Kiumbas ou Quiumba, são espíritos trevosos ou obsessores, são espíritos que se encontram desajustados perante à Lei, provocando os mais variados distúrbios morais e mentais nas pessoas, desde pequenas confusões, até as mais duras e tristes obsessões. São espíritos que se comprazem na prática do mal, apenas por sentirem prazer ou por vinganças, calcadas no ódio doentio.
Aguardando, enfim, que a Lei os "recupere" da melhor maneira possível (voluntária ou involuntariamente).
Vivem no baixo astral, onde as vibrações energéticas são densas.
Este baixo astral é uma enorme egrégora formada pelos maus pensamentos e atitudes dos espíritos encarnados ou desencarnados.
Sentimentos baixos, vãs paixões, ódios, rancores, raivas, vinganças, sensualidade desenfreada, vícios de toda estirpe, alimentam esta faixa vibracional e os Kiumbas se comprazem nisso, já que sentem-se mais fortalecidos.
Os Kiumbas, por não terem leis nem regras, podem se manifestar dentro de uma corrente de Umbanda, cadomblé e demais, quando a conduta for deturpada pelo médium, podendo inclusive tomar o lugar do Exú Guardião de um médium de má conduta mediúnica.
É comum médiuns que trabalham com magia negra, feitiçarias e afins terem afastadas as suas próprias entidades, que atuam somente nas leis de DEUS, e serem substituídas por pseudo-entidades que se apresentam como se fossem as suas entidades, mas são Kiumbas.
Mediunicamente, quando um Kiumba assume a frente da mediunidade de uma pessoa, devido a sua má postura e opção pelo mal propriamente dito, a vida desta pessoa tende a envolver-se de doenças, rebeldias, vícios, deturpação sexual, aversão social e intolerância ao meio, afundando-se em trevas de seus próprios desejos e vaidades.
Guardião de Ogum Pena Verde
domingo, 17 de maio de 2009
DE OLHOS FECHADOS
“Quem só procura Exu na Umbanda para satisfazer seus interesses puramente materiais, ou seja, quando estes problemas materiais não abrem caminhos para a libertação espiritual, está sumamente comprometido consigo mesmo e com forças de baixo nível astral.
Exu,senhor das Leis cármicas, carmanicas, é um servo,sim! Mas também é um manipulador de energias emanadas e imantadas de cima, para dar o engendramento, o sustentáculo e a organização mediúnico-astral de seus aparelhos; claro está, que para isso, muitos resgates existentes através da vida material, são encaminhados por seres (pessoas) que procuram o “Senhor Exu”, dando-se então a necessária combinação de forças “Matéria-Espírito”, para o encontro maior da vida e da existência.
Exu de Lei, vanguardeiro das lides espirituais, conhece a fundo que é desejável, agradável e satisfatório àqueles que o procuram e procuram ao seu modo: dar ou trocar forças para que as idealizações sejam feitas.
Exu é uma força de atrito ou de choque contra o baixo nível astral e só ele sabe como modificar isso, manipulando-o e servindo-se dele, sem que esse baixo nível astral saiba, para transformá-los para um ideal maior. Claro que isso não é fácil, mas só assim é que se consegue, através de subornos ou da força bruta mesmo. Isso explica porque Exu é tão procurado para curar, adivinhar e mostrar coisas que todos querem para sua íntima satisfação material.
O desvirtuamento conceitual do que é Exu mostra claramente a cegueira espiritual em que pessoas mesquinhas tentam se aproveitar, mas o importante é saber que atraindo o baixo nível astral é que ele poderá encontrar os verdadeiros parâmetros e encaminhá-lo no seu devido tempo, às origens essenciais desses seres.
Um Exu de verdade deve ser respeitado por tudo aquilo que faz, e como faz, sendo a responsabilidade do médium que ele utiliza checada a todo instante, porque a luta não termina numa batalha vencida. Ao contrário, como uma fera ferida e magoada, o baixo nível astral quer se infiltrar e minimizar suas forças interessado somente em denegrir suas imagens (Exu e Médium).
Cada médium de verdade deve saber utilizar as forças de intermediação a que o Senhor Exu se propõe e nem por isso está imunizado contra as forças contrárias, mas quando se tem interesse maior, um guardião de verdade lhe acoberta e mostra como sair de tais situações.
Não estou dizendo que Exu de Lei é um espírito puro, é sim o sustentáculo para que a escada da evolução fique sempre firme e que seus degraus nunca quebrem, pois se quebrarem, já se pode saber o que estará embaixo a aguardar.
Não se pode menosprezar um Exu de Lei. Procure compreendê-lo. Não se pode brincar, satirizar ou ironizar seus métodos, sua importância maior está em atrair aqueles que gostam de ficar de olhos vendados para a luz; dentro de Aumbandan foi assim determinado e somente deste modo é que os “cegos” poderiam saber da existência da luz.
Seus conhecimentos ultrapassam aquilo que muitos querem, ou seja: dar a solução aos casos financeiros, de romance, de sexo e de toda ordem material, só ele sabe como bem resolver tudo isto, mas ele é acima de tudo o ponto de equilíbrio entre os que estão na escuridão e os que estão na luz, mesmo que muitas vezes use essa mesma escuridão para que muitos dêem valor para a luz.
E a vocês, que se consideram “cegos”, não guardem essa primazia de serem os únicos a não conseguirem ver tudo isso. E se seus olhos acostumaram e gostam de ficar vendados, não se espantem, serei eu, Exu de Lei, a tirar suas vendas no tempo certo, do meu modo e do meu método, quer você queira ou não.”
Fonte: Umbanda é Luz (livro)
- Ed. ìcone
Exu,senhor das Leis cármicas, carmanicas, é um servo,sim! Mas também é um manipulador de energias emanadas e imantadas de cima, para dar o engendramento, o sustentáculo e a organização mediúnico-astral de seus aparelhos; claro está, que para isso, muitos resgates existentes através da vida material, são encaminhados por seres (pessoas) que procuram o “Senhor Exu”, dando-se então a necessária combinação de forças “Matéria-Espírito”, para o encontro maior da vida e da existência.
Exu de Lei, vanguardeiro das lides espirituais, conhece a fundo que é desejável, agradável e satisfatório àqueles que o procuram e procuram ao seu modo: dar ou trocar forças para que as idealizações sejam feitas.
Exu é uma força de atrito ou de choque contra o baixo nível astral e só ele sabe como modificar isso, manipulando-o e servindo-se dele, sem que esse baixo nível astral saiba, para transformá-los para um ideal maior. Claro que isso não é fácil, mas só assim é que se consegue, através de subornos ou da força bruta mesmo. Isso explica porque Exu é tão procurado para curar, adivinhar e mostrar coisas que todos querem para sua íntima satisfação material.
O desvirtuamento conceitual do que é Exu mostra claramente a cegueira espiritual em que pessoas mesquinhas tentam se aproveitar, mas o importante é saber que atraindo o baixo nível astral é que ele poderá encontrar os verdadeiros parâmetros e encaminhá-lo no seu devido tempo, às origens essenciais desses seres.
Um Exu de verdade deve ser respeitado por tudo aquilo que faz, e como faz, sendo a responsabilidade do médium que ele utiliza checada a todo instante, porque a luta não termina numa batalha vencida. Ao contrário, como uma fera ferida e magoada, o baixo nível astral quer se infiltrar e minimizar suas forças interessado somente em denegrir suas imagens (Exu e Médium).
Cada médium de verdade deve saber utilizar as forças de intermediação a que o Senhor Exu se propõe e nem por isso está imunizado contra as forças contrárias, mas quando se tem interesse maior, um guardião de verdade lhe acoberta e mostra como sair de tais situações.
Não estou dizendo que Exu de Lei é um espírito puro, é sim o sustentáculo para que a escada da evolução fique sempre firme e que seus degraus nunca quebrem, pois se quebrarem, já se pode saber o que estará embaixo a aguardar.
Não se pode menosprezar um Exu de Lei. Procure compreendê-lo. Não se pode brincar, satirizar ou ironizar seus métodos, sua importância maior está em atrair aqueles que gostam de ficar de olhos vendados para a luz; dentro de Aumbandan foi assim determinado e somente deste modo é que os “cegos” poderiam saber da existência da luz.
Seus conhecimentos ultrapassam aquilo que muitos querem, ou seja: dar a solução aos casos financeiros, de romance, de sexo e de toda ordem material, só ele sabe como bem resolver tudo isto, mas ele é acima de tudo o ponto de equilíbrio entre os que estão na escuridão e os que estão na luz, mesmo que muitas vezes use essa mesma escuridão para que muitos dêem valor para a luz.
E a vocês, que se consideram “cegos”, não guardem essa primazia de serem os únicos a não conseguirem ver tudo isso. E se seus olhos acostumaram e gostam de ficar vendados, não se espantem, serei eu, Exu de Lei, a tirar suas vendas no tempo certo, do meu modo e do meu método, quer você queira ou não.”
Fonte: Umbanda é Luz (livro)
- Ed. ìcone
INCENSOS
O elo espiritual entre o homem e o cosmos
Outrora os incensos eram ferramentas exclusivas dos seres iniciados.
Permaneceram ainda um bom tempo compondo altares e templos, incrporados à cerimônias espiritualistas e religiosas.
A partir dos anos sessenta seu uso popularizou-se no ocidente.
Hoje, seus adeptos substituíram o rigor cerimonioso pelo simples prazer de poder harmonizar suas casas, locais de trabalho e a si mesmos.
Os incensos reúnem em si a magia dos quatro elementos da natureza.
A interação destes elementos geram harmonia e bem estar, conectando-nos com o plano sutil.
Através do ritual do fogo, o incenso ativa o processo de purificação e queima de toxinas, humanas e ambientais.
O elemento terra está representado pela madeira, na forma de gravetos, carvão ou turíbulos, transformando a matéria prima que retém as substâncias vitais de todos os seres vegetais.
O elemento ar faz a ligação com o plano sutil através dos aromas exalados, tal qual a palavra ou o som, o elemento ar se propaga atingindo diretamente o campo vibracional de todo o ambiente.
Quanto ao elemento água, ele se faz presente nas resinas naturais e nos óleos essenciais, na seiva e em todos os demais líquidos.
A fusão destes quatro elementos formam uma cadeia que representa a vida em todos os seus estágios: terra (germinação e estruturação da forma física), água (condensação das resinas e nutrição), fogo (purificação e transformação) e o ar (aromatização, conecção e integração com o plano sutil, o etéreo).
A queima de incensos remonta à antigüidade.
Trata-se de uma prática ritualística presente em todas as culturas do planeta. O incenso é um vocábulo de origem latina que significa atear fogo, a raiz da palavra provém do verbo incendere. Desde os primórdios de sua existência o homem utilizou incensos em suas práticas ritualísticas, seja em caráter religioso ou pagão.
A queima de resinas odoríficas, num primeiro momento, deu-se espontaneamente.
Desde a descoberta do fogo, o homem desenvolveu o hábito de consagrar este elemento, oferecendo ervas aos espíritos do fogo, responsáveis pelos processos de purificação.
A diversidade da flora do planeta permitiu que cada povo cultivasse suas próprias essências, atribuindo a elas significados, assim sendo, cada erva cumpre uma função específica e, na maioria das vezes, vai muito além da simples aromatização.
No conjunto, elas interagem alterando os estados de consciência, permitindo ao homem reverenciar a natureza harmonizando a si mesmo.
O hábito de utilizar incensos está definitivamente incorporado ao cotidiano dos brasileiros, segundo pesquisa do Data Folha, somos um dos maiores importadores de incensos do mundo, a propósito, somos os maiores consumidores do gênero da América Latina.
Os incensos funcionam como catalizadores de energia, dissipando egrégoras negativas. Nos rituais de invocação eles servem de elo espiritual .
Segundo o psicólogo junguiano José Antonio de Souza, praticante de rituais xamânicos, os incensos limpam, harmonizam e estabelecem conecções com o plano sutil".
É fundamental que cada pessoa experimente diretamente os efeitos que cada incenso. Nosso olfato dificilmente nos engana. Não obstante os propósitos terapêuticos assinalados por cada aroma ou erva, permita-se guiar por seu próprio sentido olfativo. Nosso corpo é inteligente, neste sentido, ele próprio lhe dará as dicas sobre quais essências ou fragrâncias melhor lhe convém. Conheça algumas das propriedades terapeuticas e curativas dos incensos.
Os incensos Usados de maneira correta, criam uma atmosfera no ambiente, de energia, equilíbrio e harmonia, que ajuda o ser humano a sintonizar mais facilmente com os planos superiores.
Como ainda hoje acontece, em épocas passadas o incenso era usado para quatro finalidades:
1) Para Agradar aos Deuses:
Acreditava-se que o cheiro agradável e aromático que o próprio homem sentia agradaria aos deuses ou à divindade. Vamos chamá-lo de função de oferenda do incenso.
2) Meio de Oração:
O incenso era visto como um meio para a oração. Acreditava-se que a fumaça ascendente levaria aos deuses as petições daqueles que queimavam o incenso. Por causa de seu cheiro agradável acreditava-se que deveria ser um meio ao qual os deuses não podiam se fechar.
3) Meio de Neutralização:
O incenso era queimado para mascarar ou neutralizar o mau cheiro oriundo de imolações (animais e outros materiais). Pela mesma razão também era usado nos funerais.
4) Meio de Influência Inter-Humana:
O aroma e as vibrações do incenso sintonizam aquele que o queima com uma determinada finalidade ou dão um determinado estado de ânimo às diversas pessoas que se encontram no ambiente onde o incenso é queimado. O aroma e as vibrações despertam em todas as pessoas determinadas sensações e lembrança e sintonizam a psique e a mente com certos objetivos.
Pequena Tabela de Correspondencia
Alfazema - Desenvolve os dons curativos, atrai o amor, a fama e a riqueza. Faz brotar as vocações interiores e aguça a memória. Além disso, afasta o medo e a insegurança, ajuda a equilibrar as emoções e a superar desilusões.
Alecrim - Estimula corpo e mente, revitaliza, ajuda a equilibrar os dissabores amorosos e proporciona maior resistência física.
Canela - Ajuda a controlar a agressividade, regulariza o apetite, aumenta a autoconfiança e o amor próprio, além de reequilibrar o organismo das pessoas em dieta de emagrecimento, podendo ser usado também como afrodisíaco.
Cravo - Favorece a reconciliação e o cumprimento das promessas, faz brotar a fé, quebra feitiços, afasta a apatia e a tristeza e atrai prosperidade.
Lavanda - Aumenta o magnetismo, atrai boa sorte, traz paz de espírito e proteção. Ajuda nos relacionamentos e também a superar a timidez, a insegurança e o desânimo.
Mirra - Concede sabedoria. estimula a espiritualidade e faz revelações proféticas em sonhos. Recomendado para pessoas impacientes e ótimo para afastar a mesquinhez, o medo e a insegurança.
Patchuli - Ajuda no autocontrole e objetividade. Ameniza a raiva e a ansiedade, permitindo a tomada de decisões concretas e sensatas.
Sândalo - Estimula os poderes extra-sensoriais, purifica os ambientes e favorece o amor e o erotismo. Usado antes de dormir, permite ter sonhos esclarecedores.
Outrora os incensos eram ferramentas exclusivas dos seres iniciados.
Permaneceram ainda um bom tempo compondo altares e templos, incrporados à cerimônias espiritualistas e religiosas.
A partir dos anos sessenta seu uso popularizou-se no ocidente.
Hoje, seus adeptos substituíram o rigor cerimonioso pelo simples prazer de poder harmonizar suas casas, locais de trabalho e a si mesmos.
Os incensos reúnem em si a magia dos quatro elementos da natureza.
A interação destes elementos geram harmonia e bem estar, conectando-nos com o plano sutil.
Através do ritual do fogo, o incenso ativa o processo de purificação e queima de toxinas, humanas e ambientais.
O elemento terra está representado pela madeira, na forma de gravetos, carvão ou turíbulos, transformando a matéria prima que retém as substâncias vitais de todos os seres vegetais.
O elemento ar faz a ligação com o plano sutil através dos aromas exalados, tal qual a palavra ou o som, o elemento ar se propaga atingindo diretamente o campo vibracional de todo o ambiente.
Quanto ao elemento água, ele se faz presente nas resinas naturais e nos óleos essenciais, na seiva e em todos os demais líquidos.
A fusão destes quatro elementos formam uma cadeia que representa a vida em todos os seus estágios: terra (germinação e estruturação da forma física), água (condensação das resinas e nutrição), fogo (purificação e transformação) e o ar (aromatização, conecção e integração com o plano sutil, o etéreo).
A queima de incensos remonta à antigüidade.
Trata-se de uma prática ritualística presente em todas as culturas do planeta. O incenso é um vocábulo de origem latina que significa atear fogo, a raiz da palavra provém do verbo incendere. Desde os primórdios de sua existência o homem utilizou incensos em suas práticas ritualísticas, seja em caráter religioso ou pagão.
A queima de resinas odoríficas, num primeiro momento, deu-se espontaneamente.
Desde a descoberta do fogo, o homem desenvolveu o hábito de consagrar este elemento, oferecendo ervas aos espíritos do fogo, responsáveis pelos processos de purificação.
A diversidade da flora do planeta permitiu que cada povo cultivasse suas próprias essências, atribuindo a elas significados, assim sendo, cada erva cumpre uma função específica e, na maioria das vezes, vai muito além da simples aromatização.
No conjunto, elas interagem alterando os estados de consciência, permitindo ao homem reverenciar a natureza harmonizando a si mesmo.
O hábito de utilizar incensos está definitivamente incorporado ao cotidiano dos brasileiros, segundo pesquisa do Data Folha, somos um dos maiores importadores de incensos do mundo, a propósito, somos os maiores consumidores do gênero da América Latina.
Os incensos funcionam como catalizadores de energia, dissipando egrégoras negativas. Nos rituais de invocação eles servem de elo espiritual .
Segundo o psicólogo junguiano José Antonio de Souza, praticante de rituais xamânicos, os incensos limpam, harmonizam e estabelecem conecções com o plano sutil".
É fundamental que cada pessoa experimente diretamente os efeitos que cada incenso. Nosso olfato dificilmente nos engana. Não obstante os propósitos terapêuticos assinalados por cada aroma ou erva, permita-se guiar por seu próprio sentido olfativo. Nosso corpo é inteligente, neste sentido, ele próprio lhe dará as dicas sobre quais essências ou fragrâncias melhor lhe convém. Conheça algumas das propriedades terapeuticas e curativas dos incensos.
Os incensos Usados de maneira correta, criam uma atmosfera no ambiente, de energia, equilíbrio e harmonia, que ajuda o ser humano a sintonizar mais facilmente com os planos superiores.
Como ainda hoje acontece, em épocas passadas o incenso era usado para quatro finalidades:
1) Para Agradar aos Deuses:
Acreditava-se que o cheiro agradável e aromático que o próprio homem sentia agradaria aos deuses ou à divindade. Vamos chamá-lo de função de oferenda do incenso.
2) Meio de Oração:
O incenso era visto como um meio para a oração. Acreditava-se que a fumaça ascendente levaria aos deuses as petições daqueles que queimavam o incenso. Por causa de seu cheiro agradável acreditava-se que deveria ser um meio ao qual os deuses não podiam se fechar.
3) Meio de Neutralização:
O incenso era queimado para mascarar ou neutralizar o mau cheiro oriundo de imolações (animais e outros materiais). Pela mesma razão também era usado nos funerais.
4) Meio de Influência Inter-Humana:
O aroma e as vibrações do incenso sintonizam aquele que o queima com uma determinada finalidade ou dão um determinado estado de ânimo às diversas pessoas que se encontram no ambiente onde o incenso é queimado. O aroma e as vibrações despertam em todas as pessoas determinadas sensações e lembrança e sintonizam a psique e a mente com certos objetivos.
Pequena Tabela de Correspondencia
Alfazema - Desenvolve os dons curativos, atrai o amor, a fama e a riqueza. Faz brotar as vocações interiores e aguça a memória. Além disso, afasta o medo e a insegurança, ajuda a equilibrar as emoções e a superar desilusões.
Alecrim - Estimula corpo e mente, revitaliza, ajuda a equilibrar os dissabores amorosos e proporciona maior resistência física.
Canela - Ajuda a controlar a agressividade, regulariza o apetite, aumenta a autoconfiança e o amor próprio, além de reequilibrar o organismo das pessoas em dieta de emagrecimento, podendo ser usado também como afrodisíaco.
Cravo - Favorece a reconciliação e o cumprimento das promessas, faz brotar a fé, quebra feitiços, afasta a apatia e a tristeza e atrai prosperidade.
Lavanda - Aumenta o magnetismo, atrai boa sorte, traz paz de espírito e proteção. Ajuda nos relacionamentos e também a superar a timidez, a insegurança e o desânimo.
Mirra - Concede sabedoria. estimula a espiritualidade e faz revelações proféticas em sonhos. Recomendado para pessoas impacientes e ótimo para afastar a mesquinhez, o medo e a insegurança.
Patchuli - Ajuda no autocontrole e objetividade. Ameniza a raiva e a ansiedade, permitindo a tomada de decisões concretas e sensatas.
Sândalo - Estimula os poderes extra-sensoriais, purifica os ambientes e favorece o amor e o erotismo. Usado antes de dormir, permite ter sonhos esclarecedores.
UMBANDA - IDÉIA ERRADA
Existe muita ignorância no meio, e os próprios responsáveis pelos terreiros e pelas tendas umbandistas concorrem para que o povo tenha uma idéia errada da Umbanda.
Em seus fundamentos, a Umbanda nada tem a ver com o Espiritismo, o que não é bem esclarecido nos meios umbandistas.
Começa aí a confusão.
Tomou-se emprestado o nome ”espírita”, como se ele designasse todas as expressões de mediunismo, e descaracterizou-se muito a Umbanda.
Por outro lado, espíritos têm baixado ao mundo com a missão de esclarecer e de certa forma dar um corpo doutrinário à Umbanda, escrevendo livros sérios a respeito do assunto, os quais são ignorados por muitos adeptos.
Aos poucos, a verdade irá se espalhando, e, quem sabe, num futuro próximo haveremos de ver abolidos os sacrifícios de animais, as oferendas e uma série de outras coisas que nada têm a ver com a Umbanda, mas com outras expressões de cultos de origem afro, os quais são respeitáveis, mas diferem em seus objetivos da verdadeira Umbanda.
Pais e mães-de-santo que vivem enganando as pessoas, ciganas e ledoras de sorte que cobram por seus ”trabalhos”, não têm nenhuma relação com os objetivos elevados que os mentores da Umbanda programaram. São pessoas ignorantes das verdades eternas e responderão ao seu tempo por suas ações inescrupulosas.
A caridade é lei universal, e nós que trabalhamos nas searas umbandistas devemos ter nela o guia infalível de nossas atividades.
Assim como nem todos os centros espíritas que dizem adotar a codificação de Allan Kardec são, na realidade, espíritas, também muitas tendas e terreiros não representam os conceitos sagrados da Umbanda.
Acredito que Allan Kardec permanece ainda grandemente desconhecido entre aqueles que se dizem adeptos da doutrina espírita, como também você poderá notar que muitos umbandistas permanecem ignorantes das verdades e dos fundamentos de sua religião.
Temos que trabalhar unidos pelo bem e esperar;
o tempo haverá de corrigir todos os equívocos de nossas almas, através das experiências que vivenciarmos.
texto extraído do livro:
TAMBORES DE ANGOLA
Em seus fundamentos, a Umbanda nada tem a ver com o Espiritismo, o que não é bem esclarecido nos meios umbandistas.
Começa aí a confusão.
Tomou-se emprestado o nome ”espírita”, como se ele designasse todas as expressões de mediunismo, e descaracterizou-se muito a Umbanda.
Por outro lado, espíritos têm baixado ao mundo com a missão de esclarecer e de certa forma dar um corpo doutrinário à Umbanda, escrevendo livros sérios a respeito do assunto, os quais são ignorados por muitos adeptos.
Aos poucos, a verdade irá se espalhando, e, quem sabe, num futuro próximo haveremos de ver abolidos os sacrifícios de animais, as oferendas e uma série de outras coisas que nada têm a ver com a Umbanda, mas com outras expressões de cultos de origem afro, os quais são respeitáveis, mas diferem em seus objetivos da verdadeira Umbanda.
Pais e mães-de-santo que vivem enganando as pessoas, ciganas e ledoras de sorte que cobram por seus ”trabalhos”, não têm nenhuma relação com os objetivos elevados que os mentores da Umbanda programaram. São pessoas ignorantes das verdades eternas e responderão ao seu tempo por suas ações inescrupulosas.
A caridade é lei universal, e nós que trabalhamos nas searas umbandistas devemos ter nela o guia infalível de nossas atividades.
Assim como nem todos os centros espíritas que dizem adotar a codificação de Allan Kardec são, na realidade, espíritas, também muitas tendas e terreiros não representam os conceitos sagrados da Umbanda.
Acredito que Allan Kardec permanece ainda grandemente desconhecido entre aqueles que se dizem adeptos da doutrina espírita, como também você poderá notar que muitos umbandistas permanecem ignorantes das verdades e dos fundamentos de sua religião.
Temos que trabalhar unidos pelo bem e esperar;
o tempo haverá de corrigir todos os equívocos de nossas almas, através das experiências que vivenciarmos.
texto extraído do livro:
TAMBORES DE ANGOLA
SERÁ QUE TODOS OS MÉDIUNS QUE SE DESDOBRAM TEM CONSCIENCIA DISSO?
Podemos afirmar que nem todos se igualam no que concerne à manifestação do fenômeno mediúnico.
A consciência deste lado de cá não é possibilidade de todos.
Como Allan Kardec escreveu em O Livro dos Médiuns, a mediunidade é orgânica.
Podemos entender isso da seguinte forma:
quando o espírito reencarna com determinada tarefa a desempenhar com relação à mediunidade, o seu perispírito passa a ser submetido a uma natural elevação da freqüência vibratória, e, por conseguinte, o próprio corpo físico, que reflete as vibrações perispirituais, também é elaborado com vista às tarefas que desempenhará no futuro, no que se refere à mediunidade com Jesus.
Dessa forma, podemos entender que aquele que é preparado para trabalhar tendo inconsciência do fenômeno, dificilmente poderá modifícar essas disposições, pois seu organismo foi preparado para tal.
Igualmente, aquele que foi preparado vibratoriamente para ter a consciência deste lado da vida, quando desdobrado, haverá de manifestar essa consciência no momento propício, quando seus mentores julgarem necessário, pois traz impressas em seu perispírito as vibrações necessárias que o habilitarão à consciência nas regiões espirituais.
Mas isso tudo ainda é relativo, pois o homem atual ainda se conserva despreparado para certas tarefas, e, muitas vezes, estar consciente poderá dar ensejo a dificuldades maiores, devido à falta de preparo de muitos que se candidatam ao serviço.
No caso de Francisco, é um velho conhecido nosso de tarefas semelhantes; procura estudar sempre e conserva-se ocupado em tarefas nobres e elevadas.
Isso facilita-nos o trabalho, mas não quer dizer que, quando ele retomar ao corpo denso, irá lembrar-se de tudo, não!
Não há necessidade disso.
É bastante que desempenhe as suas tarefas com amor e dedicação.
A maioria das pessoas hoje em dia aguarda obter experiências com viagens astrais para se convencerem de que a vida continua além da matéria.
Esperam com isso poder fazer viagens mirabolantes a mundos diferentes, criando uma expectativa que possivelmente nunca irá se concretizar.
Querem fazer viagens fora do corpo, mas isso acontece todas as noites quando dormem, e mesmo que pudessem realizar tal feito conscientemente, de que adiantaria?
Ainda não aprenderam a realizar a viagem para dentro de si mesmos, para se conhecerem; a viagem do autodescobrimento, como é da proposta do Espiritismo.
Precisam aprender a fazer a viagem da vida, de suas vidas, com dignidade e equilíbrio; do contrário, continuarão perdidos sem se conhecerem e sem conhecerem as leis da vida.
Há muita conversa em tomo disso, e o bom mesmo seria que quem quisesse conhecer mais sobre o assunto se reportasse aos escritos de Allan Kardec.
O que hoje se imagina mais atualizado a respeito dessas e outras coisas referentes às questões do espírito não passa de adaptação do que dizem os escritos de Kardec.
Apenas trocaram os nomes para dar sabor de novidade.
O problema humano segue sendo sempre o mesmo.
texto extraído do livro:TAMBORES DE ANGOLA
A consciência deste lado de cá não é possibilidade de todos.
Como Allan Kardec escreveu em O Livro dos Médiuns, a mediunidade é orgânica.
Podemos entender isso da seguinte forma:
quando o espírito reencarna com determinada tarefa a desempenhar com relação à mediunidade, o seu perispírito passa a ser submetido a uma natural elevação da freqüência vibratória, e, por conseguinte, o próprio corpo físico, que reflete as vibrações perispirituais, também é elaborado com vista às tarefas que desempenhará no futuro, no que se refere à mediunidade com Jesus.
Dessa forma, podemos entender que aquele que é preparado para trabalhar tendo inconsciência do fenômeno, dificilmente poderá modifícar essas disposições, pois seu organismo foi preparado para tal.
Igualmente, aquele que foi preparado vibratoriamente para ter a consciência deste lado da vida, quando desdobrado, haverá de manifestar essa consciência no momento propício, quando seus mentores julgarem necessário, pois traz impressas em seu perispírito as vibrações necessárias que o habilitarão à consciência nas regiões espirituais.
Mas isso tudo ainda é relativo, pois o homem atual ainda se conserva despreparado para certas tarefas, e, muitas vezes, estar consciente poderá dar ensejo a dificuldades maiores, devido à falta de preparo de muitos que se candidatam ao serviço.
No caso de Francisco, é um velho conhecido nosso de tarefas semelhantes; procura estudar sempre e conserva-se ocupado em tarefas nobres e elevadas.
Isso facilita-nos o trabalho, mas não quer dizer que, quando ele retomar ao corpo denso, irá lembrar-se de tudo, não!
Não há necessidade disso.
É bastante que desempenhe as suas tarefas com amor e dedicação.
A maioria das pessoas hoje em dia aguarda obter experiências com viagens astrais para se convencerem de que a vida continua além da matéria.
Esperam com isso poder fazer viagens mirabolantes a mundos diferentes, criando uma expectativa que possivelmente nunca irá se concretizar.
Querem fazer viagens fora do corpo, mas isso acontece todas as noites quando dormem, e mesmo que pudessem realizar tal feito conscientemente, de que adiantaria?
Ainda não aprenderam a realizar a viagem para dentro de si mesmos, para se conhecerem; a viagem do autodescobrimento, como é da proposta do Espiritismo.
Precisam aprender a fazer a viagem da vida, de suas vidas, com dignidade e equilíbrio; do contrário, continuarão perdidos sem se conhecerem e sem conhecerem as leis da vida.
Há muita conversa em tomo disso, e o bom mesmo seria que quem quisesse conhecer mais sobre o assunto se reportasse aos escritos de Allan Kardec.
O que hoje se imagina mais atualizado a respeito dessas e outras coisas referentes às questões do espírito não passa de adaptação do que dizem os escritos de Kardec.
Apenas trocaram os nomes para dar sabor de novidade.
O problema humano segue sendo sempre o mesmo.
texto extraído do livro:TAMBORES DE ANGOLA
FORÇA MÁGICA DA UMBANDA
Muitas pessoas necessitam ainda de algo que funcione como muletas psicológicas, a fim de desenvolverem seu potencial.
Mas, aqui, o que acontece é bem diferente.(astral)
O altar, os objetos de culto e todo o simbolismo que utilizamos, como os pontos riscados e cantados, as chamadas curimbas, visam compor o que chamamos de bateria magnética.
É uma espécie de bateria psíquica que concentra as energias de que precisamos para as tarefas que realizamos.
Na Umbanda lidamos com fluidos às vezes muito pesados, com magnetismo elementar, e uma grande quantidade de pessoas que aqui vêm em busca de recursos nao conseguem ainda compreender o verdadeiro objetivo da Umbanda.
Às vezes, muitos umbandistas também não lhe compreendem os mistérios sagrados.
Esse altar, o congá, usando terminologia própria da Umbanda, é uma verdadeira concentração energética.
Todos concentram aí seus pensamentos, suas orações, suas criações mentais mais sutis.
Então, quando precisamos de uma cota energética maior para desenvolver certas atividades, é só recorrermos a esse ”depósito” de energias, pois o altar é também um intenso reservatório de ectoplasma, força nervosa grandemente utilizada por nossos trabalhadores, em vista da natureza das nossas atividades.
Os cânticos, além de identificarem cada espírito que se manifesta, servem igualmente como condensadores de energia, uma espécie de mantra, que são palavras consagradas por seu alto potencial de captação energética.
É a força mágica da Umbanda.
texto extraído do livro: TAMBORES DE ANGOLA
Mas, aqui, o que acontece é bem diferente.(astral)
O altar, os objetos de culto e todo o simbolismo que utilizamos, como os pontos riscados e cantados, as chamadas curimbas, visam compor o que chamamos de bateria magnética.
É uma espécie de bateria psíquica que concentra as energias de que precisamos para as tarefas que realizamos.
Na Umbanda lidamos com fluidos às vezes muito pesados, com magnetismo elementar, e uma grande quantidade de pessoas que aqui vêm em busca de recursos nao conseguem ainda compreender o verdadeiro objetivo da Umbanda.
Às vezes, muitos umbandistas também não lhe compreendem os mistérios sagrados.
Esse altar, o congá, usando terminologia própria da Umbanda, é uma verdadeira concentração energética.
Todos concentram aí seus pensamentos, suas orações, suas criações mentais mais sutis.
Então, quando precisamos de uma cota energética maior para desenvolver certas atividades, é só recorrermos a esse ”depósito” de energias, pois o altar é também um intenso reservatório de ectoplasma, força nervosa grandemente utilizada por nossos trabalhadores, em vista da natureza das nossas atividades.
Os cânticos, além de identificarem cada espírito que se manifesta, servem igualmente como condensadores de energia, uma espécie de mantra, que são palavras consagradas por seu alto potencial de captação energética.
É a força mágica da Umbanda.
texto extraído do livro: TAMBORES DE ANGOLA
PEDOFILIA,DESEQUILÍBRIO MORAL E SEXUAL
hoje muito difundido pelos infelizes vendedores de sexo, a prejuízo da saúde e da dignidade de inúmeros psicopatas e perversos.
Saturados pelos excessos sexuais que se permitem,procuram novas experiências aberrantes e cruéis, utilizando-se de crianças indefesas e ingênuas para o triste mercado das suas vilezas.
"Por outro lado, pais inescrupulosos e de conduta esquizofrênica, igualmente
ambiciosos e cruéis, alugam seus filhos para o comércio ignóbil, no qual adultos
totalmente inescrupulosos e destituídos de sentimentos dignos, delas se utilizam
para dar vaza às suas tendências mórbidas, esfacelando essas vidas em floração,
que se estiolam, desde cedo, tornando-se, aquelas que sobrevivem, cínicas e
depravadas, sem nenhum objetivo existencial, exceto a luxúria para ganhar
dinheiro e manter o vício, logo derrapando no uso das drogas alucinantes e
destruidoras.
Normalmente, o pedófilo, a fim de ocultar os seus conflitos e tormentos sexuais,
procura atividades respeitáveis que o ponham em contato com as suas futuras
vítimas, de forma que não provoquem suspeitas em torno do seu comportamento.
A própria perturbação torna-os muito hábeis na arte da dissimulação, apresentando-
os como pessoas gentis e dedicadas, compreensivas e bondosas, que conquistam os
incautos.
A camuflagem abre-lhes as possibilidades para os intentos infelizes
que quase sempre se coroam de êxito temporário...
Por outro lado, pais invigilantes permitem que os seus filhos relacionem-se com
adultos desconhecidos, demasiadamente generosos, permitindo-lhes convivência não
acompanhada, que resulta em descalabro e perturbação.
Isso, quando alguns dos genitores, igualmente desequilibrados, não se fazem os exploradores perversos da prole, que submetem aos caprichos degenerados da sua personalidade psicopata.
Há muito ainda para se aprender, debater e vigiar, em torno dos relacionamentos
de adultos malvados com crianças inocentes e desprevenidas.
texto extraído do livro:SEXO E OBSESSÃO
Saturados pelos excessos sexuais que se permitem,procuram novas experiências aberrantes e cruéis, utilizando-se de crianças indefesas e ingênuas para o triste mercado das suas vilezas.
"Por outro lado, pais inescrupulosos e de conduta esquizofrênica, igualmente
ambiciosos e cruéis, alugam seus filhos para o comércio ignóbil, no qual adultos
totalmente inescrupulosos e destituídos de sentimentos dignos, delas se utilizam
para dar vaza às suas tendências mórbidas, esfacelando essas vidas em floração,
que se estiolam, desde cedo, tornando-se, aquelas que sobrevivem, cínicas e
depravadas, sem nenhum objetivo existencial, exceto a luxúria para ganhar
dinheiro e manter o vício, logo derrapando no uso das drogas alucinantes e
destruidoras.
Normalmente, o pedófilo, a fim de ocultar os seus conflitos e tormentos sexuais,
procura atividades respeitáveis que o ponham em contato com as suas futuras
vítimas, de forma que não provoquem suspeitas em torno do seu comportamento.
A própria perturbação torna-os muito hábeis na arte da dissimulação, apresentando-
os como pessoas gentis e dedicadas, compreensivas e bondosas, que conquistam os
incautos.
A camuflagem abre-lhes as possibilidades para os intentos infelizes
que quase sempre se coroam de êxito temporário...
Por outro lado, pais invigilantes permitem que os seus filhos relacionem-se com
adultos desconhecidos, demasiadamente generosos, permitindo-lhes convivência não
acompanhada, que resulta em descalabro e perturbação.
Isso, quando alguns dos genitores, igualmente desequilibrados, não se fazem os exploradores perversos da prole, que submetem aos caprichos degenerados da sua personalidade psicopata.
Há muito ainda para se aprender, debater e vigiar, em torno dos relacionamentos
de adultos malvados com crianças inocentes e desprevenidas.
texto extraído do livro:SEXO E OBSESSÃO
A HORA DO SEXO!
Vive-se, na Terra, a hora do sexo.
O sexo vive na cabeça das pessoas, parecendo haver saído da organização genésica onde se sedia.
Naturalmente, o pensamento é força atuante e desencadeadora da função sexual. Reduzir o indivíduo apenas às imposições reais ou estimuladas do sexo em desalinho, conforme vem acontecendo, é transformá-lo em escravo de uma função pervertida pela mente e atormentada pelas fantasias mórbidas.
O ser humano são os seus valores éticos, suas aspirações, seus sonhos, suas
lutas, suas grandezas e também aprendizagens dolorosas. Graças a todos esses
fenômenos do cotidiano, ele cresce e se aprimora, saindo dos limites em que se
encarcera para os incomparáveis voos da amplidão.
Sitiá-lo no gozo sexual e asfixiá-lo nos vapores da libido perturbada, constitui agressão injustificável às suas conquistas emocionais, psíquicas e intelectuais, que lhe dão sabedoria para discernir e para realizar.
Progredindo sempre, o Espírito jamais retrograda no seu processo reencarnatório.
Nada obstante, em razão de conduta irregular pode estacionar, aguardando
reparação dos erros graves cometidos, quando já não mais se deveria permitilos.
Nesse desenvolvimento intelecto-moral, vincula-se àqueles a quem ama ou de quem
se distanciou pelo crime e pela iniquidade, experimentando o apoio dos afetos e
a perseguição dos inimigos, que não o perdoam pelas ofensas de que foram
vítimas.
É nesse campo de lutas que surgem as lamentáveis e dolorosas obsessões de graves
consequências.
O sexo, mal conduzido, em razão do envolvimento emocional e das dilacerações
espirituais que produz em outrem, como naquele que o utiliza mal, abre campo
para terríveis conúbios obsessivos, ao mesmo tempo que,praticado de forma vil atrai Espíritos igualmente atormentados e doentes que se vinculam ao indivíduo, levando-o a processos de parasitose terrível e de difícil libertação.
Desvios sexuais, aberrações nas práticas do sexo, condutas extravagantes e
desarticuladoras das funções estabelecidas pelas Leis da Vida, geram
perturbações de longo curso, que não se recompõem com facilidade, senão ao largo
de dolorosas reencarnações expungitivas e purificadoras.
Tormentos da libido e da função sexual têm suas matrizes nos comportamentos
anteriores que o Espírito se permitiu, quando, em outras reencarnações, abusou
da faculdade procriativa, aplicando-a para o prazer exorbitante, ou explorou
pessoas que se lhe tornaram vítimas, estimulou abortamentos e se permitiu
experiências perversas e anormais, ou derrapou nos excessos com exploração de
outras vidas...
Todas essas condutas arbitrárias fixaram-se nos tecidos sutis do
perispírito, impondo necessidades falsas, que agora os pacientes procuram
atender, ampliando o complexo campo de problemas íntimos.
O respeito e a consideração pelas funções sexuais constituem a melhor terapia
preventiva para a manutenção da saúde moral, assim como o esforço para a
recomposição do caráter, quando alguém já se permitiu corromper, ao lado da
terapêutica especializada, fazem-se imprescindíveis para a conquista da
harmonia.
Ninguém se engane quanto aos compromissos do sexo perante a vida e cuide de não
enganar a outrem.
Cada um responde sempre pelo que inspira e pelo que faz.
O sexo não foi elaborado para o prazer vulgar, senão para as emoções superiores
na construção das vidas, ou para as sensações compensativas quando amparado
pelas dúlcidas vibrações do amor, mantendo a afetividade e a alegria de viver.
TEXTO EXTRAÍDO DO LIVRO: SEXO E OBESSÃO
O sexo vive na cabeça das pessoas, parecendo haver saído da organização genésica onde se sedia.
Naturalmente, o pensamento é força atuante e desencadeadora da função sexual. Reduzir o indivíduo apenas às imposições reais ou estimuladas do sexo em desalinho, conforme vem acontecendo, é transformá-lo em escravo de uma função pervertida pela mente e atormentada pelas fantasias mórbidas.
O ser humano são os seus valores éticos, suas aspirações, seus sonhos, suas
lutas, suas grandezas e também aprendizagens dolorosas. Graças a todos esses
fenômenos do cotidiano, ele cresce e se aprimora, saindo dos limites em que se
encarcera para os incomparáveis voos da amplidão.
Sitiá-lo no gozo sexual e asfixiá-lo nos vapores da libido perturbada, constitui agressão injustificável às suas conquistas emocionais, psíquicas e intelectuais, que lhe dão sabedoria para discernir e para realizar.
Progredindo sempre, o Espírito jamais retrograda no seu processo reencarnatório.
Nada obstante, em razão de conduta irregular pode estacionar, aguardando
reparação dos erros graves cometidos, quando já não mais se deveria permitilos.
Nesse desenvolvimento intelecto-moral, vincula-se àqueles a quem ama ou de quem
se distanciou pelo crime e pela iniquidade, experimentando o apoio dos afetos e
a perseguição dos inimigos, que não o perdoam pelas ofensas de que foram
vítimas.
É nesse campo de lutas que surgem as lamentáveis e dolorosas obsessões de graves
consequências.
O sexo, mal conduzido, em razão do envolvimento emocional e das dilacerações
espirituais que produz em outrem, como naquele que o utiliza mal, abre campo
para terríveis conúbios obsessivos, ao mesmo tempo que,praticado de forma vil atrai Espíritos igualmente atormentados e doentes que se vinculam ao indivíduo, levando-o a processos de parasitose terrível e de difícil libertação.
Desvios sexuais, aberrações nas práticas do sexo, condutas extravagantes e
desarticuladoras das funções estabelecidas pelas Leis da Vida, geram
perturbações de longo curso, que não se recompõem com facilidade, senão ao largo
de dolorosas reencarnações expungitivas e purificadoras.
Tormentos da libido e da função sexual têm suas matrizes nos comportamentos
anteriores que o Espírito se permitiu, quando, em outras reencarnações, abusou
da faculdade procriativa, aplicando-a para o prazer exorbitante, ou explorou
pessoas que se lhe tornaram vítimas, estimulou abortamentos e se permitiu
experiências perversas e anormais, ou derrapou nos excessos com exploração de
outras vidas...
Todas essas condutas arbitrárias fixaram-se nos tecidos sutis do
perispírito, impondo necessidades falsas, que agora os pacientes procuram
atender, ampliando o complexo campo de problemas íntimos.
O respeito e a consideração pelas funções sexuais constituem a melhor terapia
preventiva para a manutenção da saúde moral, assim como o esforço para a
recomposição do caráter, quando alguém já se permitiu corromper, ao lado da
terapêutica especializada, fazem-se imprescindíveis para a conquista da
harmonia.
Ninguém se engane quanto aos compromissos do sexo perante a vida e cuide de não
enganar a outrem.
Cada um responde sempre pelo que inspira e pelo que faz.
O sexo não foi elaborado para o prazer vulgar, senão para as emoções superiores
na construção das vidas, ou para as sensações compensativas quando amparado
pelas dúlcidas vibrações do amor, mantendo a afetividade e a alegria de viver.
TEXTO EXTRAÍDO DO LIVRO: SEXO E OBESSÃO
A AURA HUMANA
Dizem os místicos que as auras dos seres humanos interagem entre si.
É essa interação que nos provoca aquela sensação de simpatia ou repúdio gratuito por alguma pessoa.
Isso acontece porque os pensamentos e sentimentos influenciam a aura, e nos fazem reagir a ela inconscientemente.
Tudo no universo é composto de vibrações.
O ser humano é um ser magnético por excelência.
Irradia vibrações sutis, resultado de sua natureza física, psíquica e espiritual.
É o que se denomina de “aura”.
Essa aura pode atrair ou repelir, dependendo de sua freqüência vibratória.
Por que às vezes temos as mais diversas sensações na presença de outra pessoa, sem nenhuma causa aparente?
Isso ocorre porque o corpo humano irradia energia, formando uma aura magnética em seu derredor.
A aura humana é modificada pelos pensamentos e sensações emocionais.
Pensamentos de ira, inveja, ganância etc.
tendem a emitir energia pestilenta, bastante prejudicial à saúde do emissor e às pessoas próximas a este.
Já pensamentos elevados, de amor, gratidão, benevolência etc. irradiam sutilíssimas e brilhantes vibrações, que reagem beneficamente sobre o emissor e pessoas a sua volta.
Estamos sujeitos a essas irradiações diariamente.
Elas podem ser responsáveis por nosso estado de ânimo, até mesmo pelas nossas impressões intuitivas.
Este é um fenômeno natural, parte dos poderes interiores do ser humano que todos possuem, mas poucos compreendem.
Aprender a dominar este fenômeno permite ampliar o raio magnético de nossa própria aura e atrair as melhores situações para a nossa vida.
Richard Shimoda, F.R.C.
É essa interação que nos provoca aquela sensação de simpatia ou repúdio gratuito por alguma pessoa.
Isso acontece porque os pensamentos e sentimentos influenciam a aura, e nos fazem reagir a ela inconscientemente.
Tudo no universo é composto de vibrações.
O ser humano é um ser magnético por excelência.
Irradia vibrações sutis, resultado de sua natureza física, psíquica e espiritual.
É o que se denomina de “aura”.
Essa aura pode atrair ou repelir, dependendo de sua freqüência vibratória.
Por que às vezes temos as mais diversas sensações na presença de outra pessoa, sem nenhuma causa aparente?
Isso ocorre porque o corpo humano irradia energia, formando uma aura magnética em seu derredor.
A aura humana é modificada pelos pensamentos e sensações emocionais.
Pensamentos de ira, inveja, ganância etc.
tendem a emitir energia pestilenta, bastante prejudicial à saúde do emissor e às pessoas próximas a este.
Já pensamentos elevados, de amor, gratidão, benevolência etc. irradiam sutilíssimas e brilhantes vibrações, que reagem beneficamente sobre o emissor e pessoas a sua volta.
Estamos sujeitos a essas irradiações diariamente.
Elas podem ser responsáveis por nosso estado de ânimo, até mesmo pelas nossas impressões intuitivas.
Este é um fenômeno natural, parte dos poderes interiores do ser humano que todos possuem, mas poucos compreendem.
Aprender a dominar este fenômeno permite ampliar o raio magnético de nossa própria aura e atrair as melhores situações para a nossa vida.
Richard Shimoda, F.R.C.
ACORDA MEU FILHO
Tem gente dormindo demais por aí.
Você não acha, meu filho, que esse sono todo é um processo de fuga ou preguiça disfarçada?
Às vezes preto velho vê meus filhos reclamarem das coisas:
Que estão difíceis, que a vida está cada vez mais dura e os negócios não correspondem aos investimentos realizados por você.
Mas, veja bem, meu filho, dormindo desse jeito, você vai perder enormes oportunidades.
Quem quer vencer na vida, não entrega seus negócios para outros administrarem. Estude as atitudes dos vencedores e você poderá ver que cada um deles assumiu por si mesmo a atividade na qual se destacou.
Acorde enquanto é tempo, pois quando você ficar velho, o tempo precioso já terá passado, e tempo, meu filho, é algo que nunca volta, assim como oportunidade perdida jamais retorna.
Tudo pode se renovar, mas nada se repete em condições idênticas.
Comece o dia cedo, dando exemplo aqueles que lhe são subordinados.
Não adianta reclamar que é difícil ou que está casado.
O corpo físico foi projetado por Deus para se reerguer diariamente, após um período de oito horas de sono.
Se você não consegue se manter acordado depois disso, é porque algo está errado.
Pense bem e veja se você não está fugindo de algo.
Talvez seu corpo se enclausure no sono como fuga dos deveres que lhe competem.
Há quem durma também diante da vida, deixando as oportunidades de progresso passarem.
Desgastam-se na juventude, abusando de seus próprios limites, e depois quando o outono da vida chega, lamentam o tempo perdido.
Hoje meu filho, a vida mudou e ninguém poderá deixar o tempo passar, sem arrepender-se depois.
Cuidar das coisas espirituais enquanto é tempo, é questão de sabedoria.
Portanto acorde da letargia espiritual e defina-se imediatamente.
Não se pode ficar dormindo, enquanto o mundo gira cada vez mais rápido rumo a um futuro de realizações.
Há ainda aqueles que esperam cair do céu a tão sonhada felicidade.
Acorde e aprenda logo que a felicidade não cai do céu.
Sai para viver, e mostre-se apareça, brilhe e invista em você mesmo.
Você dormiu demais em seu sonho e fantasia.
Sonhos e ideais, são muito bons, mas somente agindo é que poderão se realizar qualquer empreendimento.
É preciso que meus filhos tomem atitudes e parem de mascarar e desculpar sua omissão.
Assuma uma atitude de coragem diante da vida, e não se entregue ao sono da alma.
Acordar e ser corajoso e romper com o ócio; é ser arrojado no mundo, assumindo atitude de vencedor na vida., e não se entregar à fuga da consciência.
Até os mortos já se levantaram, e trabalham o tempo todo, porque você fica deitado e dormindo.
Jesus disse: -O PAI TRABALHA, E EU TRABALHO TAMBÉM)
SABEDORIA DE PRETO VELHO.
ESPÍRITO: PA I JOÃO DE ARUANDA.
MÉDIUM: ROBSON PINHEIRO.
Você não acha, meu filho, que esse sono todo é um processo de fuga ou preguiça disfarçada?
Às vezes preto velho vê meus filhos reclamarem das coisas:
Que estão difíceis, que a vida está cada vez mais dura e os negócios não correspondem aos investimentos realizados por você.
Mas, veja bem, meu filho, dormindo desse jeito, você vai perder enormes oportunidades.
Quem quer vencer na vida, não entrega seus negócios para outros administrarem. Estude as atitudes dos vencedores e você poderá ver que cada um deles assumiu por si mesmo a atividade na qual se destacou.
Acorde enquanto é tempo, pois quando você ficar velho, o tempo precioso já terá passado, e tempo, meu filho, é algo que nunca volta, assim como oportunidade perdida jamais retorna.
Tudo pode se renovar, mas nada se repete em condições idênticas.
Comece o dia cedo, dando exemplo aqueles que lhe são subordinados.
Não adianta reclamar que é difícil ou que está casado.
O corpo físico foi projetado por Deus para se reerguer diariamente, após um período de oito horas de sono.
Se você não consegue se manter acordado depois disso, é porque algo está errado.
Pense bem e veja se você não está fugindo de algo.
Talvez seu corpo se enclausure no sono como fuga dos deveres que lhe competem.
Há quem durma também diante da vida, deixando as oportunidades de progresso passarem.
Desgastam-se na juventude, abusando de seus próprios limites, e depois quando o outono da vida chega, lamentam o tempo perdido.
Hoje meu filho, a vida mudou e ninguém poderá deixar o tempo passar, sem arrepender-se depois.
Cuidar das coisas espirituais enquanto é tempo, é questão de sabedoria.
Portanto acorde da letargia espiritual e defina-se imediatamente.
Não se pode ficar dormindo, enquanto o mundo gira cada vez mais rápido rumo a um futuro de realizações.
Há ainda aqueles que esperam cair do céu a tão sonhada felicidade.
Acorde e aprenda logo que a felicidade não cai do céu.
Sai para viver, e mostre-se apareça, brilhe e invista em você mesmo.
Você dormiu demais em seu sonho e fantasia.
Sonhos e ideais, são muito bons, mas somente agindo é que poderão se realizar qualquer empreendimento.
É preciso que meus filhos tomem atitudes e parem de mascarar e desculpar sua omissão.
Assuma uma atitude de coragem diante da vida, e não se entregue ao sono da alma.
Acordar e ser corajoso e romper com o ócio; é ser arrojado no mundo, assumindo atitude de vencedor na vida., e não se entregar à fuga da consciência.
Até os mortos já se levantaram, e trabalham o tempo todo, porque você fica deitado e dormindo.
Jesus disse: -O PAI TRABALHA, E EU TRABALHO TAMBÉM)
SABEDORIA DE PRETO VELHO.
ESPÍRITO: PA I JOÃO DE ARUANDA.
MÉDIUM: ROBSON PINHEIRO.
REFLETINDO A UMBANDA
Refletir a Umbanda compartilhando conceitos com os prosélitos umbandistas se torna complexo porque, no universo ritualístico externo, e no mais das vezes no interno, dado a diversidade do mundo espiritual, a legitimidade daquele que fala ou escreve sempre é questionada.
Esta situação leva a uma inibição de muitas lideranças, que poderiam participar mais ativamente da porta de entrada dos terreiros para fora, para a sociedade, se unindo a outros terreiros, não somente para dentro, para o público assistente e corpo mediúnico.
Na atualidade, nem mesmo nas comunidades internas de cada agremiação é possível um consenso, desde que perguntarmos para cada médium manifestado – “incorporado” - numa entidade o que é Umbanda, cada uma terá um conceito e orientação diferente.
Talvez esta situação mudasse se quebrássemos o tabu de não se falar em consciência mediúnica, o que nos traria muito mais responsabilidade como instrumentos dos espíritos no sentido que seríamos artífices ativos, em vez de passivos, do que falamos e orientamos. A manutenção do tabu da inconsciência, um dogma em alguns terreiros, talvez ainda a maioria, nos faz acomodar, pois o que é dito e orientado é “culpa” das entidades, nos liberando de maiores esforços, lamentavelmente também de estudar, pois o “guia faz tudo”. Concluir-se-á que pouco se estuda no meio umbandístico.
As discussões bizantinas nos terreiros sobre a “verdadeira” maneira de fazer as coisas, em que sempre se encontram detalhes ritualísticos, ditos fundamentos, que permitem a diferenciação e dão ênfase a interpretação pessoal de cada líder chefe, inclusive dos médiuns “incorporados” em que a entidade dá a sua opinião, não raras vezes questionando diretamente a chefia dos trabalhos, só fazem demonstrar a extrema dificuldade de um campo muito fragmentado na sua relação com o mundo dos espíritos, na qual a própria idéia de ortodoxia, muito tênue, inevitavelmente constitui paradoxos:
- convergência não significa unidade na diversidade;
- a fala dos espíritos pode ser questionada e muitos chefes de terreiros quando contrariados pela orientação de um guia “subalterno” na hierarquia do espaço sagrado, acusam o médium de simulação.
Em se tratando de prática ritualística e fundamento de cada terreiro, se conclui que dificilmente haverá uma unidade em toda a diversidade existente. Diante desta constatação, se infere que o movimento de convergência está mais ligado a preceitos mais simples e comuns, num tratado epistemológico de linguagem acessível.
É consenso fazer a caridade desinteressada, o maior ponto convergente na Umbanda.
Há que se refletir como surgiu na Umbanda a vinculação com a sua essência, fazer a caridade. Pode haver críticas, contrariedades, mas não há como se negar que o apelo caritativo da Umbanda, assim como a sua ligação a Jesus Cristo, foi instituída pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas através da inequívoca mediunidade de Zélio de Moraes.
Este canal, desobstruído, natural, simples, não teve nenhuma iniciação na Terra, não fez raspagens e nunca precisou de sangue ou corte ritualístico para reforçar o seu tônus mediúnico.
O apelo iniciático é dispensado pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, que preparou seu médium em muitas encarnações antes da atual personalidade ocupada.
Pensemos sobre isto.
Eis um ponto de contrariedade em muitas lideranças: a vinculação à Jesus e à caridade desinteressada.
Na verdade o “mal estar” não está ligado propriamente a Jesus, nas tentativas de dessincretizar a Umbanda, mas à sua própria vibração, que é a do Cristo Cósmico, liberando os santos das personalidades transitórias, como foi a de Jesus, uma mera encarnação deste representante dos Orixás.
O que está se tentando dizer é que o movimento de reafricanização no meio umbandístico, dispensando a Umbanda da imagem de Jesus e da caridade desinteressada, libera os adeptos para cobrarem as consultas e trabalhos, para realizarem tranqüilamente os sacrifícios dos animais, que desta forma não se confrontaria com a caridade, já que matar nunca poderá ser considerado um ato de amor, logo caritativo.
Este é o fulcro de toda a desarmonia existente nas tentativas de se criar uma unidade de preceitos, de fundamentos, uma mínima ortodoxia doutrinária - obvio que isto não significa cartilha dogmática - no seio da Umbanda.
EXU, O GRANDE PARADOXO NA CARIDADE UMBANDÍSTICA
Poder-se-ia aprofundar esta questão, polêmica por si.
Como por exemplo refletindo as múltiplas facetas de EXU e a diversidade de interpretações existentes nos cultos.
Desde os idos da antiga África que EXU deixa estupefatos os circunstantes.
Para alguns umbandistas, mais ligados a dualidade católico-espirítica é um grande incômodo e não é permitido as suas manifestações.
Para outros liberados de constrições culposas, EXU ainda é vestido pelo inconsciente do imaginário popular com capa vermelha, tridente, pé de bode, sorridente entre labaredas.
Há os que “despacham” EXU para não incomodar o culto aos “orixás”.
Exu, sendo considerado entidade, não deve entrar, dizem os ortodoxos que preconizam a pureza das nações. Ali não tem lugar para egum...espírito de morto...
Existem os mais entendidos nos fundamentos da natureza oculta que compreendem EXU como o movimento dinâmico de comunicação entre os planos de vida.
Entendem que o axé – asé – impulsiona a prática litúrgica que, por sua vez, o realimenta, pondo todo o sistema em movimento.
EXU, vibração indiferenciada, não manifestada na forma transitória de um corpo astral ou outro veículo do plano concreto, é o que põe em movimento a força do axé – asé – por meio da qual se estabelece a relação de intercâmbio da dimensão física – concreta – com a rarefeita, a dimensão espiritual.
Em conformidade com esta conceituação, passa EXU a ser indispensável e o elemento de ligação mais importante em toda liturgia e prática mágica umbandística.
Sendo EXU o transportador, o que leva e traz, fecha e abre, para os africanistas ligados as tradições antigas, como concebê-lo sem o sacrifício animal para realimentação da força vital – o asé -, diante do preceito- tabu – que o sangue é o perfeito e indispensável condensador energético com esta finalidade?
Quando referimos africanista, não que dizer negro. Para ser africanista, no sentido de se preconizar a retomada dos antigos ritos tribais, pode se ter qualquer cor de pele. Existem muito negros que tem verdadeira ojeriza a qualquer sacrifício assim como há muitos brancos a postos com a faca afiada.
Neste artigo não se preconiza contra as oferendas ritualísticas.
Pedimos tão somente a reflexão.
Reduzir toda a movimentação das forças cósmicas e seu ciclo retro-vitalizador ao derramamento de sangue pelo corte sacrificial é uma visão estreita, fetichista, da DIVINDADE.
É uma posição reducionista, que demonstra dependência psicológica. Na atualidade se verifica que esta “práxis” extrapolou os limites de fé dos antigos clãs tribais e está inserida na variedade racial da sociedade que a compõe e ao mesmo tempo a confronta, já que objetiva a manutenção financeira de cultos religiosos e o prestígio de seus chefes, dado que o sangue equivocadamente está ligado a força, poder, resolução de problemas e abertura dos caminhos.
Saber manipulá-lo, ter cabeça feita, ser iniciado no santo simboliza este poder.
Este apelo mágico divino atrai mais que retrai, pelo natural imediatismo das pessoas em resolver seus problemas.
Afirmamos que é plenamente possível se movimentar todo o axé – asé -, harmonicamente integrado com a natureza de amor cósmico e crística da Umbanda, equilibrado com a sua essência que é fazer a caridade desinteressada, e GRATUÍTA, sem ceifar vidas e derramar sangue.
O próprio aparelho mediúnico é o maior e mais importante vitalizador do ciclo cósmico de movimentação do axé – asé.
Ele é o “fornecedor”, a cada batida do seu coração, o sangue circula em todo seu corpo denso, repercutindo energeticamente nos corpos mais sutis e volatilizando no plano etéreo. Desta forma, os espíritos mentores, que não produzem estas energias mais densas e telúricas, se valem de seus médiuns que fornecem a vitalidade necessária aos trabalhos caritativos aos necessitados. Há os espíritos que vampirizam estes fluídos.
São dignos de amor, de amparo e socorro, o que fazem as falanges de Umbanda.
O APELO MÁGICO DA INICIAÇÃO:
RASPAR A CABEÇA E DEITAR PRO SANTO
Vamos levantar algumas questões para a reflexão.
Não visamos julgar quem quer que seja, pois o respeito ao livre arbítrio de cada um é soberano.
Por outro lado, muitos ritos das nações se contrapõem a Umbanda pelo lado estético, exterior:
o luxo e a criatividade das roupas usadas contrastam violentamente com a simplicidade e austeridade umbandística.
Assim, embora o caráter festivo das cerimônias das nações seja confrontado com a utilidade do trabalho “simplório” da Umbanda, é justamente o luxo e as apoteoses que agem como imã sobre os médiuns que estão na Umbanda.
Mesmo com o custo excessivos das iniciações e dos adereços, muitos umbandistas acabam se interessando pelas raspagens e deitar pro santo, por quê?
Segue algumas constatações dos motivos:
- Na Umbanda os médiuns incorporam espíritos simples para fazer a caridade, anonimamente se identificando em nomes simbólicos. Nas nações os iniciados se transformam em deuses poderosos que controlam os trovões e ventos, cuja presença do santo no “cavalo” é motivo de veneração coletiva. A combinação de música, dança, luxo, decoração, comida, gera uma fascinação irresistível sobre os espectadores;
- Tornar-se iniciado, significa prestígio e brilhar nas cerimônias confere autenticidade à manifestação do santo;
- Os que são iniciados e continuam em seus terreiros de Umbanda, chefes espirituais, aos olhos da assistência e clientes, se tornam mais poderosos, com um axé – asé – mais forte, aumentando a procura pelos serviços mágicos o que oportuniza um maior ganho financeiro, status e prestígio frente ao mercado religioso;
- Reforçar sua mediunidade, achando que fazendo o corte ritual, no alto do crânio, assentando o “orixá”, terão mediunidade mais inconsciente, o que tornará seu tônus mediúnico mais forte.
Cada vez mais se verifica terreiros que se rendem ao apelo mágico deste tipo de iniciação, introduzindo as raspagens, camarinhas, cortes ritualísticos. Numa segunda etapa, preconizam “libertar” a Umbanda, dessincretizando-a, “africanizando-a” às tradições antigas, dispensando o atrito destes ritos frente a essência umbandística: a caridade desinteressada.
CONCLUSÃO DESTAS REFLEXÕES:
ESTÁ FALTANDO MEDIUNIDADE NA UMBANDA
Pensemos a Umbanda.
Relembremos o Caboclo das Sete Encruzilhadas e o canal mediunidade.
A manifestação mediúnica cristalina, inequívoca, num jovem de 17 anos.
Reflitamos na essência da Umbanda com o Cristo Cósmico, na sua maior representatividade que foi Jesus na Terra.
Qual o motivo do Caboclo das Sete Encruzilhadas ter associado o movimento nascente, que era pré-existente no Astral muito antes, à caridade, à disciplina, à austeridade do branco, à igualdade entre todos, à simplicidade sem ritos complexos e sacrificiais.
Na verdade, pensemos que para ser médium não precisa de pai-de-santo para manifestar os guias, pois nascemos com eles.
Quem tem mediunidade, quem tem coroa pra trabalhar, já vem com ela antes de encarnar.
Não precisa pagar para ninguém firmar o seu santo, assentá-lo na sua glândula pineal.
A mediunidade é um dom de Deus, de Olurum, dos Orixás.
Reflitamos sem julgamentos, baseado em fatos.
Somos umbandistas.
Esta situação leva a uma inibição de muitas lideranças, que poderiam participar mais ativamente da porta de entrada dos terreiros para fora, para a sociedade, se unindo a outros terreiros, não somente para dentro, para o público assistente e corpo mediúnico.
Na atualidade, nem mesmo nas comunidades internas de cada agremiação é possível um consenso, desde que perguntarmos para cada médium manifestado – “incorporado” - numa entidade o que é Umbanda, cada uma terá um conceito e orientação diferente.
Talvez esta situação mudasse se quebrássemos o tabu de não se falar em consciência mediúnica, o que nos traria muito mais responsabilidade como instrumentos dos espíritos no sentido que seríamos artífices ativos, em vez de passivos, do que falamos e orientamos. A manutenção do tabu da inconsciência, um dogma em alguns terreiros, talvez ainda a maioria, nos faz acomodar, pois o que é dito e orientado é “culpa” das entidades, nos liberando de maiores esforços, lamentavelmente também de estudar, pois o “guia faz tudo”. Concluir-se-á que pouco se estuda no meio umbandístico.
As discussões bizantinas nos terreiros sobre a “verdadeira” maneira de fazer as coisas, em que sempre se encontram detalhes ritualísticos, ditos fundamentos, que permitem a diferenciação e dão ênfase a interpretação pessoal de cada líder chefe, inclusive dos médiuns “incorporados” em que a entidade dá a sua opinião, não raras vezes questionando diretamente a chefia dos trabalhos, só fazem demonstrar a extrema dificuldade de um campo muito fragmentado na sua relação com o mundo dos espíritos, na qual a própria idéia de ortodoxia, muito tênue, inevitavelmente constitui paradoxos:
- convergência não significa unidade na diversidade;
- a fala dos espíritos pode ser questionada e muitos chefes de terreiros quando contrariados pela orientação de um guia “subalterno” na hierarquia do espaço sagrado, acusam o médium de simulação.
Em se tratando de prática ritualística e fundamento de cada terreiro, se conclui que dificilmente haverá uma unidade em toda a diversidade existente. Diante desta constatação, se infere que o movimento de convergência está mais ligado a preceitos mais simples e comuns, num tratado epistemológico de linguagem acessível.
É consenso fazer a caridade desinteressada, o maior ponto convergente na Umbanda.
Há que se refletir como surgiu na Umbanda a vinculação com a sua essência, fazer a caridade. Pode haver críticas, contrariedades, mas não há como se negar que o apelo caritativo da Umbanda, assim como a sua ligação a Jesus Cristo, foi instituída pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas através da inequívoca mediunidade de Zélio de Moraes.
Este canal, desobstruído, natural, simples, não teve nenhuma iniciação na Terra, não fez raspagens e nunca precisou de sangue ou corte ritualístico para reforçar o seu tônus mediúnico.
O apelo iniciático é dispensado pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, que preparou seu médium em muitas encarnações antes da atual personalidade ocupada.
Pensemos sobre isto.
Eis um ponto de contrariedade em muitas lideranças: a vinculação à Jesus e à caridade desinteressada.
Na verdade o “mal estar” não está ligado propriamente a Jesus, nas tentativas de dessincretizar a Umbanda, mas à sua própria vibração, que é a do Cristo Cósmico, liberando os santos das personalidades transitórias, como foi a de Jesus, uma mera encarnação deste representante dos Orixás.
O que está se tentando dizer é que o movimento de reafricanização no meio umbandístico, dispensando a Umbanda da imagem de Jesus e da caridade desinteressada, libera os adeptos para cobrarem as consultas e trabalhos, para realizarem tranqüilamente os sacrifícios dos animais, que desta forma não se confrontaria com a caridade, já que matar nunca poderá ser considerado um ato de amor, logo caritativo.
Este é o fulcro de toda a desarmonia existente nas tentativas de se criar uma unidade de preceitos, de fundamentos, uma mínima ortodoxia doutrinária - obvio que isto não significa cartilha dogmática - no seio da Umbanda.
EXU, O GRANDE PARADOXO NA CARIDADE UMBANDÍSTICA
Poder-se-ia aprofundar esta questão, polêmica por si.
Como por exemplo refletindo as múltiplas facetas de EXU e a diversidade de interpretações existentes nos cultos.
Desde os idos da antiga África que EXU deixa estupefatos os circunstantes.
Para alguns umbandistas, mais ligados a dualidade católico-espirítica é um grande incômodo e não é permitido as suas manifestações.
Para outros liberados de constrições culposas, EXU ainda é vestido pelo inconsciente do imaginário popular com capa vermelha, tridente, pé de bode, sorridente entre labaredas.
Há os que “despacham” EXU para não incomodar o culto aos “orixás”.
Exu, sendo considerado entidade, não deve entrar, dizem os ortodoxos que preconizam a pureza das nações. Ali não tem lugar para egum...espírito de morto...
Existem os mais entendidos nos fundamentos da natureza oculta que compreendem EXU como o movimento dinâmico de comunicação entre os planos de vida.
Entendem que o axé – asé – impulsiona a prática litúrgica que, por sua vez, o realimenta, pondo todo o sistema em movimento.
EXU, vibração indiferenciada, não manifestada na forma transitória de um corpo astral ou outro veículo do plano concreto, é o que põe em movimento a força do axé – asé – por meio da qual se estabelece a relação de intercâmbio da dimensão física – concreta – com a rarefeita, a dimensão espiritual.
Em conformidade com esta conceituação, passa EXU a ser indispensável e o elemento de ligação mais importante em toda liturgia e prática mágica umbandística.
Sendo EXU o transportador, o que leva e traz, fecha e abre, para os africanistas ligados as tradições antigas, como concebê-lo sem o sacrifício animal para realimentação da força vital – o asé -, diante do preceito- tabu – que o sangue é o perfeito e indispensável condensador energético com esta finalidade?
Quando referimos africanista, não que dizer negro. Para ser africanista, no sentido de se preconizar a retomada dos antigos ritos tribais, pode se ter qualquer cor de pele. Existem muito negros que tem verdadeira ojeriza a qualquer sacrifício assim como há muitos brancos a postos com a faca afiada.
Neste artigo não se preconiza contra as oferendas ritualísticas.
Pedimos tão somente a reflexão.
Reduzir toda a movimentação das forças cósmicas e seu ciclo retro-vitalizador ao derramamento de sangue pelo corte sacrificial é uma visão estreita, fetichista, da DIVINDADE.
É uma posição reducionista, que demonstra dependência psicológica. Na atualidade se verifica que esta “práxis” extrapolou os limites de fé dos antigos clãs tribais e está inserida na variedade racial da sociedade que a compõe e ao mesmo tempo a confronta, já que objetiva a manutenção financeira de cultos religiosos e o prestígio de seus chefes, dado que o sangue equivocadamente está ligado a força, poder, resolução de problemas e abertura dos caminhos.
Saber manipulá-lo, ter cabeça feita, ser iniciado no santo simboliza este poder.
Este apelo mágico divino atrai mais que retrai, pelo natural imediatismo das pessoas em resolver seus problemas.
Afirmamos que é plenamente possível se movimentar todo o axé – asé -, harmonicamente integrado com a natureza de amor cósmico e crística da Umbanda, equilibrado com a sua essência que é fazer a caridade desinteressada, e GRATUÍTA, sem ceifar vidas e derramar sangue.
O próprio aparelho mediúnico é o maior e mais importante vitalizador do ciclo cósmico de movimentação do axé – asé.
Ele é o “fornecedor”, a cada batida do seu coração, o sangue circula em todo seu corpo denso, repercutindo energeticamente nos corpos mais sutis e volatilizando no plano etéreo. Desta forma, os espíritos mentores, que não produzem estas energias mais densas e telúricas, se valem de seus médiuns que fornecem a vitalidade necessária aos trabalhos caritativos aos necessitados. Há os espíritos que vampirizam estes fluídos.
São dignos de amor, de amparo e socorro, o que fazem as falanges de Umbanda.
O APELO MÁGICO DA INICIAÇÃO:
RASPAR A CABEÇA E DEITAR PRO SANTO
Vamos levantar algumas questões para a reflexão.
Não visamos julgar quem quer que seja, pois o respeito ao livre arbítrio de cada um é soberano.
Por outro lado, muitos ritos das nações se contrapõem a Umbanda pelo lado estético, exterior:
o luxo e a criatividade das roupas usadas contrastam violentamente com a simplicidade e austeridade umbandística.
Assim, embora o caráter festivo das cerimônias das nações seja confrontado com a utilidade do trabalho “simplório” da Umbanda, é justamente o luxo e as apoteoses que agem como imã sobre os médiuns que estão na Umbanda.
Mesmo com o custo excessivos das iniciações e dos adereços, muitos umbandistas acabam se interessando pelas raspagens e deitar pro santo, por quê?
Segue algumas constatações dos motivos:
- Na Umbanda os médiuns incorporam espíritos simples para fazer a caridade, anonimamente se identificando em nomes simbólicos. Nas nações os iniciados se transformam em deuses poderosos que controlam os trovões e ventos, cuja presença do santo no “cavalo” é motivo de veneração coletiva. A combinação de música, dança, luxo, decoração, comida, gera uma fascinação irresistível sobre os espectadores;
- Tornar-se iniciado, significa prestígio e brilhar nas cerimônias confere autenticidade à manifestação do santo;
- Os que são iniciados e continuam em seus terreiros de Umbanda, chefes espirituais, aos olhos da assistência e clientes, se tornam mais poderosos, com um axé – asé – mais forte, aumentando a procura pelos serviços mágicos o que oportuniza um maior ganho financeiro, status e prestígio frente ao mercado religioso;
- Reforçar sua mediunidade, achando que fazendo o corte ritual, no alto do crânio, assentando o “orixá”, terão mediunidade mais inconsciente, o que tornará seu tônus mediúnico mais forte.
Cada vez mais se verifica terreiros que se rendem ao apelo mágico deste tipo de iniciação, introduzindo as raspagens, camarinhas, cortes ritualísticos. Numa segunda etapa, preconizam “libertar” a Umbanda, dessincretizando-a, “africanizando-a” às tradições antigas, dispensando o atrito destes ritos frente a essência umbandística: a caridade desinteressada.
CONCLUSÃO DESTAS REFLEXÕES:
ESTÁ FALTANDO MEDIUNIDADE NA UMBANDA
Pensemos a Umbanda.
Relembremos o Caboclo das Sete Encruzilhadas e o canal mediunidade.
A manifestação mediúnica cristalina, inequívoca, num jovem de 17 anos.
Reflitamos na essência da Umbanda com o Cristo Cósmico, na sua maior representatividade que foi Jesus na Terra.
Qual o motivo do Caboclo das Sete Encruzilhadas ter associado o movimento nascente, que era pré-existente no Astral muito antes, à caridade, à disciplina, à austeridade do branco, à igualdade entre todos, à simplicidade sem ritos complexos e sacrificiais.
Na verdade, pensemos que para ser médium não precisa de pai-de-santo para manifestar os guias, pois nascemos com eles.
Quem tem mediunidade, quem tem coroa pra trabalhar, já vem com ela antes de encarnar.
Não precisa pagar para ninguém firmar o seu santo, assentá-lo na sua glândula pineal.
A mediunidade é um dom de Deus, de Olurum, dos Orixás.
Reflitamos sem julgamentos, baseado em fatos.
Somos umbandistas.
sábado, 16 de maio de 2009
CARVÃO MINERAL E CARVÃO VEGETAL
Eis aqui as especificações de cada um:
carvao mineral
=é um combustível fóssil natural extraído da terra por processos de mineração. É um mineral de cor preta ou marrom prontamente combustível. É composto primeiramente por átomos de carbono e magnésio sob a forma de betumes. Dos diversos combustíveis produzidos e conservados pela natureza sob a forma fossilizada, acredita-se ser o carvão mineral o mais abundante.
carvão vegetal
= é uma substância de cor negra obtida pela carbonização da madeira ou lenha. É muito utilizado como combustível para aquecedores, lareiras, churrasqueiras e fogões a lenha.
Considerado um fitoterápico, o carvão vegetal para uso medicinal (carvão ativado) provém de certas madeiras moles e não resinosas (extraído de partes lenhosas, cascas e serragens), obtidos por combustão incompleta, o que lhe confere a capacidade adsorvente.
Desde a antiguidade já se conhece o uso do carvão vegetal. No antigo Egito era utilizado na purificação de óleos e para aplicações medicinais. Na segunda guerra mundial foi utilizado para remoção de gases tóxicos devido a sua capacidade adsorvente sendo um material extremamente poroso. E entre os índios brasileiros também há registro de uso, misturado às gorduras animais no tratamento de tumores e úlceras malignas.
Estudos químicos utilizando carvão ativado detectaram uma redução significativa na produção de gases intestinais nos pacientes tratados, eliminando os desconfortos abdominais. É ainda um notável condutor de oxigênio, sendo um extraordinário eliminador de toxinas.
Wikipedia
carvao mineral
=é um combustível fóssil natural extraído da terra por processos de mineração. É um mineral de cor preta ou marrom prontamente combustível. É composto primeiramente por átomos de carbono e magnésio sob a forma de betumes. Dos diversos combustíveis produzidos e conservados pela natureza sob a forma fossilizada, acredita-se ser o carvão mineral o mais abundante.
carvão vegetal
= é uma substância de cor negra obtida pela carbonização da madeira ou lenha. É muito utilizado como combustível para aquecedores, lareiras, churrasqueiras e fogões a lenha.
Considerado um fitoterápico, o carvão vegetal para uso medicinal (carvão ativado) provém de certas madeiras moles e não resinosas (extraído de partes lenhosas, cascas e serragens), obtidos por combustão incompleta, o que lhe confere a capacidade adsorvente.
Desde a antiguidade já se conhece o uso do carvão vegetal. No antigo Egito era utilizado na purificação de óleos e para aplicações medicinais. Na segunda guerra mundial foi utilizado para remoção de gases tóxicos devido a sua capacidade adsorvente sendo um material extremamente poroso. E entre os índios brasileiros também há registro de uso, misturado às gorduras animais no tratamento de tumores e úlceras malignas.
Estudos químicos utilizando carvão ativado detectaram uma redução significativa na produção de gases intestinais nos pacientes tratados, eliminando os desconfortos abdominais. É ainda um notável condutor de oxigênio, sendo um extraordinário eliminador de toxinas.
Wikipedia
POMBA GIRA NÃO É PROSTITUTA
Quem são as Guardiãs Pombas Gira?
Vamos falar bem reduzidamente o que seriam as Guardiãs Pombas Gira:
Se os Guardiões Exus são marginalizados, mais ainda são as senhoras Guardiãs Pombas Gira.
Há muitas pessoas que as associam com prostitutas, ou simplesmente, mulheres que gostam de se expor aos homens e sedentas por sexo.
As distorções e preconceitos são características dos seres humanos quando eles não entendem corretamente algo, querendo trazer ou materializar conceitos abstratos, distorcendo-os. Essas nossas irmãs em Deus nada mais são que espíritos desencarnados, que como os Exus, viveram na Terra e hoje, por afinidade fluídica, militam como mais uma corrente de trabalho portentosa dentro da Umbanda.
Não temos culpa se certos “médiuns” medíocres dão passividade para quiumbas ou mesmo fingem uma incorporação de uma Guardiã Pomba Gira, para serem aceitos e terem suas opiniões e mesmo trejeitos aceitos pela comunidade religiosa.
Com certeza, exteriorizam somente aquilo que suas mentes doentias acham serem certos.
Dentro da hierarquia das Guardiãs Pombas Gira, estão divididas em níveis diversas outras Pombas Gira, da mesma forma que as demais legiões. É claro que em alguns casos podem ocorrer que uma delas em alguma encarnação tivesse passado pela experiência dolorosa de ser uma prostituta, mas, isso não significa que as Guardiãs Pombas Gira tenham sido todas prostitutas e que assim agem. As que foram, hoje estão integradas na Umbanda, a fim de realizarem a grande reforma íntima através da caridade e do mediunismo redentor.
Não se torna uma Guardiã Pomba Gira pelo simples fato de se ter errado perante as Leis Divinas. Afinal, quem nunca errou na vida?
Ser uma Guardiã Pomba Gira exige preparo, conhecimento, magia, discernimento e muito amor. É mais uma corrente de trabalho espiritual na Umbanda, onde espíritos seletos atuam na faixa vibratória que mais se afinizam.
As Guardiãs Pombas Gira não são a representação da sexualidade e nem da sensualidade, mas sim frenam os desvios sexuais dos seres humanos e direcionam essas energias para a construção da espiritualização, evitando a destruição espiritual e material de cada ser.
A sensualidade desenfreada destrói o homem:
a volúpia. Este vício moral é alimentado pelos encarnados e desencarnados pela invigilância das Leis de Deus, criando um ciclo ininterrupto, caso as Pombas Gira não atuem neste campo emocional, frenando-o e redirecionando-o.
As Guardiãs Pombas Gira são grandes magas e conhecedoras das fraquezas humanas.
São executoras da Lei.
Cabem as Guardiãs Pombas Gira esgotar os vícios ligados ao sexo, equilibrando o ser humano.
Gostaríamos de salientar que as Guardiãs Pombas Gira não são Exus fêmeas como dizem muitas das literaturas encontradas, mas sim, é mais uma das hierarquias de Deus;
Tudo que se refere ao estudo sobre os Guardiões Exus vale também para as Guardiãs Pombas Gira, ou seja, elas se manifestam na Umbanda através de espíritos incorporados as suas hierarquias.
Elas são elementos mágicos ativados através de oferendas e elementos religiosos quando ativados num Templo. Também são agentes da Lei de Deus que podem ser ativadas pela Lei Maior. Os Guardiões Exus vitalizam/desvitalizam, as Guardiãs Pombas Gira esgotam o emocional ou despertam o desejo.
As Guardiãs Pombas Gira de Trabalho são tão maravilhosas quanto os Guardiões Exus. Elas realizam curas até mesmo de enfermidades dadas como incuráveis, desmancham trabalhos de magia negra, resolvem problemas, nos dão conselhos preciosos de como bem dirigir nossas vidas, enfim, fazem tudo pelas pessoas bem intencionadas que as procuram para a prática da caridade.
È uma pena que ainda existam pessoas que as procuram somente para desmanchar relacionamentos amorosos ou conquistar alguém.
Como nossos irmãos Guias Espirituais, os Guardiões Exus, e as Guardiãs Pombas Gira, quando terminarem o círculo de trabalhos espirituais e permanência nas correntes de trabalho na Umbanda irão para uma faixa de espiritualidade superior, e serão conduzidas pelas Leis do Eterno Amor para o seu verdadeiro destino, a sua perfectibilidade e a verdadeira e eterna felicidade nas moradas do Senhor.
Por isso, considerando que as Guardiãs Pombas Gira são criaturas como nós, filhos de Deus, considerando que bem orientadas por Orixás, e Guardiãs Pombas Giras de Lei trabalhem somente para o bem, devemos tratá-las com todo carinho, respeito, procurar compreendê-las e conduzi-las (as não esclarecidas. As que estão iniciando o seu caminho rumo a espiritualidade maior) para o caminho da redenção.
A Legião das Guardiãs Pombas Gira atuam:
• Nas descargas para neutralizar correntes de elementares/elementais vampirizantes, bem conhecidos como súcubus e íncubos, que atuam negativamente, por meio do sexo, fazendo de suas vitimas verdadeiros escravos das distorções sensuais.
• Cortando trabalhos de magia sexual negativa e as ditas “amarrações”, pois ninguém deve se ligar a ninguém a força. Isto é considerado pelos tribunais do astral como desvio de carma e as sanções para aqueles que realizam tais trabalhos são as mais sérias possíveis.
• Cortando trabalhos de magia negra, pois não é permitido pela Lei Divina que as pessoas ou espíritos possam fazer o que bem entenderem, ainda mais ferindo o Livre Arbítrio alheio.
• Neutralizando correntes e trabalhos feitos para desmanchar casamentos.
• Trabalham incansavelmente no combate as hostes infernais, quando estas procuram atingir injustamente quem não merece.
• Trabalham no combate das viciações que escravizam os médiuns, protegendo-os das investidas do baixo astral, quando se fazem merecedores.
• Fazem à proteção dos Templos onde habita a Espiritualidade Maior, principalmente onde se pautam pelo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
• Combatem a leviandade, promovendo a firmeza que trás o respeito através do poder da palavra. Tais atributos e a harmonia de seus efeitos combinados, trazem a serenidade mental, onde os Sagrados Orixás atuam, pois quem não sabe o que pensa, não sabe o que diz.
• Trabalham incansavelmente fazendo de um tudo para que seus médiuns possam galgar graus conscienciais luminosos perante a espiritualidade maior, equilibrando-os, auxiliando-os, mas jamais são coniventes com os desmandos de seus pupilos, corrigindo-os, às vezes, implacavelmente, para que possam enxergar seus erros e retomarem a senda da Luz.
• A Guardiã Pomba Gira, como entidade de trabalho, não são e nunca foram espíritos lascivos, tenebrosos, viciados, atrasados e maldosos, como muitos querem doutrinar.
• A Guardiã Pombas Gira atuam no combate aos quiumbas (na medida do possível ajudando-os a evoluir) e no combate das energias desvairadas e viciantes; nas cobranças e nos reajustamentos emotivos e passionais; nas cobranças da Lei Divina (carma); nas emoções e nas ações dos indivíduos.
• As Guardiãs Pombas Giras conhecem profundamente os mais íntimos segredos dos seres humanos e que apesar dos absurdos em seus nomes, ainda assim, nos auxiliam a evoluir, esperando pacientemente à hora de nossa maturidade.
• A Guardiã Pombas Gira são valorosas Guardiãs da Antiga Sabedoria, da Tradição da Umbanda. Não são vulgares. São guerreiras, heroínas, protetoras e grandes magas.
Lembre-se que nenhuma Guardiã Pomba Gira jamais atua negativamente na vida de qualquer ser, promovendo desuniões, feitiçarias, magias negras, fofocas, maledicências e toda sorte de coisas ruins. Infelizmente a maldade é um imperativo humano. Quando um ser humano, negativamente invoca o poder da Guardiã Pomba Gira, não é a entidade em si que vai atender ao seu pedido maléfico, mas sim, a força Pomba Gira, força magnética ígnea telúrica, que vai ser acionada e utilizada. Seria a mesma coisa que utilizarmos à força elétrica; podemos usá-la para o bem ou para o mal. A força é a mesma, mas não tem vontade própria.
Vamos agora usar de um artigo maravilhoso (de autor desconhecido), adaptando-o, e encontraremos que é a fiel imagem da uma mulher. E isso é ser a Senhora Guardiã Pomba Gira:
SER GUARDIÃ POMBA GIRA….
• Ser Guardiã Pomba Gira é viver mil vezes em apenas uma vida, é lutar por causas perdidas e sempre sair vencedora, é estar antes do ontem e depois do amanhã, é desconhecer a palavra recompensa apesar dos seus atos.
• Ser Guardiã Pomba Gira é caminhar na dúvida cheia de certezas, é correr atrás das nuvens num dia de sol e alcançar o sol num dia de chuva.
• Ser Guardiã Guardiã Pomba Gira é chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza, é cancelar sonhos em prol de terceiros, é acreditar quando ninguém mais acredita, é esperar quando ninguém mais espera.
• Ser Guardiã Pomba Gira é identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa, é ser enganada e sempre dar mais uma chance, é cair no fundo do poço e emergir sem ajuda.
• Ser Guardiã Pomba Gira é estar em mil lugares de uma só vez, é fazer mil papéis ao mesmo tempo, é ser forte e fingir que é frágil pra ter um carinho.
• Ser Guardiã Pomba Gira é se perder em palavras e depois perceber que se encontrou nelas, é distribuir emoções que nem sempre são captadas.
• Ser Guardiã Pomba Gira é comprar, emprestar, alugar, vender sentimentos, mas jamais dever, é construir castelos na areia, vê-los desmoronados pelas águas e ainda assim amá-las.
• Ser Guardiã Pomba Gira é saber dar o perdão, é tentar recuperar o irrecuperável, é entender o que ninguém mais conseguiu desvendar.
• Ser Guardiã Pomba Gira é estender a mão a quem ainda não pediu, é doar o que ainda não foi solicitado.
• Ser Guardiã Pomba Gira é não ter vergonha de chorar por amor, é saber a hora certa do fim, é esperar sempre por um recomeço.
• Ser Guardiã Pomba Gira é ter a arrogância de viver apesar dos dissabores, das desilusões, das traições e das decepções.
• Ser Guardiã Pomba Gira é ser mãe dos seus filhos e dos filhos dos outros e amá-los igualmente.
• Ser Guardiã Pomba Gira é ter confiança no amanhã e aceitação pelo ontem, é desbravar caminhos difíceis em instantes inoportunos e fincar a bandeira da conquista.
• Ser Guardiã Pomba Gira é entender as fases da lua por ter suas própria fases. É ser “nova” quando o coração está a espera do amor, ser “crescente” quando o coração está se enchendo de amor, ser “cheia” quando ele já está transbordando de tanto amor e “minguante” quando esse amor vai embora.
• Ser Guardiã Pomba Gira é hospedar dentro de si o sentimento de perdão, é voltar no tempo todos os dias e viver por poucos instantes coisas que nunca ficaram esquecidas.
• Ser Guardiã Pomba Gira é cicatrizar feridas de outros e inúmeras vezes deixar as suas próprias feridas sangrando.
• Ser Guardiã Pomba Gira é ser princesa aos 20, rainha aos 30, imperatriz aos 40 e especial a vida toda.
• Ser Guardiã Pomba Gira é conseguir encontrar uma flor no deserto, água na seca e labaredas no mar.
• Ser Guardiã Pomba Gira é chorar calada as dores do mundo e em apenas um segundo já estar sorrindo.
• Ser Guardiã Pomba Gira é subir degraus e se os tiver que descer não precisar de ajuda, é tropeçar, cair e voltar a andar.
• Ser Guardiã Pomba Gira é saber ser super-homem quando o sol nasce e virar cinderela quando a noite chega.
• Ser Guardiã Pomba Gira é acima de tudo um estado de espírito, é ter dentro de si um tesouro escondido e ainda assim dividi-lo com o mundo.
REVELAÇÃO DE UMA GUARDIÃ POMBA GIRA
Mensagem psicofônica da Senhora Pomba Gira Sete Encruzilhadas
– Médium: Luely Figueiró
Nós andamos agitadas nas encruzilhadas, não estamos gostando do que certos escritores mal informados, que apenas cruzam pelos terreiros e que nem possuem a experiência de incorporação ou de trabalhos dentro da curimba de uma Pomba Gira, se arvoram em falar sobre nossa corrente, sobre nossos trabalhos.
Nos comentam como se fossemos lixo do astral ou menos espíritos apaixonados. Como se bastasse apenas nos oferecer elementos físicos, grosseiros materiais, para fazermos a vontade de todas as criaturas da face da Terra.
Pessoas que escrevem sem possuir o menor gabarito espiritual para comentar os mistérios da hierarquia de um espírito.
Nós estamos realmente agitadas no espaço que ocupamos e muito trabalhamos para formar a corrente deste aparelho, para que ela pudesse verdadeiramente receber a vibração e o ensinamento de todo o trabalho de uma Pomba Gira. Vocês não duvidem e não confundam as coisas que vocês vêem por aí. Aprendam se quiserem a ter o merecimento da proteção e do trabalho de uma Pomba Gira, seus giras.
Pomba Gira é gente já com gabarito de incorporação no exército divino, e quem já se encontra incorporado, como elemento deste exército, para a elaboração de evoluções maiores; não é sofredor nem lixo do espaço e nem desavisado e muito menos apegado a elementos tão físicos e baixos como querem nos apregoar.
Tenham mais humildade para aceitar as coisas do grandioso Senhor, que elabora no dia-a-dia a evolução dos universos siderais e não só o vosso.
Não pensais, pois, que sois o centro do universo, porque não sois não. Em todas as horas, em todos os momentos, o grande Senhor nos envia provas através, até mesmo, de aparelhos mediúnicos que nos deixam perplexos, bestializados com os que eles fazem como simples aparelhos e nada mais.
Porque eles são meros veículos de forças maiores; aqui, neste planeta, somos espíritos de certa envergadura, com milênios de aprendizado; nos chamam de Pomba Gira; poderiam ter-nos colocado outros nomes, não importam os nomes que nos tenham colocado.
Nós vos saudamos aqui na Terra, com esta indumentária; respeiteis e saibais compreender nossa natureza espiritual, para que não sejam publicadas aberrações que visem apenas ao comércio medíocre sobre o trabalho sagrado e santificante que traçamos para evolução de todos os paranormais em comunicação conosco.
Isto é de rara importância para todos aqueles que dirigem seus médiuns, seus filhos.
É de rara importância, queridos, que coloqueis sempre a vossa destra sobre os nossos enviados, filhos de Santo, com uma certa humildade e conhecimento de que todos os irmãos que se comunicam através de sua coroa são espíritos já incorporados num exército divino para elaborar uma tarefa de amor e fraternidade e de respeito por vossas vidas e não de desrespeito, porque este sempre parte de vós e não de nós.
Se existem nos planos do baixo astral desrespeitosos Eguns, é porque daqui partiram assim sem o merecimento de serem incorporados em nossas milícias.
São esses pobres vagabundos do astral menor que necessitam mais de orações e caridade.
Vós, como chefes de terreiro e guias menores da Terra, que colocais sobre o peito montões de colares para assim serem reconhecidos, pois sois vós que devereis organizar os trabalhos. Sim, de mãos interpostas conosco, os irmãos do outro lado.
Para estes Eguns e sofredores, estes vagabundos, desairosos e desvairados dos espaços, sejam socorridos e não enlameados com vossos propósitos mesquinhos.
Muitas vezes, tomados por vossas vaidades, não sabeis reconhecer quem pisa dentro de vosso terreiro.
Aquele que é sofredor, aquele que é um mistificador de uma Pomba Gira verdadeira.
Porque a vossa vaidade vos cobre os olhos e vosso peito envergado de tantas “guias” não vos permite ver; cuidado…
Por hoje é só.
Dona Sete.
Fonte: Exus e Pomba Gira na Umbanda
– Simbolismo e Função
- Autoria do Pai Juruá.
Vamos falar bem reduzidamente o que seriam as Guardiãs Pombas Gira:
Se os Guardiões Exus são marginalizados, mais ainda são as senhoras Guardiãs Pombas Gira.
Há muitas pessoas que as associam com prostitutas, ou simplesmente, mulheres que gostam de se expor aos homens e sedentas por sexo.
As distorções e preconceitos são características dos seres humanos quando eles não entendem corretamente algo, querendo trazer ou materializar conceitos abstratos, distorcendo-os. Essas nossas irmãs em Deus nada mais são que espíritos desencarnados, que como os Exus, viveram na Terra e hoje, por afinidade fluídica, militam como mais uma corrente de trabalho portentosa dentro da Umbanda.
Não temos culpa se certos “médiuns” medíocres dão passividade para quiumbas ou mesmo fingem uma incorporação de uma Guardiã Pomba Gira, para serem aceitos e terem suas opiniões e mesmo trejeitos aceitos pela comunidade religiosa.
Com certeza, exteriorizam somente aquilo que suas mentes doentias acham serem certos.
Dentro da hierarquia das Guardiãs Pombas Gira, estão divididas em níveis diversas outras Pombas Gira, da mesma forma que as demais legiões. É claro que em alguns casos podem ocorrer que uma delas em alguma encarnação tivesse passado pela experiência dolorosa de ser uma prostituta, mas, isso não significa que as Guardiãs Pombas Gira tenham sido todas prostitutas e que assim agem. As que foram, hoje estão integradas na Umbanda, a fim de realizarem a grande reforma íntima através da caridade e do mediunismo redentor.
Não se torna uma Guardiã Pomba Gira pelo simples fato de se ter errado perante as Leis Divinas. Afinal, quem nunca errou na vida?
Ser uma Guardiã Pomba Gira exige preparo, conhecimento, magia, discernimento e muito amor. É mais uma corrente de trabalho espiritual na Umbanda, onde espíritos seletos atuam na faixa vibratória que mais se afinizam.
As Guardiãs Pombas Gira não são a representação da sexualidade e nem da sensualidade, mas sim frenam os desvios sexuais dos seres humanos e direcionam essas energias para a construção da espiritualização, evitando a destruição espiritual e material de cada ser.
A sensualidade desenfreada destrói o homem:
a volúpia. Este vício moral é alimentado pelos encarnados e desencarnados pela invigilância das Leis de Deus, criando um ciclo ininterrupto, caso as Pombas Gira não atuem neste campo emocional, frenando-o e redirecionando-o.
As Guardiãs Pombas Gira são grandes magas e conhecedoras das fraquezas humanas.
São executoras da Lei.
Cabem as Guardiãs Pombas Gira esgotar os vícios ligados ao sexo, equilibrando o ser humano.
Gostaríamos de salientar que as Guardiãs Pombas Gira não são Exus fêmeas como dizem muitas das literaturas encontradas, mas sim, é mais uma das hierarquias de Deus;
Tudo que se refere ao estudo sobre os Guardiões Exus vale também para as Guardiãs Pombas Gira, ou seja, elas se manifestam na Umbanda através de espíritos incorporados as suas hierarquias.
Elas são elementos mágicos ativados através de oferendas e elementos religiosos quando ativados num Templo. Também são agentes da Lei de Deus que podem ser ativadas pela Lei Maior. Os Guardiões Exus vitalizam/desvitalizam, as Guardiãs Pombas Gira esgotam o emocional ou despertam o desejo.
As Guardiãs Pombas Gira de Trabalho são tão maravilhosas quanto os Guardiões Exus. Elas realizam curas até mesmo de enfermidades dadas como incuráveis, desmancham trabalhos de magia negra, resolvem problemas, nos dão conselhos preciosos de como bem dirigir nossas vidas, enfim, fazem tudo pelas pessoas bem intencionadas que as procuram para a prática da caridade.
È uma pena que ainda existam pessoas que as procuram somente para desmanchar relacionamentos amorosos ou conquistar alguém.
Como nossos irmãos Guias Espirituais, os Guardiões Exus, e as Guardiãs Pombas Gira, quando terminarem o círculo de trabalhos espirituais e permanência nas correntes de trabalho na Umbanda irão para uma faixa de espiritualidade superior, e serão conduzidas pelas Leis do Eterno Amor para o seu verdadeiro destino, a sua perfectibilidade e a verdadeira e eterna felicidade nas moradas do Senhor.
Por isso, considerando que as Guardiãs Pombas Gira são criaturas como nós, filhos de Deus, considerando que bem orientadas por Orixás, e Guardiãs Pombas Giras de Lei trabalhem somente para o bem, devemos tratá-las com todo carinho, respeito, procurar compreendê-las e conduzi-las (as não esclarecidas. As que estão iniciando o seu caminho rumo a espiritualidade maior) para o caminho da redenção.
A Legião das Guardiãs Pombas Gira atuam:
• Nas descargas para neutralizar correntes de elementares/elementais vampirizantes, bem conhecidos como súcubus e íncubos, que atuam negativamente, por meio do sexo, fazendo de suas vitimas verdadeiros escravos das distorções sensuais.
• Cortando trabalhos de magia sexual negativa e as ditas “amarrações”, pois ninguém deve se ligar a ninguém a força. Isto é considerado pelos tribunais do astral como desvio de carma e as sanções para aqueles que realizam tais trabalhos são as mais sérias possíveis.
• Cortando trabalhos de magia negra, pois não é permitido pela Lei Divina que as pessoas ou espíritos possam fazer o que bem entenderem, ainda mais ferindo o Livre Arbítrio alheio.
• Neutralizando correntes e trabalhos feitos para desmanchar casamentos.
• Trabalham incansavelmente no combate as hostes infernais, quando estas procuram atingir injustamente quem não merece.
• Trabalham no combate das viciações que escravizam os médiuns, protegendo-os das investidas do baixo astral, quando se fazem merecedores.
• Fazem à proteção dos Templos onde habita a Espiritualidade Maior, principalmente onde se pautam pelo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
• Combatem a leviandade, promovendo a firmeza que trás o respeito através do poder da palavra. Tais atributos e a harmonia de seus efeitos combinados, trazem a serenidade mental, onde os Sagrados Orixás atuam, pois quem não sabe o que pensa, não sabe o que diz.
• Trabalham incansavelmente fazendo de um tudo para que seus médiuns possam galgar graus conscienciais luminosos perante a espiritualidade maior, equilibrando-os, auxiliando-os, mas jamais são coniventes com os desmandos de seus pupilos, corrigindo-os, às vezes, implacavelmente, para que possam enxergar seus erros e retomarem a senda da Luz.
• A Guardiã Pomba Gira, como entidade de trabalho, não são e nunca foram espíritos lascivos, tenebrosos, viciados, atrasados e maldosos, como muitos querem doutrinar.
• A Guardiã Pombas Gira atuam no combate aos quiumbas (na medida do possível ajudando-os a evoluir) e no combate das energias desvairadas e viciantes; nas cobranças e nos reajustamentos emotivos e passionais; nas cobranças da Lei Divina (carma); nas emoções e nas ações dos indivíduos.
• As Guardiãs Pombas Giras conhecem profundamente os mais íntimos segredos dos seres humanos e que apesar dos absurdos em seus nomes, ainda assim, nos auxiliam a evoluir, esperando pacientemente à hora de nossa maturidade.
• A Guardiã Pombas Gira são valorosas Guardiãs da Antiga Sabedoria, da Tradição da Umbanda. Não são vulgares. São guerreiras, heroínas, protetoras e grandes magas.
Lembre-se que nenhuma Guardiã Pomba Gira jamais atua negativamente na vida de qualquer ser, promovendo desuniões, feitiçarias, magias negras, fofocas, maledicências e toda sorte de coisas ruins. Infelizmente a maldade é um imperativo humano. Quando um ser humano, negativamente invoca o poder da Guardiã Pomba Gira, não é a entidade em si que vai atender ao seu pedido maléfico, mas sim, a força Pomba Gira, força magnética ígnea telúrica, que vai ser acionada e utilizada. Seria a mesma coisa que utilizarmos à força elétrica; podemos usá-la para o bem ou para o mal. A força é a mesma, mas não tem vontade própria.
Vamos agora usar de um artigo maravilhoso (de autor desconhecido), adaptando-o, e encontraremos que é a fiel imagem da uma mulher. E isso é ser a Senhora Guardiã Pomba Gira:
SER GUARDIÃ POMBA GIRA….
• Ser Guardiã Pomba Gira é viver mil vezes em apenas uma vida, é lutar por causas perdidas e sempre sair vencedora, é estar antes do ontem e depois do amanhã, é desconhecer a palavra recompensa apesar dos seus atos.
• Ser Guardiã Pomba Gira é caminhar na dúvida cheia de certezas, é correr atrás das nuvens num dia de sol e alcançar o sol num dia de chuva.
• Ser Guardiã Guardiã Pomba Gira é chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza, é cancelar sonhos em prol de terceiros, é acreditar quando ninguém mais acredita, é esperar quando ninguém mais espera.
• Ser Guardiã Pomba Gira é identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa, é ser enganada e sempre dar mais uma chance, é cair no fundo do poço e emergir sem ajuda.
• Ser Guardiã Pomba Gira é estar em mil lugares de uma só vez, é fazer mil papéis ao mesmo tempo, é ser forte e fingir que é frágil pra ter um carinho.
• Ser Guardiã Pomba Gira é se perder em palavras e depois perceber que se encontrou nelas, é distribuir emoções que nem sempre são captadas.
• Ser Guardiã Pomba Gira é comprar, emprestar, alugar, vender sentimentos, mas jamais dever, é construir castelos na areia, vê-los desmoronados pelas águas e ainda assim amá-las.
• Ser Guardiã Pomba Gira é saber dar o perdão, é tentar recuperar o irrecuperável, é entender o que ninguém mais conseguiu desvendar.
• Ser Guardiã Pomba Gira é estender a mão a quem ainda não pediu, é doar o que ainda não foi solicitado.
• Ser Guardiã Pomba Gira é não ter vergonha de chorar por amor, é saber a hora certa do fim, é esperar sempre por um recomeço.
• Ser Guardiã Pomba Gira é ter a arrogância de viver apesar dos dissabores, das desilusões, das traições e das decepções.
• Ser Guardiã Pomba Gira é ser mãe dos seus filhos e dos filhos dos outros e amá-los igualmente.
• Ser Guardiã Pomba Gira é ter confiança no amanhã e aceitação pelo ontem, é desbravar caminhos difíceis em instantes inoportunos e fincar a bandeira da conquista.
• Ser Guardiã Pomba Gira é entender as fases da lua por ter suas própria fases. É ser “nova” quando o coração está a espera do amor, ser “crescente” quando o coração está se enchendo de amor, ser “cheia” quando ele já está transbordando de tanto amor e “minguante” quando esse amor vai embora.
• Ser Guardiã Pomba Gira é hospedar dentro de si o sentimento de perdão, é voltar no tempo todos os dias e viver por poucos instantes coisas que nunca ficaram esquecidas.
• Ser Guardiã Pomba Gira é cicatrizar feridas de outros e inúmeras vezes deixar as suas próprias feridas sangrando.
• Ser Guardiã Pomba Gira é ser princesa aos 20, rainha aos 30, imperatriz aos 40 e especial a vida toda.
• Ser Guardiã Pomba Gira é conseguir encontrar uma flor no deserto, água na seca e labaredas no mar.
• Ser Guardiã Pomba Gira é chorar calada as dores do mundo e em apenas um segundo já estar sorrindo.
• Ser Guardiã Pomba Gira é subir degraus e se os tiver que descer não precisar de ajuda, é tropeçar, cair e voltar a andar.
• Ser Guardiã Pomba Gira é saber ser super-homem quando o sol nasce e virar cinderela quando a noite chega.
• Ser Guardiã Pomba Gira é acima de tudo um estado de espírito, é ter dentro de si um tesouro escondido e ainda assim dividi-lo com o mundo.
REVELAÇÃO DE UMA GUARDIÃ POMBA GIRA
Mensagem psicofônica da Senhora Pomba Gira Sete Encruzilhadas
– Médium: Luely Figueiró
Nós andamos agitadas nas encruzilhadas, não estamos gostando do que certos escritores mal informados, que apenas cruzam pelos terreiros e que nem possuem a experiência de incorporação ou de trabalhos dentro da curimba de uma Pomba Gira, se arvoram em falar sobre nossa corrente, sobre nossos trabalhos.
Nos comentam como se fossemos lixo do astral ou menos espíritos apaixonados. Como se bastasse apenas nos oferecer elementos físicos, grosseiros materiais, para fazermos a vontade de todas as criaturas da face da Terra.
Pessoas que escrevem sem possuir o menor gabarito espiritual para comentar os mistérios da hierarquia de um espírito.
Nós estamos realmente agitadas no espaço que ocupamos e muito trabalhamos para formar a corrente deste aparelho, para que ela pudesse verdadeiramente receber a vibração e o ensinamento de todo o trabalho de uma Pomba Gira. Vocês não duvidem e não confundam as coisas que vocês vêem por aí. Aprendam se quiserem a ter o merecimento da proteção e do trabalho de uma Pomba Gira, seus giras.
Pomba Gira é gente já com gabarito de incorporação no exército divino, e quem já se encontra incorporado, como elemento deste exército, para a elaboração de evoluções maiores; não é sofredor nem lixo do espaço e nem desavisado e muito menos apegado a elementos tão físicos e baixos como querem nos apregoar.
Tenham mais humildade para aceitar as coisas do grandioso Senhor, que elabora no dia-a-dia a evolução dos universos siderais e não só o vosso.
Não pensais, pois, que sois o centro do universo, porque não sois não. Em todas as horas, em todos os momentos, o grande Senhor nos envia provas através, até mesmo, de aparelhos mediúnicos que nos deixam perplexos, bestializados com os que eles fazem como simples aparelhos e nada mais.
Porque eles são meros veículos de forças maiores; aqui, neste planeta, somos espíritos de certa envergadura, com milênios de aprendizado; nos chamam de Pomba Gira; poderiam ter-nos colocado outros nomes, não importam os nomes que nos tenham colocado.
Nós vos saudamos aqui na Terra, com esta indumentária; respeiteis e saibais compreender nossa natureza espiritual, para que não sejam publicadas aberrações que visem apenas ao comércio medíocre sobre o trabalho sagrado e santificante que traçamos para evolução de todos os paranormais em comunicação conosco.
Isto é de rara importância para todos aqueles que dirigem seus médiuns, seus filhos.
É de rara importância, queridos, que coloqueis sempre a vossa destra sobre os nossos enviados, filhos de Santo, com uma certa humildade e conhecimento de que todos os irmãos que se comunicam através de sua coroa são espíritos já incorporados num exército divino para elaborar uma tarefa de amor e fraternidade e de respeito por vossas vidas e não de desrespeito, porque este sempre parte de vós e não de nós.
Se existem nos planos do baixo astral desrespeitosos Eguns, é porque daqui partiram assim sem o merecimento de serem incorporados em nossas milícias.
São esses pobres vagabundos do astral menor que necessitam mais de orações e caridade.
Vós, como chefes de terreiro e guias menores da Terra, que colocais sobre o peito montões de colares para assim serem reconhecidos, pois sois vós que devereis organizar os trabalhos. Sim, de mãos interpostas conosco, os irmãos do outro lado.
Para estes Eguns e sofredores, estes vagabundos, desairosos e desvairados dos espaços, sejam socorridos e não enlameados com vossos propósitos mesquinhos.
Muitas vezes, tomados por vossas vaidades, não sabeis reconhecer quem pisa dentro de vosso terreiro.
Aquele que é sofredor, aquele que é um mistificador de uma Pomba Gira verdadeira.
Porque a vossa vaidade vos cobre os olhos e vosso peito envergado de tantas “guias” não vos permite ver; cuidado…
Por hoje é só.
Dona Sete.
Fonte: Exus e Pomba Gira na Umbanda
– Simbolismo e Função
- Autoria do Pai Juruá.
COMO ATUAM OS ESPIRITOS OBSESSORES
Os espíritos obsessores são espíritos como nós. Quando perdemos o corpo físico não ficamos bonzinhos, mantemos o mesmo nível moral.
Como não somos ainda capazes de entender que o mal não se paga com o mal, mas com o bem, tentamos a vingança contra quem nos fez mal. Triste figura, a que fazemos, pois o mal que verdadeiramente nos faz mal é aquele que fazemos. No futuro, o mal que nos fazem recai naqueles que o fizeram, não em nós. Ao contrário da vingança que nos faz fazer mais mal e ficar sujeitos a mais vinganças, o perdão quebra o ciclo do mal e da vingança.
Mas há que ter em conta que muitos dos espíritos obsessores são inteligentes. Aproveitam tudo para nos fazer mal. Aproveitam e alimentam os nossos medos irracionais, a nossa baixa auto-estima, a revolta contra terceiros. Tentam envenenar as relações entre as pessoas.
Muitos dos que vivem aqui na terra, com um corpo de carne, também tentam subjugar as pessoas para as dominar e tirar partido das mesmas. A técnica de tentar baixar a auto-estima, a técnica de colocar ideias que fazem medo na cabeça das pessoas, para elas perderem a racionalidade, a técnica de dividir para reinar, etc. não são já técnicas conhecidas por nós?
Alguns dos obsessores aproveitam os médiuns menos esclarecidos ou menos bem intencionados para se manifestarem. Eles que nos acompanham diariamente sabem muito a nosso respeito. Esses médiuns dizem-nos coisas que não poderiam saber e nós ficamos convencidos que se trata de comunicações de familiares ou de amigos desencarnados. Os obsessores podem fazer-se passar por qualquer familiar, até podem dizer que são o nosso anjo guardião.
Para ver que não se trata de bons espíritos, basta pensar que tudo o que estes últimos nos aconselham é sempre a dar a volta por cima, com fé em Deus e na bondade de Deus, a fazer o bem, a não fazer o mal. Eles não vão tentar convencer de coisas que nos atormentem, mas também não prometem livrar-nos das experiências que devemos passar. Se nos ajudam é na perspectiva de nos “ensinar a pescar”, nunca a dar-nos o peixe. Aquilo que os espíritos obsessores nos fazem pensar até pode parecer, em certas altura, um bom pensamento. Mas eles não conseguem manter esses bons pensamentos sempre. Pois assim estariam a fazer o bem, que é o oposto do que eles querem. Mais tarde ou mais cedo vão trair-se a si próprios.
Com atenção aos nossos pensamentos e atos (e ao que nos dizem as pessoas de mais confiança, pois nós podemos não ter bem consciência do que fazemos, por vezes) e com inteligência, nós descobrimos que nos estão a fazer mal e aprendemos a não ir no jogo dos obsessores.
Como não somos ainda capazes de entender que o mal não se paga com o mal, mas com o bem, tentamos a vingança contra quem nos fez mal. Triste figura, a que fazemos, pois o mal que verdadeiramente nos faz mal é aquele que fazemos. No futuro, o mal que nos fazem recai naqueles que o fizeram, não em nós. Ao contrário da vingança que nos faz fazer mais mal e ficar sujeitos a mais vinganças, o perdão quebra o ciclo do mal e da vingança.
Mas há que ter em conta que muitos dos espíritos obsessores são inteligentes. Aproveitam tudo para nos fazer mal. Aproveitam e alimentam os nossos medos irracionais, a nossa baixa auto-estima, a revolta contra terceiros. Tentam envenenar as relações entre as pessoas.
Muitos dos que vivem aqui na terra, com um corpo de carne, também tentam subjugar as pessoas para as dominar e tirar partido das mesmas. A técnica de tentar baixar a auto-estima, a técnica de colocar ideias que fazem medo na cabeça das pessoas, para elas perderem a racionalidade, a técnica de dividir para reinar, etc. não são já técnicas conhecidas por nós?
Alguns dos obsessores aproveitam os médiuns menos esclarecidos ou menos bem intencionados para se manifestarem. Eles que nos acompanham diariamente sabem muito a nosso respeito. Esses médiuns dizem-nos coisas que não poderiam saber e nós ficamos convencidos que se trata de comunicações de familiares ou de amigos desencarnados. Os obsessores podem fazer-se passar por qualquer familiar, até podem dizer que são o nosso anjo guardião.
Para ver que não se trata de bons espíritos, basta pensar que tudo o que estes últimos nos aconselham é sempre a dar a volta por cima, com fé em Deus e na bondade de Deus, a fazer o bem, a não fazer o mal. Eles não vão tentar convencer de coisas que nos atormentem, mas também não prometem livrar-nos das experiências que devemos passar. Se nos ajudam é na perspectiva de nos “ensinar a pescar”, nunca a dar-nos o peixe. Aquilo que os espíritos obsessores nos fazem pensar até pode parecer, em certas altura, um bom pensamento. Mas eles não conseguem manter esses bons pensamentos sempre. Pois assim estariam a fazer o bem, que é o oposto do que eles querem. Mais tarde ou mais cedo vão trair-se a si próprios.
Com atenção aos nossos pensamentos e atos (e ao que nos dizem as pessoas de mais confiança, pois nós podemos não ter bem consciência do que fazemos, por vezes) e com inteligência, nós descobrimos que nos estão a fazer mal e aprendemos a não ir no jogo dos obsessores.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
FOLHETO DE UMBANDA
Meu filho, minha filha.
Que as bênçãos do nosso Pai Maior estejam em sua vida.
Saravá!
Você está numa tenda umbandista.
Talvez você não tenha vindo aqui por livre escolha.
Talvez as dificuldades da vida lhe tenham indicado o caminho.
Quem sabe, a curiosidade natural que invade seu coração. Mas não importa.
Você está aqui.
E nós, também.
Queremos esclarecer a você que neste recinto reina a disciplina e o respeito por nossos guias e pelas leis da Umbanda.
Aqui se pratica a caridade e, por isso mesmo, não se cobra nada pelas orações e pelos conselhos que aqui são prestados.
Somos trabalhadores do Pai Maior e não temos outro objetivo que não seja servir de instrumentos para que os guias realizem seu trabalho.
Não tratamos de nenhum assunto que possa prejudicar ao próximo.
Não fazemos despachos, oferendas ou matanças de animais.
Nossa lei maior chama-se UMBANDA e, para nós, significa união, caridade, crescimento e integração com a lei da vida.
Seja bem-vindo, vibre harmonia, bem estar e prosperidade, e que os guias iluminem sua vida para encontrar a resposta aos seus questionamentos e a solução para suas dificuldades.
Sarava os guias da Umbanda!
Sarava o Pai Maior!”
texto tirado o livro: Tambores de Angola
Que as bênçãos do nosso Pai Maior estejam em sua vida.
Saravá!
Você está numa tenda umbandista.
Talvez você não tenha vindo aqui por livre escolha.
Talvez as dificuldades da vida lhe tenham indicado o caminho.
Quem sabe, a curiosidade natural que invade seu coração. Mas não importa.
Você está aqui.
E nós, também.
Queremos esclarecer a você que neste recinto reina a disciplina e o respeito por nossos guias e pelas leis da Umbanda.
Aqui se pratica a caridade e, por isso mesmo, não se cobra nada pelas orações e pelos conselhos que aqui são prestados.
Somos trabalhadores do Pai Maior e não temos outro objetivo que não seja servir de instrumentos para que os guias realizem seu trabalho.
Não tratamos de nenhum assunto que possa prejudicar ao próximo.
Não fazemos despachos, oferendas ou matanças de animais.
Nossa lei maior chama-se UMBANDA e, para nós, significa união, caridade, crescimento e integração com a lei da vida.
Seja bem-vindo, vibre harmonia, bem estar e prosperidade, e que os guias iluminem sua vida para encontrar a resposta aos seus questionamentos e a solução para suas dificuldades.
Sarava os guias da Umbanda!
Sarava o Pai Maior!”
texto tirado o livro: Tambores de Angola
UMBANDA
Um mistério envolve de tal forma essa manifestação religiosa que se torna difícil para o leigo saber a sua origem e o seu significado.
Seus rituais tomaram-se tão misteriosos que os brasileiros com o seu misticismo natural, foram explorados por aqueles que nenhum escrúpulo tinham em relação à fé alheia.
Mas essa não é característica da Umbanda.
Por todo lugar onde há o sentimento religioso, manifestam-se pessoas inescrupulosas, que abusam da fé alheia.
Protestantes, católicos, espíritas, espiritualistas, esotéricos e também umbandistas não estão livres do comércio e do abuso das almas alucinadas.
Mas, no Brasil, essa terra abençoada onde as pessoas preferem julgar antes e, talvez, conhecer depois, a Umbanda, por se manifestar, na maioria das vezes, para aqueles possuidores de uma alma mais simples, de uma fé menos exigente que os tornam vítimas dos pretensos sábios e donos da verdade, recebeu uma marca, um rótulo, que aos poucos, somente aos poucos, vai-se desfazendo.
Isso ocorreu também devido às manifestações de sectarismo religioso, antifraterno e anticristão de uma minoria, o que gerou o preconceito contra os rituais da Umbanda, seu vocabulário, suas devoções.
trecho do livro Tambores de Angola
Seus rituais tomaram-se tão misteriosos que os brasileiros com o seu misticismo natural, foram explorados por aqueles que nenhum escrúpulo tinham em relação à fé alheia.
Mas essa não é característica da Umbanda.
Por todo lugar onde há o sentimento religioso, manifestam-se pessoas inescrupulosas, que abusam da fé alheia.
Protestantes, católicos, espíritas, espiritualistas, esotéricos e também umbandistas não estão livres do comércio e do abuso das almas alucinadas.
Mas, no Brasil, essa terra abençoada onde as pessoas preferem julgar antes e, talvez, conhecer depois, a Umbanda, por se manifestar, na maioria das vezes, para aqueles possuidores de uma alma mais simples, de uma fé menos exigente que os tornam vítimas dos pretensos sábios e donos da verdade, recebeu uma marca, um rótulo, que aos poucos, somente aos poucos, vai-se desfazendo.
Isso ocorreu também devido às manifestações de sectarismo religioso, antifraterno e anticristão de uma minoria, o que gerou o preconceito contra os rituais da Umbanda, seu vocabulário, suas devoções.
trecho do livro Tambores de Angola
EU SOU MÉDIUM... o que eu faço?
EU SOU MÉDIUM DE "INCORPORAÇÃO".
MAS... O QUE É ISTO?
No caso específico dessa minha mediunidade, eu sou médium de "incorporação" porque eu sou dotado da seguinte capacidade extrafísica:
Em determinados momentos e sob determinadas circunstâncias, determinados desencarnados podem utilizar todo o meu corpo físico - "por empréstimo" - para eles realizarem palestras, darem passes mediúnicos, fazerem consultas espirituais, etc.
POR QUE EU TENHO MEDIUNIDADE DE "INCORPORAÇÃO"?
Porque, antes de eu encarnar nesta minha atual vida física, o meu pedido para nascer médium de "incorporação" foi aceito e, conseqüentemente, eu me comprometi a bem cumprir o meu Mandato Mediúnico.
MEU PEDIDO? EU NÃO PEDI PARA NASCER MÉDIUM DE "INCORPORAÇÃO"!
É verdade, eu não pedi! Eu implorei! Eu roguei!
Eu supliquei aos meus mentores e amigos espirituais para eu nascer (como nasci) médium de "incorporação".
POR QUE EU FIZ ISTO?
Porque eu já sabia que, se aquele meu pedido fosse aceito (como foi) eu nasceria médium de "incorporação" (como nasci) e assim, se eu bem cumprir o meu Mandato Mediúnico, o meu prêmio será grande, muito grande!
QUE ENORME PRÊMIO É ESTE?
Na realidade são (ou poderão ser) dois magníficos prêmios.
- O primeiro é a minha profunda satisfação espiritual resultante dos meus bons serviços prestados aos meus próximos através dessa minha mediunidade de "incorporação".
- O segundo poderá ser a minha premiação com a chamada "pena cármica alternativa".
Em palavras mais claras, uma parte dos meus grandes (ou enormes) débitos cármicos atuais que normalmente me causariam enormes e longos sofrimento poderão ser trocados pelo meu exercício gratuito, em benefício da comunidade, dessa minha mediunidade de "incorporação".
QUE MARAVILHAS ESSES PRÊMIOS! NÃO SÃO?
Depende!
Sempre depende do meu livre-arbítrio, haja vista que, neste caso, eu sempre tenho três opções:
- Primeira opção EXCELENTE
- Se eu bem cumprir esse meu Mandato Mediúnico ou seja, se eu exercer essa minha bendita mediunidade de "incorporação" com boa vontade, amor, fraternidade, solidariedade, dedicação, responsabilidade, alegria, etc. Será ótimo para mim porque, além da minha profunda satisfação pessoal de eu bem servir aos meus próximos, eu serei beneficiado com a quitação de uma significativa parcela dos meus débitos cármicos, de maneira proporcional ao bem que eu tiver causado aos meus próximos através dessa minha tão bendita mediunidade de "incorporação".
- Segunda opção RUIM
- ou seja, se eu exercer essa minha,Se eu mal cumprir esse meu Mandato Mediúnico bendita mediunidade de "incorporação" sem boa vontade, sem amor, sem fraternidade, sem solidariedade, sem dedicação, sem responsabilidade, sem alegria, etc. Será ruim para mim porque, em primeiro lugar, eu não terei aquela satisfação íntima, em segundo lugar, apenas uma pequenina parcela dos meus débitos cármicos serão quitados, e em terceiro lugar, eu terei contraído novos débitos cármicos conseqüentes daquela minha má maneira de exercer a minha tão bendita mediunidade de "incorporação".
- Terceira opção PÉSSIMA
-ou seja, se eu firmemente me, Se eu não cumprir esse meu Mandato Mediúnico recusar a exercer essa minha tão bendita mediunidade de "incorporação" - além de, obviamente, eu não ter nenhuma satisfação íntima e não receber quitação de nenhum débito cármico, eu terei aumentado muito os meus débitos cármicos, como conseqüências daquela fragorosa derrota do meu Mandato Mediúnico.
Observação:
As conseqüências do mau exercício mediúnico, e mais ainda da recusa do médium em exercer a sua mediunidade, são ainda maiores porque cada Mandato Mediúnico é um elo de uma corrente de trabalho espiritual que compreende as correspondentes equipes de guias mediúnicos.
Em outras palavras, esse parcial ou total fracasso mediúnico implica em graves e sérios prejuízos ao trabalho do bem aqui na Terra.
ENTÃO... O MEU MANDATO MEDIÚNICO É...
em resumo, simplesmente eu bem exercer, da melhor maneira possível, essa minha bendita mediunidade de "incorporação".
Em outras palavras O meu Mandato Mediúnico consiste em eu exercer essa minha mediunidade de "incorporação" sempre gratuitamente e sempre com boa vontade, amor, fraternidade, solidariedade, dedicação, responsabilidade, alegria, etc.
O QUE É DESENVOLVER UMA MEDIUNIDADE?
Antigamente, quando eram ainda menores os nossos conhecimentos das mediunidades, achávamos que desenvolver uma mediunidade era acelerá-la praticamente à força.
Mas agora, felizmente, sabe-se que não é nada disto, haja vista que, em cada médium, a sua mediunidade, em sendo um processo natural, tem seu próprio tempo de afloração, crescimento e maturação.
Assim sendo, em um médium a sua mediunidade pode, subitamente, se manifestar plenamente, mas em outros médiuns pode demorar dias, semanas, meses ou anos. Enfim, nas mediunidades cada caso realmente é um caso.
Além disto, também se sabe que a melhor maneira possível de desenvolver uma mediunidade em um médium é desenvolver o médium, melhor dizendo, é o próprio médium se desenvolver.
Portanto, eu sei que eu mesmo devo me desenvolver como médium, ou seja, eu mesmo devo desenvolver os meus conhecimentos e as minhas aptidões de médium de incorporação.
COMO EU DEVO ME DESENVOLVER COMO MÉDIUM DE "INCORPORAÇÃO"?
Em qualquer atividade humana, somente aqueles que adquirem os necessários e suficientes conhecimentos teóricos e práticos podem ser competentes.
Além disto, após adquirir os conhecimentos iniciais, sempre é indispensável o constante aprimoramento.
Portanto, para eu bem me desenvolver como médium de "incorporação", é absolutamente indispensável que, após eu adquirir aqueles conhecimentos indispensáveis, continuamente eu aprimore tanto os meus conhecimentos teóricos quanto a minha prática da minha mediunidade.
Observação:
Como sabemos, infelizmente existem médiuns de "incorporação" que exercem suas mediunidades sem a menor preocupação tanto em estudá-la quanto em se desenvolver como médium.
Eles nem sequer se preparam convenientemente nos dias dos seus trabalhos mediúnicos.
Como é óbvio, essas pessoas podem ser consideradas (no mínimo) como médiuns relapsos e irresponsáveis!
Trechos do texto de
Francisco de Carvalho
Publicado no Jornal de Umbanda Carismatica – JUCA
Edição XXIII
MAS... O QUE É ISTO?
No caso específico dessa minha mediunidade, eu sou médium de "incorporação" porque eu sou dotado da seguinte capacidade extrafísica:
Em determinados momentos e sob determinadas circunstâncias, determinados desencarnados podem utilizar todo o meu corpo físico - "por empréstimo" - para eles realizarem palestras, darem passes mediúnicos, fazerem consultas espirituais, etc.
POR QUE EU TENHO MEDIUNIDADE DE "INCORPORAÇÃO"?
Porque, antes de eu encarnar nesta minha atual vida física, o meu pedido para nascer médium de "incorporação" foi aceito e, conseqüentemente, eu me comprometi a bem cumprir o meu Mandato Mediúnico.
MEU PEDIDO? EU NÃO PEDI PARA NASCER MÉDIUM DE "INCORPORAÇÃO"!
É verdade, eu não pedi! Eu implorei! Eu roguei!
Eu supliquei aos meus mentores e amigos espirituais para eu nascer (como nasci) médium de "incorporação".
POR QUE EU FIZ ISTO?
Porque eu já sabia que, se aquele meu pedido fosse aceito (como foi) eu nasceria médium de "incorporação" (como nasci) e assim, se eu bem cumprir o meu Mandato Mediúnico, o meu prêmio será grande, muito grande!
QUE ENORME PRÊMIO É ESTE?
Na realidade são (ou poderão ser) dois magníficos prêmios.
- O primeiro é a minha profunda satisfação espiritual resultante dos meus bons serviços prestados aos meus próximos através dessa minha mediunidade de "incorporação".
- O segundo poderá ser a minha premiação com a chamada "pena cármica alternativa".
Em palavras mais claras, uma parte dos meus grandes (ou enormes) débitos cármicos atuais que normalmente me causariam enormes e longos sofrimento poderão ser trocados pelo meu exercício gratuito, em benefício da comunidade, dessa minha mediunidade de "incorporação".
QUE MARAVILHAS ESSES PRÊMIOS! NÃO SÃO?
Depende!
Sempre depende do meu livre-arbítrio, haja vista que, neste caso, eu sempre tenho três opções:
- Primeira opção EXCELENTE
- Se eu bem cumprir esse meu Mandato Mediúnico ou seja, se eu exercer essa minha bendita mediunidade de "incorporação" com boa vontade, amor, fraternidade, solidariedade, dedicação, responsabilidade, alegria, etc. Será ótimo para mim porque, além da minha profunda satisfação pessoal de eu bem servir aos meus próximos, eu serei beneficiado com a quitação de uma significativa parcela dos meus débitos cármicos, de maneira proporcional ao bem que eu tiver causado aos meus próximos através dessa minha tão bendita mediunidade de "incorporação".
- Segunda opção RUIM
- ou seja, se eu exercer essa minha,Se eu mal cumprir esse meu Mandato Mediúnico bendita mediunidade de "incorporação" sem boa vontade, sem amor, sem fraternidade, sem solidariedade, sem dedicação, sem responsabilidade, sem alegria, etc. Será ruim para mim porque, em primeiro lugar, eu não terei aquela satisfação íntima, em segundo lugar, apenas uma pequenina parcela dos meus débitos cármicos serão quitados, e em terceiro lugar, eu terei contraído novos débitos cármicos conseqüentes daquela minha má maneira de exercer a minha tão bendita mediunidade de "incorporação".
- Terceira opção PÉSSIMA
-ou seja, se eu firmemente me, Se eu não cumprir esse meu Mandato Mediúnico recusar a exercer essa minha tão bendita mediunidade de "incorporação" - além de, obviamente, eu não ter nenhuma satisfação íntima e não receber quitação de nenhum débito cármico, eu terei aumentado muito os meus débitos cármicos, como conseqüências daquela fragorosa derrota do meu Mandato Mediúnico.
Observação:
As conseqüências do mau exercício mediúnico, e mais ainda da recusa do médium em exercer a sua mediunidade, são ainda maiores porque cada Mandato Mediúnico é um elo de uma corrente de trabalho espiritual que compreende as correspondentes equipes de guias mediúnicos.
Em outras palavras, esse parcial ou total fracasso mediúnico implica em graves e sérios prejuízos ao trabalho do bem aqui na Terra.
ENTÃO... O MEU MANDATO MEDIÚNICO É...
em resumo, simplesmente eu bem exercer, da melhor maneira possível, essa minha bendita mediunidade de "incorporação".
Em outras palavras O meu Mandato Mediúnico consiste em eu exercer essa minha mediunidade de "incorporação" sempre gratuitamente e sempre com boa vontade, amor, fraternidade, solidariedade, dedicação, responsabilidade, alegria, etc.
O QUE É DESENVOLVER UMA MEDIUNIDADE?
Antigamente, quando eram ainda menores os nossos conhecimentos das mediunidades, achávamos que desenvolver uma mediunidade era acelerá-la praticamente à força.
Mas agora, felizmente, sabe-se que não é nada disto, haja vista que, em cada médium, a sua mediunidade, em sendo um processo natural, tem seu próprio tempo de afloração, crescimento e maturação.
Assim sendo, em um médium a sua mediunidade pode, subitamente, se manifestar plenamente, mas em outros médiuns pode demorar dias, semanas, meses ou anos. Enfim, nas mediunidades cada caso realmente é um caso.
Além disto, também se sabe que a melhor maneira possível de desenvolver uma mediunidade em um médium é desenvolver o médium, melhor dizendo, é o próprio médium se desenvolver.
Portanto, eu sei que eu mesmo devo me desenvolver como médium, ou seja, eu mesmo devo desenvolver os meus conhecimentos e as minhas aptidões de médium de incorporação.
COMO EU DEVO ME DESENVOLVER COMO MÉDIUM DE "INCORPORAÇÃO"?
Em qualquer atividade humana, somente aqueles que adquirem os necessários e suficientes conhecimentos teóricos e práticos podem ser competentes.
Além disto, após adquirir os conhecimentos iniciais, sempre é indispensável o constante aprimoramento.
Portanto, para eu bem me desenvolver como médium de "incorporação", é absolutamente indispensável que, após eu adquirir aqueles conhecimentos indispensáveis, continuamente eu aprimore tanto os meus conhecimentos teóricos quanto a minha prática da minha mediunidade.
Observação:
Como sabemos, infelizmente existem médiuns de "incorporação" que exercem suas mediunidades sem a menor preocupação tanto em estudá-la quanto em se desenvolver como médium.
Eles nem sequer se preparam convenientemente nos dias dos seus trabalhos mediúnicos.
Como é óbvio, essas pessoas podem ser consideradas (no mínimo) como médiuns relapsos e irresponsáveis!
Trechos do texto de
Francisco de Carvalho
Publicado no Jornal de Umbanda Carismatica – JUCA
Edição XXIII
O BRANCO E O PRETO
Essas duas cores representam à união e a ausência de todas as cores e nos levam ao plano iniciatório ultrapassando a dualidade.
São as cores do universo simbólico representado no tabuleiro do Xadrez, no preto que é luto no ocidente e no branco que é o luto no oriente, no branco que é a cor do vestido da noiva e no preto que a cor do fraque do noivo, no preto que é a noite insondável e no branco que é a neve que reflete a luz fria em altitudes inatingíveis.
O branco e o preto se alternam quando a palheta de cores atinge certa rotação, formando um desenho preto-branco e branco-preto criando uma nova unidade de cor.
O branco é a pureza e o preto é atração magnética que tudo absorve, é o feminino e o masculino, o positivo e o negativo, o oriente e o ocidente, o yin e o yang, o sol que reflete a luz e a lua que absorve a claridade, é a presença e a ausência.
- Branco: pureza, inocência, reverência, paz, simplicidade, esterilidade, rendição.
- Preto: poder, modernidade, sofisticação, formalidade, morte, medo, anonimato, raiva, mistério.
Na Umbanda usa-se como roupagem para os médiuns apenas roupa branca, representando a simplicidade e humildade.
O branco representa e é a cor de Oxalá e além do sentido da pureza e da reverência ele traz a proteção espiritual para o médium, pois o branco É IRRADIADOR POR SI SÓ formando um campo de força único, fazendo com que o baixo astral não consiga enxergar ou caracterizar o médium protegendo-o dos ataques espirituais.
A cor branca resulta da sobreposição de todas as cores, enquanto o preto é a ausência de luz.
Uma luz branca pode ser decomposta em todas as cores (o espectro) por meio de um prisma. Na natureza, esta decomposição origina um arco-íris.
Na Umbanda por exemplo, aquela trazida pelo Caboclo das 7 Encruzilhadas, não é comum o uso de fantasias, adornos, enfeites, objetos brilhantes e coloridos, ou afins, como se verifica no candomblé ou kimbanda por exemplo, onde cada qual segue sua ritualística.
Pode ocorrer de uma preta velha solicitar uma saia ou um lenço para simplesmente amarrar os cabelos...
Mas uma outra visão sobre a vestimenta e apetrechos materiais utilizados pelos Guias Espirituais são como condensadores de energia, sendo um modo de concentrar-la e depois enviá-la ou dissipá-la no elemento apropriado.
Deve-se ficar atento diante das solicitações espirituais para que não haja influência do próprio médium perdendo todo o efeito de realização e descaracterizando a Umbanda de sua simplicidade, pois como diz seu Zé, vestir branco é o branco interno e não o externo.
No entanto a roupa branca quando destinada aos trabalhos caritativos deve ser usada única e exclusivamente na hora dos trabalhos mediúnicos.
Mãe Mônica Caraccio
São as cores do universo simbólico representado no tabuleiro do Xadrez, no preto que é luto no ocidente e no branco que é o luto no oriente, no branco que é a cor do vestido da noiva e no preto que a cor do fraque do noivo, no preto que é a noite insondável e no branco que é a neve que reflete a luz fria em altitudes inatingíveis.
O branco e o preto se alternam quando a palheta de cores atinge certa rotação, formando um desenho preto-branco e branco-preto criando uma nova unidade de cor.
O branco é a pureza e o preto é atração magnética que tudo absorve, é o feminino e o masculino, o positivo e o negativo, o oriente e o ocidente, o yin e o yang, o sol que reflete a luz e a lua que absorve a claridade, é a presença e a ausência.
- Branco: pureza, inocência, reverência, paz, simplicidade, esterilidade, rendição.
- Preto: poder, modernidade, sofisticação, formalidade, morte, medo, anonimato, raiva, mistério.
Na Umbanda usa-se como roupagem para os médiuns apenas roupa branca, representando a simplicidade e humildade.
O branco representa e é a cor de Oxalá e além do sentido da pureza e da reverência ele traz a proteção espiritual para o médium, pois o branco É IRRADIADOR POR SI SÓ formando um campo de força único, fazendo com que o baixo astral não consiga enxergar ou caracterizar o médium protegendo-o dos ataques espirituais.
A cor branca resulta da sobreposição de todas as cores, enquanto o preto é a ausência de luz.
Uma luz branca pode ser decomposta em todas as cores (o espectro) por meio de um prisma. Na natureza, esta decomposição origina um arco-íris.
Na Umbanda por exemplo, aquela trazida pelo Caboclo das 7 Encruzilhadas, não é comum o uso de fantasias, adornos, enfeites, objetos brilhantes e coloridos, ou afins, como se verifica no candomblé ou kimbanda por exemplo, onde cada qual segue sua ritualística.
Pode ocorrer de uma preta velha solicitar uma saia ou um lenço para simplesmente amarrar os cabelos...
Mas uma outra visão sobre a vestimenta e apetrechos materiais utilizados pelos Guias Espirituais são como condensadores de energia, sendo um modo de concentrar-la e depois enviá-la ou dissipá-la no elemento apropriado.
Deve-se ficar atento diante das solicitações espirituais para que não haja influência do próprio médium perdendo todo o efeito de realização e descaracterizando a Umbanda de sua simplicidade, pois como diz seu Zé, vestir branco é o branco interno e não o externo.
No entanto a roupa branca quando destinada aos trabalhos caritativos deve ser usada única e exclusivamente na hora dos trabalhos mediúnicos.
Mãe Mônica Caraccio
FÓSFORO OU ISQUEIRO
Em muitos Terreiros existe uma recomendação para só se acenderem velas com palitos de fósforos, evitando acendê-las com isqueiro ou em outra vela acesa.
Normalmente, os Terreiros fazem uso de pólvora, chamada de fundanga, nos trabalhos de descarrego.
O enxofre que a pólvora contém também está presente nos palitos de fósforo.
Ao entrar em combustão, a chama repentina, dentro de um ambiente místico, provoca uma reação psicológica muito eficiente, além de alterar momentaneamente a atmosfera ao seu redor, devido à sua composição química, em contato com o ar.
A mente do médium capta essas vibrações, que funciona como um comando mental, autorizando-a a aumentar seu próprio campo vibratório, promovendo desta forma uma limpeza psíquica no ambiente.
Não é a pólvora que faz a limpeza, mas a mente do médium, se ele conseguir ativa-la para este fim.
Normalmente, os Terreiros fazem uso de pólvora, chamada de fundanga, nos trabalhos de descarrego.
O enxofre que a pólvora contém também está presente nos palitos de fósforo.
Ao entrar em combustão, a chama repentina, dentro de um ambiente místico, provoca uma reação psicológica muito eficiente, além de alterar momentaneamente a atmosfera ao seu redor, devido à sua composição química, em contato com o ar.
A mente do médium capta essas vibrações, que funciona como um comando mental, autorizando-a a aumentar seu próprio campo vibratório, promovendo desta forma uma limpeza psíquica no ambiente.
Não é a pólvora que faz a limpeza, mas a mente do médium, se ele conseguir ativa-la para este fim.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
O SEGUIDOR DE UMBANDA - "HONESTO"
Se o iniciante pensa em começar a receber seus “guias’ e com isso todas as portas se lhe abrirão, está desde o começo fadado a tropeçar em seus próprios sonhos e, muitas vezes em sua própria vaidade, caminhando desde o inicio, para o seu próprio abismo.
Em grande parte das vezes um médium é chamado ou atraído às Tendas e Casas de Umbanda, por causa do acompanhamento espiritual (que costumamos chamar de carrego espiritual) que traz consigo desde antes desta encarnação, mas isso não quer dizer que outros, cujos carregos tenham sintonia com outras “bandas” ou linhas espirituais, não procurem a Umbanda e vice – versa, devendo-se isso muito mais às formas como são levados e à urgência do tratamento que devem ter no momento.
Exemplifico:
Como já sabemos, todos os seres humanos têm, em menor ou maior grau, a mediunidade em uma ou diversas modalidades – entenda-se mediunidade como a capacidade de se
comunicar com outros planos de existência. Acontece que, na grande maioria, quando ela eclode, traz certos incômodos para o ser que se vê obrigado a procurar uma casa espírita para sanar seu problema imediato.
Em casos como esse, o indivíduo, muitas vezes, acaba procurando e se estabelecendo numa corrente espiritual que nem sempre é aquela que deveria seguir, o que só vai perceber depois de certo tempo de atuação, ou por si próprio, ou por recomendação de
suas próprias entidades.
Dessa forma, muitas vezes alguém começa na Umbanda, ou no Candomblé, ou mesmo no Kardecismo por imposição do momento ou até mesmo porque é menos trabalhoso ou é
o lugar que está mais perto de sua casa – é verdade, pode crer!
Acontece no entanto que, com o decorrer do tempo e melhores contatos com suas entidades protetoras e/ou Guias, ele vai percebendo que ali não é o seu caminho – se persistir vai, no mínimo, ficar marcando passo no mesmo lugar.
É então a hora da mudança !
Se seu acompanhamento espiritual é de entidades que girem na linha Kardecista, por exemplo, não será bom para você tentar seguir os rituais e caminhos de Umbanda, ou Candomblé ...
É claro que o contrário também acontece.
Importante que se diga aqui que, espiritualmente falando, não se trata do fato do médium ser mais ou menos evoluído que o leva a esse ou aquele grupo.
O que o leva a esse ou aquele grupo é o tipo de acompanhamento espiritual que traz consigo e o tipo de trabalho que deverá realizar mediunicamente, para a sua
evolução pois, tanto aqui como nos outros grupos temos a participação de entidades de todos os graus evolutivos, desde o mais baixo até o mais alto.
Voltando especificamente à nossa Umbanda, vemos às vezes que, pessoas mal orientadas, iniciam seus caminhos e, com o passar do tempo, acham que estão imunes aos ataques do Baixo - Astral porque, em seus entenderes, “têm Guias que os protegem de tudo”.
Pensam também que, por receberem entidades que bem atendem aos necessitados, com ele próprio não poderia ser diferente e, por causa dessa forma de pensar, muitas vezes relaxam no treinamento e sintonização com suas entidades acabando por, pouco a pouco, começarem a dar incorporações ou mensagens não tão positivas quanto antes.
É preciso que fique bem claro que, ao iniciar os caminhos pela Umbanda, Candomblé, Umbandomblé ou Kardecismo o médium vai ver, no decorrer do tempo, invariavelmente, os motivos para as SETE LÁGRIMAS DO PAI PRETO.
rexto extraído do livro UMBANDA SEM MEDO 2
Em grande parte das vezes um médium é chamado ou atraído às Tendas e Casas de Umbanda, por causa do acompanhamento espiritual (que costumamos chamar de carrego espiritual) que traz consigo desde antes desta encarnação, mas isso não quer dizer que outros, cujos carregos tenham sintonia com outras “bandas” ou linhas espirituais, não procurem a Umbanda e vice – versa, devendo-se isso muito mais às formas como são levados e à urgência do tratamento que devem ter no momento.
Exemplifico:
Como já sabemos, todos os seres humanos têm, em menor ou maior grau, a mediunidade em uma ou diversas modalidades – entenda-se mediunidade como a capacidade de se
comunicar com outros planos de existência. Acontece que, na grande maioria, quando ela eclode, traz certos incômodos para o ser que se vê obrigado a procurar uma casa espírita para sanar seu problema imediato.
Em casos como esse, o indivíduo, muitas vezes, acaba procurando e se estabelecendo numa corrente espiritual que nem sempre é aquela que deveria seguir, o que só vai perceber depois de certo tempo de atuação, ou por si próprio, ou por recomendação de
suas próprias entidades.
Dessa forma, muitas vezes alguém começa na Umbanda, ou no Candomblé, ou mesmo no Kardecismo por imposição do momento ou até mesmo porque é menos trabalhoso ou é
o lugar que está mais perto de sua casa – é verdade, pode crer!
Acontece no entanto que, com o decorrer do tempo e melhores contatos com suas entidades protetoras e/ou Guias, ele vai percebendo que ali não é o seu caminho – se persistir vai, no mínimo, ficar marcando passo no mesmo lugar.
É então a hora da mudança !
Se seu acompanhamento espiritual é de entidades que girem na linha Kardecista, por exemplo, não será bom para você tentar seguir os rituais e caminhos de Umbanda, ou Candomblé ...
É claro que o contrário também acontece.
Importante que se diga aqui que, espiritualmente falando, não se trata do fato do médium ser mais ou menos evoluído que o leva a esse ou aquele grupo.
O que o leva a esse ou aquele grupo é o tipo de acompanhamento espiritual que traz consigo e o tipo de trabalho que deverá realizar mediunicamente, para a sua
evolução pois, tanto aqui como nos outros grupos temos a participação de entidades de todos os graus evolutivos, desde o mais baixo até o mais alto.
Voltando especificamente à nossa Umbanda, vemos às vezes que, pessoas mal orientadas, iniciam seus caminhos e, com o passar do tempo, acham que estão imunes aos ataques do Baixo - Astral porque, em seus entenderes, “têm Guias que os protegem de tudo”.
Pensam também que, por receberem entidades que bem atendem aos necessitados, com ele próprio não poderia ser diferente e, por causa dessa forma de pensar, muitas vezes relaxam no treinamento e sintonização com suas entidades acabando por, pouco a pouco, começarem a dar incorporações ou mensagens não tão positivas quanto antes.
É preciso que fique bem claro que, ao iniciar os caminhos pela Umbanda, Candomblé, Umbandomblé ou Kardecismo o médium vai ver, no decorrer do tempo, invariavelmente, os motivos para as SETE LÁGRIMAS DO PAI PRETO.
rexto extraído do livro UMBANDA SEM MEDO 2
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