência, pode tudo?
Confesso que, até o momento, minha vivencia, entendimento e consciência não me permitem aceitar duas coisas:
1) não aceito a cobrança: pois pedi, de graça recebi o dom da Mediunidade e de graça acredito que devo servir de instrumento ao mundo espiritual e àqueles que se assistem.
2) não aceito o sacrifício de animais: pois aprendi que a Umbanda é uma celebração a vida. Há outras formas e elementos que podem suprir perfeitamente essa necessidade.
Mas então não precisa de nada?
Precisa de amor, de Fé, de humildade, de praticar a caridade, de respeito, de estudo, de paciência, de dedicação, de bom-senso.
Quais Elementos ritualísticos são indispensáveis em nossa opinião?
Creio que após um pequeno esforço, algumas concessões, nós conseguiremos. O amor e a compreensão serão maiores que qualquer diferença.
Após vermos que não é tão difícil, poderemos repetir isso outras vezes se agirmos com a mesma alegria e satisfação com as quais tivermos nossos pedidos atendidos. Trabalharemos para que, em outras oportunidades, novos Elementos ritualísticos possam ser adicionados e talvez alguns retirados.
Nada vai mudar em nossas Casas. O Rito conjunto só vai ser um pouquinho diferente. E diferente não precisa ser errado.
Que possamos aproveitar esses momentos e formar uma Corrente única, unida pela Fé, para que com alegria, agradeçamos aos Orixás da nossa Umbanda querida, pela oportunidade de estarmos juntos, de levarmos sua Bandeira de amor e paz e de cumprirmos nossa missões com carinho e dedicação e seriedade.
Que Zambi nos permita, muitas Reuniões de amor, de paz, de harmonia, de entendimento. Que nossos Grupos e Instituições possam se aproximar, formando Comunidades que resultarão num mundo cada vez melhor.
Meu Sarava fraterno a todos os amigos, as amigas, os irmãos e as irmãs de Fé. Que nossos laços de amizade se fortaleçam cada vez mais.
Salve Zambi!
Salve todos os Orixás!
Salve todas as Linhas!
Salve todos os Guias e Protetores!
Salve todas as Falanges e Falangeiros!
E salve a Umbanda!
Leni W. Saviscki
Sociedade Fraternal Cantinho da Luz
Erechim – RS
MEDIUNIDADE FÍSICA
A mediunidade física é um dom inato, necessita de muito tempo e muita paciência para alcançar seu pleno desenvolvimento.
A correria e o alvoroço dos dias de hoje exigem sucessos instantâneos que não podem produzir grandes médiuns mentais ou físicos, principalmente que sejam capazes de pesquisarem lentamente, de procurar a verdade com paciência e finalmente alcançar a convicção de que a personalidade humana sobrevive após a morte corporal.
O estudo da raça humana dos tempos imemoriais é um objeto de lição para todos, todavia não observamos essas lições que temos aprendido, não vemos o presente no passado; e o que é o presente, senão o resultado dos acontecimentos passados, dos erros anteriores, das tolices consumadas? O que nos falta realmente é simplicidade e conhecimento da essência do espírito.
Quais são os sentimentos durante uma sessão? Ficamos completamente cientes do que é divulgado? Entramos mesmo em transe durante uma sessão? Geralmente ficamos muito lúcidos e podemos ouvir tudo o que é dito, tanto pelas pessoas que estão na sessão como as vozes do espírito em nossa mente.
O médium não começou ainda a realizar o que pretende ser verdadeiramente, no sentido real; ser preparado para se dar em amor e colocar-se a serviço de Deus; realizando isso, o poder que emana do espírito pode mudar não só a si mesmo, mas através dele, possivelmente o mundo todo.
Há muitas Religiões diferentes, muitas até confusas, com conflitos de idéias e pensamentos; no entanto só há uma única verdade: verdade da vida eterna, que todos nós morrendo, vivemos. Os espíritos desejam ardentemente o bem estar da humanidade. Muitas pessoas pensam que um médium é como uma máquina; colocamos o dinheiro e automaticamente a máquina funciona. Não é assim. Seria perigoso e fútil para qualquer médium dirigir sessões durante todo o tempo, ao capricho desta ou daquela pessoa, no momento em que desejam.
Os guias espirituais protegem os médiuns, para que não se desgastem, pois pretendem conservar seu poder, com a finalidade de ser usado esses dons para fazer comunicações e fazer caridade, de alto valor para o mundo todo e na necessidade.
A mediunidade deve ser usada eficazmente para ajudar tantas pessoas quanto for possível, sem sobrecarregar as próprias forças e o sistema nervoso.
Devemos estar conscientes que, apesar de sermos médiuns, não devemos esperar por uma vida fácil, nem imaginar que temos o direito a privilégios especiais. Assim foi dito: "Não teremos tudo o quisermos, mas durante todo o tempo em que servimos com fé, seremos providos com tudo o que precisamos."
Algumas vezes poderão ficar desapontados, deprimidos e sentir que não estão fazendo progresso suficiente. Não se pode precisar o tempo que levará o desenvolvimento espiritual de cada um. Com alguns ele demora anos, com outros aparece muito depressa, se perseverarem. Mas, tenham fé, sejam sinceros de espíritos e usem seus talentos para servirem à comunidade.
A ignorância e o egoísmo dos homens têm trazido grandes sofrimentos para a humanidade e as pessoas perguntam: Por que Deus permite essas coisas?
Investiguem e procurem um elo através dos espíritos e lembrem-se da promessa de Jesus quando se reunirem: "Vede, Eu estou sempre com vós". Sigam em frente, fortalecidos, e saibam que também vocês estarão servindo. Sejam Seus servos, Suas crianças e a Paz Eterna virá até vocês.
Cada ser humano possui uma substância conhecida como ectoplasma, que é a força vital. O corpo físico de um médium possui esta substância em quantidade muito maior do que a maioria das pessoas.
Durante uma sessão mediúnica, esse elemento ou força vital e que algumas pessoas chamam de poder, é retirado do médium e moldado pelos espíritos numa réplica do organismo físico vocal, que dizemos "caixa vocal". O espírito comunicante concentra seus pensamentos nessa "caixa de voz", fazendo criar uma freqüência ou vibração, devendo equiparar a freqüência vibratória conforme o aparelho possa receber. Utilizam os médiuns, como veículo de evolução espiritual, tornando-se guias, orientadores e amenizadores do ser humano.
Os espíritos que se comunicam com a matéria, vêm nos dar forças e poder, afim de tornar possível o caminho para várias entidades evoluírem ou outras comunicações de importância para a humanidade.
A personalidade humana sobrevive após a morte corporal, isso devemos admitir e estamos convictos. Percebemos a ruptura dos valores morais, o fracasso da autoridade, a estagnação das igrejas e o empobrecimento da vida familiar e de nossa juventude rebelde que, à procura de algo, é guiada a uma falsa percepção química de alguma outra coisa, que as drogas alucinógenas podem lhe dar momentaneamente , porém a um alto preço. Entre esses abandonados e iludidos jovens podem existir grandes médiuns em potencial, cujos talentos nunca se desenvolverão, pois há poucos espíritos que podem dar convicções mostrando-lhes o caminho da verdade.
A missão da mediunidade é tratar das almas, ajudando-as a se livrarem de suas velhas e estagnadas idéias, medo, ódio e preconceitos, que impedem seus progressos espirituais.
As pessoas precisam saber que um homem é o que ele pensa, e pelos seus pensamentos e ações cria seu próprio céu ou inferno no outro lado da vida.
Povo de Aruanda
A correria e o alvoroço dos dias de hoje exigem sucessos instantâneos que não podem produzir grandes médiuns mentais ou físicos, principalmente que sejam capazes de pesquisarem lentamente, de procurar a verdade com paciência e finalmente alcançar a convicção de que a personalidade humana sobrevive após a morte corporal.
O estudo da raça humana dos tempos imemoriais é um objeto de lição para todos, todavia não observamos essas lições que temos aprendido, não vemos o presente no passado; e o que é o presente, senão o resultado dos acontecimentos passados, dos erros anteriores, das tolices consumadas? O que nos falta realmente é simplicidade e conhecimento da essência do espírito.
Quais são os sentimentos durante uma sessão? Ficamos completamente cientes do que é divulgado? Entramos mesmo em transe durante uma sessão? Geralmente ficamos muito lúcidos e podemos ouvir tudo o que é dito, tanto pelas pessoas que estão na sessão como as vozes do espírito em nossa mente.
O médium não começou ainda a realizar o que pretende ser verdadeiramente, no sentido real; ser preparado para se dar em amor e colocar-se a serviço de Deus; realizando isso, o poder que emana do espírito pode mudar não só a si mesmo, mas através dele, possivelmente o mundo todo.
Há muitas Religiões diferentes, muitas até confusas, com conflitos de idéias e pensamentos; no entanto só há uma única verdade: verdade da vida eterna, que todos nós morrendo, vivemos. Os espíritos desejam ardentemente o bem estar da humanidade. Muitas pessoas pensam que um médium é como uma máquina; colocamos o dinheiro e automaticamente a máquina funciona. Não é assim. Seria perigoso e fútil para qualquer médium dirigir sessões durante todo o tempo, ao capricho desta ou daquela pessoa, no momento em que desejam.
Os guias espirituais protegem os médiuns, para que não se desgastem, pois pretendem conservar seu poder, com a finalidade de ser usado esses dons para fazer comunicações e fazer caridade, de alto valor para o mundo todo e na necessidade.
A mediunidade deve ser usada eficazmente para ajudar tantas pessoas quanto for possível, sem sobrecarregar as próprias forças e o sistema nervoso.
Devemos estar conscientes que, apesar de sermos médiuns, não devemos esperar por uma vida fácil, nem imaginar que temos o direito a privilégios especiais. Assim foi dito: "Não teremos tudo o quisermos, mas durante todo o tempo em que servimos com fé, seremos providos com tudo o que precisamos."
Algumas vezes poderão ficar desapontados, deprimidos e sentir que não estão fazendo progresso suficiente. Não se pode precisar o tempo que levará o desenvolvimento espiritual de cada um. Com alguns ele demora anos, com outros aparece muito depressa, se perseverarem. Mas, tenham fé, sejam sinceros de espíritos e usem seus talentos para servirem à comunidade.
A ignorância e o egoísmo dos homens têm trazido grandes sofrimentos para a humanidade e as pessoas perguntam: Por que Deus permite essas coisas?
Investiguem e procurem um elo através dos espíritos e lembrem-se da promessa de Jesus quando se reunirem: "Vede, Eu estou sempre com vós". Sigam em frente, fortalecidos, e saibam que também vocês estarão servindo. Sejam Seus servos, Suas crianças e a Paz Eterna virá até vocês.
Cada ser humano possui uma substância conhecida como ectoplasma, que é a força vital. O corpo físico de um médium possui esta substância em quantidade muito maior do que a maioria das pessoas.
Durante uma sessão mediúnica, esse elemento ou força vital e que algumas pessoas chamam de poder, é retirado do médium e moldado pelos espíritos numa réplica do organismo físico vocal, que dizemos "caixa vocal". O espírito comunicante concentra seus pensamentos nessa "caixa de voz", fazendo criar uma freqüência ou vibração, devendo equiparar a freqüência vibratória conforme o aparelho possa receber. Utilizam os médiuns, como veículo de evolução espiritual, tornando-se guias, orientadores e amenizadores do ser humano.
Os espíritos que se comunicam com a matéria, vêm nos dar forças e poder, afim de tornar possível o caminho para várias entidades evoluírem ou outras comunicações de importância para a humanidade.
A personalidade humana sobrevive após a morte corporal, isso devemos admitir e estamos convictos. Percebemos a ruptura dos valores morais, o fracasso da autoridade, a estagnação das igrejas e o empobrecimento da vida familiar e de nossa juventude rebelde que, à procura de algo, é guiada a uma falsa percepção química de alguma outra coisa, que as drogas alucinógenas podem lhe dar momentaneamente , porém a um alto preço. Entre esses abandonados e iludidos jovens podem existir grandes médiuns em potencial, cujos talentos nunca se desenvolverão, pois há poucos espíritos que podem dar convicções mostrando-lhes o caminho da verdade.
A missão da mediunidade é tratar das almas, ajudando-as a se livrarem de suas velhas e estagnadas idéias, medo, ódio e preconceitos, que impedem seus progressos espirituais.
As pessoas precisam saber que um homem é o que ele pensa, e pelos seus pensamentos e ações cria seu próprio céu ou inferno no outro lado da vida.
Povo de Aruanda
domingo, 28 de junho de 2009
CARIDADE
Quantas vezes, você já se perguntou quanto errou ao fazer uso dos dons divinos a você concedidos:
o pensamento, a palavra, os atos?
Quantas vezes o uso inadequado destes serviu de discórdia, tristeza, desunião, desarmonia e uma gama imensa de destruição?
Quantas vezes você serviu de instrumento do astral inferior?
Não se preocupe !
Há sempre um tempo, um momento em que despertamos, em que uma luz brilha lá no fundo de nossa consciência e tomamos o caminho certo.
É só dar ouvidos ao nosso Deus Interior.
Você pode ainda e sempre :
Ser motivo de alegria onde imperam as lágrimas do desespero, da dor.
Ser a voz que reconcilia um ambiente de brigas, de desunião.
Ser o ombro amigo, o apoio, o leme, para aquele que se arrasta pedindo pelos caminhos esburacados da vida.
Ser o calor do ânimo para o irmão que se deixa dominar pelo desalento, pela vontade de não mais lutar.
Ser resignação onde o sofrimento deve seguir o caminho pré-determinado.
Ser a voz sábia que apaga o fogo da discussão improdutiva, das brigas fomentadas por diferenças sociais, econômicas, raciais e religiosas.
Ser a palavra amiga do perdão para aquele que só recebeu condenação e censura e traz o ódio no coração.
Ser o instrumento da paciência, da calma, da cautela onde reina o espinheiro da irritação.
Ser a luz do discernimento, da compreensão, da procura que faz crescer aquele que anda nas trevas da ignorância.
Ser a gota de orvalho vivificante para quem se chafurda na lama dos vícios, entupindo de veneno o corpos a ele designados.
Ser o sorriso de amor, de apoio onde as lágrimas banham o rosto e a alma daquele que se rasteja em desespero numa vida sem sentido.
Ser fonte de generosidade onde impera a ganância fomentada sempre no querer material, no completo esquecimento de que pode e deve dar a mão ao outro caminhante.
Ser a verdade, a vida, a luz sem ferir as suscetibilidades, os meandros da consciência, sem impor.
Ser a humildade que opera prodígios em ambientes destruidores de orgulho, de vaidade e maliciosidade.
Ser o pensamento vibrante, calçado no positivismo, em forças superiores onde haja atitudes comprometedoras ligadas às correntes desarmoniosas.
Ser a palavra serena e respeitosa que anula a voz descontrolada pela cólera, pois a agressão jamais convence, jamais une.
Ser o silêncio construtivo onde a palavra inadequada e desnecessária destrói.
Ser tolerância, entendimento, bênção para cumprir os seus ideais e compromissos assumidos.
Pensar harmoniosamente, ver com discernimento, ouvir com bondade, falar com lógica e agir com caridade para aproximar-se dos profundos ensinamentos transmitidos por Cristo.
o pensamento, a palavra, os atos?
Quantas vezes o uso inadequado destes serviu de discórdia, tristeza, desunião, desarmonia e uma gama imensa de destruição?
Quantas vezes você serviu de instrumento do astral inferior?
Não se preocupe !
Há sempre um tempo, um momento em que despertamos, em que uma luz brilha lá no fundo de nossa consciência e tomamos o caminho certo.
É só dar ouvidos ao nosso Deus Interior.
Você pode ainda e sempre :
Ser motivo de alegria onde imperam as lágrimas do desespero, da dor.
Ser a voz que reconcilia um ambiente de brigas, de desunião.
Ser o ombro amigo, o apoio, o leme, para aquele que se arrasta pedindo pelos caminhos esburacados da vida.
Ser o calor do ânimo para o irmão que se deixa dominar pelo desalento, pela vontade de não mais lutar.
Ser resignação onde o sofrimento deve seguir o caminho pré-determinado.
Ser a voz sábia que apaga o fogo da discussão improdutiva, das brigas fomentadas por diferenças sociais, econômicas, raciais e religiosas.
Ser a palavra amiga do perdão para aquele que só recebeu condenação e censura e traz o ódio no coração.
Ser o instrumento da paciência, da calma, da cautela onde reina o espinheiro da irritação.
Ser a luz do discernimento, da compreensão, da procura que faz crescer aquele que anda nas trevas da ignorância.
Ser a gota de orvalho vivificante para quem se chafurda na lama dos vícios, entupindo de veneno o corpos a ele designados.
Ser o sorriso de amor, de apoio onde as lágrimas banham o rosto e a alma daquele que se rasteja em desespero numa vida sem sentido.
Ser fonte de generosidade onde impera a ganância fomentada sempre no querer material, no completo esquecimento de que pode e deve dar a mão ao outro caminhante.
Ser a verdade, a vida, a luz sem ferir as suscetibilidades, os meandros da consciência, sem impor.
Ser a humildade que opera prodígios em ambientes destruidores de orgulho, de vaidade e maliciosidade.
Ser o pensamento vibrante, calçado no positivismo, em forças superiores onde haja atitudes comprometedoras ligadas às correntes desarmoniosas.
Ser a palavra serena e respeitosa que anula a voz descontrolada pela cólera, pois a agressão jamais convence, jamais une.
Ser o silêncio construtivo onde a palavra inadequada e desnecessária destrói.
Ser tolerância, entendimento, bênção para cumprir os seus ideais e compromissos assumidos.
Pensar harmoniosamente, ver com discernimento, ouvir com bondade, falar com lógica e agir com caridade para aproximar-se dos profundos ensinamentos transmitidos por Cristo.
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